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Artigo

A Igreja Católica e as indulgências: o céu em liquidação
Resposta ao CACP

08 de Março de 2003 - Alessandro Lima

RESPOSTAS CATÓLICAS "IGREJA CATÓLICA E AS INDULGÊNCIAS O CÉU EM LIQUIDAÇÃO"

Resolvemos escrever sobre mais um artigo do CENTRO APOLOGÉTICO CRISTÃO DE PESQUISAS - CACP, que mais uma vez resolve escrever sobre o que não conhece. Este artigo como outros artigos desta mesma entidade, confirma claramente que como o protestantismo "pentecostal" e "neopentecostal" vivem de difundir uma caricatura da Igreja Católica.

Artigo do CACP

IGREJA CATÓLICA E AS INDULGÊNCIAS O CÉU EM LIQUIDAÇÃO
O dogma do Purgatório, ensinado pela Igreja Católica (IC), é conhecido como a sua “galinha dos ovos de ouro”. Ensinam os católicos que existem quatro lugares no outro mundo: Céu, Inferno, Purgatório e Limbo.

Para o Limbo vão as crianças que morrem sem batismo. É um lugar de sombras, sem penas, sem sofrimento, mas também sem alegria alguma. Porém, a Bíblia nada diz sobre o Limbo, sendo que o próprio Jesus declarou:

Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a mim; porque dos tais é o reino dos céus. (Mt 19.14) Para Jesus, os meninos são do reino dos céus, mesmo sem batismo; mas a IC os manda para o Limbo.

Nossa Resposta

A própria Sagrada Escritura ensina que existem o Céu, o Inferno, o Purgatório e outros estados ou lugares intermediários. Quanto ao Céu e ao Inferno, não será necessário demonstrar porque suas existências são comumente aceitas por todos os cristãos.

Os chamados "crentes" ou "evangélicos", vivem afirmando que só Jesus Salva. Como então se salvaram os Santos Profetas que morreram antes da vinda do Senhor?
Eles também deveriam ser salvos por Cristo, pois é Cristo o único Mediador entre Deus e os homens.

São Pedro ensina que estes justos foram salvos pela pregação do Senhor na mansão dos mortos:

"Pois para isto foi o Evangelho pregado [por Cristo] também aos mortos; para que, embora sejam condenados em sua humanidade de carne, vivam segundo Deus quanto ao espírito." (cf.1 Pe 4,6)

Já que deveriam ser salvos por Cristo, onde ficaram seus espíritos até que Cristo cumprisse seu Ministério? Eles não poderiam ser lançados ao inferno pois eram homens Santos, mas também não poderiam ir para o céu, pois as portas do céu estavam fechadas e só foram abertas após a Morte e Ressurreição do Senhor.

São Pedro ensinou que só foram Salvos após a pregação do Senhor.
Onde estiveram então essas pessoas que viveram segundo a Justiça e morreram antes da vinda do Senhor?

É claro que isto exige um lugar distinto do Céu e do Inferno. Estavam no que chamamos de Limbo ou Seio de Abraão.

O CACP mente sobre o que a Igreja Católica ensina quanto ao destino das crianças que morrem sem batismo.

Sobre este assunto assim diz o Catecismo da Igreja Católica:

"Quanto às crianças mortas sem Batismo, a Igreja só pode confiá-las à misericórdia de Deus, como o faz no rito das exéquias por elas. Com efeito, a grande misericórdia de Deus, “que quer que todos os homens se salvem” (1Tm 2,4), e a ternura de Jesus para com as crianças, que o levou a dizer: “Deixai as crianças virem a mim, não as impeçais” (Mc 10,14), nos permitem esperar que haja um caminho de salvação para as crianças mortas sem Batismo. Eis por que é tão premente o apelo da Igreja de não impedir as crianças de virem a Cristo pelo dom do santo Batismo." (CIC Cânon 1261)

Assim, Igreja Católica não ensina que as crianças sem batismo vão para o Limbo.

Artigo do CACP

Sobre o Purgatório ensinam que: As almas do purgatório padecem um tormento muito semelhante ao das almas do inferno, com a única diferença de que as últimas nunca poderão sair do inferno, enquanto que, as do purgatório hão de sair de lá. (Concílio de Florença, em 1439).

De acordo com este ensino, as missas celebradas pelos parentes constituem o recurso para que as almas sejam aliviadas e deixem mais depressa o Purgatório. Naturalmente, as missas para sufrágios dos parentes mortos, são cobradas, constituindo-se na “galinha dos ovos de ouro” do Catolicismo -sua rentabilíssima indústria purgatoriana. A doutrina do Purgatório implica na admissão da insuficiência do sangue de Cristo, embora leiamos em 1 Jo 1.7 que o sangue de Jesus Cristo... nos purifica de todo o pecado. Repetindo: não de alguns pecados, mas de todo o pecado. Será que o fogo do purgatório é mais eficaz do que o sangue de Cristo? Para que serve então o sangue de Cristo?? A “Grande Multidão” de Ap 7.9- 15 possuía algo em comum: todos tinham lavado suas vestiduras no sangue do Cordeiro e, por isso, estavam diante do Trono de Deus no céu. Não foi preciso o fogo de Purgatório para que se purificassem.

Nossa Resposta

Meu pai morreu em 16 de junho de 2002. Sua missa de sétimo dia foi rezada em diversos locais do Brasil e não foi pago um só centavo. Os protestantes mal-informados e de má fé, usam o argumento mentiroso de que a Igreja cobra pela celebração das missas de sétimo dia, para difamarem a Igreja Católica, já que não conseguem ganhar fiéis somente pela pregação do Evangelho.

No Catolicismo, as missas são celebradas diariamente, e ninguém precisa pagar por isso. Nenhum católico precisa pagar para participar de uma missa. Normalmente a missa católica inicia com a leitura das intenções da missa. Se um católico deseja que esta missa também seja celebrada pela alma de algum parente morto, só precisa preencher um papelzinho informando a intenção e dá-lo ao celebrante. Fácil não? Onde foi que entrou dinheiro nesta história?

Enquanto a "galinha dos ovos de ouro" da Igreja Católica é um mito, uma grande realidade é a extorsão de dinheiro que as seitas pentecostais e neopentecostais fazem com as pessoas que estão em suas fileiras.

Outro equívoco cometido pelo CACP é dizer que "A doutrina do Purgatório implica na admissão da insuficiência do sangue de Cristo". Vejamos o que ensina a Igreja Católica quanto ao purgatório:

"Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do Céu.

A Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao Purgatório sobretudo no Concílio de Florença e de Trento. Fazendo referência a certos textos da Escritura, a tradição da Igreja fala de um fogo purificador" (Catecismo da Igreja Católica can. 1030 e 1031)

O batismo nos livra da culpa de nossos pais (Adão e Eva), mas não nos liberta da natureza pecaminosa adquirida com o pecado deles. Nos livramos do apego ao pecado através da vivência da fé, isto é, através da prática da fé e das virtudes, por isto São Tiago ensinou que a fé sem as obras (não confundir com as obras da Lei Mosaica, pelo favor!!!) é morta em si mesma (cf Tg 2,14-17), pois é o exercício da fé (a prática das obras) que nos livra do apego ao pecado.

O purgatório como é ensinado pela Igreja Católica é o estado de purificação pelo qual passam os que já foram salvos por Cristo. A doutrina de que o Purgatório salva e não Cristo, não é da Igreja Católica, mas do CACP. Segundo ensina a Igreja Católica, o Purgatório não salva, quem salva é Cristo. Mas infelizmente pouquíssimos cristãos morrem em condições santas ou partem desta vida totalmente reconciliados com Deus e com os irmãos, isto é, não praticaram sua fé suficientemente para estarem livres do apego ao pecado.

No céu não entra o pecado, assim é necessário que mesmo aquele que já esteja salvo, mas que ainda esteja apegado ao pecado, seja liberto deste apego, por isto existe o purgatório. O fogo purificador do purgatório, limpa a alma de todo apego do pecado, assim como o ferro exposto a altíssimas temperaturas é liberto das impurezas. Durante esta purificação, as almas sofrem por causa da própria purificação e por causa de estarem privadas da presença de Deus. Este sofrimento a Igreja chama de pena temporal do pecado.

Assim diz o Catecismo da Igreja Católica:

"Para compreender esta doutrina [do purgatório] e esta prática da Igreja, é preciso admitir que o pecado tem uma dupla consequência. O pecado grave priva-nos da comunhão com Deus e, consequentemente, nos torna incapazes da vida eterna; esta privação se chama “pena eterna” do pecado. Por outro lado, todo pecado, mesmo venial, acarreta um apego prejudicial às criaturas que exige purificação, quer aqui na terra, quer depois da morte, no estado chamado “purgatório”. Esta purificação liberta da chamada “pena temporal” do pecado. Essas duas penas não devem ser concebidas como uma espécie de vingança infligida por Deus do exterior, mas, antes, como uma consequência da própria natureza do pecado. Uma conversão que procede de uma ardente caridade pode chegar à total purificação do pecador, de tal modo que não haja mais nenhuma pena." (Catecismo da Igreja Católica cân. 1472).

Vejamos agora o que diz a Sagrada Escritura:

"Mas, se o tal administrador imaginar consigo: 'Meu senhor tardará a vir'. E começar a espancar os servos e as servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo virá no dia em que não o esperar (...) e o mandará ao destino dos infiéis. O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu será açoitado com numerosos golpes. Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis será açoitado com poucos golpes. Porque, a quem muito se deu, muito se exigirá. Quanto mais se confiar a alguém, mais se há de exigir." (Lc 12,45-48).

Vejam que os administradores serão cobrados pelo seu Senhor "no dia em que não o esperar", isto é, no dia de sua morte. O administrador infiel o Senhor o "mandará ao destino dos infiéis", isto é, para o Inferno. No entanto o "servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu " e o outro servo que "ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis" não serão enviados para o "destino dos infiéis", como o mal administrador. Um "será açoitado com numerosos golpes" e o outro " será açoitado com poucos golpes", isto é, estão salvos, mas sofreram a pena temporal de seus pecados.

Vejam ainda:

"Eu porém vos digo: todo aquele que se encolerizar contra o seu irmão terá de responder no tribunal. Aquele que chamar a seu irmão: 'cretino', estará sujeito ao julgamento do Sinédrio. Aquele que lhe chamar: 'louco', terá de responder na geena de fogo (...) Assume logo uma atitude reconciliadora com o teu adversário, enquanto estás a caminho, para não acontecer que o adversário te entregue ao juiz e o juiz ao oficial de justiça e, assim, sejas lançado na prisão. Em verdade te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo" (Mt 5,22.25-26).

Aqui Nosso Senhor recomenda-nos a nos livrarmos do apego ao pecado durante nossa caminhada terrena. Nosso Senhor fala daquele que será entregue ao Sinédrio (ao juiz) e aquele que irá para a "geena de fogo" ( para o Inferno). Aquele é que entregue ao juiz, não sairá da prisão até que pague "o último centavo", isto é, quando ele pagar o último centavo, sairá da prisão. Esta parábola mostra claramente que o que será entregue ao juiz, é o que não merece ir para o inferno, está salvo, mas precisa pagar a pena temporal de seu pecado (pagar até "o último centavo"). Depois sairá da prisão (do purgatório) e então ganhará a liberdade, isto é, estará na presença de Deus, no céu, onde realmente estamos livres.

Vemos neste artigo do CACP total ignorância da doutrina católica do purgatório, bem como, total ignorância do ensinamento da Sagrada Escritura sobre esta doutrina.

Artigo do CACP

INDULGÊNCIAS

Não satisfeita com a sua "galinha dos ovos de ouro" do Purgatório, agora a Igreja Católica, no ano de 2000, verá seus cofres recheados com dinheiro da visita de milhões de pessoas ao Vaticano, as quais entrarão pela porta de São Pedro para receber esse favor católico das "INDULGÊNCIAS".

A Igreja Católica define como indulgência . . .a remissão da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, remissão que a Igreja concede fora do Sacramento da Penitência.

Assim, ensinando que o papa é o vigário de Cristo e o cabeça da Igreja, pode ele sacar do “Tesouro da Igreja” os bens de que ela é depositária.

A IC constrói a sua doutrina sobre Mt 16.19, onde se lê: ... o que ligares na terra, terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra, terá sido desligado no céu.

O papa sustenta que tem poder de outorgar qualquer destas indulgências a toda a Igreja ou a qualquer membro da Igreja, individualmente. Em 1903, o papa delegou autoridade a outros sacerdotes, permitindo aos cardeais outorgarem indulgência por duzentos dias, cada um em sua própria diocese; aos arcebispos, por cem dias; aos bispos, por cinquenta dias, cada um em sua própria diocese.

Nossa Resposta

Como já demonstramos na primeira parte da nossa resposta, a missão em favor dos mortos não é a "galinha dos ovos de ouro" da Igreja, porque elas não são pagas. A "galinha dos ovos de ouro" existe nas seitas pentecostais e neopentecostais que cobram ilegitimamente o dízimo das almas de boa fé.

O CACP afirma que as indulgências são a remissão da pena temporal (falamos sobre pena temporal na primeira parte desta resposta) que a Igreja concede fora do Sacramento da Penitência. Esta doutrina não é da Igreja Católica, mas sim da caricatura que eles fizeram da Igreja Católica.

Sobre as indulgências assim diz o Catecismo da Igreja Católica:

"X. AS INDULGÊNCIAS

A doutrina e a prática das indulgências na Igreja estão estreitamente ligadas aos efeitos do sacramento da Penitência." (Catecismo da Igreja Católica, $1471)

A turma do CACP mal sabe ler o Catecismo da Igreja, quanto o que não diremos então da Sagrada Escritura?

Como o próprio Catecismo diz, indulgência está estritamente ligada ao Sacramento da Penitência, e não ao contrário como diz o CACP.

Mais uma vez o CACP difama a Igreja gratuitamente, afirmando que a visita dos fiéis à Praça de São Pedro trará lucro para o Vaticano por causa das indulgências, como se estas fossem cobradas, ou como se fosse preciso pagar para ir à Praça de São Pedro!

Artigo do CACP

O PODER DE "LIGAR E DESLIGAR"

O poder de "ligar e desligar", dado a Pedro, só pode ser exercido segundo as condições que o próprio Jesus estabeleceu: por meio da pregação do Evangelho. O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho. (Mc 1.15)

Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse e ao terceiro dia ressuscitasse dos mortos. E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão de pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém. (Lc 24.46- 47)

Arrependimento e fé, eis as condições imutáveis mediante as quais o perdão é oferecido ao pecador e pode ser recebido por ele. Pedro, em suas mensagens, pregou-as e insistiu nelas (At 2.38; 3.19; 10.43).

Nossa Resposta

Cristo deu o poder de "ligar e desligar" à Sua Igreja para que Ela possa agir por Ele, enquanto Ele que é o seu Senhor não vem.

Este trecho do artigo do CACP está correto e em nada contradiz o ministério do Papa. Ele concede ou não a remissão dos pecados, pregando o Evangelho (cf. Jo 20,22-23).

Este poder de "ligar e desligar" é da Igreja legítima e não das seitas. Sobre isto ver nosso artigo A Igreja tem poder de perdoar pecados?

Artigo do CACP

HISTORIA

A Bíblia estabelecia para os israelitas O Ano do Jubileu. Diz a Bíblia:

E santificareis o ano quinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tomareis cada um à sua possessão, e tornareis, cada um à sua família. O ano quinquagésimo vos será jubileu (Lv 25.10-11). Com base no jubileu bíblico, os católicos estabeleceram o primeiro jubileu relacionado com as peregrinações à Roma. Foi instituído por Bonifácio VIII, em 1300, tomando a forma de indulgência plenária, outorgada a todos os fiéis que visitassem as basílicas romanas de São Pedro, São Paulo, Santa Maria Maior e São João Latrão, e recebessem os Sacramentos da Penitência e da Eucaristia.

Os jubileus católicos, a princípio eram celebrados de cem em cem anos, porém, em 1350, os cidadãos de Roma pediram ao papa Clemente VI que declarasse aquele ano santo, ano do jubileu. Assim, o intervalo entre um jubileu e outro passou a ser de cinquenta anos. Posteriormente, os jubileus foram reduzidos para 33 anos por Urbano VI, em 1389, e a 25 anos, por Paulo II, em 1470. Diz o ensino católico: O Jubileu, que ordinariamente se concede todos os 25 anos, é uma indulgência plenária, à qual estão anexos muitos privilégios e concessões particulares, como o poder de obter-se a absolvição de alguns pecados reservados e de censuras, e a comutação de alguns votos.

Nossa Resposta

Vejam novamente como a turma do CACP é péssima em ler e entender textos. Primeiro leram o Catecismo da Igreja Católica e disseram que as indulgências são concedidas fora do Sacramento da Penitência, o que desmentimos usando o próprio Catecismo. Agora o trecho acima, novamente confirma o que dissemos, pois o Papa exigiu que as indulgências só fossem recebidas por aqueles que "recebessem os Sacramentos da Penitência e da Eucaristia".

Quanto ao ano do Jubileu, pelo que parece, eles afirmam que a Igreja Católica alterou o período do Jubileu para arrecadar mais. Ela não arrecada mais, pois como já dissemos as indulgências não são cobradas e nunca foram, como veremos mais adiante.

A Igreja é a nova herdeira da autoridade que outrora foram dos Fariseus e Escribas (que eram os sucessores de Moisés (cf. Mt  23,2)). E como detentora do Magistério Divino, tem toda autoridade para determinar o que vale ou não para os Cristãos (cf. At 16,4), pois recebeu de Cristo o poder de "ligar e desligar" (cf. Mt 16,19).

A decisão da Igreja de diminuir o intervalo entre um Jubileu e outro, beneficia os cristãos, que necessitam ter suas culpas remidas. A Igreja age em benefício de seus filhos e não de si própria.

Qualquer um que estude a memória cristã, isto é, os Escritos dos Santos Padres da Igreja, verá que a autoridade apostólica de governar e legislar na Igreja nunca morreu com os apóstolos, mas sim se perpetuou no ministério dos Bispos da Igreja que são seus legítimos sucessores.

Fonte: Veritatis Splendor


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#0•A1833•C332   2013-07-07 14:32:47 - Convidado/Bel de Carvalho
Trata-se este CACP de uma seita cujo único objetivo é atacar a fé alheia. Justiça seja feita, não só a Igreja Católica é impiedosamente atacada, mas também outras vertentes religiosas, incluindo outros segmentos do mundo cristão. Sobre o catolicismo, o principal alvo é a Virgem Santíssima, repudiada e caluniada de todas as forma possíveis e injuriada de forma indecorosa, repugnante e asquerosa. E como uivam os "mestres", "professores" e auto intilados "pastores" desta perniciosa seita !!! O CACP nada mais é que um produto obtido a patir do cruzamento de Matinho Lutero, Calvino, Edir Macedo e I......

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