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Ser psicossomático:

 

O SIMBOLISMO NA LITURGIA

 

Em síntese: O ser humano é psicossomático, de tal modo que "nada há no intelecto que não tenha passado pelos sentidos" (Aristóteles). A Liturgia deve ser a expressão desta realidade, desenvolvendo a linguagem dos símbolos para tornar visível o Invisível. Seja celebrada com estética simples (sem teatralidade), pois a beleza vem de Deus e faz voltar a Deus.

*   *   *

Registra-se entre os fiéis católicos uma certa insatisfação no tocante à celebração da Liturgia. O desejo de a tornar participada e compreensível tem levado a uma certa banalização do sagrado. Este pode tornar-se um interessante folclore, mas perde quase totalmente a sua nota essencial que é o elevar as mentes a Deus ou fazer passar do visível ao Invisível. Daí a importância de recordar certos princípios básicos que devem animar as celebrações da S. Liturgia.

1. O ser humano é psicossomático

O ser humano não é anjo, que dispensa a corporeidade, ele precisa de captar noções através dos sentidos corpóreos e exprime-se mediante sinais sensíveis. Já Aristóteles (f 322 a.C.) dizia: "Nada há no intelecto que não tenha passado pelos sentidos". Para raciocinar acertadamente, precisamos de olhar, ouvir, apalpar... Isto é particularmente verídico quando se trata de Liturgia: ela consta de palavras, gestos, objetos que devem levar as mentes a passar do visível ao invisível. O Concílio do Vaticano II muito contribuiu para valorizar a Palavra nas celebrações litúrgicas; todavia é preciso lembrar que a Liturgia não é simplesmente uma catequese (não é uma Teologia ou um lógos a respeito de Deus); é uma urgia ou um érgon, uma ação sagrada; é, sim, a perpetuação da obra redentora de Cristo mediante palavras, gestos e objetos simbólicos.

O recurso aos símbolos religiosos é espontâneo ao ser humano, independentemente do seu Credo; há palavras sagradas, cantos sacros, objetos consagrados, refeições rituais, festas religiosas... Tenha-se em vista o sábado judaico, com seus ritos, suas preces... que tornam o judeu mais consciente da sua pertença a um povo escolhido. Na Liturgia católica, diz o Concílio do Vaticano II, "os sinais sensíveis significam e realizam a santificação do homem e a glorificação de Deus" (Sacrosanctum Concilium n° 7).

Para os cristãos, o sinal que realiza o que assinala, é, por excelência, o Cristo Jesus, a Palavra feita carne é contemplada, apalpada pelos Apóstolos, como diz São João em Uo 1, 1-4. Tal Palavra é o SIM mais concreto de Deus aos homens e também o Sim dos homens a Deus, como escreve São Paulo:

"Todas as promessas de Deus encontraram nele o seu Sim; por isto é que por Ele dizemos AMÉM a Deus para a glória de Deus" (2Cor 1, 20).

Aliás Cristo mesmo, em sua vida mortal, utilizou copiosamente a linguagem dos símbolos, que constava não só de palavras, mas também de ações, toque de mãos, olhares, sinais portentosos...

Disto tudo se conclui que a Liturgia há de ser celebrada de maneira significativa, que redunde em estética não teatral, mas eloqüente em sua simplicidade. As convicções de quem celebra hão de transparecer através dos sinais utilizados.

2. O Belo vem de Deus e leva a Deus

A Beleza é algo de complexo: é proporção, harmonia e ordem. Platão define-a como "o esplendor da verdade" e Sto. Agostinho como "o esplendor da ordem". Por conseguinte ordem, proporção e harmonia são predicados das pessoas e das coisas que chamamos "belas". Os gregos estavam tão convictos disto que associavam entre si os termos "bem" e "belo"; o comportamento moralmente bom seria também belo: kalón kai agathón.

Pode-se dizer que todo Belo participa da Beleza de Deus e a comunica silenciosamente, aproximando-nos de Deus que é sua Fonte. Sim; o Belo faz voltar a Deus; atentamente contemplado, ele desperta no ser humano o louvor a Deus, Autor e Modelo de toda beleza. O autor do livro da Sabedoria refere-se aos gregos pagãos nos seguintes termos:

"Sim, naturalmente vãos foram todos os homens...

que, partindo dos bens visíveis, não foram capazes de reconhecer Aquele que é, nem, considerando as obras, puderam reconhecer o Artífice. Mas foi o fogo, o vento, o ar sutil, a abóbada estrelada, a água impetuosa, os luzeiros do céu, que eles consideraram como deuses, regentes do mundo!

Se, fascinados por sua beleza, os tomaram por deuses, aprendam quanto lhes é superior o Senhor dessas coisas, pois foi a própria Fonte da Beleza que as criou.

E, se os assombrou sua força e atividade, calculem quanto mais poderoso é Aquele que as fez pois a grandeza e a beleza das criaturas fazem, por analogia, contemplar seu Autor... Vivendo no meio de suas obras, exploram-nas, mas sua aparência os subjuga, tanto é belo aquilo que vêem" (Sb 13, 1-7)

Voltando ao plano cristão, pode-se dizer que a Estética, com suas expressões e seu simbolismo, abre os olhos da mente para os valores espirituais: um ícone, um quadro, um recinto harmonioso e bem arrumado, o porte comedido de alguém podem ser uma porta que facilita o acesso ao Transcendental e ao Infinito, que não podem ser expressos com outra linguagem a não ser a das imagens.

Em conseqüência verifica-se que a Liturgia há de ser celebrada com ordem, harmonia e proporção, ou seja, com Beleza apta a elevaras mentes até a Beleza Infinita que é Deus.

3. Aplicações concretas

Distinguiremos objetos e pessoas.

3.1. Objetos sacros

Escreve o Pe. José Aldazabal em "Gestos e Símbolos" ([1]), p. 297:

"Todos ‘os objetos destinados ao culto sagrado’ devem ser ‘dignos, decorosos e belos, sinais e símbolos das realidades celestiais... e sirvam para o esplendor do culto com dignidade e beleza’ (SC 122). Não é necessário que sejam chamativos e luxuosos; pede-se apenas que sejam dignos e belos, e que neles se ‘busque mais uma nobre beleza do que mera suntuosidade’ (SC 124).

É muito pedir que haja estética, ou seja, verdade e decoro, em nossa celebração? O próprio Missal pede que os vasos sagrados sejam 'de materiais sólidos, que sejam considerados nobres segundo a avaliação comum em cada região' (IGMR 290), 'que as vestes e as toalhas se distingam por sua limpeza e dignidade, recordando que é mais decoroso que a beleza e a nobreza de cada vestimenta se busque não na abundância dos adornos acrescentados, mas no material que se emprega e em seu corte'" (IGMR 306).

A introdução ao novo Lecionário da Missa (OLM) insiste em pedir esse sentido da estética em torno da proclamação da Palavra de Deus: que o púlpito seja 'um lugar elevado, fixo, dotado da adequada disposição e nobreza, de modo que corresponda à dignidade da Palavra de Deus' (OLM), que haja 'proporção e harmonia entre o púlpito e o altar' (OLM 32), 'que o púlpito esteja sobriamente adornado de acordo com sua estrutura, de modo estável e ocasional, ao menos nos dias mais solenes' (OLM 33), que os livros que contêm as leituras da Palavra de Deus... sejam realmente dignos, decorosos e belos' (OLM 35), sobretudo o livro dos evangelhos, que em tempos passados 'era adornado e era objeto de uma veneração superior à dos demais lecionários... lindamente adornado'(OLM 36)".

Entre os acessórios da S. Liturgia merecem especial atenção as flores.

3.2. As flores

"Um dos elementos que podem ser considerados representativos de nosso sentido da estética em torno da celebração, são as flores.

Todos entendem a linguagem das flores.

Um autor (Rimaud) conta a respeito de um grupo de jovens que celebravam a Eucaristia ao ar livre, na África, sobre uma grande pedra que fazia as vezes de altar. Um pastorzinho os contemplou por longo tempo, e a seguir, silenciosamente, aproximou-se deles e colocou uma flor, que acabava de colher no campo, sobre a pedra do altar, junto ao pão e o vinho, e retirou-se. Os jovens ficaram contemplando em silêncio o sentido de um gesto: uma flor que com sua beleza e seu perfume queria somar-se expressivamente à fé de um grupo e à consciência do encontro com o Dom de Deus... A beleza de uma criatura somava-se à homenagem a seu Criador". Ver obra citada pp. 298.

"A simplicidade e a pobreza não estão necessariamente em desacordo com a harmonia, a limpeza e dignidade de tudo o que concerne a nossa celebração. A busca da simplicidade seria empobrecedora se não se conjugasse com a estética, ou seja, com a qualidade das imagens e das roupas, a eficácia da iluminação e do sistema de alto-falantes e o bom gosto na decoração do ambiente. Tudo isso não é sinônimo de luxo ou de ostentação. A estética, no culto como em nossa vida social, é simplesmente bom gosto e apreço pelas pessoas e pelo que fazemos" (ob. cit., p. 299).

3.3. As posturas do corpo

O corpo humano também reza; por ele se exprimem os sentimentos que enchem a alma do orante. Já na vida profana verifica-se que não é indiferente que alguém realize uma ação importante permanecendo descuidadamente sentado ou atentamente em pé. O mesmo se dá na Liturgia: a oração se torna mais expressiva em função do estar em pé, sentado ou ajoelhado. Daí a recomendação de uniformidade da assembléia formulada na Instrução Geral do Missal Romano n° 20:

"A postura uniforme, seguida por todos os que tomam parte na celebração, é um sinal de comunidade e unidade da assembléia, uma vez que expressa e fomenta ao mesmo tempo a unanimidade de todos os participantes". Ver obra citada p. 252

Examinemos cada uma das três possíveis posturas do corpo humano nas celebrações da Liturgia.

3.3.1. Em pé

O estar em pé é característica do ser humano (homo erectus); é o símbolo da dignidade do homem como rei da criação. O estar em pé significa: a) respeito ou reverência a alguém ou algo de muito importante; b) prontidão e disponibilidade para responder a uma mensagem.

Notemos que Jesus na sinagoga se levantou para fazer a leitura e, a seguir, se sentou para fazer a homilia (Lc 4,16). No Apocalipse aparece "uma multidão... de todas as nações... em pé diante do trono e do Cordeiro" (7, 9).

Atualmente é facultado aos fiéis receber em pé a Comunhão Eucarística, como se fazia outrora. Esta atitude é inspirada pela convicção de que a Comunhão é a participação na Páscoa ou na vitória de Cristo...

Verdade é que o estar em pé pode também exprimir orgulho e auto-suficiência, como no caso do fariseu da parábola censurado por Jesus (cf. Lc 18, 11). Isto leva a dizer que não há posturas essencialmente puras; o que importa em cada caso é assumir uma atitude interior adequada que dê o sentido próprio à postura corporal.

3.3.2. De joelhos

Esta atitude exprime adoração ou o reconhecimento da suprema soberania de Deus. Exprime também humildade e penitência; o ser humano é um pecador que precisa da misericórdia divina humildemente solicitada. Nos dias de penitência a Igreja convida os fiéis a se ajoelhar antes de certas orações.

Contemplando a grandeza do amor de Deus, escreve São Paulo: "É por Isto que dobro os joelhos diante do Pai" (Ef 3, 14).

O próprio Cristo orou de joelhos no horto das Oliveiras (Lc 22, 41).

Hoje em dia registra-se a tendência a menosprezar a oração de joelhos; existem capelas com cadeiras e almofadas na presença do Santíssimo, sem algo que facilite ou insinue a genuflexão. - Seria lamentável a perda do sentido da oração de joelhos; ela nos convida a nos sentir pequenos e pecadores... que têm fome e sede de justiça ou santidade. A Igreja em sua Liturgia conserva tal prática (tenha-se em vista a sexta-feira santa, o rito das Ordens sacras...).

3.3.3. Sentados

O estar sentado exprime concentração e meditação ou também a escuta de uma leitura ou de uma homilia.

Na Liturgia Eucarística toca à comunidade ficar sentada nos momentos abaixo mencionados pela Instrução Geral do Missal Romano:

"Permanecerão sentados durante as leituras que precedem o Evangelho, com seu salmo responsorial, durante a homilia e enquanto se faz a preparação dos dons no Ofertório; e, de acordo com a oportunidade, também ao longo do sagrado silêncio que se observa depois da Comunhão" (n°21).

A rubrica enfatiza assim a receptividade ou a escuta concentrada, a pausa para meditação e a interiorização após a S. Comunhão.

Estas ponderações sugerem ainda uma palavra sobre o silêncio.

4. O Silêncio

O silêncio é um dos símbolos menos entendidos e praticados nas assembléias de culto.

O silêncio tem seu significado como atitude de escuta e assimilação da Palavra, atitude esta donde deve brotar a palavra de resposta a Deus que falou. Tal atitude é profundamente cristã: escuta em silêncio aquele que é humilde e reconhece que não sabe tudo; reconhece que é pobre na presença de Deus. O auto-suficiente e o orgulhoso não escutam. - Sabiamente escreve J. Aldazabal (ob. cit, p. 205):

"Fala, Senhor, que teu servo escuta

A justa proporção entre palavra, canto, gesto, movimento e silêncio é fundamental para uma boa celebração.

Concretamente, saber fazer silêncio, saber escutar, dá profundidade à nossa oração. É a atitude clássica de fé do jovem Samuel: 'Fala, o teu servo escuta' (1Sm 3, 10).

Entretanto, não se pode escutar se não houver silêncio interior e se o ritmo da celebração não transmitir serenidade.

Isso requer aprendizagem, fora e dentro da celebração: saber escutar os outros, na vida diária, nos educa para escutar a Deus; o exercício de escutar a Palavra de Deus ou do presidente nos treina para saber escutar os outros fora da igreja...

Escutar, naturalmente, não é o suficiente: 'Mas sede realizadores da palavra e não apenas ouvintes' (Tg 1, 22). Porém, escutar é o caminho para a assimilação e o compromisso. Sobretudo se a equipe de animação proporciona uma escuta fácil e densa.

Um bom desejo é que se torne realidade para todos o que afirma o profeta: 'Manhã após manhã ele (o Senhor) me desperta o ouvido, para que eu escute, como os discípulos' (Is 50, 4)”.

BOAS MANEIRAS NA IGREJA

Está sendo propagado em nossas igrejas o seguinte valioso Diretório:

Assim como todo evento ou reunião tem seu traje específico, uma postura a seguir e um tipo de comportamento a adotar, a Santa Missa também é regida por regrinhas de boas maneiras que, às vezes, passam despercebidas por muitas pessoas. Em alguns casos, por ignorância do que diz respeito à liturgia, já que muitos não têm acesso a uma catequese mais profunda ou até a um estudo maior sobre o assunto. Há outros casos em que o problema está no bom senso, ou na falta dele! Que tal, então, começar a observar alguns pontos importantes?

Regra 1: como se vestir?

Parece que nem precisamos falar do tópico "roupa adequada", mas muita gente ainda peca nesse sentido. Decotes, saias curtas, shorts, barriga à mostra... Nem pensar! Você iria de terno para a praia, em pleno verão carioca? Não! Portanto, a Igreja é um lugar sagrado e a Missa é a expressão maior do amor de Deus para conosco. Vale caprichar no visual, mas não precisa colocar roupas chiques e caras... Apenas zele para que seu traje esteja comportado e que não chame a atenção. Isso vale para todo fiel da assembléia e também para os que exercem algum serviço no rito litúrgico. Lembrem-se: o que deve prender a atenção é a Palavra de Deus, e não um decote de tirar o fôlego!

Regra 2: fale só o necessário

A Liturgia da Missa é rica em leituras, canções e orações. No folheto, que é entregue para que acompanhemos os ritos, estão determinadas as horas em que cada um deve participar. Portanto, fale na hora em que a assembléia deve responder ou cantar. Não tente rezar a missa junto com o padre. Você desvia a atenção das pessoas e tira a concentração daqueles que querem prestar atenção. O momento da Homilia, quando o sacerdote traz para o nosso cotidiano os ensinamentos das leituras do dia, é de puro silêncio, de atenção total ao que está sendo dito. Conversar com a pessoa do lado só faz com que todo mundo ao seu redor fique irritado com o burburinho, sem se fixar na mensagem importante que está sendo passada e, ainda por cima, prestando atenção no seu papo.

Regra 3: senta, ajoelha, levanta

Os gestos também compõem o ritual da Santa Ceia, colaborando para que expressemos, com corpo e alma, nossa alegria de estar ali, participando do Banquete do Senhor. Assim, fique atento aos momentos em que deve se levantar, mostrando sua disposição; aos momentos em que deve estar sentado, ouvindo e refletindo sobre o que está sendo dito; aos momentos em que deve se colocar de joelhos, adorando o Senhor e se mostrando disponível a Ele.

Outro gesto muito importante na Missa é o Sinal-da-Cruz. Ele é sempre feito no início e no fim da celebração, é o sinal do cristão. Portanto, não é preciso repeti-lo quando você se dirige ao altar para colocar sua oferta ou receber a comunhão. Apenas faça uma rápida reverência, inclinando a cabeça, em sinal de respeito.

Regra 4: cuidado com a falta de respeito

Preste atenção a pequenos gestos que incomodam ou sinalizam a falta de respeito ao templo e ao mistério celebrado: a) mascar chicletes; b) usar boné ou touca; c) ficar andando durante a missa; d) distrair-se com algum objeto; e) alimentar-se no interior do templo; f) rezar o terço durante a missa; g) não desligar ou atender o celular.

Regra 5: observar é fundamental à participação

Se você tem dúvidas sobre como se comportar em determinado instante da missa, não tenha medo de perguntar. Vale sempre o bom senso e a educação. Observe os gestos dos sacerdotes, coroinhas e ministros da Eucaristia, que são preparados para a celebração e têm muito a nos ensinar. Fique atento também às palavras do comentarista que, a cada parte da Missa, explica o que está porvir e como deveremos proceder para viver melhor aquele momento.

 

Dom Estêvão Bettencourt



[1] Ed. Loyola, São Paulo 2005, 300 pp.


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