SACRAMENTOS (456)'
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O SACRAMENTO DA CONFISSÃO E PENITÊNCIA

 

Tem-se por PERFEITO o que nada lhe falte para alcançar o fim que lhe é colimado e DEFEITO toda incompletude que impede o mover do ser a realizar o desígnio para o qual fora apontado. O pecado é um defeito, posto impedir o ser humano de cumprir o seu destino de se unir a Deus.

 

A perfeição está nas Virtudes que permitem a Comunhão entre o Criador e sua criatura.

 

O DEFEITO colide com a PERFEIÇÃO e por ela é encerrado, como todos os PECADOS opõem-se aos atos de Amor PERFEITO e por estes são aniquilados.

 

O arrependimento que nos redime há de ser PERFEITO.

Nele nada há de faltar, sob pena de não atingir o efeito útil que é um Perdão não divorciado da Justiça. Para ser perfeita, a Confissão que é o ato exterior do arrependimento, requerer três etapas:

 

1) CONTRIÇÃO: Profunda dor que nos faz detestar o pecado cometido, pela consciência de ter agredido a Deus, aproveitando nossa vida para buscar a morte, em desprezo de quem morreu justo para nos dar a vida. “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (Jo 3, 16)”

 

2) CONFISSÃO: Todo pecado capital nega o sacrifício que Cristo fez pela imolação do seu Corpo. E cometido contra o Corpo de Cristo, pelo Corpo de Cristo que é a IGREJA, há de ser delido:

 

"Cristo é o chefe da IGREJA, SEU CORPO, da qual ele é o Salvador. (Efésios 5, 23)" 

 

"Àqueles A QUEM PERDOARDES os pecados, SER-LHES-ÃO PERDOADOS; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos." (Jo 20.23)

 

"Não te ENVERGONHES DE CONFESSAR os teus pecados; (Eclesiástico 4, 31)" 

 

"Muitos dos que haviam acreditado VINHAM CONFESSAR E DECLARAR as suas obras. (Atos 19, 18) " 

 

3) PENITÊNCIA OU SATISFAÇÃO: É o fruto visível e eficiente da Justiça que se realiza pelo arrependimento, pois o que se lesou por ato, há de ser reparado por outro ato. Todo mal há de ser satisfeito por um Bem que o anule. Não basta arrepender e confessar deixando intactos os efeitos do mal que causou.

 

O mal deve ser vertido em CARIDADE:

“ Não te deixes vencer pelo mal, mas TRIUNFA DO MAL COM O BEM. (Rm 12.21)”

 

Nando Gomes


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