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Artigo

Conversando sobre o NATAL: Espiritualidade, preparação, símbolos

Professor Ricardino Lassadier*



Vídeo parcial sobre as velas.

O Natal é a festa do nascimento de Jesus, é, digamos, o aniversário dele. O Natal é a celebração do maior presente de Deus à humanidade: Ele deu-se a nós na Pessoa de seu Filho Único. No Natal Deus assumiu nossa natureza humana, fez-se homem. No Natal o Deus invisível, onipotente, eterno encarnou-se e tomou a forma de um frágil bebê. No Natal o Senhor do universo e da história entrou na história para caminhar conosco, sentir nossas dores e... mamou, chorou como qualquer criança. O Natal é a festa do Deus-Menino, do Deus-Bebê. No Natal, Deus fez-se homem para que o homem ganhe a divindade. Por tudo isso o Natal é uma festa soleníssima e a Igreja nos propõe um tempo de preparação, este tempo é o advento. Iniciemos nossa meditação por ele e depois adentremos no Natal até a festa de Santamaría Mãe de Deus que conclui a “oitava” desse tempo litúrgico belíssimo.

 

A Palavra advento vem do latim adventus, que quer dizer chegada, vinda. O advento é o tempo de preparação para a grande solenidade do Natal do Senhor.

 

Não há como afirmar, em termos históricos, com exatidão quando a Igreja começou a celebrar o advento, de acordo com o Pe. Bortolini (2007, p.12) em "várias regiões, entre os séculos IV e VII, já se celebrava o advento como preparação ao Natal". Na região da Espanha e da França, esse período era marcado pelo jejum e pela penitência. Já no século VI, em Roma, o advento caracterizava-se por ser uma preparação que destacava a parusia (segunda vinda de Nosso Senhor). Ainda em Roma, na segunda metade do século VI, o advento já fazia parte da liturgia. No Concílio Vaticano II(1962 -1965), a Igreja estabeleceu que o advento devesse ser uma preparação que lembrasse dois aspectos da vinda de Cristo: A Parusia (nas duas primeiras semanas) e a Encarnação (nas duas últimas semanas). Desse modo, o tempo do advento compreende quatro domingos.

 

Assim como na quaresma, também no advento não se canta o Glória, que é um hino que expressa grande louvor a Deus, por Cristo, no Espírito Santo. Sendo o advento um tempo de espera, de expectativa, de esperança e, ao mesmo tempo, de vigilância, a Mãe Igreja nos ensina a "guardar o Glória" para a noite de Natal. Quando Jesus nasce a Igreja toda une sua voz a voz dos anjos (Lc 2, 14). Muitas Paróquias e comunidades, nesse momento (durante o canto do Glória) levam a Imagem do Menino Jesus, em procissão até o presépio; mas há outra alternativa: Levar a imagem durante o canto de aclamação ao Evangelho. Entretanto, a primeira opção parece-nos mais adequada, pois faz uma lembrança mais direta ao canto dos anjos na noite do primeiro Natal.

 

Durante os domingos do advento impera a cor roxa nos paramentos, toalhas etc. O roxo nos lembra que precisamos mudar de vida, preparar o coração para receber o Menino-Deus que vai nascer. O roxo também quer fazer ressoar o chamado de São João Batista convocando todos à conversão (Lc 3, 3-6).

 

Como podemos notar, o advento é um tempo forte de preparação e isso significa que é um tempo que requer um aprofundamento espiritual, é um tempo de densa espiritualidade que pode e deve ser cultivada em nível pessoal, comunitário e familiar. Pois bem, como sabemos todo o ciclo do Natal é rico em símbolos que podem nos ajudar no exercício da espiritualidade e, ao mesmo tempo, cada um dos símbolos tem um significado de sentido espiritual. Se conhecermos cada um desses símbolos teremos ciência do sentido espiritual que eles carregam. Isso nos ajudará a viver melhor o Natal.

 

As velas: A Igreja herdou do judaísmo o costume de acender velas. Para nós, católicos e cristãos em geral, ter uma vela bonita e bem ornamentada na mesa da ceia de Natal representa a Luz que é o Menino Jesus, que nasce para iluminar nossa existência. Por isso, antes da ceia é recomendável que a família acenda uma vela, preferivelmente benta, e faça uma oração ou quem sabe possa ler o evangelho próprio do dia para marcar a presença de Cristo no lar. O Natal é sem dúvida uma festa alegre de grande importância para as famílias, mas devemos lembrar que o Natal diz a cada família que ela deve ter como modelo a sagrada família de Nazaré que tinha Jesus no centro e por isso a vela deve estar no centro da mesa na qual todos estão em volta. Isso indica que Jesus é o centro da vida da família católica.

 

A coroa do advento é uma forma de preparação que é realizada nas igrejas, mas que também pode ser feita em família. A coroa teve origem na Alemanha, mas suas raízes mais antigas remontam aos povos pagãos. Esses povos, durante o inverno tinham a impressão que a natureza estava como que morta, por esse motivo, acendiam "velas, enfeitadas com ramos de pinho que se mantêm verdes também no inverno. Esperava-se à luz das velas, a chegada da primavera, quando a natureza renasce" (BORTOLINI, 2007, p. 14). Os cristãos assimilaram e "batizaram" essa tradição dando-lhe o sentido cristão. As velas tinham cor roxa, já que, na cultura daquela região, o roxo indica realeza. Desse modo, as famílias cristãs, a cada domingo que antecedia o Natal faziam uma oração e acendiam uma vela que era colocada em uma coroa ornamentada com fitas vermelhas. Inicialmente a Coroa é colocada em um lugar adequado com as velas todas apagadas, significando a experiência das trevas do pecado. Na noite de Natal, acende-se uma vela branca, bem ornamentada com fitas vermelhas e douradas, no centro da coroa simbolizando Cristo, Luz do mundo.

 

Consideramos proveitoso saber o significado de cada vela da Coroa, vejamos: Primeira vela: Lembra o perdão de Deus concedido a aqueles que pecaram pela primeira vez, os nossos primeiros pais: Adão e Eva. Segunda vela: Nos lembra a fé dos patriarcas e de Abraão em primeiro lugar, pois a eles foi feito o anúncio e a promessa da Salvação. Terceira vela: Nos recorda a alegria do rei Davi, que recebeu do Senhor a promessa da Eterna Aliança. A quarta vela: Recorda os profetas pelos quais Deus anunciou a vinda do Salvador (cf. MIRANDA, 2007, p. 29). Hoje em dia em muitas comunidades as velas têm cores variadas e fazem referência ao ano litúrgico, lembrando que o Menino Deus que nasceu historicamente em Belém de Judá renasce na Igreja e caminha conosco. Vejamos: a primeira vela pode ser roxa (roxo aqui é leve, estando mais para o lilás), lembrando o chamado à reflexão e a conversão, ao aprofundamento espiritual; a segunda vela pode ser vermelha e simboliza o fogo do Espírito Santo, é também uma referência ao sacrifício redentor do Senhor; a terceira vela pode ser verde que simboliza a esperança da vida nova conquistada por Jesus pela vitória sobre o pecado; a quarta vela pode ser amarela (lembra que o Menino Deus é Rei do universo, simboliza a realeza que quer reinar em nossas vidas) ou branca (lembra que o Menino Jesus é o príncipe da paz e simboliza a paz que Ele quer nos dar).

 

A Mãe Igreja, em paróquias e comunidades assumiu a bonita tradição de acender a coroa do advento a cada domingo, entretanto, seria muito conveniente que resgatássemos a tradição da coroa do advento também em família. Como seria belo se em cada semana que antecede o Natal a família se reunisse e no domingo pela manhã ou até no início da noite de sábado (18h00min h.), acendesse a vela da coroa do advento, rezasse o Ângelus acompanhado dessa breve oração: "A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, console quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça. Amém". Esse simples ritual pode ajudar as famílias na preparação espiritual para o nascimento do Menino Jesus.

 

A ornamentação e a montagem do presépio também pode ser uma forma catequética de preparação, especialmente para as crianças. O presépio não deve ser montado de uma vez, é aconselhável que a família vá, aos poucos montando, enfeitando, colocando a cada domingo algumas peças e personagens e, na noite de Natal complete com a imagem do Menino Jesus. Essa montagem "pedagógica" do presépio pode ser realizada logo após o ritual referente à Coroa do Advento que citamos anteriormente, assim a montagem do presépio será sim de grande alegria, mas não será reduzido a um sentido folclórico ou mesmo estritamente cultural. Uma pergunta muito comum é quando devemos começar a montar o presépio?  Um dia propício, adequado, é a primeiro domingo do advento.

 

A Árvore de Natal: É verdade que o símbolo mais expressivo do Natal é o Presépio, mas não há como negar que em nossos dias a Árvore de Natal é um símbolo também muito difundido. No entanto, a maioria das pessoas não sabe como ela surgiu, qual o seu significado, etc. Então vamos conhecer um pouco a Árvore de Natal?

 

Por volta do ano 723 o Bispo São Bonifácio dedicou-se em levar o Evangelho às terras alemãs. Os germânicos (é como os alemães também são chamados) eram politeístas (adoravam vários deuses) e um desses deuses era Thor (deus do trovão). Todo o povo tinha grande temor dessa divindade, pois segundo a crença mitológica, ele era dotado de fúria e força sobrenatural. Thor era representado pelo carvalho, árvore grande e antiga que era dedicada a ele. Ora, todo esse temor dificultava a evangelização, por isso São Bonifácio entendeu que devia provar que Jesus, sendo a Verdade, era infinitamente mais poderoso do que Thor, que nada mais era do que um mito. Daí, São Bonifacio pegou um machado e cortou o carvalho dedicado ao deus Thor. Sendo o carvalho uma árvore gigantesca, ao cair, foi destruindo todas as árvores em volta. Mas, havia um pinheiro muito pequeno que resistiu à destruição e tão logo São Bonifacio percebeu que o pinheirinho não havia sido arrasado, ele tomou a iniciativa de dedicar a pequenina árvore ao Menino Jesus (visto que tudo se passara no período de Natal), em substituição ao carvalho de Thor. Desse modo, para a tradição cristã, a Árvore de Natal, é a árvore da vida nova trazida por Cristo Jesus. Ao mesmo tempo ela é uma referência a Árvore da vida plantada no jardim do Éden (cf. Gn 2,9).

 

Ao armar a Árvore de Natal, a família deve compreender o sentido espiritual desse costume. Ao armar a árvore, a família esta expressando ao Senhor que aquele lar se compromete em ser um pequeno Éden, deve procurar ser um pequeno paraíso, um terreno fértil de santidade, fruto da fé em Cristo e que diante da destruição, fruto do pecado, a família permanecerá fiel. Se não for desse modo, a árvore pode estar cheia de luzes e enfeites muito bonitos, mas não será uma Árvore de Natal, será algo, talvez, carnavalesco. Há um outro ponto que devemos lembrar: a Árvore de Natal é tradicionalmente verde, justamente por simbolizar esperança e a vida nova trazida por Nosso Senhor. Isso quer dizer que essas árvores cor-de-rosa, árvores pretas, etc. que vendem por aí não tem nada haver com o Natal de Jesus. Afinal elas não carregam simbologia alguma!

 

Luzes: Com o advento da luz elétrica, aos poucos as velas foram dando espaço às luzes. As velas jamais perdem o encanto e o significado de gastar-se, consumir-se; porém, as luzes também foram "cristianizadas", e representam a luz de Cristo que deve brilhar em nossas vidas.

 

Cores do Natal: O Natal é uma festa de grande alegria e isso nos remete ao colorido, isso não é errado, entretanto, tradicionalmente as cores do Natal são: Verde (Significa a esperança de salvação que se concretiza com a vinda de Jesus, lembra também renovação, vida nova); vermelho (Recorda o fogo do Espírito Santo que conduz a Igreja, lembra também o Amor de Deus, em algumas regiões é uma referência à realeza); dourado (nos recorda que o Menino que nasceu no Presépio em Belém é o Rei dos reis, ou seja, é a cor da realeza por excelência, lembra também a luz da sabedoria de Deus que deve guiar a vida de todo fiel).

 

Guirlanda na porta da casa: A guirlanda deve ser verde, feita de ramos entrelaçados e muito bem adornada. O sentido simbólico do verde já foi explicado. Os ramos entrelaçados simbolizam o Mistério da Encarnação, ou seja, Deus que se fez homem. Os ornamentos, enfeites representam a beleza de Deus. O círculo (toda guirlanda é circular), lembra que Deus é eterno, não teve princípio e nem terá fim, por isso Jesus é o alfa e o ômega de todas as coisas, isto é, o princípio e o fim de todas as coisas. Colocar a guirlanda na porta da casa também significa que aquela família assume um compromisso, uma aliança com Deus. Ao mesmo tempo é um sinal de que Deus habita naquela casa. Em alguns lugares a guirlanda não é colocada na porta e sim em cima, no umbral da porta significando que todo aquele que passe por baixo dela recebe, simbolicamente, a benção de Deus, por isso seria conveniente que a guirlanda fosse benta antes de ser posta na porta ou no umbral da mesma.

 

A Novena de Natal é uma forma de preparação de grande riqueza espiritual e catequética. A novena ressalta que o sentido do Natal é religioso e não mercadológico. Faz bem ao espírito o encontro fraternal entre as famílias, que peregrinam de casa em casa levando a imagem de Jesus Menino, em clima de oração, realizando a leitura e a meditação da Escritura Sagrada. Como na noite de Natal as famílias comemoram em suas casas, é de grande proveito espiritual e fraternal que no último dia da novena cada família possa levar algo, para que se realize uma ceia, fruto da partilha, em espírito de comunhão. A Igreja não estabelece dias fixos para que se faça a novena, o que importa é que aconteça no período do Advento. Mas é interessante que o último dia da Novena seja próximo do Natal.

 

Até aqui falamos de símbolos que nos ajudam na preparação para o Natal, porém foram ressaltados os aspectos de preparação comunitária e familiar, no entanto não podemos esquecer o aspecto pessoal. Neste enfoque, uma boa confissão já prepara o coração para acolher o Menino Jesus. Uma outra forma de preparação pessoal pode ser a meditação dos textos bíblicos que a Igreja nos propõe para esse período. A oração do Santo Terço também pode ser uma maneira de preparação pessoal.

 

O Natal é uma festa tão importante que a Igreja estabeleceu oito dias de forte comemoração, é a chamada oitava do Natal. A Oitava nos recorta que o tempo forte das comemorações natalinas tem a duração de oito dias. Também a Páscoa tem a sua oitava. Muito provavelmente as oitavas católicas têm sua fonte nas festas litúrgicas judaicas - como a Páscoa e Pentecostes, por exemplo - que duravam oito dias. No oitavo dia da oitava de Natal, celebramos a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus (1º de janeiro). Este dogma mariano foi definido em 431 no Concílio de Éfeso.

 

O dia 1º de janeiro é também "dia mundial da paz", é ainda chamado "dia de ano" ou simplesmente de "ano novo". No "dia de ano" os corações estão cheios de esperança e de boas expectativas. Ao iniciarmos o ano com o encerramento da oitava de Natal, com a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, a Mãe Igreja nos convida a consagrarmos o novo tempo que se inicia a Nossa Senhora, colocando-nos sob sua guarda e proteção. Ela por sua vez nos ofertará ao seu Filho. Nesse sentido, também a oitava de Natal não deveria ser desprovida de significado espiritual. Que tal, nesses dias (isto é, entre o Natal e o ano novo), permanecer firme na meditação da Palavra e na oração diária do Santo Terço? Ou ainda, realizar uma novena em honra de Nossa Senhora sob o título de Santa Maria, Mãe de Deus, ou mesmo sob outro título de sua devoção: N. S. de Nazaré, N. S. de Fátima, N. S. do Carmo, N. S. de Guadalupe, N. S. das Graças, N. S. do Perpétuo Socorro, etc.

 

Muita gente (inclusive que se dizem católicas), no momento da passagem do ano, inventa ou adere a dúzias de simpatias supersticiosas para atrair "boa sorte" no ano novo. Em vez de tudo isso, que tal fazer uma oração em família e consagrar o ano novo a Nossa Senhora e a seu Filho? Como símbolo dessa consagração a família pode acender uma vela como fora feito na noite de Natal. Tudo isso deve ser feito com um propósito verdadeiro de conversão, de entrega da família à Misericórdia Providente de Deus que jamais abandona seus filhos e é sempre fiel.

 

Lamentavelmente, em nossos dias, a mídia e o comércio enxergam no Natal (bem como todo o período natalino) uma festa estritamente mercadológica, de bebedeira e consumo, ou então uma festa folclórica, cultural. Não queremos dizer que é proibido presentear as pessoas, fazer a ceia. Tudo isso é bonito e pode ser feito, mas sem ostentação, sem bebedeira, pois reduzir o Natal a esse nível é pretender realizar uma festa de aniversário, mas impedir que o aniversariante participe dela. Respondamos com sinceridade: será que Jesus esta presente onde reina a desarmonia, a falta de respeito, o pecado?

Certamente não é errado presentear aqueles que amamos, não é errado realizarmos a ceia (de natal e de ano novo) em família, não é errado o clima festivo de comemoração, porém tudo isso só tem sentido se colocarmos no centro Jesus. Por isso a ceia familiar deveria ser precedida pela Missa sendo que, desse modo, o lar torna-se uma extensão da Igreja e a família assume sua identidade de igreja doméstica. Então, antes da ceia, rezemos um Pai-Nosso, uma Ave-Maria, quem sabe (como já sugerimos anteriormente), seja possível até ler o Evangelho da Missa dessa Noite. É um modo de nos abrirmos à graça de Deus, visto que nos aproximamos do Deus da graça que se fez um de nós. Dessa forma, cada casa será um presépio, cada família e cada coração será uma manjedoura. O Natal será verdadeiramente feliz e o ano será novo de bênçãos e graças de Deus.

 

Bibliografia sugerida

 

- CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA. São Paulo: Loyola, 2003.

- BÍBLIA SAGRADA. Tradução da CNBB. São Paulo-SP: Paulinas, Paulus, Ave Maria, Salesiana, Loyola; Aparecida-SP: Santuário; Petrópolis-RJ: Vozes, 2001.

-BORTOLINI, JOSÉ. Advento e Natal: 54 perguntas sobre o Ciclo do Natal. São Paulo: Paulus, 2007.

-MIRANDA, Evaristo Eduardo de. Guia de Curiosidades Católicas: Causos, costumes, festanças e símbolos no seu calendário. Petrópolis-RJ: Vozes, 2007.

 

*É graduado (Licenciado e Bacharel), em Filosofia (UFPa), Especialista em Filosofia (Epistemologia das Ciências Humanas/ UFPa).Especialista em Teologia (Teologia e Realidade com ênfase em bioética/CESUPA). Professor do IRFP (História da Filosofia Moderna e Contemporânea). Lecionou na Escola Diaconal Santo Efrém da Arquidiocese de Belém (Antropologia Teológica, Escatologia); Leciona no Curso de Teologia (CCFC), as disciplinas Teologia Fundamental, Mariologia e Escatologia. Ministra o curso "Razões e Fundamentos da fé: Estudo do CIC" (CCFC). É professor da Rede pública, onde leciona Filosofia.

 


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