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Artigo

Missionários com palavras e com a vida

Impressionante como a rejeição a Jesus persiste através dos séculos. Jesus não é aceito por muitos dos seus, nem pelos de fora da Igreja.

Como um cristão pode rejeitar Cristo?

Quando não aceitamos sua doutrina exposta no Evangelho e pela Igreja.

Se dissermos que aceitamos Jesus Cristo, mas não aceitamos a Igreja, estamos na prática recusando-o, porque entre os dois não há separação.

Se dissermos que estamos com a Igreja, mas não aceitamos as orientações do chefe da Igreja de Cristo, o Papa, então estamos recusando o próprio Cristo.

A Igreja nos tempos atuais vive a mesma experiência que o apóstolo Paulo viveu e nos relata em 2Cor 12,9-10: a debilidade e a fraqueza do profeta ou consagrado que, tantas vezes, sofre rejeição. Todo profeta ou consagrado continua com suas fraquezas e debilidades, e o povo, mesmo sabendo que não super-homens nem supermulheres nem anjos ou arcanjos, exige deles plena perfeição e, muitas vezes, vê somente as fraquezas e não suas qualidades, sua incansável fadiga na labuta pastoral, o desejo de ser mais santo.

Todos nós batizados somos profetas e missionários, tendo recebido a missão de anunciar a mensagem de Jesus Cristo, antes de tudo, pela própria vida de fé e adesão a ele. Necessitamos de uma fé mais viva em Jesus Cristo, pois não podemos ficar esperando que Ele faça milagres e maravilhas de conversão em nós, em nossas famílias, em nossas comunidades paroquiais e no mundo, nem sequer pelos Sacramentos, sem nossa colaboração pessoal. Se vivermos em comunhão com Cristo, será Ele quem agirá em nós, passaremos a ver as pessoas e o mundo com novos olhos, com os olhos da fé, isto é, com os olhos do próprio Deus, e seremos capazes de ver não só o negativo, o amargo, a debilidade e a pecaminosidade de nossa existência e das pessoas com as quais convivemos, mas a olhar e a julgar o outro com amor nos olhos e no coração, sem julgar somente pela aparência, mas aprenderemos a olhar o outro com misericórdia.

Não podemos ter medo de ser profetas e missionários, não podemos ter medo de ser mulheres e homens que acreditam em Jesus Cristo e se arriscam por ele manifestando-o aos demais com palavras e com a vida.

Monges Trapistas


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