||  Início  ->  Revista Pergunte e Responderemos

NÚMERO

-008 Março 1957 (11)
-007 Junho 1957 (8)
-006 Julho 1957 (12)
-005 Agosto 1957 (7)
-004 Setembro 1957 (9)
-003 Outubro 1957 (10)
-002 Novembro 1957 (15)
-001 Dezembro 1957 (12)
001 Janeiro 1958 (11)
002 Fevereiro 1958 (11)
003 Março 1958 (12)
004 Abril 1958 (11)
005 Maio 1958 (9)
006 Junho 1958 (10)
007 Julho 1958 (10)
008 Agosto 1958 (9)
009 Setembro 1958 (10)
010 Outubro 1958 (10)
011 Novembro 1958 (9)
012 Dezembro 1958 (12)
013 Janeiro 1959 (7)
014 Fevereiro 1959 (8)
015 Março 1959 (7)
016 Abril 1959 (7)
017 Maio 1959 (9)
018 Junho 1959 (7)
019 Julho 1959 (8)
020 Agosto 1959 (6)
021 Setembro 1959 (7)
022 Outubro 1959 (5)
023 Novembro 1959 (7)
024 Dezembro 1959 (6)
025 Janeiro 1960 (6)
026 Fevereiro 1960 (7)
027 Março 1960 (6)
028 Abril 1960 (9)
029 Maio 1960 (6)
030 Junho 1960 (9)
031 Julho 1960 (8)
032 Agosto 1960 (8)
033 Setembro 1960 (7)
034 Outubro 1960 (7)
035 Novembro 1960 (7)
036 Dezembro 1960 (7)
037 Janeiro 1961 (7)
038 Fevereiro 1961 (6)
039 Março 1961 (5)
040 Abril 1961 (6)
041 Maio 1961 (5)
042 Junho 1961 (5)
043 Julho 1961 (6)
044 Agosto 1961 (5)
045 Setembro 1961 (6)
046 Outubro 1961 (7)
047 Novembro 1961 (6)
048 Dezembro 1961 (5)
049 Janeiro 1962 (7)
050 Fevereiro 1962 (5)
051 Março 1962 (5)
052 Abril 1962 (6)
053 Maio 1962 (7)
054 Junho 1962 (5)
055 Julho 1962 (6)
056 Agosto 1962 (7)
057 Setembro 1962 (7)
058 Outubro 1962 (6)
059 Novembro 1962 (5)
060 Dezembro 1962 (8)
061 Janeiro 1963 (6)
062 Fevereiro 1963 (5)
063 Março 1963 (5)
064 Abril 1963 (5)
065 Maio 1963 (6)
066 Junho 1963 (5)
240 Dezembro 1979 (1)
344 Janeiro 1991 (8)
345 Fevereiro 1991 (8)
346 Março 1991 (9)
347 Abril 1991 (8)
348 Maio 1991 (6)
349 Junho 1991 (9)
350 Julho 1991 (5)
351 Agosto 1991 (8)
352 Setembro 1991 (7)
356 Janeiro 1992 (9)
360 Maio 1992 (1)
368 Janeiro 1993 (7)
369 Fevereiro 1993 (5)
370 Março 1993 (5)
371 Abril 1993 (6)
373 Junho 1993 (9)
374 Julho 1993 (8)
377 Outubro 1993 (11)
379 Dezembro 1993 (7)
380 Janeiro 1994 (7)
381 Fevereiro 1994 (7)
382 Março 1994 (7)
383 Abril 1994 (6)
385 Junho 1994 (6)
386 Julho 1994 (10)
387 Agosto 1994 (7)
388 Setembro 1994 (10)
389 Outubro 1994 (10)
390 Novembro 1994 (6)
391 Dezembro 1994 (8)
392 Janeiro 1995 (6)
393 Fevereiro 1995 (7)
395 Abril 1995 (10)
397 Junho 1995 (6)
398 Julho 1995 (10)
399 Agosto 1995 (7)
400 Setembro 1995 (8)
401 Outubro 1995 (11)
402 Novembro 1995 (8)
403 Dezembro 1995 (8)
449 Outubro 1999 (1)
457 Junho 2000 (8)
468 Maio 2001 (8)
491 Maio 2003 (14)
500 Fevereiro 2004 (9)
501 Março 2004 (8)
504 Junho 2004 (15)
505 Julho 2004 (7)
506 Agosto 2004 (15)
507 Setembro 2004 (7)
508 Outubro 2004 (12)
509 Novembro 2004 (12)
510 Dezembro 2004 (9)
513 Março 2005 (10)
516 Junho 2005 (12)
517 Julho 2005 (13)
518 Agosto 2005 (20)
519 Setembro 2005 (12)
520 Outubro 2005 (13)
521 Novembro 2005 (12)
522 Dezembro 2005 (12)
523 Janeiro 2006 (11)
524 Fevereiro 2006 (11)
525 Março 2006 (14)
526 Abril 2006 (12)
527 Maio 2006 (13)
528 Junho 2006 (15)
529 Julho 2006 (14)
530 Agosto 2006 (15)
531 Setembro 2006 (13)
532 Outubro 2006 (14)
537 Março 2007 (13)
539 Maio 2007 (14)
543 Setembro 2007 (18)
545 Novembro 2007 (12)
547 Janeiro 2008 (14)
548 Fevereiro 2008 (15)
549 Março 2008 (13)
551 Maio 2008 (14)
554 Agosto 2008 (15)
555 Setembro 2008 (13)
 
...CAPA*TÓPASSUNTOTÍTULO (hits/dia)AUTORHITS PDF
1 #REVISTA = 347 
homem = 47 
alma = 35 
matéria = 22 
corpo = 17 
princípio = 16 
cérebro = 14 
pensar = 14 
inteligência = 12 
vital = 11 
princípio vital = 11 
PeRO Que É? Que é o Homem ? (0.64) Estêvão Bettencourt 1441
#800 Abril 1991, 01 [347, abril 1991, homem, alma, matéria, espiritualidade, dualismo, monismo, platonismo, reencarnação, Aristóteles, São Tomás de Aquino]

O homem não é um anjo encarnado por castigo de faltas passadas nem é apenas carne e osso (ou matéria), mas é um ser corpóreo animado por um princípio vital incorpóreo ou espiritual. A espiritualidade do homem ou a sua transcendência em relação à matéria evidencia-se se levarmos em conta, entre outras coisas, a capacidade de pensar ou raciocinar do homem: este concebe noções abstratas, universais; prescinde das notas contingentes, concretas, de cada ser para apreender o essencial e formular definições; é também capaz de conceber a noção de Deus, eternidade, espiritualidade, noções que nada têm de material. Ora essa atividade imaterial supõe um princípio vital imaterial ou a alma humana espiritual.
2 #REVISTA = 347 
inteligência = 17 
homem = 14 
animais = 13 
instintos = 9 
animal = 8 
estimativa = 6 
anos = 6 
outros = 6 
chimpanzés = 6 
macacos = 6 
PeRO Que É? Inteligência e Instinto: Diferenças (1.10) Estêvão Bettencourt 2491
#801 Abril 1991, 01 [347, abril 1991, instintos, inteligência, animais, irracionais, racionais, primatas, antropóides, espírito, Vittorio Marcozzi]

Os instintos dos animais muito se parecem com as expressões da inteligência, e levam alguns estudiosos a crer que nos viventes inferiores há inteligência, tal é a precisão e o acerto com que se comportam esses animais. Respondemos que os instintos, por mais requintados que sejam, são sempre cegos; o princípio que os concebeu, está fora do animal e não dentro dele, pois este é incapaz de corrigir ou melhorar seus instintos, quando necessário. O animal age certeiramente sem poder dar conta a si mesmo do acerto da sua conduta. No homem existem também instintos;a faculdade-sede dos instintos é chamada a estimativa; esta é incapaz de resolver problemas abstratos, mas visa unicamente a casos concretos e singulares. Se o animal inferior pudesse raciocinar e considerar questões abstratas, poderia melhorar sempre as suas condições de vida, como tem feito o homem através dos tempos.
3 #REVISTA = 347 
tempos = 12 
roma = 5 
cristo = 4 
homem = 4 
cristão = 3 
maus = 3 
tempos maus = 3 
séculos = 2 
amor = 2 
século = 2 
PeRSabedoria "Os Tempos são Maus" (0.58) Estêvão Bettencourt 1308
#804 Abril 1991, 01 [347, abril 1991, Santo Agostinho, bem, mal, tempos]

Num de seus sermões, S. Agostinho referia-se a um chavão do linguajar de sua gente: "Os tempos são maus e ingratos! Outrora eram melhores!" Os cristãos o diziam no século V, apavorados pelas invasões dos bárbaros, que ameaçavam Roma e o Norte da África, onde Agostinho vivia. O mestre lhes -respondia: "Os tempos somos nós! Nós é que fazemos os tempos!"
4 #REVISTA = 347 
jesus = 40 
homem = 8 
devia = 7 
físico = 7 
estatura = 6 
cabelos = 6 
evangelhos = 5 
fisionomia = 5 
retrato = 5 
físico jesus = 4 
PeREscrituras E o retrato de Jesus ? (1.05) Estêvão Bettencourt 2368
#805 Abril 1991, 01 [347, abril 1991, Jesus, aparência, retrato]

Não é possível reconstituir o retrato físico de Jesus, visto que faltam dados precisos a respeito nos Evangelhos. Pode-se assegurar que, em virtude do mistério da Encarnação, Jesus devia adotar os costumes honestos dos homens do seu tempo: usava barba, cabeleira longa cortada atrás, túnica, cinto, manto, sudário para cobrir a cabeça e o pescoço frente ao sol da Palestina. Devia gozar de saúde física e psíquica vigorosa e resistente, pois viveu muito pobre e se entregou a duras tarefas sem ter, muitas vezes, onde comer e dormir; chegaram os seus parentes a tê-lo como louco, não porque fosse deficiente, mas porque se entregava, sem se poupar, às lides apostólicas.
5 #REVISTA = 347 
igreja = 30 
paulo = 28 
frei = 28 
frei paulo = 28 
sibéria = 23 
novosibirsk = 19 
padre = 15 
sacerdote = 13 
anos = 13 
fiéis = 10 
PeRTestemunhos Um Padre na Sibéria (0.86) Estêvão Bettencourt 1955
#806 Abril 1991, 01 [347, abril 1991, Sibéria, URSS, heroísmo cristão]

O frade sacerdote franciscano lituano Pe. Frei Paulo Bitautas, com vinte e oito anos de idade, recém-ordenado, pediu aos Superiores que o enviassem para Novosibirsk na Sibéria, onde se sentia chamado a exercer sua missão. A princípio encontrou uma população amedrontada pelas represálias que a Polícia fazia a cidadãos religiosos. Mas a disponibilidade e o bom ânimo do padre tranqüilizaram os fiéis e os indiferentes, que aos poucos se foram agrupando na pequena igreja da Imaculada Conceição, construída pouco antes pela população católica da cidade (população descendente de poloneses e alemães exilados). O padre foi cativando mais e mais os habitantes, fazendo a ponte entre a parte operária e a parte intelectual ou acadêmica da cidade.
6 #REVISTA = 347 
bento = 19 
monges = 14 
trabalho = 14 
regra = 12 
homem = 10 
razão = 9 
idade = 9 
regra bento = 9 
mundo = 9 
média = 8 
PeRHistória A Idade Média, os Monges e o Progresso (0.76) Estêvão Bettencourt 1717
#809 Abril 1991, 01 [347, abril 1991, idade média, monges, progresso, razão, fé, Léo Moulin]

O Prof. Léo Moulin, agnóstico ou ateu belga, reconhece a benéfica influência do Cristianismo e, em especial, da Regra de São Bento na evolução da cultura e da civilização. Mostra como a Regra de São Bento, legislando para os monges, fez transbordar sobre toda a sociedade medieval e posterior certos princípios de disciplina, diligência e ordem no trabalho, que propiciaram a criação de grandes empresas industriais e culturais.
7 #REVISTA = 347 
neocatecumenato = 13 
igreja = 13 
comunidades = 11 
paulo = 8 
vida = 6 
itinerário = 5 
cristã = 5 
joão paulo = 4 
leigos = 4 
nova = 4 
PeRO Que É? Sobre o Neocatecumenato (1.51) Estêvão Bettencourt 3406
#810 Abril 1991, 01 [347, abril 1991, Papa João Paulo II, apostolado]

O Neocatecumenato, movimento de renovação católica fundado em 1964 na Espanha, obteve em 1990 a aprovação oficial do S. Padre João Paulo II em carta dirigida a Mons. Paulo José Cordes, Vice-presidente do Pontifício Conselho para os Leigos e encarregado pessoalmente de acompanhar as comunidades do Neocatecumenato. O texto dessa Carta vai, a seguir, publicado. Contribui para esclarecer a posição jurídica do Neocatecumenato dentro da Igreja e incrementar a atuação desse Movimento em benéfico apostolado.
8 #REVISTA = 347 
cristãos = 19 
moscou = 11 
oecumena = 10 
amor = 10 
verdade = 10 
sandr = 8 
cristo = 8 
igreja = 8 
jovens = 6 
sempre = 6 
PeRTestemunhos Fraternidade na Prisão (0.62) Estêvão Bettencourt 1402
#811 Abril 1991, 01 [347, abril 1991, ecumenismo, fraternidade, gulag, URSS, Oecumena]

Vão, a seguir, publicados dois relatos concernentes a um jovem russo que do ateísmo se converteu ao Catolicismo. Foi internado em hospital psiquiátrico e em campo de concentração, onde viveu a solidariedade com outros irmãos cristãos (ortodoxos e protestantes); o senso de fraternidade se avivou fortemente entre esses prisioneiros, ao mesmo tempo que registravam doloridos a divisão existente entre os discípulos de Cristo. Esta experiência inspirou aos jovens a manifestação do seu desejo de unidade entre os cristãos; a provação e a dor derrubam as barreiras da separação; não devem, porém, relativizar o senso da verdade. É São Paulo quem Incita a praticar a verdade em clima de amor fraterno (cf. Ef 4,15).