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1 #REVISTA = 398 
depósito = 9 
jesus = 4 
apóstolo = 4 
confiança = 4 
deus = 3 
evangelho = 3 
depositário = 3 
cristo = 3 
outros = 3 
homens = 3 
PeRReflexões Guarda o Depósito! (0.68) Estêvão Bettencourt 1602
#396 Julho 1995, 01 [398, julho 1995, fé, combate, heresia]

As advertências do Apóstolo conservam seu pleno sentido em nossos dias. A fé exige coerência; é sempre a adesão a Deus, que nos fala na penumbra da vida presente. O cristão ou aceita este santo depósito com toda a sua grandeza ou - o que Deus não permita - o rejeita; não ouse, porém, retocá-lo ou deteriorá-lo!
2 #REVISTA = 398 
mateus = 20 
thiede = 19 
prof = 17 
prof thiede = 12 
século = 11 
fragmentos = 11 
texto = 10 
jesus = 10 
manuscritos = 9 
escrito = 8 
PeREscrituras Quando Foi Escrito o Evangelho Segundo Mateus (1.61) Estêvão Bettencourt 3822
#397 Julho 1995, 01 [398, julho 1995, história, Qumran, mar morto, Carsten Thiede, papiros, papirologia, evangelhos, manuscritos]

O Prof. Carsten Peter Thiede, de Paderborn (Alemanha), julga ter identificado em 1994 três fragmentos papiráceos de Mateus 26, que ele data de meados do século I. Para chegar a tal datação, o pesquisador se serviu da paleografia: a escrita dos três fragmentos é semelhante à de outros manuscritos gregos da primeira metade do século I; caiu em desuso pouco depois do fim do governo de Pôncio Pilatos em 36. A conclusão do Prof. Thiede, caso seja verídica, vem confirmar que os Evangelhos fazem eco fiel à pregação de Jesus, pois foram redigidos a breve intervalo da Ascensão do Senhor (ao menos redigidos em parte). - O assunto despertou vivo debate entre os estudiosos.
3 #REVISTA = 398 
jesus = 42 
mack = 16 
mitos = 16 
evangelho = 16 
cristo = 15 
livro = 15 
cristãos = 14 
paulo = 13 
burton mack = 12 
burton = 12 
PeRLivros O Evangelho Perdido (1.17) Estêvão Bettencourt 2786
#398 Julho 1995, 01 [398, julho 1995, Qumran, evangelhos, Burton Mack, sinóticos, mito, paganismo]

Burton L Mack procura reconstituir urna hipotética fonte dos Evangelhos Sinóticos, que constaria apenas de sentenças de Jesus (sem referência a feitos e ao fim de vida de Cristo); é dita 'fonte Q" (de Quelle, fonte, em alemão). Segundo essa fonte, recomposta a partir dos discursos de Jesus em Mt, Mc e Lc, Jesus terá sido um Sócrates judeu ou um mestre de bons costumes, sem querer romper com o povo judeu. Os seus discípulos nem eram cristãos, diz Mack.
4 #REVISTA = 398 
jesus = 18 
duquesne = 14 
irmãos = 8 
evangelho = 8 
anépsios = 7 
original = 7 
pecado original = 6 
pecado = 6 
globo = 6 
irmão = 6 
PeRApologética A Entrevista de Jacques Duquesne (1.00) Estêvão Bettencourt 2367
#399 Julho 1995, 01 [398, outubro 1995, irmãos de Jesus, pecado original, globo, grego, aramaico]

Jacques Duquesne deu uma entrevista à rede GLOBO, na qual contestou vários pontos da exegese dos Evangelhos e da doutrina da fé, embora se dissesse autor católico. Ora verifica-se que Duquesne repete objeções já levantadas e refutadas, relativas aos irmãos de Jesus, à data do nascimento de Cristo, aos magos e à visita ao Menino... No artigo presente são reconsideradas duas das dificuldades propostas por Duquesne: 1) os irmãos (adelphoí) de Jesus e o uso das palavras gregas anépsios (primo) e syngenís (parente) no texto grego da S. Escritura (LXX e Novo Testamento); 2) o silêncio do Evangelho sobre o pecado original. A questão dos magos em Belém fica para o artigo seguinte.
5 #REVISTA = 398 
jesus = 21 
herodes = 18 
moisés = 16 
magos = 13 
israel = 12 
evangelho = 11 
egito = 10 
faraó = 10 
nascimento = 9 
episódio = 9 
PeREscrituras Os Magos e Jesus (0.56) Estêvão Bettencourt 1337
#400 Julho 1995, 01 [398, julho 1995, magos, herodes, moisés, egito, midrash]

O episódio de Mt 2,1-12 suscita o descrédito de alguns críticos. O artigo abaixo mostra que foi vasado em estilo de midrash, gênero literário que apresenta um núcleo realmente histórico redigido de modo que se possa perceber o seu conteúdo teológico. Além do quê, fica evidente a verossimilhança do episódio dos magos se se consideram textos antigos que falam tanto da expectativa de um Salvador por parte de povos orientais como da crueldade do rei Herodes.
6 #REVISTA = 398 
plínio = 59 
sociedade = 25 
escravo = 21 
maria = 14 
luiz = 12 
igreja = 12 
senhora = 11 
folena = 10 
profeta = 9 
lucília = 8 
PeRO Que É? Tradição, Família e Propriedade (TFP) (4.20) Estêvão Bettencourt 9952
#401 Julho 1995, 01 [398, julho 1995, TFP, Plínio Corrêa, catolicismo, Giulio Folena]

"Tradição Família e Propriedade" é uma sociedade que se diz católica, mas faz restrições ao Concílio do Vaticano II e à Igreja pós-conciliar. O seu fundador é o Dr. Plínio Corrêa de Oliveira, que em São Paulo reuniu, na década de 1950, um grupo de congregados marianos para desenvolverem piedade e apostolado. Toda via a estima e a veneração do mestre-fundador tem degenerado, segundo o testemunho de egressos da Sociedade, tornando-se uma quase servidão ao Dr. Plínio. Também o culto à falecida mãe do Dr. Plínio – D. Lucília - tem tomado proporções que exorbitam os parâmetros da praxe católica. Ao lado dos defensores da TFP, que propugna o combate ao comunismo, há os que acusam a sociedade de estar manipulando seus adeptos em nome de uma piedade que já não é puramente católica. - O artigo que se segue, se baseia no livro de um egresso da Sociedade, o Sr. Giulio Folena, que professa estar referindo fatos autênticos.
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7 #REVISTA = 398 
igreja = 6 
história = 6 
história igreja = 5 
comby = 3 
leitor = 3 
século = 3 
paulo = 2 
jean = 2 
jean comby = 2 
dois = 2 
PeRLivros História da Igreja (0.92) Estêvão Bettencourt 2173
#402 Julho 1995, 01 [398, julho 1995, Jena Comby, igreja, lutero, calvino, thomas more, rousseau, Pio VI, Paulo VI]

Para ler a História da Igreja. Vol. II: Do século XV ao século XX. Por Jena Comby. Tradução de Maria St ela Gonçalves e Adail V. Sobral. - Ed. Loyola, São Paulo 1994, 210x210 mm, 242pp.
8 #REVISTA = 398 
mons = 28 
gaillot = 27 
igreja = 26 
bispo = 25 
mons gaillot = 23 
bispos = 21 
diocese = 13 
papa = 11 
decisão = 11 
deus = 10 
PeRNotícias O Caso Jacques Gaillot (0.55) Estêvão Bettencourt 1295
#403 Julho 1995, 01 [398, julho 1995, gaillot, França, moral, magistério, igreja]

Mons. Jacques Gaillot, na qualidade de Bispo de Evreux (França), falava e agia em dissonância do magistério oficial da Igreja e em desacordo com os demais Bispos da França. Durante mais de dez anos tomou atitudes pessoais que lançavam confusão na mente do povo de Deus; entre outras coisas, defendia a pílula abortiva. As freqüentes admoestações a que repensasse seu procedimento nada obtiveram. Em conseqüência, o S. Padre João Paulo II houve por bem dispensá-lo de seus encargos episcopais, visando assim a salvaguardar o Povo de Deus abalado por idéias e propostas destoantes do comum ensinamento dos Bispos. O S. Padre não somente tinha o direito, mas cabia-lhe o dever, de tomar tal resolução, encarregado que é do bem de toda a S. Igreja.
9 #REVISTA = 398 
jesus = 10 
cristo = 4 
jesus cristo = 4 
revelação = 4 
amor = 3 
estudo = 3 
deus = 3 
autor = 3 
geral = 2 
fundamental = 2 
PeRLivros Jesus, Epifania do Amor ao Pai (0.96) Estêvão Bettencourt 2284
#404 Julho 1995, 01 [398, julho 1995, Luiz Arenas, seminários, teologia, estudo]

Jesus, Epifania do Amor do Pai, por Octávio Luiz Arenas. Tradução de Orlando Soares Moreira. Coleção de Textos Básicos para Seminários Latino-americanos n.3 - Ed. Loyola, São Paulo (SP), 140 x210 mm, 431 pp.
10 #REVISTA = 398 
igreja = 10 
castração = 10 
cantores = 8 
castrados = 6 
soprano = 5 
cristãos = 5 
século = 5 
meninos = 5 
moral = 4 
eunucos = 4 
PeRHistória Castração de Meninos e Voz de Soprano (1.73) Estêvão Bettencourt 4105
#405 Julho 1995, 01 [398, julho 1995, farinelli, castração, eunucos, soprano, música, canto, ópera]

O filme Farinelli do cineasta belga Gérard Corbiau apresenta um dos mais famosos cantores que eram castrados no século XVIII para que conservassem voz de soprano. A notícia do JORNAL DO BRASIL de 6/3/95 insinua que a Igreja era conivente com tal prática. No presente artigo afirma-se a rejeição dessa prática por parte da Moral Católica; se teve entrada em ambientes católicos, isto se deu à revelia da autoridade suprema da Igreja, cujos Papas Bento XIV e Leão XIII condenaram explicitamente esse tipo de mutilação.