O Templo Mundial

Sinagogas, Mesquitas e Igrejas

 

Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa. Não ver isso é mentir.


Mons. Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria

A Europa ficou mentalmente esvaziada e está pronta para ser conquistada pelas multidões de imigrantes que se julgam uma raça religiosa superior.

Quem nega isto, mente ou erra, disse Mons. Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria, numa conferência pronunciada no Colégio Salesiano de sua diocese sob o título “Problemas demográficos no Mediterrâneo nos séculos XIX e XX”.

Nela o bispo manifestou com sinceridade o que pensa sobre a islamização da Europa em andamento, escreveu o blog Riscossa Cristiana.

“Acredito que a onda migratória tem finalidades específicas. Quem fala apenas de causas, ou mente ou erra. A superpopulação, a pobreza ou a guerra têm apenas um papel de segundo ou terceiro nível nessa migração”, explicou o arcebispo.

“Nas famílias muçulmanas nascem oito ou 10 crianças, não por amor, mas porque eles se julgam seres superiores e a Guerra Santa (Jihad) lhes impõe conquistar o mundo de qualquer jeito”, acrescentou D. Gyula.

“Na Sharia (sistema de direito e de moral islâmico) podemos ler que o mundo está constituído pelo Dar al-Islam (que é governado seguindo a Sharia) e pelo Dar al-Harb, quer dizer, território de guerra que deve ser ocupado de qualquer maneira.

“Isto está escrito, os muçulmanos apenas devem apreendê-lo de cor. Discutir isso está proibido, eles apenas executam aquilo que estão obrigados a fazer”…

“No momento atual, o objetivo é ocupar a Europa”, prosseguiu.

Para essa tentativa de ocupação contribui o fato de se ter criado um vazio mental e sociológico na Europa. Não existe no continente uma ideologia forte, explicou o arcebispo, que não explicou qual poderia ser essa ideologia.

“No momento presente, na Europa todos professam o que bem entendem, mas geralmente ninguém acredita em nada. Esse é o terreno ideal para ser conquistado pelo Islã” – acresceu Mons. Gyula Márfi.

Em sentido contrário – acrescentamos nós –, há algo que é muito mais que uma simples ideologia concebida por um pensador.

É o conjunto dos princípios indeléveis da Civilização Cristã que fez a grandeza da Europa e do Ocidente, apoiada em três princípios basilares: a Tradição, a Família e a Propriedade.

O arcebispo evocou um episódio esclarecedor: “Bianka Speidl, que é uma especialista em Islã, contou que numa recente conferência em Londres, um professor muçulmano americano pediu perdão pelos atos terroristas, que projetam uma luz danosa sobre o Islã.

“Então, os estudantes universitários maometanos que estavam presentes em grande número lhe responderam com uma vaia. É necessário meditar sobre isso e levá-lo em conta”, observou o arcebispo.

O Islã não é só uma religião, comenta o site Riscossa Cristiana, mas um sistema totalitário completo político e ideológico que está recoberto por um verniz religioso.

Os nazistas acham-se superiores pela raça, os comunistas pela classe, e os muçulmanos se consideram superiores por causa dessa religião.

Eles classificam as pessoas segundo esse critério; e nós, que não somos maometanos, mas Kafir (infiéis), somos considerados inferiores por eles.

Nas suas doutrinas, os muçulmanos exibem esta dualidade de conduta. Debaixo de certo ponto de vista, eles agem como se fossem uma minoria, e sob outro ponto de vista, como se fossem a maioria. E por isso agem de modo diverso em circunstâncias diversas em relação aos infiéis (Kafir).

“Se a Europa passa a ser terra da Sharia (Dar al-Islam), então aquilo que foi conhecido como Europa cessará de existir. Temos que pensar nisto”, insistiu o arcebispo húngaro.

Mons. Gyula Márfi disse que essa é sua opinião e que não pretendia gerar uma atmosfera antimuçulmana, mas acha que vale a pena chamar a atenção das pessoas.

Além do mais, esta avaliando se é o caso de apresentar esses seus pensamentos ao Papa Francisco.

Compreende-se que ele tema perder sua arquidiocese e o prestígio de que goza na Hungria.

Fonte:LuisDufaur-http://lumenrationis.blogspot.com.br/2016/06/arcebispo-hungaro-islamicos-se-julgam.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+LuzDeCristoXTrevasDaRazo+(Luz+de+Cristo+x+trevas+da+irracionalidade)

Proposta para integrar islâmicos pede mesquitas no lugar de igrejas na Alemanha


Proposta de arquiteto reflete o pensamento multiculturalista

Um conhecido político progressista Joaquim Reinig apresentou uma proposta polêmica que, segundo ele, irá ajudar a Alemanha a integrar mais rapidamente os milhares de imigrantes islâmicos que chegam à Europa todas as semanas. As igrejas cristãs deveriam ser demolidas, dando espaço para que mesquitas sejam construídas nos mesmos espaços.

 

Morador da cidade de Hamburgo, Reinig que fez fama como arquiteto, advoga que apenas a religião poderia alcançar as pessoas de uma maneira que as autoridades alemãs não conseguem.

Embora o senso comum aponte que isso iria apenas “perpetuar a forma de vida ancestral” dos islâmicos, a abordagem do progressista é que isso daria confiança aos novos moradores do país. A construção de mesquitas com “Um minarete [torre que anuncia a oração] visível na arquitetura moderna dá uma mensagem aos imigrantes: Não tenham medo de perder sua identidade na sociedade”.

O discurso de Reinig, pautado pela ideia de multiculturalismo, é baseado em um relatório de 2013 que ele ajudou a preparar, que identificava uma “necessidade urgente” para a construção de mesquitas na região. Segundo o senado de Hamburgo, que também produziu um assunto sobre o tema, o ideal seria uma “mesquita em cada bairro”. A principal justificativa para isso é o importante “trabalho comunitário” promovido por elas.

 

Reinig, que serviu como consultor para o Senado de Hamburgo, a necessidade de demolição de igrejas ocorre pela falta de espaços disponíveis para novos templos religiosos. Um levantamento do governo indicou que apenas dos 3% dos cristãos (23.000 pessoas) vão às igrejas na região de Hamburgo, cerca de 50 delas estão fechadas.

Em comparação, a maior parte dos 17.000 muçulmanos de Hamburgo frequentam as mesquitas semanalmente. Questionado sobre o fato de que as mesquitas por vezes foram identificadas como as principais fomentadoras de ataques terroristas, o arquiteto explica que em “comunidades habitadas por muçulmanos não são alvo dos terroristas”.

Enquanto a Igreja Luterana, a maior do país, faz preparativos para celebrar os 500 anos da Reforma Protestante, o Ministério da Justiça da Alemanha investiga mais de 180 suspeitos de terrorismo, a maioria com alguma ligação com o Estado islâmico. Informações de Die Tageszeitung.

 

Fonte: Jarbas Aragão-https://noticias.gospelprime.com.br/proposta-integrar-muculmanos-mesquitas-igrejas-alemanha/

Vaticano não quer que muçulmanos refugiados sejam evangelizados


Cardeal Müller diz proselitismo "é praticamente uma manipulação da consciência"

O cardeal alemão Gerhard Müller é Prefeito da Congregação para Doutrina da Fé além de presidir a Comissão Teológica Internacional. O site católico Catholic Herald mostrou que ele está fazendo um apelo polêmico.

Para ele, os cristãos que estão ajudando os imigrantes muçulmanos que chegam diariamente à Europa não devem tentar convertê-los, mas sim amá-los “sem intenções ocultas”.

Para o cardeal, o proselitismo “é praticamente uma manipulação da consciência”. Ressaltou que a missão da Igreja é “ajudar a humanidade a se relacionar e amar os que estão fugindo da guerra e da perseguição”.

As declarações foram dadas recentemente, durante uma conferência internacional realizada no Vaticano, que estuda a primeira encíclica do Papa Bento XVI, Deus Caritas Est, que aborda a relevância da perspectiva cristã do amor no mundo de hoje.

Para Müller, a Igreja deve ajudar oferecendo mais que apenas as necessidades materiais. O mandamento de Jesus para amarmos o próximo, segundo ele, é uma chamada para que os cristãos manifestem o amor de Deus aos outros de modo especial pelas obras de caridade. No entanto, repudia que isso seja “um instrumento de proselitismo”.

“Um cristão sabe quando é hora de falar de Deus e quando é melhor ficar quieto. Às vezes, um testemunho silencioso é o melhor testemunho do amor de Deus “, asseverou.

Lembrou de maneira especial de sua terra natal, a Alemanha. Trata-se de um dos países onde a maioria dos imigrantes deseja morar. “Há entre estes imigrantes, a maioria dos quais são muçulmanos, aqueles que perguntam: ‘Por que são os cristãos – e não os nossos irmãos muçulmanos – que nos ajudam?’”, justificou o cardeal.

Para o líder religioso, isso seria motivo o suficiente para que eles entendessem o amor de Deus.

O compromisso com a caridade e o amor para com o próximo, disse ele, não pode se tornar “ativismo cego e um desejo fanático de reformar o mundo”. Embora não fosse capaz de citar casos onde os muçulmanos decidiram seguir a Jesus apenas pelo testemunho de católicos, enfatizou que usar as diferenças religiosas como pretexto para exclusão é contrária à fé.

Enquanto o cardeal contraria o mandamento bíblico de se anunciar o evangelho a todos (inclusive islâmicos), o governo alemão tenta lidar com a onda de violência sexual no país. As autoridades distribuíram uma cartilha de normas de comportamento após dezenas de mulheres terem sido assediadas por imigrantes nos últimos meses.

Curiosamente, dezenas de igrejas cristãs estão fechando e sendo colocadas à venda na Alemanha. Algumas delas estão sendo reformadas e se transformaram em mesquitas. O país este ano verá o início da construção do que é chamado de o primeiro “templo da religião mundial”. Um prédio que servirá como sinagoga, mesquita e igreja ao mesmo tempo!

Fontes: http://cristaonews.com/vaticano-nao-quer-muculmanos-refugiados-sejam-evangelizados/

http://www.adplansede.com/missoes/o-cardeal-alemao-gerhard-muller-e-prefeito-da-congregacao-para-doutrina-da-fe-alem-de-presidir-a-comissao-teologica-internacional/

Igreja na Alemanha vende templos por falta de fiéis

Nos últimos 20 anos mais de 340 templos evangélicos foram fechados naquele país

Pela falta de membros, igrejas na Alemanha estão colocando seus templos à venda; há prédios que custam entre € 20 mil (R$ 51 mil) e € 135 mil (R$ 350 mil) e revelam o resultado da secularização na Europa, já que em outros países as capelas também estão sendo vendidas.

A crise afeta não só igrejas católicas como também protestantes, tanto que evangélicos criaram um site para divulgar mais de 170 templos e 140 terrenos que precisam ser vendidos.

O jornal espanhol “El País” mostra que entre 1990 e 2010 pelo menos 340 templos evangélicos foram fechados na Alemanha. Na Igreja Católica a crise é ainda maior: 400 templos fechados apenas em 2011 segundo dados da Conferência Episcopal daquele país.

São 10% a menos de evangélicos na Alemanha e 17% a menos de católicos, segundo índices recentes com dados da religião.

Se para os líderes religiosos a venda desses templos é a solução, para a população se torna um problema como aconteceu em Hamburgo onde um templo evangélico foi vendido e se tornou uma mesquita.

Por conta disso, cristãos e muçulmanos começaram a se enfrentar na cidade e um protesto organizado por 300 neonazistas foi organizado para reprimir os seguidores do islã. A confusão religiosa precisou da intervenção da polícia local para não tomar proporções maiores.

 

Fonte:Leiliane Roberta Lopes-https://noticias.gospelprime.com.br/igreja-alemanha-templos-falta-fieis/

O que deu errado na União Europeia?

No referendo de 23/06/2016 o Reino Unido decidiu se retirar da União Europeia (EU). Uma decisão histórica e que trará um futuro incerto para o Reino Unido, a EU e o mundo. De imediato o primeiro-ministro britânico, David Cameron, renunciou ao cargo. Para debater esse cenário, Zenit entrevista o filósofo Ivanaldo Santos.

Por que os ingleses quiseram sair da União Europeia?

Sobre o referendo de 23/06/2016, afirma-se que os ingleses não estão concordando com os atuais rumos da União Europeia que incluem, dentre outras coisas, forte centralização econômica, grande burocracia, desprezo pela cultura local e municipal, desvalorização das origens judaico-cristãs da Europa e fraqueza institucional.

O economista Nivaldo Cordeiro resumiu bem a decisão inglesa: “Os que querem a saída do bloco europeu não querem o isolamento econômico, querem a integração, mas sem a submissão política. Afinal, a consolidação da União Europeia significaria a renúncia à soberania e, portanto, do fundamento último da liberdade individual. Um império mundial será sempre uma ditadura e um corpo estranho para as nações e suas gentes”.

O que deu errado na União Europeia?

Vale salientar que o mundo só encontrará paz se a Europa estiver em paz. Essas ideias foram perseguidas até a metade da década de 1990. A partir desse período histórico a EU muda de rumo. Passa a ser um gigantesco grupo burocrático, um super-Estado. A EU estava realizando, sem conquista militar, o sonho de ditadores como Hitler e Stalin. Sem contar que a EU vem ignorando a maioria da sua própria população, uma população de maioria cristã.

O que se tem visto nas ultimas décadas é a EU legislando em prol de uma minoria secular e ultrarradical. Com isso, a EU tem colocado em risco a ideia de democracia. A democracia não pode ser apenas – e somente isso – um governo voltado para minorias, para vanguardas culturais, é necessário que ela esteja também voltada para as maiorias, mesmo que essas maiorias desagradem às vanguardas culturais.

Além disso, nas últimas décadas os problemas que, em tese, a EU deveria combater, pioraram. Problemas, como: desemprego, envelhecimento da população, drogas e terrorismo. A saída do Reino Unido é uma ótima porta que se abre para se repensar a estrutura e o futuro da União Europeia.

Fonte: https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/155895e88490473a

BÍBLIA, CRISTÃOS E MUÇULMANOS

O primeiro ministro da Hungria, Viktor Orban, político oriundo do regime comunista e ateu, afirmou “que é preciso defender o Cristianismo Europeu da invasão dos refugiados islâmicos”.

“Os europeus devem ter coragem de ser cristãos, de voltar à igreja e de se aprofundar de novo na Bíblia”, declara Angela Merckel, chefe do governo alemão.

Disse o Papa Francisco: “Quero confidenciar a vocês como leio a minha velha Bíblia. Frequentemente a pego, a leio um pouco, depois a deixo de lado e me deixo olhar pelo Senhor. Não sou eu que olho para Ele, mas Ele que olha para mim: Deus está realmente ali, presente. Assim me deixo observar por Ele e escuto – e não é um certo sentimentalismo – percebo no mais profundo de meu ser aquilo que o Senhor me diz”.

"Em um mundo que vemos devastado por atos terroristas e ações atrozes justificadas em nome de Deus, observamos o quão importante é manter e reforçar o diálogo com líderes como o papa Francisco", expressou Jack Terpins, presidente do Congresso Judaico Latino-Americano.

Pe. Inácio José do Vale

[email protected]

Fontes: Cristianismo Hoje, edição, 49, n.9, p. 12.

http://www.zenit.org/pt/articles/amo-a-minha-velha-biblia-aquela-que-me-acompanhou-metade-da-minha-vida-disse-o-papa-francisco?utm_campaign=semportughtml&utm_content=%5BZP151206%5D%20O%20mundo%20visto%20de%20Roma&utm_medium=email&utm_source=dispatch&utm_term=Image

https://col126.mail.live.com/?tid=cmUs3TD4KE5RG5hQAiZMJDPA2&fid=flN-OePlePskCB1dgad4cMpA2

COMENDO O CORAÇÃO

Kamel Daoud, escritor algeriano resumiu o que muitos querem dizer, mas têm medo:

"O Estado Islâmico tem uma mãe - A GUERRA DO IRAQUE - mas, também tem um pai - A ARÁBIA SAUDITA - com seu complexo religioso e industrial, berço do wahabismo que é a base do Estado Islâmico conhecido por suas outras desinências ISIS, ISIL ou DAESH".

Agora, Caros Amigos, depois do relato do jornalista, vale a pena lembrar que os muçulmanos na França exigiram a retirada das Cruzes das salas de aula, pois, alegavam que afrontavam sua crença, e o governo da França definindo-se como laico retirou as Cruzes.

Vejam agora como estamos sendo monitorados por ignorantes ideológicos, enquanto o Ocidente busca a igualdade dos direitos humanos, o respeito à crença religiosa, nos países árabes ou islâmicos são proibidas as escolas cristãs, e é obrigatório o estudo do Al Corão. Em Meca e Medina é proibida a entrada de não muçulmanos. No Afeganistão e Paquistão pregadores cristãos de diferentes cultos foram executados em praça pública. Nas guerras do Iraque e da Síria é flagrante a perseguição aos cristãos, inclusive com imagens na internet de rebeldes ou militantes islâmicos rasgando o peito de vítimas e comendo o coração delas; isto em pleno século vinte e um.

Aniss Ibrahim Sowmy

[email protected]

13 de dezembro de 2015


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