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554 Agosto 2008 (15)
555 Setembro 2008 (13)
 
...CAPA*TÓPASSUNTOTÍTULO (hits/dia)AUTORHITS PDF
1 #REVISTA = 385 
deus = 10 
amor = 8 
coração = 5 
entranhas = 5 
filho = 3 
misericórdia = 3 
homens = 3 
significa = 3 
outra = 2 
idéia = 2 
PeRReflexões Rico em Misericórdia (0.61) Estêvão Bettencourt 1465
#225 Junho 1994, 01 [385, junho 1994, coração de Jesus, misericórdia, promessas]

O mês de junho é, pela piedade católica, dedicado ao Sagrado Coração de Jesus.
2 #REVISTA = 385 
amor = 24 
cuba = 19 
cubanos = 17 
país = 13 
diálogo = 12 
povo = 11 
deus = 11 
igreja = 11 
vida = 9 
pátria = 9 
PeRMundo Atual O Amor Tudo Espera (0.47)Bispos de Cuba 1115
#226 Junho 1994, 01 [385, junho 1994, Cuba, reconciliação, diálogo]

Os onze Bispos de Cuba escreveram uma Mensagem ao Governo e ao povo cubano, traçando em linhas realistas a problemática que o país atravessa, e propondo pistas de solução, que começam pela reconciliação dos homens entre si; em vez do ódio, o amor reine, estreitando todos os cidadãos de Cuba na colaboração em prol da pátria. O documento é muito claro ao repelir a ideologia reinante e os males físicos e morais que ela tem causado, mas não agride pessoas; antes, usa de tom sereno, mais apto a convencer do que as acusações. Observa que, em vez de procurar os porquês da situação presente, mais vale procurar os para quês; os porquês levam a denúncias e atritos, ao passo que os para quês suscitam a esperança. Possam todos os cubanos, mesmo os prisioneiros e os voluntariamente exilados, ser chamados a trabalhar juntos pela reconstrução da pátria. O documento é belo e digno; contudo, parece ter provocado novas represálias do Estado contra a Igreja.
3 #REVISTA = 385 
jesus = 66 
deus = 51 
pobres = 32 
sobrino = 27 
teologia = 21 
reino = 21 
libertação = 17 
reino deus = 16 
igreja = 15 
homem = 14 
PeRApologética Jesus, o Libertador (I) (1.27) Estêvão Bettencourt 3025
#227 Junho 1994, 01 [385, junho 1994, teologia da libertação, leonardo boff, lógos, práxis, marxismo, pobres, ricos, Jon Sobrino]

A obra de Jon Sobrino, teólogo de El Salvador, filiado à corrente da Teologia da Libertação, não corresponde à doutrina da fé: encara Jesus à semelhança de um profeta que ignorava o desfecho de sua missão e, por isso, não pôde reconhecer o caráter de sua morte como sacrifício expiatório pelos pecados do mundo, nem podia dar à Eucaristia o significado de perpetuação de sua morte salvífica sob forma sacramental. Além disso, a obra de Sobrino é marcada por uma nota fortemente dualista e agressiva (por mais que o autor queira repelir o dualismo; cf. p. 184). Com efeito: divide a sociedade em "reino de Deus" e "anti-reino", propondo entre uma e outra facção a luta de classes e o uso da violência (cf. p. 318). O critério para se avaliar os homens seria a posse de bens materiais; esta é sempre tida como iníque, independentemente das qualidades morais do proprietário.
4 #REVISTA = 385 
vassula = 38 
jesus = 27 
igreja = 17 
ortodoxa = 13 
católica = 10 
coração = 9 
comunhão = 8 
revelações = 7 
mensagem = 7 
união = 6 
PeRSantos e Místicos A Verdadeira Vida em Deus (0.64) Estêvão Bettencourt 1531
#228 Junho 1994, 01 [385, junho 1994, Vassula, locuções interiores, revelações, Garabandal, Medjugorje, Fátima, Lourdes]

Vassula Ryden é uma cristã ortodoxa, não católica, nascida em 1942 no Egito. Casou-se em 1966 com um cristão luterano, do qual se divorciou em 1980, para casar-se com outro cristão luterano em 1981 primeiramente no foro civil apenas, em 1990 também no foro religioso da Comunhão Ortodoxa (não católica). Viajou por vários países da Europa, da Ásia, da África e da América, levando vida mundana como pintora, manequim, campeã de tênis. De 1955 a 1985 nunca freqüentou a igreja a não ser por motivos sociais (casamentos, funerais. . .). Finalmente em 1985 foi tocada por seu anjo-da-guarda, que lhe fez ver seus pecados como motivo de profundo arrependimento. Três meses depois, ou seja, em fevereiro de 1986, Vassula começou a ouvir Jesus em seu íntimo, ao mesmo tempo que Jesus movia sua mão para escrever o que Ele dizia.
5 #REVISTA = 385 
santos = 58 
deus = 46 
cristo = 18 
família = 15 
graça = 13 
culto = 11 
nomes = 9 
nome = 9 
santo = 9 
culto santos = 8 
PeRDoutrina O Culto dos Santos (0.64) Estêvão Bettencourt 1531
#229 Junho 1994, 01 [385, junho 1994, santos, comunhão, santidade, culto, mediador]

O Cardeal Godfried Danneels, de Malines-Bruxelas, justifica o culto de veneração aos Santos pelo fato de serem membros da família dos filhos de Deus, à qual pertencemos. Não queremos esquecer os nossos familiares. Por isso, louvamos a Deus por quanto fez em seus Santos (a santidade das criaturas é obra-prima do Redentor) e pedimos aos mesmos que intercedam por nós, como pedimos as orações de nossos amigos na Terra. É preciso, porém, não absolutizar os Santos: toda a sua grandeza é relativa à de Cristo, é reflexo da santidade e da graça do Salvador. — A vocação à santidade é comum a todos os cristãos. Os Santos se fizeram a partir da mesma massa que a dos demais homens, o segredo de sua santidade está em não resistir ao Espírito Santo ou em permitir a ação da graça em suas almas. O Santo é um botão de flor que desabrochou plenamente, porque a ação da seiva (graça) nesse botão não encontrou obstáculo.
6 #REVISTA = 385 
maronitas = 42 
líbano = 19 
síria = 10 
século = 10 
mosteiro = 10 
cristo = 10 
maron = 9 
maronita = 9 
patriarca = 8 
fiéis = 8 
PeRO Que É? No Líbano: Os Maronitas (1.55) Estêvão Bettencourt 3697
#230 Junho 1994, 01 [385, junho 1994, Síria, maronitas, Líbano, árabes]

Os maronitas constituem um povo filiado aos ensinamentos de um santo monge chamado Maron ou Maroun (f 410 aproximadamente). Este viveu na Síria; em torno do seu mosteiro fundaram-se outros mosteiros e constituíram-se paróquias, o que deu origem a uma grande família religiosa. Os maronitas sempre foram fiéis à Santa Sé ou à Sé de Pedro — o que lhes valeu a agressividade da parte de hereges orientais monofisitas e, posteriormente, da parte dos árabes muçulmanos, a ligação com Roma e os cristãos ocidentais torna-a os maronitas suspeitos aos olhos dos governantes orientais. Sob o peso das perseguições, deixaram a Síria e refugiaram-se no Líbano, procurando abrigo nas montanhas de difícil acesso. 0 mosteiro de S. Maron na Síria foi destruído no século X. Do Líbano o povo passou para a ilha de Chipre e outros países, mantendo sempre sua identidade religiosa, sob a orientação de um Patriarca próprio e de seus Bispos.
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