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Artigo

PERGUNTE E RESPONDEREMOS 531 – setembro 2006

Poder da sugestão:

 

O EFEITO "PLACEBO"

 

Distinga-se do milagre o efeito "Placebo" (agradarei, em latim).

 

O "placebo" é um remédio aparente apenas, como um pouco de água colorida por um ingrediente inócuo, incapaz de fazer bem ou mal. Todavia é ministrado ao paciente como sendo o mais recente e eficaz produto da indústria farmacêutica. O paciente é assim sugestionado e ingere o aparente remédio. Por efeito da sugestão, passa a se acalmar confiante, dorme melhor, alimenta-se melhor, sente o ânimo muito esperançoso. Em consequência o organismo reage melhor à moléstia e se encaminha para a cura. Todo o efeito é de mera sugestão.

 

A confirmação destes dizeres se encontra na seguinte mensagem que PR recebeu via internet:

 

A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado. Através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos. Basta que você os aceite. Essa ação sempre acontecerá, independente se traga ou não resultados positivos para você.

 

Um cientista de Phoenix Arizona queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às últimas consequências. Conseguiu um em uma penitenciária. Era um condenado a morte, que seria executado em uma cadeira elétrica. O cientista lhe propôs o seguinte:

 

Ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota. Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse. Se isso acontecesse, ele ganharia a liberdade, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.

 

O condenado aceitou, pois isso era preferível a morrer na cadeira elétrica, e ainda teria a chance de sobreviver. O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospital e amarraram seu corpo para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso. Abaixo do pulso, foi colocada uma pequena vasilha de alumínio. Foi dito a ele que ouviria o gotejar de seu sangue na vasilha.

 

O corte foi superficial e não atingiu nenhuma veia ou artéria, mas foi suficiente para que ele sentisse o pulso sendo cortado. Sem que ele soubesse, debaixo de sua cama havia um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem seu pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que estava pingando na vasilha de alumínio.

 

Na verdade, era o soro do frasco que gotejava. De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que era seu sangue que estava diminuindo. Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou a válvula... teve uma parada cardíaca e morreu. Sem ter perdido uma gota de sangue.

 

O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre ao pé da letra tudo que lhe é enviado e aceito pela pessoa, seja positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte psíquica, quer seja na parte orgânica.

 

Essa pesquisa é um alerta para filtrarmos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e executa o que lhe é enviado.

'Quem pensa que vai fracassar, já fracassou antes mesmo de tentar'. Somos o que pensamos e acreditamos ser. Há duas maneiras extremistas de se viver a vida: Uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são milagres.

 

"Reflita no que você está fazendo com você mesmo".

 

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)


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