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PERGUNTE E RESPONDEREMOS 537/Março 2007

Conversões e Testemunhos

 

Relato de conversão:

 

"MINHA ODISSEIA DO EVANGELISMO AO CATOLICISMO"

Dave Armstrong

 

Via internet recebemos o relato de Dave Armstrong concernente à sua conversão do protestantismo ao Catolicismo. O texto, um tanto longo, será abaixo apresentado resumidamente. O que, nesses casos de conversão, mais importa é contemplar a ação do Espírito Santo no coração do convertido, que sempre encontra grandes obstáculos.

Escreve D. Armstrong: "Fui recebido na Igreja católica em fevereiro de 1991 pelo Pe. John Hardon SJ, fato este que um ano antes me pareceria totalmente inconcebível".

E quais foram as peripécias do itinerário?

Dave Armstrong nasceu de família metodista, e freqüentava a respectiva igreja, notava, porém, o declínio do público jovem, fazendo que a média da idade dos fiéis fosse de cinqüenta anos. - Em 1968 a igreja em foco encerrou suas atividades e Armstrong deixou de ir ao culto, conservando apenas sua fé em Deus.

Em 1969 entrou em contato com grupos que praticavam um ocultismo um pouco vago ligado a fenômenos parapsicológicos; percepção extra-sensorial, telepatia, projeção astral...

Na década de 1970 o jovem, influenciado por um irmão mais velho, passou a freqüentar a Igreja luterana, mas guardava sempre reservas frente a Religião por razões de orgulho e rebelião, como ele mesmo diz.

Em 1979 passou por uma crise de depressão que durou seis meses e que lhe deu a pensar em Deus como único Benfeitor no caso. Armstrong vê nisto um apelo da Providência Divina para que abandonasse sua soberba. Por ocasião da Páscoa desse ano, assistiu ao filme Jesus de Nazaré de Franco Zeffirelli, que muito o impressionou, fazendo-lhe considerar a imagem de Jesus com mais esperança. Este despertar da fé, porém, foi efêmero, pois Dave recaiu na tibieza por três anos até agosto de 1980.

Em 1980 começou a conhecer o Catolicismo por influência de amigos. Nunca fora publicamente anticatólico, mas considerava o Catolicismo uma religião exótica, austera e desnecessariamente ritualista.

Passou a fazer parte dos resgatadores ou dos cristãos que tentavam dissuadir do aborto as mulheres prestes a abortar. Conheceu então nesse ambiente muitos colegas católicos. Admirava sua piedade e seu zelo. Todavia esse entusiasmo esmoreceu em breve e Armstrong recaiu no indiferentismo teológico.

Em 1990 deu origem a um grupo de discussão ecumênica e pôs-se a ler famosos teólogos. Ajudaram-no nessa fase três amigos católicos. No estudo do Catolicismo, encontrou dificuldades no tocante à infalibilidade papal, dificuldades que se foram dissipando em conversas com os amigos católicos. Fez-lhe muito bem a leitura de "O espírito do Catolicismo" de Karl Adam, "um livro quase perfeito sobre o Catolicismo... Eu estava profundamente impressionado por verificar que o Catolicismo havia sido bem pensado; parecia-me um maravilhoso e complexo sistema de crenças consistente, incomparável com qualquer produção do evangelicalismo".

A essa altura dos acontecimentos, teve de enfrentar a questão dos anticoncepcionais. Acabou convencendo-se de que a prática dos anticoncepcionais não está longe da prática do aborto e deu razão à Igreja Católica.

Impressionou-se também muito com a leitura do livro "Ensaio sobre o Desenvolvimento da Doutrina Católica" do Cardeal John Newman, convertido do Anglicanismo, que lhe mostrou a homogeneidade do pensamento católico, a ele que julgava ser o protestantismo a forma primitiva e pura do Cristianismo corrompida pelo Catolicismo. Mantinha longas conversas com seus amigos católicos, que lhe foram dissipando as dúvidas. Nesse ínterim conheceu um irmão protestante - Al Kresta - que se achava nas mesmas condições que Armstrong, pensando em tornar-se católico; compartilharam suas aspirações.

Finalmente Armstrong foi apresentado ao Pe. John Hardon, que acabou de ilustrar sua mente, removendo obstáculos doutrinais para que pudesse dar o passo final. Recebeu-o na Igreja Católica em fevereiro de 1991. Escreve Armstrong:

"Nos três anos que se seguiram à minha conversão ocorreram fatos impressionantes. Com efeito; quatro pessoas voltaram à Igreja de sua infância e três, inclusive eu nos firmamos no Catolicismo após muito o ter estudado. Converteu-se também meu antigo pastor protestante. O amigo Al e sua esposa Calle, outro casal muito amigo; ainda outros casais, companheiros de estudos se tornaram católicos. Dois outros amigos estão pensando seriamente no Catolicismo. Não será necessário dizer que muitos de nossos companheiros protestantes se opuseram à nossa decisão; um deles me chamou blasfemo porque eu acreditava que fora da Bíblia havia mais do que um suplemento secundário dito 'Tradição oral'. Outro amigo, pastor batista, me disse que, embora eu tivesse cometido um erro, eu estou salvo em virtude da fé que ele tinha na certeza da salvação.

Na verdade, muitos ignoram o nosso Catolicismo por completo. Na medida em que crescemos em nossa fé católica, alegramo-nos pelas graças recebidas, graças que nos são dadas no Corpo de Cristo plenamente manifestado na Igreja Católica. Nela sinto-me em casa, tanto quanto podia esperar sentir neste pedaço do céu".

 

À guisa de complemento, observamos mais uma vez o importante papel que, na conversão de Armstrong, tocou aos amigos católicos. Muitos dos não católicos julgam o Catolicismo, antes do mais, pela boa ou má conduta dos católicos. Ninguém vive para si só; estamos envolvidos numa rede de solidariedade, que torna cada um de nós responsável pelo progresso espiritual dos irmãos: salvamo-nos em comunidade. Ministério nobilíssimo e aterrador que Cristo confiou a cada um de nós, mas que procuramos desempenhar com a graça do Salvador.

Reconhece, ó cristão, a tua dignidade e a tua responsabilidade!

 

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