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PASTOR ABANDONA A IURD

 

Em síntese: Seguem-se partes de uma entrevista do ex-pastor João Coelho, que, decepcionado, abandonou a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). O caso se deu em Portugal com um jovem, que falou ao jornal O EXPRESSO, daquele país.

*   *   *

João Coelho, de 22 anos, é um ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, para a qual entrou aos 14. Pregador em Portugal e noutros países da Europa, foi peão para todo tipo de negócios, do tráfico de drogas ao branqueamento de capitais. Arrependido, abandonou a IURD, da qual vive hoje escondido. Eis a sua história, narrada em entrevista para o jornal português O EXPRESSO:

Foi a sua mãe que o convenceu a entrar na IURD?

Não, a minha mãe nem falava dos assuntos da Igreja à minha frente. Houve até um dia em que resolvi entrar e achei aquilo muito esquisito. Estava habituado à prática católica e de repente deparo-me com pessoas em transe, que os pastores diziam que estavam com espíritos malignos. Tudo aquilo me parecia uma fantochada. Entretanto o bispo José Carlos, que na altura ainda era o pastor titular de Coimbra, e o pastor Antônio vinham muitas vezes ter comigo e aliciavam-me para entrar para a obra, de uma maneira muito sábia...

Foi assim que o foram aliciando ou entrou mesmo por uma questão de fé?

Não teve nada a ver com fé, apercebi-me da forma como eles viviam: bons fatos, boa roupa. Tinham bons carros, boas casas. E foi isso que me começou a aliciar, queria levar uma vida com aquele padrão sem ter de estudar, coisa de que nunca gostei. Dei então o passo para entrar na Igreja, mas eu não queria entrar e ficar soldado raso, não é? Não queria ficar eternamente um membro qualquer, nem queria andar um ou dois anos à espera de ser chamado "para fazer a obra", como eles dizem.

Qual foi a etapa seguinte?

Eu tinha 14 anos e só estive 15 dias como membro. Passei logo a colaborador, que era o que me interessava para poder subir rapidamente na hierarquia. Começo a sair para a rua com panfletos e publicidade acerca da Igreja, a convidar pessoas para irem à igreja. O colaborador veste-se como o obreiro: sapatos pretos, calça azul, camisa branca e gravata azul. O que difere é só o cartão, e existe uma separação espiritual para o obreiro e para o colaborador. Colaborador é uma pessoa que se está a preparar para a obra de Deus, mas ainda não tem o batismo com o Espírito. Como colaborador, saía à noite, à sexta-feira à noite, para ir queimar os pedidos do povo na Praia da Figueira, onde se fazia uma fogueira. Abria-se um buraco na areia e colocavam-se lá os pedidos dos crentes. Levava-se também gasolina, imagens de Fátima, da Rainha Santa, e deitava-se fogo. Depois os obreiros e os colaboradores juntavam-se à volta, intercedendo pelo povo junto de Deus, por aqueles pedidos que lá estavam. Havia orações de vigília na praia e outras orações que eram feitas num monte, perto de Condeixa. Eu divertia-me imenso com aquilo, e sempre era uma forma de os meus pais me deixarem sair de casa.

Ou seja, não levava nada disso a sério?

Nem eu nem os outros, era apenas uma forma de apresentar serviço.

Nessa altura, como colaborador, já tinha a idéia da mistificação que isso significava?

Sim. Como colaborador, a primeira coisa errada que vi foi em relação à distribuição pelo povo do óleo santo que eles dizem vir de Israel. O que se passa é que, tempos antes, eles pedem às pessoas para trazerem azeite de casa, o qual é despejado em alguidares. E nós - eu participei nisso -, com seringas, enchíamos pequenos frascos com esse azeite. Depois, os frascos são limpos, colocados em bandejas e distribuídos às pessoas como óleo de Jerusalém, o óleo usado no tempo de Jesus. Esse foi dos meus primeiros trabalhos na igreja e era com esse óleo que eu ungia na casa de banho os homens que tinham algumas enfermidades.

E esses tratamentos tinham algum efeito terapêutico nos doentes?

Nunca vi, enquanto estive na igreja, um paralítico sair de lá a andar ou um pobre sair de lá rico. Pelo contrário, vi muita gente entrar na igreja com dinheiro e sair de lá arruinada.

Foi aliás o caso da sua mãe!

Sim, mas eu apercebi-me disso mais tarde. Quando a minha mãe vai para Leiria, é quando a "boutique" dela vai à falência, porque tudo o que a loja dava lá para o dízimo da Igreja. Ela dava tudo o que ganhava -e havia dias em que a minha mãe fazia caixas de 100, 150 contos. De um momento para o outro, as coisas começam a ir por água abaixo; eu via que as coisas eram vendidas, mas não estava preocupado, não sabia a gravidade da situação.

E a sua mãe continuava a não pôr em causa a Igreja, nem a atribuir-lhe qualquer responsabilidade pelo seu caos financeiro?

Uma das coisas que eu aprendi, já como auxiliar de pastor, foi a intimidar através de uma palavra da "Bíblia", de forma a poder usufruir dessa palavra. Nas reuniões de sábado de manhã, que se destinam a orar pela vida financeira da pessoa, eu tinha que agarrar na "Bíblia" e preparar uma pregação que falasse na vida financeira, e incentivava as pessoas a fazer votos com Deus, ou seja, a darem dinheiro. Quanto maior fosse o voto, maior seria a bênção da pessoa. Por exemplo, a pessoa podia ter 10 contos até ao final do mês, mas se desse esses 10 contos isso era uma prova de que fazia votos com Deus, que Deus abençoá-la-ia e nunca deixaria que ela passasse por dificuldades. Digamos que eu fiz com muitas pessoas aquilo que eles fizeram com minha mãe.

O seu discurso é mais profissional do que espiritual?

Eu queria ser um bom profissional, para subir rapidamente na hierarquia. O meu objetivo era que as minhas reuniões crescessem e que a oferta (as dádivas) fosse boa.

Entretanto, dão-lhe novas funções...

Sim. O pastor Carlos Roberto, de Faro, está com um problema: não tem ninguém que toque piano. Precisava de um auxiliar de pastor que exercesse também as funções de pianista. Chego a Faro, e foi-me entregue de imediato a reunião de sábado, que tinha 60 pessoas. Os primeiros dias não foram difíceis, tínhamos uma camarata onde vivíamos quatro auxiliares. Cumpria horários noturnos, fechava a igreja. Começava às 9 da manhã e acabava por volta das 11 horas da noite; tinha que estar sempre a viver ali, em torno da igreja, a cuidar de tudo na mesa de atendimento, a fazer as reuniões, a tocar piano...

Tem idéia de quanto faturava a igreja?

A igreja de Faro faturava, todas as semanas, cerca de 3000 contos, isto sem contar os fins-de-semana. No primeiro fim-de-semana de cada mês, que era o fim-de-semana do dízimo, faturava muito mais. A de Tavira, que tinha aberto havia pouco tempo, faturava na ordem dos 500/ 600 contos por semana. Na totalidade das igrejas do país, eram cerca de 200.000 contos por semana. Eram 70 igrejas. Desde igrejas com cerca de mil pessoas, como a do Império, até igrejas com cerca de 40, como a de Tavira, outras com 600, como a de Faro, com 400, como as de Portimão ou Leiria...

Diz-se que os pastores por vezes não resistiam e deitavam a mão ao dinheiro das ofertas.

A primeira vez que mexi em dinheiro da oferta foi na "Campanha de Albufeira".

Era uma prática comum entre os pastores?

Sim. Se o pastor chega a meio do mês e não tem dinheiro (eu, por exemplo, ganhava apenas cinquenta e tal contos), recorre às ofertas, sempre de forma a não defraudar os objetivos estabelecidos para aquela semana.

Além de toda a sua ambição - tinha 15 anos, era um adolescente -, a sua vida circunscrevia-se à igreja ou furava os esquemas?

Quando estive em Faro, cumpria o meu serviço como pastor da igreja durante as horas normais, mas, quando a igreja fechava, levava a vida de qualquer jovem. À noite ia para a praia divertir-me, com os meus colegas auxiliares que lá estavam. No caso de o pastor dar por falta de nós na igreja, dizíamos que íamos orar para a praia. íamos para o Hotel Faro tentar conhecer estrangeiras, travar conhecimento com raparigas... e o objetivo não era levá-las para a igreja (risos)...

Apesar de pecado...

A igreja ensinava que não se podia ter relações sexuais antes do casamento, que era pecado aos olhos de Deus. Mas quando eu saía da igreja para fora, nunca estava com esse tipo de ensinamentos. Para os pastores era uma imposição não praticar sexo antes do casamento, mas alguns auxiliares, como eu, não seguiam esse conselho. Eu não deixava de ser pastor durante o dia, mas à noite tinha a minha vida privada, da qual fazia o que bem me apetecia. Tive muitas conversas acerca dessa situação, principalmente com auxiliares em quem tinha confiança e com quem me dava bastante bem, como o Carlos. Trocávamos impressões acerca das nossas experiências sexuais, que tínhamos fora da hora de serviço da igreja. Foi uma boa fase da minha juventude. Posso dizer, como o ditado, que aconselhava as pessoas a fazerem o que eu dizia, mas a não praticarem o que eu praticava.

E é também então, segundo diz, que entra no mundo do crime...

Passo a receber diariamente telefonemas do bispo João Luís, o responsável máximo na Europa pelo trabalho da IURD. Um dia recebo ordens para me deslocar à França com a maior urgência, para me encontrar com o pastor Ricardo. Encontro-me com ele em França e ele dáme um panorama negro da situação econômica da igreja. Diz que a situação na Europa está muito fraca, que as ofertas não conseguem manter as despesas da igreja e que a igreja tem que optar, por vezes, por outras vias, de forma a que a palavra de Deus nunca deixe de ser pregada. A via eram negócios ilícitos que iam aparecendo, nos quais não nos envolvíamos diretamente. Ou seja, a igreja investia pura e simplesmente capital, de forma a reavê-lo - mais o lucro - sem ser implicada em nada e subsistindo assim enquanto não o conseguisse fazer apenas com os dízimos e as ofertas.

E que tipo de crimes eram esses?

Falsificação de moeda, tráfico de armas, tráfico de diamantes, lavagem de dinheiro, prostituição.

Como era possível a IURD envolver-se nesses negócios sem se implicar neles diretamente?

Ao longo do tempo fui vendo que as coisas não eram bem assim. A Igreja comprometia-se realmente em diversos crimes, como falsificação de moeda, tráfico de armas, tráfico de droga, exploração de prostituição, branqueamento de capitais. Depois, os lucros eram escoados através de empresas "off-shore" que são propriedade da Igreja.

Tem provas do que diz? Alguma vez se envolveu diretamente nalgum desses negócios?

O meu primeiro trabalho nesse campo foi a aplicação de uma verba de 10 milhões de dólares em armas, para receber um livro de 25 milhões de dólares, juntamente com o capital investido. Essa situação foi-me explicada ao pequeno almoço pelo pastor Ricardo, que me disse que a Igreja conhecia um indivíduo, o Amade, que teria os conhecimentos necessários para fazer o negócio, mas que não tinha o capital para investir. Era aí que entrava a IURD, fornecendo o montante necessário, recebendo todos os lucros da transação e pagando apenas a comissão ao Amade.

Esse foi o único negócio em que participou?

Não. Mas depois disso tive um problema no joelho e, como estava ilegal na Suíça (estava lá havia mais tempo do que era permitido para uma visita de turismo), desloquei-me a Portugal para ser tratado num hospital. Fico de novo no Império uns tempos e é aí que volto a encontrar um indivíduo que já tinha estado comigo da primeira vez que eu tinha estado no Império como auxiliar de pastor. Era o João, um africano conhecido por Megão, que tinha uma larga experiência no mundo do crime. E foi com ele que tracei um plano: assaltar a própria igreja.

Antes de me falar desse golpe, gostava de saber se conheceu outros pastores com passado criminal dentro da IURD.

Havia lá muita gente cadastrada, por assaltos, por serem toxico-dependentes e também por tráfico de droga. Juntava-se lá de tudo um pouco. Eram os convertidos que supostamente tinham abandonado essa vida, mas que não se tinham esquecido de como é que as coisas se faziam. São os que deixaram isso tudo, mas que ainda sabem fazê-lo.

Voltemos ao plano de assalto à IURD.

Bom, nunca especificando que tipo de negócios eu sabia que a Igreja praticava - mas como também sabia que não era só da "Bíblia" que se falava -, não vi mal nenhum em planejar com o João roubar o Dez, o cofre do Império. Fizemos isso de uma segunda para uma terça-feira. Ele percebia daquilo e, com algumas ferramentas, arrombamos a porta. Estávamos à espera de encontrar à volta de 200.000 contos, mas havia apenas 120.000, em notas e muitas moedas. E por baixo do dinheiro havia várias embalagens de cocaína em sacos de plástico. Trouxemos apenas as notas, que dividimos irmãmente.

Ninguém deu por nada?

Nessa altura ainda não havia segurança durante a noite no Império; a segurança foi instalada precisamente depois do assalto. E nós também organizamos as coisas de forma a que parecesse um furto. Arrombamos o cadeado e as barras de ferro da porta da rua por onde saía o dinheiro que ia na tal carrinha para o Banco espírito Santo. Arrombamos a porta, arrebentamos o cadeado e as barras de ferro que a travam por dentro e deixamo-la aberta. De manhã, quando o pastor chegou, pôs a correr que o autor teria sido algum pastor dissidente. Entretanto, o dinheiro continuava dentro da igreja, nos nossos sacos de viagem.

A igreja apresentou queixa?

Não apresentaram queixa nenhuma. Como é que poderiam explicar se, sendo na altura a igreja tributária, aquilo que eles declaravam não justificava a quantia enorme de dinheiro que tinham no cofre.

Apesar de ter consciência dos crimes que atribui à IURD, não sai e até vai ganhando cada vez mais a confiança da Igreja...

Não havia razões de queixa contra mim. Em 1995, um ano antes de sair, abrem uma igreja nova na Bélgica e eu sou destacado para lá. Aí deparo-me com outra situação: a Igreja, que exigia a castidade aos pastores, também estava envolvida em negócios de prostituição. Cheguei muitas vezes a ir a uma das casas, situadas em Mercson, a norte da Antuérpia, receber os pagamentos das mãos de Sandra, a responsável pelo bordel. Porque a IURD também tinha facilidade em trazer emigrantes ilegais para a Bélgica, nomeadamente prostitutas, porque um dos seus elementos era funcionário da embaixada de França, que emitia passaportes franceses autênticos dentro da própria embaixada. Era num café perto da embaixada que eu me encontrava com ele. Entregava-lhe fotografias e os dados da pessoa e ele produzia os passaportes e colocava as pessoas dentro do sistema informativo do país. Trazia-me os passaportes e era feito o pagamento da praxe.

Nunca teve contrapartida financeira?

Embora eu tenha feito todos esses negócios da IURD, nunca tive lucros, fazia-os por amor a Deus (risos). Bom, fazia por mim, para alcançar rapidamente a confiança deles, para chegar ao meu objetivo: ser bispo.

No entanto, um ano depois abandona a Igreja, por quê?

O meu último mês na Bélgica foi terrível. Suspenderam-nos os ordenados sem qualquer justificação. Cheguei a passar fome. Era Inverno, estava um frio de rachar, e a igreja não tinha aquecimento. Arranjei uma mentira para vir a Portugal, eu não tinha necessidade de estar ali a passar por aquilo.

Claro, e no BBV tinha os 60 mil contos do assalto...

É verdade, tinha 60.000 contos à minha espera e não tinha necessidade de estar ali a passar fome. Decidi, no dia 24 de Julho de 1996, apanhar o avião para Portugal e sair da IURD.

Como é que a Igreja reage à saída de um pastor tão promissor?

A partir daí começaram as ameaças para a casa dos meus pais, que também saíram da IURD. Começaram as intimidações e as perseguições, que acabaram, recentemente, numa tentativa de homicídio. Eu sabia demais, sei demais.

Faz acusações muito graves, tem essa noção?

Sei do que estou a falar, agora a polícia que investigue.

Não se pode dizer que tivesse tido um percurso exemplar.

É verdade. Entrei para a IURD com 14 anos, fui feito pastor aos 15 e, durante quatro anos, vi muito. Não me vou desculpar com a idade, mas também não a posso esquecer. Não me lamentei, nem me fiz passar por coitadinho ao longo desta conversa. Foi assim, ponto final.

 

 

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Dom Estêvão Bettencourt


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#0•A572•C47   2011-09-15 15:09:47 - Convidado/[email protected]
Sou da Iurd Igreja Universal do Reino de Deus sou dizimista lá sim e com muita onrra vejo o trabalho da igreja bem de perto aonde Deus lá existe sim cheguei na igreja universal com a vida destruida fracassada e miserável foi os pastores e os bispos da iurd que me apresentou Jesus e o poder que ele fas a quem tem fé a´ps eu ser ofertante e dizimista na minha vida soó acontece benção sem medidas na minha vida e é claro se um pastor não é para trabalhar para Jesus e sim para a mídia e para o diabo é lançado fora e como dis a palavra do Senhor teras como fim para os mentirosos,os caluniadores ,os ......

Ler mais...  -  Responder
#0•A572•C48   2011-08-15 00:47:40 - Convidado/anonimo
rapaz esse cara eh um grnade endemoniado nuca foi pr ele foi da macumba um derrotado
desse foi pago pra denegrir a imagen da iurd nunca vi tanta besteira na minha vida oh
amigo vc atraiu uma grande maldiçao pra sua vida vc eh um verme que vai queimar no
inferno

Responder

#0•A572•C49   2011-07-06 13:29:38 - Convidado/joão paulo
este vagabundo nunca foi pastor não passa de um monte de verme , mentiroso instrumento do diabo para tentar denegrir a imagem da iurd. mente mais no fundo sabe que tudo não passa de calunia so acredita neste tipo de gene quem e igual a ele.

Responder

#0•A572•C50   2011-04-10 19:47:29 - 26/Alexandra Barbosa
Este testemunho mostra que as pessoas são muito ingênuas ao acreditarem que podem obter graças e mais graças da parte de Deus com dízimos cada vez mais orbitantes coagidos por esses pastores mercenários. Meu Deus quando isto terá fim?!

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