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PERGUNTE E RESPONDEREMOS 349 – junho 1991

Declarações de um crítico superficial:

"O Advogado do Diabo"

 

Em síntese: O bispo anglicano John Shelby Spong publicou o livro Resgatando a Bíblia do Fundamentalismo, em que critica o texto sagrado por ensinar pretensas "monstruosidades científicas"; além do quê, o Apóstolo São Paulo é tido como homossexual pelo autor. — Na verdade, Spong é que comete graves erros de exegese bíblica, que desabonam por completo suas objeções; verifica-se que não tem autoridade para falar de tais assuntos, como se poderá depreender da exposição abaixo.

=-=-=

A revista VEJA de 20/02/1991, pp. 44s, publicou declarações do bispo anglicano John Shelby Spong, dos Estados Unidos, referentes à Bíblia e â vida. cristã em nossos dias. Trata-se de afirmações céticas em relação ao texto sagrado, tido como irrisório em várias de suas passagens. O Apóstolo São Paulo é considerado homossexual — o que não impressiona mal o próprio John Spong, que é defensor dos homossexuais e já ordenou um homossexual. Além disto, o autor é partidário da ordenação de mulheres. Estas e outras idéias são professadas pelo prelado anglicano em seu livro "Resgatando a Bíblia do Fundamentalismo", lançado há poucos meses nos Estados Unidos.

Spong é casado, pai de três filhas; preside à diocese anglicana de Newark, com 125 igrejas, em Nova York. Segundo ele, "o que a Bíblia nos conta, é a maneira como nossos ancestrais interpretaram o mundo em que viveram, deram sentido à sua vida e refletiram sobre Deus". Após as suas ponderações exegéticas, conclui: "Amo a Bíblia. Ela é o meio através do qual eu ouço, comparo e me relaciono com a Palavra de Deus; mas para mim as palavras da Bíblia não são as palavras do Senhor".

Consideremos as "monstruosidades científicas e culturais" que Spong diz existirem na Bíblia.

AS "MONSTRUOSIDADES CIENTIFICAS"

1) Se Abraão viveu em torno do ano 4000 a.C. e o homo sapiens apareceu há 500.000 anos, por que Deus esperou 496.000 anos para revelar-se?"

— Esta interrogação parte de premissas errôneas e, por isto, nada significa. Com efeito; a data que os estudiosos atribuem ao Patriarca Abraão é o século XIX a.C, e não o ano de 4.000 a.C! Além disto. Deus nunca deixou de se manifestar aos homens; antes de lhes falar pela revelação judeo-cristã, falou-lhes pela voz da consciência e pelas criaturas grandes e pequenas que cercam o homem e atestam a sabedoria do Criador. São Paulo o afirma, dirigindo-se à multidão na Licaônia:

"Deus fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles existe. . . Não deixou de dar testemunho de si mesmo, fazendo o bem, do céu enviando-vos chuvas e estações frutíferas, saciando de alimento e alegria os vossos corações" (At 14,15.17).

 

Aos atenienses dizia o mesmo Apóstolo:

 

"De um só, Deus fez toda a raça humana para habitar sobre a face da terra, fixando os tempos determinados e os limites do seu habitat. Tudo isto para que procurassem a Divindade, e, mesmo se às apalpadelas, se esforçassem por encontrá-la, embora não esteja longe de cada um de nós" (At 1726s).

 

Mesmo depois de Cristo Deus se faz presente a todo homem que não tenha a oportunidade de conhecer o Evangelho, pois a todos fala pela revelação cósmica (a natureza exprime a grandeza do Criador, como o relógio exprime a sabedoria do relojoeiro) e pela voz íntima da consciência, que proclama: "Pratica o bem, evita o mal" e tudo o que daí decorre. Ver Constituição Lúmen Gentium no 16, do Concílio do Vaticano II:

 

"Aqueles que, sem culpa, ignoram o Evangelho de Cristo e sua Igreja, mas buscam a Deus com coração sincero e tentam, sob o influxo da graça, cumprir por obras a sua vontade conhecida através do ditame da consciência, podem conseguir a salvação eterna. A Divina Providência não nega os auxílios necessários à salvação àqueles que, sem culpa, ainda não chegaram ao conhecimento expresso de Deus e se esforçam, não sem a divina graça, por levar uma vida reta. Tudo o que de bom e verdadeiro se encontra entre eles, a Igreja julga-o como uma preparação evangélica, dada por Aquele que ilumina todo homem, para que enfim tenham a vida".

 

Não podemos impor a Deus datas e encontros marcados, mas temos certeza absoluta de que em tudo Ele é sábio, santo e providente para com os homens.

 

Vê-se, pois, que a pergunta de Spong carece de fundamento.

2) "O dilúvio é fisicamente inviável. A Bíblia diz que a água ficou quatro metros acima dos picos mais altos da Terra. Se ela fosse plana (como diz o Velho Testamento), a água transbordaria. Como ela é redonda, teria que ser absorvida, o que é impossível".

 

— De fato, um dilúvio universal, recobrindo de água toda a face da terra, é impossível; desequilibraria o universo inteiro. — Mas a Bíblia não o professa. Quando o Gênesis diz que "morreu toda carne (Gn 6,13; 7,4.22. . .) e "a terra toda ficou recoberta" (Gn 7,18-20), tem em vista apenas o ambiente que era o cenário da história da salvação. Aliás, o Gênesis, a partir de 4,1, só narra os feitos dos setitas e cainitas; embora refira que Adão gerou filhos e filhas (Gn 5,4), o autor sagrado não descreve a descendência e a história desses outros seres humanos; é, pois, no quadro da história dos cainitas e setitas que o autor coloca o dilúvio, sem querer envolver os demais homens na catástrofe. A Escritura Sagrada tenciona relatar não simplesmente história, mas história religiosa; por isto o gênero humano, para o hagiógrafo, reduzia-se aos indivíduos portadores dos valores religiosos da humanidade. De resto, os semitas usavam freqüentemente as locuções "todos os homens" e "a terra inteira" em sentido hiperbólico; ver Gn 41,54.57; Dt 2,25; 2Cr 20,29; 1 Rs 10,23; At 2,5.

 

Ulteriores explicações se encontram em nosso Curso Bíblico por Correspondência, Módulo 45.

 

3) "Na batalha de Jericó o exército judeu não podia fazer que o Sol parasse, pois ele já está parado em relação à Terra. Seria necessário que a Terra parasse, e, se isso acontecesse, a freada destruiria o planeta".

 

Mais uma vez, Spong dá testemunho de ler a Bíblia de maneira superficial, sem recorrer aos critérios literários e exegéticos que todo bom estudioso deve aplicar. Vejamos:

 

É no texto de Js 10,7-15 que se encontra a famosa passagem relativa ao "estacionamento do Sol". Ora uma leitura mais atenta dessa seção verifica que o texto está redigido parte em prosa (10,7-11), parte em poesia (7,12-13a) e prosa (7,13b-15). A primeira parte (10,7-11) narra uma batalha de Josué contra os amorreus, batalha que Josué venceu mediante a espada e uma tempestade de granizo; após o versículo 11, poder-se-ia passar diretamente para o v.15, como se vê a seguir: "v.11 Foram mais os que morreram pelo granizo do que pela espada dos filhos de Israel. . . v.15 Voltou Josué e, com ele, todo Israel, ao acampamento de Guilgal".

Os vv.12-14 são, portanto, um enxerto. Este cita o Livro do Justo (coletânea poética de façanhas dos heróis de Israel; cf. 2Sm 1,18); esta obra refere em poesia a prece de Josué:

"Sol, detém-te em Gabaon, E tu, Lua, no vale de Ajalon!"

Entendamos esta linguagem poética como os antigos a entendiam: supunha a Terra como mesa plana, sobre a qual haveria o firmamento ou uma abóbada; na superfície desta o Sol desusaria durante o dia (como parece aos olhos do observador desprevenido); quando, porém, há mau tempo, o Sol parecia aos antigos deter-se numa guarida colocada sobre o firmamento; o Sol parava. . . ; havia luz, mas não se via o Sol, porque a luz era tida como independente do Sol, tendo sua fonte própria. Por conseguinte, quando Josué pede que o Sol pare, não pede senão a tempestade de granizo que o ajudou a desbaratar o inimigo. A referência ao estacionamento da Lua é mera modalidade do estilo poético semita, que pede o paralelismo dos versos ("Sol, pára! Lua, detém-te!"). O interpolador cita a fonte donde tirou o trecho poético (v.13) e acrescenta seu comentário pessoal: "Nunca houve dia semelhante, nem antes nem depois, quando Javé obedeceu à voz de um homem. É que Javé combatia por Israel" (v.14). Assim termina o enxerto, e passa-se à conclusão: "Voltou Josué. . . ao acampamento de Guilgal".

Vê-se, pois, que o texto de Js 10,7-15 de modo nenhum sugere o estacionamento real do Sol ou da Lua, mas apenas menciona uma tempestade de granizo, que, em linguagem poética, implica a parada do Sol. Assim o estudo dos gêneros literários da Bíblia (prosa, poesia) permite dissipar um problema que fez correr rios de tinta e que o pastor Spong levanta mais uma vez sem razão ou desconhecendo a atual exegese do texto bíblico.

Verdade é que durante séculos os versículos 12-14 foram entendidos ao pé da letra, como se fossem prosa. Os estudiosos tentavam explicar o "fenômeno", procurando assinalar um portento que lhe correspondesse (chuva de meteoros, refração dos raios do Sol, estacionamento da Terra. ..), mas em vão. Antes de se pensar em qualquer explicação de texto bíblico, é necessário investigar o respectivo gênero literário, pois a prosa e a poesia têm suas leis de redação e interpretação próprias: a prosa é chã, lisa, literal, ao passo que a poesia é figurada, alegórica, reticente.. . (1)

4) "No Velho Testamento Moisés fala duas linguagens diferentes. Numa é um universalista, noutra um nacionalista. Pode-se suspeitar que o personagem bíblico seja resultado da fusão de duas pessoas: um líder egípcio (Moisés é uma palavra egípcia) e um guerreiro judeu".

(1) Ver "Ainda o Milagre do Sol" à p. 283 deste fascículo.

 

De novo a atenção às conclusões dos biblistas modernos desfaz o problema levantado. Com efeito; sabe-se hoje que a Lei (Torah) atribuída a Moisés tem seu núcleo fundamental em Moisés (século XIII a.C), mas foi sendo desenvolvida e esmiuçada por mãos diversas no decorrer de oito séculos (até o século V a.C. sob Esdras); a Lei tem que acompanhar a história e atender a situações novas que um povo vai conhecendo através dos tempos. Por isto não é de estranhar que nos cinco livros (Gênesis, Êxodo, Levítico. Números, Deuteronômio) da Torah "de Moisés" haja enfoques diversos, ora mais universalistas, ora mais nacionalistas. O nome Moisés é realmente de origem egípcia; a raiz M S entra também nos nomes dos faraós RaMSés e TutMoSes. Isto se compreende bem, pois Moisés foi educado na corte do Egito; cf. Ex 2,5-10. Moisés tinha, pois, o sangue e a religião de Israel, e traços culturais do Egito - o que não invalida a sua obra nem a Torah que lhe é atribuída. O povo de Israel, em certas fases de sua história, viu-se mais obrigado a afirmar sua identidade ou seus caracteres nacionais, ao passo que em outras se sentiu incitado a propor o seu universalismo ou a sua missão destinada à salvação de todos os homens.

5) "Na história de Sodoma e Gomorra, Deus mandou mensageiros à cidade para ver o que estava acontecendo. Ele não é onisciente?"

 

- A Bíblia, em Gn 18,20-22, usa um antropomorfismo, assemelhando Deus a um chefe guerreiro. . . Não são raros os antropomorfismos bíblicos, que apresentam Deus com mãos, boca, braços, pés, rosto. . . Não devem ser tomados ao pé da letra. O leitor, por pouco iniciado que seja, deve saber dar sentido figurado a esses antropomorfismos. A Bíblia mesma professa que Deus não é como o homem:

"Deus não é homem, para que minta, nem filho de Adão, para que se retrate. Por acaso Ele diz e não faz, fala e não realiza?"  (Nm 23,19)

"O egípcio é homem, e não Deus, os seus cavalos são carne e não espírito". (Is 31,3)

6) "Em aramaico as palavras camelo e corda são muito parecidas. É bem provável que Jesus tenha dito que 'é mais fácil uma corda passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no reino dos céus'".

 

-    A propósito veja-se o artigo deste fascículo às pp. 261-265.

7) "São Lucas diz que o romano Pôncio Pilatos queria salvar Jesus. Segundo ele, foram os soldados de Herodes, e não os romanos, que maltrataram Cristo. Lucas é o único a falar em 'Dai a César o que é de César'. É esse apóstolo que diz que o reino de Cristo não é coisa deste mundo. Ele estava buscando o reconhecimento do cristianismo pelos romanos".

— Nestas afirmativas há três erros, que supõem uma pessoa pouco familiarizada com os Evangelhos, mas ousadamente crítica. Com efeito.

a)  Lucas não é o único a transmitir-nos a máxima: "Dai a César o que é de César". Vejam-se Mc 12,17; Mt 22,21.

b)  Lucas não diz que "o reino de Cristo não é coisa deste mundo". É João — e somente João - quem põe nos lábios de Jesus estas palavras: "Meu reino não é deste mundo" (Jo 19,36).

c)  Lucas não foi apóstolo, um dos doze, mas foi evangelista, chamado ao Evangelho na Síria (Antioquia) depois da Ascensão do Senhor.

De resto, Lucas não é o único Evangelista que nos diz que Pilatos queria salvar Jesus. . . O mesmo se nota também no texto de Mateus; este evangelista refere os seguintes dizeres de Pilatos aos judeus: "Estou inocente desse sangue. A responsabilidade é vossa" (Mt 26,24); também narra que a esposa de Pilatos mandou dizer ao marido: "Não te envolvas com esse justo, pois muito sofri hoje em sonho por causa dele" (Mt 26,19).

Donde se vê que a conclusão de Spong carece de valor, porque fundamentada em premissas falsas ou improcedentes.

8) Jesus ascendeu ao céu e sentou-se â mão direita de Deus. Se ele tivesse ascendido com a velocidade da luz, ainda não teria chegado â fronteira da nossa galáxia. Na era espacial, quem fizer isso, entrará em órbita, não no céu".

Estas frases sugerem a pergunta: Spong as escreveu convictamente ou por brincadeira? Parece incrível que um "bispo" anglicano acredite que o céu "está lá em cima". Quando a Escritura diz que Jesus se elevou ou foi elevado aos céus (cf. At 1,2; Lc 24,51), usa linguagem figurada, que os cristãos entendem como tal e não ao pé da letra, o texto sagrado quer apenas dizer que Jesus desapareceu aos olhos dos Apóstolos em linha vertical. . . e mais nada; não há como montar uma "topografia do além"; as referências bíblicas à vida futura têm um expressionismo geográfico rudimentar, que não pretende definir espaços póstumos. A fé ensina que a santíssima humanidade de Cristo foi exaltada e glorificada após o término da sua missão na terra; Jesus, como nosso Sumo Sacerdote, continua a exercer a sua obra redentora através dos sacramentos, que o tornam presente entre nós. Mas não se pode definir um habitat espacial para Cristo e os justos glorificados no além.

 

9) Quanto ao pretenso homossexualismo de São Paulo, não é difícil refutar a hipótese. Em Rm 1,26s, o Apóstolo apresenta o homossexualismo como vício dos pagãos, assim punidos por terem caído na idolatria. Em 1 Cor 6,9s São Paulo diz que os impudicos, os efeminados e os sodomitas não herdarão o Reino de Deus. Em 1Tm 1,10 menciona os impudicos e pederastas como transgressores da Lei. Tais palavras não se entenderiam se o próprio Apóstolo fosse vítima de tais aberrações. São Paulo foi, sim, celibatário, abraçou a vida una ou indivisa por amor ao Reino dos céus e não porque não se pudesse casar. Em 1Cor 7,25-35 expõe as razões que recomendam o celibato e a virgindade, mostrando que a irrupção do Eterno no tempo solicita do cristão a máxima disponibilidade para atender aos interesses do Reino. Fica, pois, óbvio que a argumentação de Spong carece de todo valor exegético e científico, não merecendo, por isto, ser levada a sério. Diante de um caso como este, o cristão mais uma vez toma consciência de que há de ler o noticiário religioso nas nossas revistas profanas com olhar crítico, a fim de não ser levado pela onda do sensacionalismo, que sacrifica a verdade a interesses espúrios.

 

Dom Estêvão Bettencourt


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