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Artigo

Tolerância e intolerância – a difícil equação

 

Sergio Sebold

Economista e Professor Independente

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Uma das palavras que sempre tem ecoado em nossas mentes e corações é o significado do termo tolerância. Tanto a filosofia da fé cristã, e mesmo nos princípios da democracia, sempre foi um dos pilares de seus ensinamentos. Agora vem-nos a notícia de que grupos de refugiados, desesperados pela “intolerância” política de seus países de origem, particularmente do norte da África e mesmo do médio oriente, ainda que recebidos com toda a dignidade humana do cristianismo demonstram todo seu ódio contra a fé cristã.

 

Uma pequena cidade da Itália (Terni), país que justamente acolheu através da ilha de Lampedusa imigrantes desesperados, fugitivos da miséria e de uma guerra tribal de seus países, foi alvo de uma demonstração inusitada. Uma menina italiana cristã foi agredida de maneira violenta, no peito, por um coleguinha (12 anos) muçulmano porque ela portava um crucifixo no pescoço. A “Jihad” islâmica se manifesta até em escolinhas italianas. No fundo esse jovem muçulmano é mais uma pobre criança que nasceu num ambiente de intolerância e ódio ao cristianismo, doutrinada desde que nasceu. Mesmo sendo inimputável, pelas leis italianas, pela sua idade, não deixa de ser uma surpresa.

 

Numa outra demonstração de intolerância, uma procissão tradicional da Igreja Católica, na cidade italiana de Concelise, foi interrompida com gritos e provocações por um grupo de fanáticos muçulmanos que circunstancialmente passava em frente a uma mesquita, deixando as inocentes crianças atônitas e aturdidas, sem saber o porquê de tamanho ódio aos cristãos. Era uma procissão de primeira comunhão.

 

Infelizmente, os centros de acolhimento em breve deverão primeiro fazer uma paciente limpeza cerebral desses imigrantes para se adaptarem à nova civilização em que vieram se abrigar.

 

O que mais impressiona é que mesmo no infortúnio de uma viagem dramática em condições mínimas de segurança (botes de borracha), onde em regra todos se agregam, inusitadamente um grupo de 15 muçulmanos do Senegal e da Costa do Marfim assassinou 15 cristãos, com os quais emigravam rumo a Europa, e que estavam na mesma dramaticidade de uma travessia de alto risco na busca de nova oportunidade de vida; simplesmente porque estavam fazendo suas orações de pânico durante uma tempestade no mar.

 

A presidente da organização Irmãos de Itália, Giorgia Meloni, assim se exprimiu: “Na nossa própria casa nossos filhos não se sentem seguros diante da intolerância daqueles que vêm para a Itália para nos impor sua própria ideologia”, extraído do artigo de Luis Difaur do IPCO.

 

Este é o preço que se está pagando pela tolerância cristã de receber todos de braços abertos. Infelizmente esses imigrantes estão ainda no estágio da barbárie, da intolerância, do ódio. No pensamento de um comentarista, a Europa está permitindo criarem serpentes venenosas em seu próprio território. A França se meteu num inferno, toda enrascada com sua política da “liberté”, se sujeitando aos caprichos dos irmãos muçulmanos, onde agora estes se arvoram na arrogância de expulsar seus próprios anfitriões para se apossarem do país.

 

Este é o preço que a Europa está pagando pelo “generoso acolhimento” e pela própria apostasia ao cristianismo; com o mais provável domínio islâmico no futuro.

Estranhamente, o Islã, uma ideologia totalitarista intolerante, não quer se amoldar à nação onde encontra abrigo; tudo devido a uma lavagem cerebral que passa de gerações em gerações pelo ódio aos cristãos e, por tabela, aos judeus.

 

Não dá para entender a incongruência de nossos dirigentes ocidentais. Já que a globalização é um fato real, qualquer atrocidade de muçulmanos que ocorra contra cristãos instalados em suas próprias terras deveria simplesmente resultar no desterro, à força, desses fanáticos da Europa. Simples, sem derramamento de sangue. Houve uma reação muito inteligente do governo Norueguês a cada negativa de se construir um templo cristão num pais árabe: o mesmo tratamento será dado aqui com as mesquitas; uma aplicação do direito internacional da “reciprocidade”.

 

Será que o Brasil já está se preocupando com as últimas levas de migrantes oriundos do Haiti e da África?

Que venham com seus infortúnios, suas culturas e até suas idiossincrasias, mas respeitem nossas tradições.

(17/07/15)

 


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