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PERGUNTE E RESPONDEREMOS 388 – setembro 1994

A situação da Igreja

 

NA ALBANIA QUE RENASCE...

 

Em síntese: O Pe. Simon Jubani, albanês, que passou dezoito anos em prisão pelo simples fato de ser católico, descreve algo do que foi a perseguição religiosa nos tempos do comunismo albanês. Mostra o heroísmo de famílias e grupos católicos que, arriscando a vida, mantiveram a fé e algumas poucas expressões de sua religião num ambiente sufocador. Atualmente existe liberdade religiosa no país, não, porém, registrada na Constituição nacional; a situação ainda é ambígua. Os católicos, que não são mais do que 13% da população do país, gozam de certo prestígio perante as autoridades e os próprios muçulmanos (que são 67% da população). A reconstrução material e espiritual da Albânia está sendo árdua, mas empreendida com grande coragem. O autor expõe esta situação com fervor religioso e zelo patriótico, e termina pedindo a ajuda dos povos irmãos.

 

Publicamos, a seguir, em tradução brasileira, um artigo do Pe. Simon Jubani, albanês, que passou dezoito anos em prisão pelos simples fato de ser católico.([1]) É um dos poucos clérigos sobreviventes à grande noite que se abateu sobre a Albânia durante cinqüenta anos de comunismo. As suas palavras, que revelam grande amor à pátria e à Igreja Católica, apresentam algo do histórico da Igreja Católica na Albânia dos últimos tempos.

 

I. A IGREJA NA ALBÂNIA

 

A Albânia, situada nos Bálcãs, é o país mais atrasado da Europa por causa das sucessivas ocupação que sofreu por parte de povos estrangeiros. Após nove séculos de ocupações bizantina, houve o império turco, que dominou a região durante cinco séculos. 0 comunismo lhe infligiu o golpe de misericórdia, apoderando-se da Albânia pelo período de cinqüenta anos após a segunda guerra mundial (1939-1945). A nação conta três milhões de habitantes, 67% dos quais são muçulmanos, 20% ortodoxos e 13% católicos; estes vivem no Norte do pais, em "Shkodra com as cinco montanhas". Nas montanhas refugiou-se a minoria católica para escapar da ira dos turcos. Somente Shkodra, cidade do Norte, tem sua história religiosa própria.

 

Os albaneses foram libertados do jugo turco em 1912. Até o advento do comunismo faziam parte da Europa Ocidental. As grandes potências européias haviam confiado à Itália o atendimento à Albânia; houve peritos italianos na Albânia até 1944; deram à Albânia otomana uma fisionomia européia, construindo ruas, escolas, pontes, hospitais, serviços públicos como Correios, Telégrafos e outros elementos que caracterizam um Estado civilizado.

 

A Igreja na Albânia, com as suas seis dioceses, tinha em 1944 um Delegado Apostólico, representante da Santa Sé, seis Bispos e duzentos sacerdotes diocesanos e religiosos. Editavam-se lá periódicos e impressos católicos. Existia a escola católica (primária e secundária). Havia dois Seminários (a Teologia era estudada no estrangeiro), dois orfanatos e outras instituições religiosas, culturais e sociais, mediante as quais a Igreja dava tom europeu ao pafs inteiro. Apesar disto, a nação, ainda em nossos dias, é considerada terra de missão. Cento e cinqüenta Irmãs albanesas dirigiam as creches, institutos de instrução elementar e média para meninas. A minoria católica levava todos os seus filhos às escolas católicas não mistas; estas instituições vinham a ser um oásis naquele deserto que se chama Albânia e que, apesar de tudo, está destinado a reverdescer. As influentes famílias muçulmanas e ortodoxas levavam seus filhos aos colégios católicos. Por conseguinte, a Igreja tomava parte ativa na vida cotidiana do país.

 

Aos 29 de novembro de 1944, com a ascensão do comunismo ao poder, a Albânia passou da esfera ocidental para a oriental. Até aquela data o Governo jurídico representava os interesses de todos os cidadãos. Foi substituído por um clã. A nação caiu em mãos de pessoas sem escrúpulos, que imediatamente expulsaram os peritos italianos, assessores do Estado, e em 1944 mandaram vir peritos comunistas sérvios, depois soviéticos e mesmo chineses, uns mais comunistas do que os outros.

 

Ao passo que nos outros países ex-comunistas, satélites da União Soviética, a perseguição foi leve, a Igreja na Albânia sofreu um genocídio radical; de um total de duzentos sacerdotes foram condenados à morte, com ou sem processo, cento e quinze, além de cinco Bispos. O clero albanês passou anos nas prisões e nos campos de concentração; todas as instituições religiosas, culturais e sociais da Igreja foram arrasadas. O ditador Enver Hoxha aplicou rigorosamente a doutrina de Marx, Engels, Lenin e Stalin. Mediante uma Constituição ateia, o tirano de Tirana monopolizou não somente a força muscular, mas também a consciência de três milhões de súditos. O terror era de tal forma cruel que obrigava os prisioneiros a aplaudir continuamente o ditador, que os mantinha em prisão porque acreditavam em Deus e proclamavam os direitos humanos. Os demais cidadãos, fora dos cárceres, foram obrigados a ostentar em suas casas o retrato de Hoxha; por ocasião das festas de família, o primeiro brinde se fazia pela salvação e pelo regime totalitário do autocrata. Durante cinqüenta anos foram assassinados cem mil albaneses por albaneses, encarcerados em prisão quinhentos mil e deportados quase um milhão. A Albânia era uma gaiola de ferro fechada e separada do mundo da cultura. Foi cortado até mesmo o cabo telefônico que a Turquia tinha estendido ao largo do Mar Adriático e que unia a Albânia ao mundo ocidental.

 

Como nos tempos da ocupação turca, a minoria católica albanesa foi sempre um problema para o Governo comunista de Tirana. Graças à independência frente ao Estado e graças ao celibato, o clero católico não abjurou em 1967, quando foram oficialmente extintas todas as religiões, como fizeram o clero muçulmano e o ortodoxo, casados e sempre instrumentos em mãos dos políticos: cuius regio, eius religio (tal chefe político, tal religião). Os católicos, animados pela atitude heróica do seu clero, se reuniam diariamente sobre as ruínas dos santuários e das igrejas, debaixo do olhar e do terror dos comunistas, que os espancavam, os despediam do trabalho, os deportavam, os punham no cárcere e chegavam a matá-los.

 

O regime ateu, encontrando-se frente a essa força sobrenatural, julgou que ela provinha das cruzes dos cemitérios; por isto profanaram a estes com armas e quebraram os seus símbolos religiosos, como ainda hoje se pode ver. Os católicos, e com eles alguns muçulmanos e ortodoxos, se reuniram sempre em maior número diariamente, porque a Virgem "fazia milagres" em favor de todos, inclusive sobre as ruínas das igrejas. Quando grupos comunistas iam às residências para recolher os livros sagrados, os rosários, as estatuetas, as imagens e os crucifixos das famílias católicas e saiam das casas carregados de objetos religiosos, havia sempre quem lhes dissesse: "Esperem, esperem um pouco, porque esqueceram uma cruz". Os comunistas perguntavam então: "Onde está? Não a vimos?". Nesse momento toda a família reunida frente a eles fazia o sinal da cruz, dizendo-lhes: "Eis aqui a cruz que jamais nos podereis retirar".

 

O viajante que chega à antiga Dalmácia, a partir de qualquer ponto da península, tem a impressão de ver um território depois de um bombardeio, imerso no caos, sem escolas, sem ruas, sem hospitais, um povo agitado, que perdeu a confiança em suas próprias forças e nas reservas pátrias e que procura no Ocidente um horizonte melhor. A população não quer ficar em sua terra natal; quer ir embora, pois não há trabalho, não há segurança.

 

Não obstante o genocídio radical que sofreram, durante o ano de 1990 cinqüenta mil católicos se manifestaram: ou morrer ou retirar das praças as estátuas de Stalin e Enver Hoxha; ou morrer ou celebrar a Primeira Missa em público após trinta anos. Graças às intervenções internacionais, nada de danoso aconteceu. A Missa foi celebrada num cemitério católico de Shkodra, cemitério profanado e capela incendiada. O cemitério inspira respeito pela morte e pelos mortos. Nada aconteceu de danoso, mas teria bastado uma faísca, para que o dia acabasse num banho de sangue. Tudo acabou bem. Essa Missa tirou o medo a todo o país e obrigou o Governo a abrir-se ao mundo e a dar a liberdade relativa que agora usufruímos, mas que não consta de nenhum decreto escrito.

 

Infelizmente, mesmo depois da perestroika (abertura), o poder continua nas mãos do mesmo grupo político que antes governava, embora tenha trocado de nome. O atual Presidente, Sali Berisha, um enfermeiro, era membro do Partido Comunista. O Parlamento e o Gabinete só sabem fazer barulho, porque, tendo escassa formação política, se assemelham a um grupo que, não conhecendo o solfejo, nem as regras do contraponto, pretende tocar a nona sinfonia de Beethoven, e a única coisa que consegue é desafinar.

 

Para se ter idéia de como se desmoraliza um povo sem Deus nem religião, convém conhecer a seguinte estatística: em 1944, quando o comunismo subiu ao poder, mil policiais bastavam para os 900.000 habitantes do país, porque a religião conservava a ordem pública nacional; atualmente há quase três milhões de habitantes e o Governo só consegue manter a ordem com 26.000 policiais. O comunismo construiu na Albânia o reino da dissolução geral, da ignorância e da pobreza.

 

Apesar de tudo, o comunismo trabalhou em prol da. Igreja de Cristo, pois demonstrou ao mundo todo que sem Deus nada se pode construir e comprovou as palavras do Salmista: "Se o Senhor não guarda a cidade...". O comunismo destruiu o fundamento islâmico, já que forçou os muçulmanos a comer carne de porco; os muçulmanos já não são uma força religiosa, mas política e econômica, e adotaram todos os usos e costumes católicos. Até mesmo trocaram os nomes; já não se chamam com nomes árabes, mas com nomes cristãos europeus; adotaram os ritos em favor dos mortos como os católicos os têm, e escrevem em língua albanesa (indo européia) com o alfabeto latino, ao passo que antigamente escreviam em turco com caracteres árabes.

 

A Igreja é a única força moral, cultural e política, independente como sempre, que se está organizando para renovar as dimensões e os valores humanos destruídos pelo comunismo ateu durante cinqüenta anos. A Igreja, através da Caritas, está vestindo e alimentando os albaneses famintos e mal vestidos e reduzidos a condições de extrema necessidade.

 

Antes de 1990 havia trinta sacerdotes e quarenta Religiosos em todo o país. Graças aos missionários estrangeiros da Itália, dos Estados Unidos, da Croácia... somos atualmente cem sacerdotes e cento e setenta Irmãs. Entre a Santa Sé e o Governo albanês foram estabelecidas relações diplomáticas no Natal de 1991. A visita do Papa João Paulo II foi uma data histórica. Um Papa havia excomungado o Governo de Tirana duas vezes após a supressão da religião em 1967; agora outro Papa, João Paulo II, foi convidado para ir à Albânia. Aos 25 de abril de 1993 foi recebido cordialmente pelos muçulmanos. Na catedral de Shkodra o Santo Padre sagrou quatro Bispos, criando assim uma hierarquia nacional. Deixou a mensagem da paz, da bondade e sua bênção para se resolverem pacificamente os inúmeros problemas espinhosos que afligem o país no caos.

 

Os jesuítas dirigem um Pré-Seminário com cinqüenta jovens. Os franciscanos dirigem outro com vinte. Várias Congregações de Religiosos e Religiosas trabalham atualmente no país. Constroem-se igrejas e casas paroquiais. A imprensa católica circula graças à fotocopiadora. Os salesianos começaram a construir uma escola profissional. Mas ainda há três dioceses sem Bispo, sem sacerdotes, sem Religiosas, sem igrejas. O Núncio Apostólico, o Arcebispo Ivan Dias, originário de Bombaim, celebra em dois ritos e pastoreia todo o Sul da nação, que é muçulmano e ortodoxo. É o prelado de uma região sem católicos.

 

Muitos muçulmanos e ortodoxos tomam parte em nosso culto, e aos domingos as igrejas se enchem até 80% nas cidades e até 100% nas aldeias e montanhas onde haja um sacerdote. As relações da Igreja Católica com os muçulmanos e ortodoxos são boas, dado que nenhum católico responde às denúncias e discriminações publicadas na imprensa não católica subvencionada pelo Governo. Os muçulmanos escrevem continuamente, em seu periódico "Luz do Islã", que o mundo católico ocidental terminou como religião e somente o Islã será a sua salvação, Estas acusações contra a Igreja provêm do mal-estar decorrente de estarem suas mesquitas vazias e se converterem alguns muçulmanos ao Cristianismo. Isto não impediu que as hierarquias muçulmana e ortodoxa participassem da Jornada de Oração Ecumênica que o S. Padre organizou em Assis.

 

A Igreja na Albânia está unida e forte; não temos medo das numerosas seitas que entraram no país, especialmente de origem protestante.

 

Existe o diálogo com todos esses grupos através de visitas, cartas, telegramas..., para não falar das acusações contra a Igreja. De fato; somente os governantes são fundamentalistas; o povo, quer muçulmano, quer ortodoxo, tem simpatia pelos católicos, que sempre foram o símbolo de liberdade religiosa e política, mesmo em meio ao terror.

 

O país está arruinado somente no plano material; religiosamente há mais fervor do que antes. Talvez por gozarem de situação econômica mais folgada, os católicos das cidades são um pouco indiferentes; sofrem os males do modernismo e do consumismo, como são o divórcio e o aborto. Nas populações das aldeias e das montanhas, onde existe maior pobreza, a família católica permanece intata; muitas crianças rezam mais, embora não tenham um sacerdote, não conhecem o divórcio e o aborto e vêm a ser campo fértil para se colherem vocações, que são muitas (mas faltam Seminários).

 

A Igreja, a Caritas, a ajuda humanitária da Comunidade Européia, a aplicação de capital estrangeiro e os pequenos comerciantes contribuíram para melhorar a situação crítica do país. Todavia este progresso vai entrando nesta antiga porção do bloco comunista em proporção aritmética, e a Igreja é muito pequena para transformar toda a nação. 0 Estado é uma força econômica; tem o monopólio de tudo (matérias primas, petróleo, cobre, cromo, prata, mar e outros recursos); mas quase nada faz em favor do povo. Este, a seu turno, procura unicamente abandonar o país; pensa em emigrar para o Ocidente, mesmo que seja para exercer os trabalhos mais humildes. Mas não pensa em reconstruir a sua pátria, imersa no caos e na desordem. A situação dramática da Albânia é fruto de uma mentalidade equivocada e, para mudar essa mentalidade, é necessário levar os jovens a estudar no Ocidente.

 

A Igreja na Albânia procura realizar com a Igreja do Ocidente a lei dos vasos comunicantes; damos exemplo de resistência, mas precisamos de ajuda econômica para reconstruir os templos e levar ao Ocidente nossos jovens, a fim de renovar a geração vindoura de Irmãs, sacerdotes e intelectuais católicos que ajudarão a criar um futuro para a Albânia de acordo com o pensamento da Igreja.

 

Agradecemos de antemão a todos aqueles países católicos que colaboram conosco na propagação do Reino de Deus e na salvação das almas. Louvado seja Jesus Cristo."

 

II. COMENTANDO.

 

O autor escreve inspirado pela alegria de haver recuperado a liberdade, tendo a Albânia ultrapassado os dolorosos tempos de domínio comunista. As suas observações sugerem alguns comentários:

 

1)   A liberdade religiosa e civil existente na Albânia não está fundamentada em nova Constituição. Os homens do atual Governo são os do antigo regime; mudaram de nome, mas foram formados na escola do mais rigoroso comunismo ateu. Pode-se crer que se tenham decepcionado e desejem enveredar por outros caminhos, embora perplexos. Aliás, fenômeno semelhante parece ocorrer em outros países recém-libertados do comunismo; os antigos dirigentes voltaram ao poder com outros títulos e talvez com outras idéias. Isto pode deixar os povos libertados na insegurança quanto ao futuro. O fato é que não há, entre os não comunistas de outrora, quem tenha sido preparado para assumir o Governo ou exercer liderança, tal era o achatamento a que eram reduzidos.

 

2)   O autor registra certo desânimo da população albanesa, que pensa antes em deixar a pátria do que em colaborar na reconstrução nacional. A falta de proteção e estímulo por parte das autoridades deve concorrer para essa atitude. A situação é pouco convidativa; o autor emprega, mais de uma vez, a palavra caos.

 

3)   Nesse contexto conturbado Simon Jubani se refere à Igreja Católica com amor. Julga que foi um baluarte da resistência ao ateísmo perseguidor..., baluarte mais enérgico e forte do que outras correntes religiosas, embora os católicos fossem (e sejam) minoritários. Algo de semelhante se deu em outros países subjugados pelo comunismo; os católicos sempre foram os mais destemidos e, por isto, também os mais visados. Parece transparecer aí algo do mistério da Igreja: vivificada pela força da Páscoa ou pela vitória de Cristo, que ela celebra nos sacramentos, a Igreja tem assumido no mundo de hoje posições de resistência "imprudente" às ondas do ateísmo, do hedonismo, do libertinismo; ela crê que não é a onda nem a moda que definem a verdade e o bem, mas é o paradoxo da Cruz. A Igreja tem dito Não a muitas tendências fortes do mundo de hoje. Ela o faz para se conservar fiel a Cristo e desempenhar o seu papel de Mãe e Mestra; ela presta assim um serviço à humanidade, não porque arrogue a si a função de consciência ética, mas porque ela sabe que a sua única razão de existir é a fidelidade a Cristo, que propõe uma escala de valores diferente do hedonismo e do materialismo.

 

O Pe. Jubani observa que essa atitude fiel da Igreja tem atraído até mesmo ortodoxos e muçulmanos. Na verdade, o mundo de hoje admira a virtude da coerência e a capacidade de sacrificar vantagens materiais para não perder os valores definitivos. Essa capacidade é um dos bens que mais faltam ao mundo contemporâneo.

 

4) O autor termina pedindo ajuda. É mais do que compreensível. Será a ajuda das orações dos cristãos e de qualquer outra coisa que esteja ao alcance daqueles que esta mensagem possa interpelar.

 

 

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)



[1] O texto castelhano foi publicado pela revista mexicana Ecclesia, janeiro-março de 1994, pp. 79-85.


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