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Do que Deus tem sede?

A SEDE DE DEUS

Sinto-me alegre de, pelo segundo ano consecutivo, ter sido convidado para colaborar desenvolvendo uma reflexão nesta que é a “grande semana”. Mas ao mesmo tempo em que estamos aqui, é lamentável que, muitas pessoas, tenham perdido o sentido verdadeiro do período sagrado que vivemos nesses dias.  A Semana Santa, para muitas pessoas converteu-se em mais um feriado para “curtir”. Tal atitude revela algo que o Papa João Paulo II apontava como sendo, talvez, o grande mal da modernidade e da contemporaneidade que é viver como se Deus não existisse. Sim meus irmãos reina um indiferentismo em relação ao Senhor. Deus não é levado a sério, Deus é desprezado, como foi desprezado a dois mil anos atrás!  Queremos refletir acerca da sede que Deus sente motivada pelo desprezo que o homem imprime ao Senhor.

São João, ao narrar a Paixão, nos diz que em um dado momento, o Crucificado teve sede ao que lhe ofereceram uma esponja embebida em vinagre e que foi recusada. Pouco depois, inclinando a cabeça, Jesus, entregou o Espírito (cf. Jo 19, 28-30). Mais do que uma necessidade física, em razão dos momentos atrozes que Ele sofreu, qual seria o sentido da sede de Cristo em dimensão espiritual, teológica?

De acordo com D. Alberto Taveira (2010,p. 15) “Jesus está no alto da cruz, dando tudo, até o fim, sedento de nossa fé. Deus quis ter necessidade de nós e de nossa participação em sua vida!”. Isto é, Jesus tem sede de fé. De fato ecoa pela história o clamor de Jesus: Tenho sede de fé! Esse clamor torna-se mais evidente quando consideramos o que realmente significa ter fé. A Igreja nos ensina que Deus criou o homem e comunicou-se com ele para viver em comunhão.  A Esse convite de Deus, o homem deve responder adequadamente, e essa resposta é denominada fé (fc. CIC, 142). A questão que surge é quando o homem realmente responde de forma adequada, ou seja, quando há fé? A Igreja nos diz que mediante a “fé o homem submete completamente sua inteligência, sua vontade a Deus. Com todo o seu ser, o homem, dá seu assentimento a Deus revelador. A Sagrada Escritura denomina ‘obediência da fé’ esta resposta do homem ao Deus que revela” (CIC, 143). A fé implica, portanto, em compromisso, de entrega total, irrestrita a Deus. Esta entrega deve ser resumida em quatro dimensões: Busca, aceitação, coerência e constância (cf. TAVEIRA, 2010, p. 72).

A busca implica em desejar Deus em primeiro lugar, querer “alcançá-lo”, em tê-lo como meta absoluta. Aceitação é querer o que Ele quer, é aderir aos seus planos, mandamentos, ensinamentos. Coerência é dirigir a existência em concordância com aquilo que foi livremente aceito, requer agir de acordo com a vontade de Deus. Constância supõe a determinação de perseverar na busca, aceitando os desígnios de Deus e portando-se coerentemente com tais desígnios, implica na rejeição de uma vida hipócrita.  Desse, modo, ter fé requer desacomodar-se, em não agir em conformidade com tudo aquilo que é contrário ao Senhor. São Paulo já alertava: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos, renovando vossa maneira de pensar e julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus, a saber, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito” (Rm12,2). Quem tem fé, quem busca ser fiel, não se conforma com esse mundo e nem consigo mesmo, mas procura converter-se, pede a Deus a conversão constante e contínua.

No mundo contemporâneo reina uma “fé” desencarnada e descomprometida, uma fé falsa. Muitos são os que dizem ter fé em Deus, mas quando surge o comprometimento vivencial a fé desaparece e brota o amor egoísta a si mesmo. Chiara Lubich descobriu que a verdadeira fé amorosa a Deus passa necessariamente por aderir a Sua divina Vontade. Assim se expressa a fundadora do Movimento dos Folcolare: “Deus. Amar a Deus e, para amá-lo, fazer a sua vontade. Mas Deus e a sua vontade coincidem: caminhar na sua vontade era caminhar em Deus”(LUBICH, 1984, p. 38). Deus tem sede de nossa fé encarnada na busca de fazer sua vontade. Ninguém pode se dizer seguidor de Jesus se não houver empenho em realizar em sua vida a  vontade de Deus. Cada católico, cada um de nós deveria ser um testemunho vivo da vontade de Deus.

Deus continua sedento em virtude do deismo que domina a mentalidade do homem moderno. O deismo não nega a existência de Deus, mas nega sua presença atuante em nossa história e propaga uma atitude de descompromisso em relação a Ele. Logo, segundo a mentalidade deista, Deus criou o mundo e só. O deísmo não é um ateísmo em sentido teórico, mas converte-se em ateísmo no seu aspecto prático, pois o deísta caracteriza-se por viver sabendo que Deus existe, mas age como se não existisse. É um paradoxo ser católico e ser deista. É verdade que a atitude deista ocorre quase que de maneira inconsciente, a grande a maioria das pessoas nem notam de que estão conduzindo suas vidas de acordo com essa mentalidade. De qualquer modo não é possível viver como deísta e ser católico.

Deus esta sedento de autênticos discípulos–missionários. É vocação comum a todo católico o discipulado e missionariedade. Esse aspecto nos foi indicado pelos Bispos no V CELAM: “A Igreja deve cumprir sua missão seguindo os passos de Jesus e adotando suas atitudes”(DA, 31). O Papa Bento XVI, em sua encíclica Spe Salvi nos apresenta um belo exemplo de uma pessoa que conheceu Jesus, fez-se discípula sua e logo sentiu a necessidade de ser missionária: Santa Josefina Bakhita. Ela, aos nove anos foi raptada de sua família e viveu em condição de escravidão. Foi vendida muitas vezes como escrava, sofreu inúmeras torturas (tinha no corpo 144 cicatrizes por causa dos maus tratos). Mas deixemos que o próprio Papa nos fale: “Finalmente em 1882, foi comprada por um comerciante italiano para o cônsul Callisto Leganani, que ante a avançada dos mahdistas, voltou para Itália. Depois de ‘patrões’ totalmente diferente – no dialeto veneziano que agora havia aprendido, chamava ‘Paron’ ao Deus vivo, ao Deus de Jesus Cristo. Até então só tinha conhecido patrões que a desprezavam e maltratavam ou na melhor das hipóteses, a consideranvam uma escrava útil. Mas agora ouvia dizer que existia um ‘paron’ acima de todos ao patrões, o Senhor de todos os senhores, e que este Senhor era bom, a bondade em pessoa. Soube que este senhor também a conhecia, tinha-a criado; mais ainda, amava-a. Também ela era amada, e precisamente pelo ‘Paron’ supremo, diante do qual os outros patrões não passavam de miseráveis servos. Ela era conhecida amada, esperada.

“Mais ainda, este Patrão tinha enfrentado pessoalmente o destino de ser flagelado e agora estava à espera dela ‘à direita de Deus Pai’. Agora ela tinha ‘esperança’; já não aquela pequena esperança de encontrar patrões menos cruéis, mas a grande esperança: ‘Eu sou definitivamente amada, e, aconteça o que acontecer sou esperada por este amor. Assim a minha vida é boa’. Mediante o conhecimento desta esperança, ela estava ‘redimida’, já não se sentia escrava, mas uma livre filha de Deus. Entendia aquilo que Paulo queria dizer quando lembrava aos Efésios que, antes estavam sem esperança e sem Deus no mundo: sem esperança porque sem Deus. Por isso, quando quiseram levá-la de novo para o Sudão, Bakhita negou-se; não estava disposta a deixar-se separar novamente do seu ‘Paron’. A nove de janeiro de 1890, foi batizada e crismada e recebeu a Sagrada Comunhão das mãos do Patriarca de Veleza. A 8 de dezembro de 1896, em Verona, pronunciou os votos na Congregação das Irmãs Canossianas, e desde então, a par dos serviços da sacristia e na portaria do convento, em várias viagens pela Itália procurou, sobretudo, incitar a missão: a libertação recebida através do encontro com Deus de Jesus Cristo, sentia que devia  estendê-la, tinha de ser dada também aos outros, ao maior número possível de pessoas . A esperança, que nascera para ela e a redimira, não podia guardá-la para si ; esta esperança devia chegar a muitos,  chegar a todos” (SP, 3). Muitos de nós, católicos modernos – talvez mais modernos do que verdadeiramente católicos – somos mornos, parece não sentirmos o ardor do anúncio que inflamou a alma da santa africana. Sim, precisamos ficar atentos, já que pode muito bem se aplicar a muitos de nós a seguinte palavra do Senhor: “Conheço a tua conduta. Não és frio, nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, porque és morno, nem frio nem quente, estou para vomitar-te de minha boca” (Ap 3, 15-16). Tais palavras são carregadas de sentido simbólico. Tais palavras deveriam nos encher de um temor vigilante. Permitam caros irmãos partilhar com vocês a impressão que essas fortíssimas palavras causam em, minha alma. Imaginem a imagem do vômito! Você já imaginou ser “vomitado” por Deus? Parece que o vômito, em certo sentido, é pior do que fezes. Quando comemos algo, nosso organismo retira do alimento aquilo que é importante e o que não serve é evacuado, daí as fezes. O vômito parece ser uma rejeição completa, o organismo não suportou em si aquele alimento e o rejeitou completamente, ele não pode ser aproveitado e é vomitado. Então, ser “vomitado” por Deus significa ser totalmente rejeitado por Ele. Compreendamos bem: Não é que o Senhor queira rejeitar, é que Ele não pode aceitar uma pessoa morna, pois ela não esta em uma situação de verdadeira conversão, esta apegada ao mal, esta cheia de si e não abre espaço para Deus, nega-se a dar-se ao Senhor. Uma pessoa vomitada é uma pessoa na realidade do inferno.

Deus tem sede de nossa salvação, é Santa Catarina de Sena (2005, p. 31) – doutora da Igreja – quem nos assegura: “Com fome e sede da nossa salvação, Jesus clamava sobre o madeiro: tenho sede, como a dizer; ‘Tenho sede e desejo da vossa salvação, em medida bem maior do que esse sofrimento possa mostrar”. De acordo com Santa Catarina de Sena, o motivo de o Senhor ter querido passar pela dor sem medidas foi o amor ilimitado de Deus por nós, para que nos salvemos. A prova do amor verdadeiro é o sofrimento! Somente um sofrimento tão grande poderia refletir um amor tão profundo.

Deus tem sede de fidelidade que se encarne como obediência. Algo que merece ser lembrado é que foi por desobediência (infidelidade) que o pecado entrou no mundo. Deus havia estabelecido um princípio que deveria ser obedecido para o bem do próprio homem: “O Senhor Deus tomou o homem e o colocou no jardim de Éden, para cultivar e guardar. O Senhor Deus deu-lhe um ordem, dizendo: ‘Podes comer de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não deves comer, porque, no dia em que dele comeres, com certeza morrerás” (Gn 2, 15-17).

A fidelidade (obediência) é tão importante que Deus assumiu nossa humanidade encarnando Ele mesmo a obediência.  Podemos dizer que Jesus é a Obediência, a Fidelidade encarnada: “Ele tinha condição divina, e não considerou o ser igual a Deus como algo a se apegar ciosamente. Mas esvaziou-se a si mesmo, e assumiu a condição de servo, tomando a semelhança humana. E achado em figura de homem, humilhou-se e foi obediente até a morte de cruz! Por isso Deus o sobre exaltou grandemente e o agraciou com o Nome que é sobre todo o nome, para que ao nome de Jesus, se dobre todo o joelho dos seres celestes, dos terrestres e dos que vivem sobre a terra, e para a glória de Deus, o Pai, toda língua confesse: Jesus é o Senhor” (Fl 2, 6-11). O Senhorio de Jesus está intimamente ligado à sua obediência. Ele, o Senhor se fez nada, saiu de si, desceu ao nível mais baixo, por isso foi exaltado. Aliais é sintomático que sua exaltação ocorreu em profunda humilhação, ou seja, na cruz. Foi pela obediência humilhante da cruz que Satanás foi derrotado. De acordo com o Evangelho Segundo São João, é na profunda e obediente humilhação que Jesus é elevado e que mostra-se como aquele que atrai as pessoas para a salvação conquistada: “É agora o julgamento deste mundo, agora o príncipe deste mundo será lançado fora; e, quando eu for elevado da terra , atrairei todos a mim”(Jo 12, 31-32).

A atitude da obediência é uma atitude que deve ser assumida por todos os fiéis indistintamente, por isso: “Obedecer a Deus não é um programa abstrato ou para ocasiões raras; ao contrário, é o tecido cotidiano da existência cristã”(CANTALAMESSA, 2008, p. 39), logo, todo católico é chamado à obediência. Desse modo a fidelidade é uma vocação intrínseca ao ser católico. A grandeza do católico manifesta-se em sua fiel submissão à Cristo, ao seu Espírito, caso contrário esta escancarada a estrada da perdição, “pois, se viverdes segundo a carne morrereis, mas se, pelo Espírito, matardes o procedimento carnal, então vivereis”(Rm 8, 13).

A mentalidade moderna rejeita tal submissão, concebe-a como fraqueza, no entanto a sabedoria de Deus nos ensina que o poder esta na ausência de dominação. Isso significa que “Deus revelou-se deliberadamente, para mostrar quem Ele é, na impotência de Nazaré e do Gólgota” (RATZINGER, 2005, p.18). Lembremos que em Jesus, Deus revelou-se, em certo sentido, de modo escandaloso, desprovido de poder dominador, por isso ele não foi reconhecido. Ao contrário foi rejeitado, silenciado, morto. Porém, Ele ressuscitou!

A Voz do Ressuscitado prolonga-se na história por sua Igreja. Sim, a Igreja é a Voz do Verbo que se fez Homem, prolongada na história. Por isso não devemos estranhar que muitos, muitíssimos queiram hoje calar a Igreja. A Igreja – Corpo Místico de Cristo – é continuamente flagelada, crucificada. Mas, ela teima (santamente, pelo poder do Espírito) em ressuscitar.  A Igreja não é uma realidade somente humana, é divina, pois brotou do Coração do Senhor (cf. Jo 19, 34). Assim, a sede de Cristo é a sede da Igreja: Sede de nossa fidelidade, de nossa fé, de que desejemos nos salvar, de que vivamos de acordo com a vontade de Deus, de que sejamos autênticos discípulos-missionários .

A sede do Senhor e da Mãe Igreja permanecerá enquanto buscarmos agradar mais os homens do que a Deus. Neste dia santo em que a Igreja permanece em silenciosa expectativa da Ressurreição, peçamos ao Senhor a graça de silenciarmos definitivamente nossas hipocrisias e infidelidades, peçamos ao Senhor que faça nascer em nossos corações um profundo amor por Ele em sua Igreja e um grande ódio ao pecado. Que possamos dizer como São Paulo:“Tenho eu buscado a aprovação dos homens ou a de Deus? Acaso procuro agradar aos homens? Se ainda quisesse agradar aos homens, não seria servo de Cristo” (1Gl 1,10).  Eis um ótimo critério para se avaliar se o evangelho pregado é o evangelho de Cristo. Observemos que a Igreja de Cristo é perseguida justamente por não buscar agradar aos homens, e sim por empenhar-se em sanar a sede de seu Divino Esposo.

OBS: Síntese da pregação realizada aos membros da Comunidade Maíra em um retiro durante a Semana Santa.

Prof. Ricardino Lassadier (02/04/2010)
Fonte:
Emeth

BIBLIOGRAFIA:

-DOCUMENTO DE APARECIDA . Texto Conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino Americano e do Caribe. São Paulo: Paulus, Paulinas; Brasília: CNBB, 2007.

-CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA. São Paulo: Loyola, 2003.

-CANTALAMESSA, Raniero. O Mistério da Páscoa. Aparecida-SP: Santuário, 2008.

- BÍBLIA SAGRADA. Tradução da CNBB. São Paulo-SP: Paulinas, Paulus, Ave Maria, Salesiana, Loyola; Aparecida-SP: Santuário; Petrópolis-RJ: Vozes, 2001.

- BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Paulinas, 1985.

-CORRÊA, Taveira  Alberto. Tenho Sede (Retiro Popular 2010). São Paulo: Canção Nova, 2010.

-LUBICHI, Chiara. Que todos sejam um. São Paulo: Cidade Nova, 1984.

-SENA, Catarina. Cartas completas. São Paulo: Paulus,, 2005.

-BENTO XVI.  Carta Encíclica Spe Salvi. São Paulo: Paulinas: 2007.

-RATZINGER, Joseph (Bento XVI). O Sal da Terra:O Cristianismo e a Igreja Católica no limiar do terceiro milênio: Um diálogo com Peter Seeweald. Rio de Janeiro : Imago, 2005.

 


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