PRáTICA CRISTã (1699)'
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Artigo

A VONTADE DE DEUS

 

“Nenhum daqueles que clamam: ‘Senhor, Senhor’ entrará no reino de Deus, mas somente aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus (Mt 7,21)

 

“Para os olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado. E nada mais, além do pecado, traz consequências tão graves, tanto para os próprios pecadores, como para a Igreja e para o mundo inteiro” (Catecismo da Igreja Católica, 1488). Se não fizermos a vontade do Pai, Jesus vai declarar solenemente a cada um de nós: “Nunca vos conheci. Afastai-vos de mim, malfeitores” (Mt 7,23)! Se não ouvirmos e não obedecermos à palavra de Deus (Tg 1,22). Algumas das conseqüências que ocorrem por não obedecermos ao Senhor Jesus são:

 

·                    O cativeiro (2 Rs 24,12);

·                    A escravidão (Rm 6,16);

·                    A cegueira espiritual (1Jo 2,11);

·                    Dar lugar para o diabo (Ef 4, 27);

·                    E condenação eterna (Jo 5,29).

 

Além dessas tragédias, quando pecamos continuamos a crucificar Jesus (Hb 6,6). Através do pecado, demonstramos desprezo por Cristo (Hb 6,6). Rejeitamos a Ele, o único que nunca nos rejeitou (Jo 6,37). Quando decidimos pecar, tornamos nula a morte de Jesus por nós (1Cor 1,17), em vez de agradecermos a Deus por nos amar até à morte de cruz.

 

No entanto, quando nos arrependemos de nossos pecados, nós restauramos o nosso relacionamento com o Senhor. Então, Ele lava e leva até mesmo as vidas mais desarrumadas a trabalharem para o bem daqueles que o amam (Rm 8,28).

 

Resisti à tentação. Obedecei ao Senhor. Arrependei-vos e fazei a vontade de Deus, e a vontade de Deus é a santificação (1Ts 4,3).

 

Com seu grande mestre, São João Bosco, São Domingos Sávio aprendeu o segredo da santidade: estar sempre alegre; evitar o pecado e fazer com amor e dedicação os próprios deveres. A sua frase inesquecível: “Prefiro a morte ao pecado”.

 

O Papa Bento XVI afirma: “O maligno procura corromper sempre a obra de Deus, semeando divisão no coração humano, entre corpo e alma, entre o homem e Deus, nas relações interpessoais, sociais, internacionais, e também entre o homem e a criação. O maligno semeia guerra; Deus Cris paz” (L’osservatore Romano, 28/07/2012, p.12).

 

Contra toda armadilha do maligno, a santidade é a mais poderosa das armas. “Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor” (Hb 12,14). “Sede santos em todas as vossas ações, porque Deus é santo” (Pd 1,15-15).

 

A nossa mais bela missão é fazer a vontade de nosso Pai Celestial. Amar a Deus e o próximo são caminhos para perfeição eterna.

 

Pe. Inácio José do Vale

Professor de História da Igreja

Instituto Teológico Bento XVI

E-mail: [email protected]


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