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CRISTO ASSUMIU TODAS AS FRAQUEZAS DO CORPO E DA ALMA HUMANA?

 

A Encarnação do Verbo aguça uma busca por definições1 antropocêntricas a respeito da HUMANIDADE2 de CRISTO, mediada numa investigação quanto os traços atinentes as suas possíveis limitações físicas e anímicas,3 sendo nestas últimas, o âmbito no qual floresce o caráter e a personalidade.

 

Será que CRISTO, o Verbo Divino, assumindo nossa humanidade, assumiu também todas as nossas fraquezas físicas?

 

Ora, a dor,4 fome,5 sede,6 debilidade física e morte são fraquezas corpóreas, posto que limitações inatas em nossa humanidade, e dúvida não há que CRISTO as suportou.

 

Mas além das fraquezas corpóreas, teria assumido também todas as fragilidades da alma humana contidas na personalidade, tais como, sofrimento, medo, fadiga, sensibilidade,7 contemplação, remorso, inteligência terrena, ciência humana limitada,8 afabilidade, sensualidade, predileção,9 ira,10 compaixão e vindicação, dentre outras?

 

Sendo Cristo Homem completo, é sim, correto afirmar que há em sua Natureza Humana, certos elementos do corpo físico, e de uma personalidade que é a imagem da sua própria alma humana, como aliás, em todo indivíduo.

 

Cristo, sendo PLENAMENTE DEUS, é também PLENAMENTE HUMANO.11

 

Pela condição de sua Humanidade, unida indivisivelmente (em hipóstase) à sua Divindade, no Verbo Encarnado, as operações sensíveis e racionais, ainda que realizadas dentro das limitações físicas e anímicas que são fraquezas naturais e típicas de todo ser humano, não lhes romperam o Equilíbrio, fragilizaram a Autoridade Suprema ou comprometeram sua Perfeição Impecável.

 

A personalidade12 é atributo dos seres humanos, da qual surge o caráter, que é movimento da razão sobre o afeto, e do intelecto sobre a sensibilidade, cujas variações acidentais fazem prevalecer virtudes ou vícios, criando diferentes características (caráter) particulares (intuite persona) entre os indivíduos.

 

Mas como definir O VERBO ENCARNADO em sua Humanidade?

 

Teria sido tímido ou extrovertido? Introspectivo ou comunicativo?13 Paciente ou impaciente?14 Teria manifestado temor ou coragem?15 Polido ou descortês?

 

E quando JESUS manifestou ausência de amabilidade,16 não seria isso prova irrefutável de falha ou vício em seu caráter humano?

 

Obviamente que não, posto que sua Humanidade, caráter e personalidade são definidos por sua PERFEIÇAO.

 

Nele, a HUMANIDADE frágil e limitada está inseparavelmente ligada à sua DIVINDADE PLENA e ilimitada.

 

Neste compasso, é o Maior que rege o menor.

 

Ensinou Santo Tomás de Aquino:

 

“Pelo fato do Filho de Deus ter assumido um corpo real em nada se lhe diminuiu a dignidade. Por isso diz Agostinho: Abateu-se a si mesmo, tomando a forma de servo, para que se tornasse servo; mas não perdeu a Plenitude da forma de Deus. Pois o Filho de Deus não assumiu um corpo real para que se fizesse a forma do corpo que repugna à Divindade.”(Suma Teológica. Tratado da Encarnação do Verbo, Q 5 art. I, Livro IIIa)

 

E também o Apóstolo São Paulo:

 

“Pois nele habita corporalmente TODA A PLENITUDE da DIVINDADE. (Colossenses 2, 9)"

 

Mirando em Deus Pai, o qual é PURO ESPÍRITO,17 não havendo composição de matéria, é correto afirmar que Nele inexistem sentimentos, afetos sensíveis, virtudes humanas ou limitações físicas e anímicas que são próprias da matéria sensível animal. Porém, se pela PESSOA DIVINA DO FILHO, DEUS SE FEZ HOMEM, de certo que agora também a Divindade tornou-se sensível à matéria, dada a Natureza Humana voluntariamente assumida.

 

Mediante a alma humana, somos suscetíveis a toda sorte de inclinações e influências, boas ou más, sendo que nas variantes dessas influencias e inclinações é formado nosso caráter, distinguindo-nos singularmente dos demais indivíduos da mesma espécie.

 

Tem-se o caráter como atributo da personalidade, que perfaz o conjunto de características geradas nas oscilações das influências e inclinações que ordenam os nossos atos, hábitos, pensamentos e posturas no âmbito privado e público. É no caráter, portanto, que residem todas fraquezas e fortalezas da alma.

 

Não sendo a Humanidade de Cristo, comum, posto que PERFEITA e IMPECÁVEL, assumiu até a ressurreição,18 algumas das fraquezas da nossa natureza corpórea e anímica, e o fez porque era necessário ao seu sacrifício, para que fosse testemunhada a Plenitude de sua Glória REDENTORA.

 

A dor, a fome, a sede e a morte são algumas das penas corporais que decorrem da culpa pelo pecado.

 

E CRISTO assumiu voluntariamente, e SEM CULPA, as penas que recairiam de modo definitivo e eterno sobre a nossa humanidade pecadora. Porque realizamos o pecado pela ação intelectual e física do corpo, que a JUSTIÇA SATISFATIVA a qual lhe expurga, teria que ser extraída do sofrimento intelectual e do padecimento corporal.

 

Não por outra razão, o VERBO explicou aos discípulos em Emaús:

 

“não era NECESSÁRIO que Cristo SOFRESSE ESSAS COISAS e assim entrasse na sua GLÓRIA?" (Lc 24, 26)”

 

Explica Santo Tomás:

“assumiu a natureza humana SEM PECADO, na pureza que ela tinha no seu Estado de Inocência, e do mesmo modo, poderia ter assumido a natureza humana sem as suas misérias. Por onde, é claro que Cristo não contraiu as referidas fraquezas, como se as tivesse em CONSEQUÊNCIA do pecado, MAS POR VONTADE PRÓPRIA.” (Suma Teológica, Q 14, art. 3. Tratado do Verbo Encarnado)”

 

E continua o Doutor Angélico:

“há misérias comumente existentes em todos os homens, como a fome, a sede e outras tais. E todas essas Cristo ASSUMIU SEM DESONRA.” (Suma Teológica, Q 14, art. 1. Tratado do Verbo Encarnado)”

 

De fato, CRISTO assumiu por vontade própria, e pontualmente, certas limitações e fraquezas de um corpo e alma humanos, sem que isso fosse resultado do pecado próprio, mas porque convinha à JUSTIÇA para a REDENÇAO, conforme escólios tomistas:

 

“Era conveniente que o Filho de Deus assumisse um corpo sujeito às fraquezas e às deficiências humanas, sobretudo por três razões. — Primeiro porque o Filho de Deus, tendo assumido a carne, veio ao mundo para satisfazer pelo pecado do gênero humano. Ora, satisfaz pelo pecado de outrem quem assume a pena devida ao pecado deste. Ora, essas misérias do corpo, a saber, a morte, a fome, a sede e outras semelhantes, são a pena do pecado, introduzido no mundo por Adão, segundo aquilo do Apóstolo: Por um homem entrou o pecado neste mundo e pelo pecado a morte. Por onde, era conveniente, quanto ao fim da Encarnação, que TAIS PENALIDADES ELE AS SOFRESSE EM NOSSA CARNE, POR NÓS, conforme a Escritura: Verdadeiramente ele foi o que tomou sobre si as nossas fraquezas. —Segundo, para fundar a fé na Encarnação. Pois, como não seria a natureza humana conhecida dos homens senão enquanto sujeita a essas misérias do corpo, se o Filho de Deus a tivesse assumido sem elas, não seria considerado verdadeiro homem, nem teria uma carne verdadeira, mas fantástica, como ensinavam os Maniqueus. E por isso, no dizer do Apóstolo, ele se aniquilou a si mesmo, tomando a natureza de servo, fazendo-se semelhante aos homens e sendo reconhecido na condição como homem. Donde o ter Tomé refeito a sua fé em Cristo, depois de lhe haver contemplado as chagas, segundo refere o Evangelho. Terceiro, para nos dar um exemplo de paciência, suportando virilmente os sofrimentos e as misérias humanas. Donde o dizer o Apóstolo: Sofreu tal contradição dos pecadores contra a sua pessoa, para que não vos fatigueis, desfalecendo em vossos ânimos. (Santo Tomás, Suma Teológica, Encarnação do Verbo. Q 14, art. I Livro IIIa)”

 

Assim, CRISTO assumiu de modo transitório, temporário, todas as penas que nos caberiam de maneira perpétua, e por justiça, consoante também ensinou o Santo Apóstolo:

 

“Porquanto os filhos participam da MESMA NATUREZA, DA MESMA CARNE e do SANGUE, também Ele participou, a fim de destruir pela morte aquele que tinha o império da morte, isto é, o demônio, e libertar aqueles que, pelo medo da morte, estavam toda a vida sujeitos a uma verdadeira escravidão. Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se TORNASSE SEMELHANTE aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação19 PELOS PECADOS do POVO.” (Hebreus 2.15, 14 e 17)

 

“esvaziou-se a si mesmo, assumindo PLENAMENTE A FORMA DE SERVO e tornando-se SEMELHANTE aos seres humanos.” (Felipenses 2. 7 e 8)

 

Se Ele atribui-se da Natureza Humana, é fato que também se apropriou igualmente de certas fraquezas do corpo e da alma. Porém, essa assunção também lhe decorreu com diferencial importantíssimo.

 

Uma debilidade que num ser humano comum, poderia ser tida como vício ou defeito, em CRISTO repousava como instrumento de Elevação Suprema (ascese), Glorificação Mística e testemunho de Santificação.

 

Todo pecado tem por matriz a deficiência corpórea ou anímica.

 

A vingança surge de não suportar derrota e suplícios; ganancia e gula vem da fome; a vaidade é gerada no definhamento da humildade; a morte na desobediência a Deus, enquanto a cobiça deriva de não saber viver com pouco. Esses são apenas alguns exemplos, dentre inúmeros e infindáveis.

 

Mas CRISTO tomou ALGUMAS limitações da alma e as Elevou à condição de VIRTUDE, para ensinar ser possível a toda humanidade transcender da incompletude à perfeição.

 

Quando manifestou medo, o terror do sofrimento na cruz dizendo “Pai afasta de mim esse cálice,” queria mostrar que para obedecer a Deus há de se ter coragem, dizendo depois que “seja a vontade do Pai. (Lc 22, 41)” Tanto que sua morte não veio por conta do pecado da desobediência, como em Adão, primeiro dos homens em cronologia, mas como PREMIO de ressurreição e vida eterna pela obediência do Novo Adão (Rm 5.12), o Cristo, primeiro dos homens em Hierarquia e Autoridade.

 

Permitindo-se ao estado famélico, após jejum no deserto, tentado pelo diabo, queria ensinar que nem só do pão, alimento terreno que adentra pela boca, vive o homem, mas de “toda Palavra que SAI da Boca de Deus (Mt 4, 4).”

 

Chorando a perda de Lázaro, movido pela saudade e vazio afetivo, o traz de volta à vida, demonstrando que podia Amar com Amor Divino a todos (ágape), e também alguns com afeto, afinidade (filos) ou predileção (Jo 11. 1 à 46), o que provaria sua plena Humanidade.

 

Nas bodas de Caná, quando manifestou impaciência com sua Santíssima Mãe, foi para honrá-la como INTERCESSORA, pois só antecipou o início de seu Ministério terreno, para realizar o milagre que atenderia a súplica da Virgem Maria:

 

“Tendo acabado o vinho, a Mãe de Jesus disse-lhe: Eles não tem mais vinho. Respondeu-lhe Jesus: Mulher, o que tenho eu com isso, AINDA NAO É CHEGADA MINHA HORA. (2 Jo 3, 4)” - “Fazei o que Ele vos mandar (2 Jo 5)” disse em ato contínuo, a Santa Virgem aos servos da festividade, na certeza de que seria atendida em sua petição ao Filho Divino. E por fim: “Disse-lhes Jesus: Enchei de água as talhas. Encheram-nas até acima. Então lhes disse: Tirai agora e levai ao presidente da mesa. Eles o fizeram. Quando o presidente da mesa provou a água tornada em vinho, não sabendo donde era (mas o sabiam os serventes que haviam tirado a água), chamou ao noivo e disse-lhe: Todo o homem põe primeiro o bom vinho, e quando os convidados têm bebido bastante, então lhes apresenta o inferior; mas tu guardaste o bom vinho até agora. Com este milagre deu Jesus em Caná da Galileia princípio aos seus milagres, e assim manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele. (II Jo 7 à 11)”

 

Cristo detinha ONISCIÊNCIA PLENA que é Atributo Divino, porque Nele habitada toda Plenitude da Divindade (Col 12.9):

 

“CONHECEMOS QUE SABES TUDO, e não precisas de que alguém te interrogue. Por isso cremos que saíste de Deus. (1 Jo 16.30 e 31)

 

Porém, indagado por seus discípulos do dia e hora do juízo final, abdicou espontaneamente da sua Onisciência, e lhes respondeu apenas com a ciência HUMANA limitada, pois revelar dia e hora do juízo, traria comodidade e relaxamento na fé, o que colocaria em risco a salvação de seus discípulos: “Naquele dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, senão apenas o Pai.” (Mc 13, 32)

 

Obtendo o domínio perfeito sobre as fraquezas do corpo e alma, NEM TODAS ELAS ASSUMIU, senão apenas as necessárias à Revelação e Glorificação.

 

Fraquezas inúteis, que repugnavam ao seu propósito e missão, Eles não as assumiu.

 

Embora tenha assumido a morte, Ele não assumiu a possibilidade de deterioração, corrupção e putrefação do seu Corpo Morto,20 em razão da RESSURREIÇÃO, e do mesmo modo, não assumiu a sensualidade, pois a inclinação sexual fugia do plano da salvação.

 

Explica Santo Tomás:

 

“devia assumir aquelas misérias resultantes do pecado comum de toda natureza humana, MAS NÃO REPUGNANTES A GRAÇA, por não ter Cristo praticado nada desordenado no regime de sua vida.” (Suma Teológica. Q 14, art. 4. Encarnação do Verbo)”

 

Assim sempre ensinou a Igreja, desde o Concílio de CALCEDÔNIA (ano 451): “Nós, portanto, seguindo os santos pais, todos perfeitamente unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e o mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito quanto à divindade, perfeito quanto à humanidade, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, possuindo alma racional e corpo; consubstancial com o Pai, segundo a divindade, e consubstancial conosco, segundo a humanidade; em todas as coisas semelhante a nós, excetuando o pecado; gerado antes de todos os séculos pelo Pai segundo a divindade, e, nestes últimos dias, por nós e por nossa salvação, nascido da Virgem Maria, Mãe de Deus, segundo a humanidade; um só e o mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, que se deve confessar em duas naturezas, inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis, inseparáveis e indivisíveis; a distinção da naturezas de modo algum é anulada pela união, mas, pelo contrário, as propriedades de cada natureza permanecem intactas, concorrendo para formar uma só Pessoa e Subsistência; não dividido ou separado em duas pessoas. Mas um só e mesmo Filho Unigênito, Deus o Verbo, Jesus Cristo o Senhor; conforme os profetas outrora a seu respeito testemunharam, e o mesmo Jesus Cristo nos ensinou e o credo dos padres nos transmitiu.”

 

Nando Gomes

 

__________

 

Referências

 

1. Conforme Aristóteles (384 AC) em sua obra Metafisica (Ética a Nicomaco), definição é espécie do gênero conceito, e tanto um, como outro, constituem processos de identificação de objetos ou sujeitos. O conceito (concipiere) é a concepção das características genéricas e universais. O homem é um ser racional é um conceito. Já definição é a restrição de um conceito. Desta maneira, se o homem é um ser racional, quando dizemos que é animal racional, sensível, bípede e mamífero, temos então sua definição (definitione). Neste contexto, se dizemos ainda que esse ser, outrora definido como homo sapiens sapiens, é da etnia caucasiana, sexo masculino, com 1, 80 de altura, 20 anos de idade e chama-se Carlos, temos a definição da Pessoa.

 

2. O Verbo quando Encarna assume Natureza Humana SEMELHANÇA a nossa. Conforme o ensino aristotélico tomista, citado na obra Filosofia e Cosmovisão, cap. II p. 37- 45, de Mário Ferreira dos Santos (1907-1968), o semelhante não é absolutamente idêntico, porque todo semelhante é composto por parte idêntica, e parte diferente. A única diferença da Natureza Humana de CRISTO é que ela é sem pecado, imune por estar unida à Divindade: "O que era impossível à lei, visto que a carne a tornava impotente, Deus o fez. Enviando, por causa do pecado, o seu próprio Filho numa carne SEMELHANTE à do pecado, condenou o pecado na carne, (Romanos 8, 3)" - “Ele NAO COMETEU PECADO, nem se achou falsidade em sua boca (Is 53,9). (I São Pedro 2, 22)"

 

3. Nas potências anímicas ou da alma humana situam a razão, os vícios, virtudes, reações sensíveis e o temperamento. (Suma Teológica, Tratado sobre o homem Q 75, São Tomas de Aquino)

 

4. FERIDO por causa das nossas transgressões, e MOÍDO por causa das nossas iniquidades (Is 53,5)”

 

5. Jesus jejuou por 40 dias e 40 noites, e depois teve FOME. (Mt 4, 12)”

 

6. Tenho SEDE! (Jo 19,28)”

 

7. Cristo COMOVEU-SE com a mulher samaritana que lhe respondeu: “Sim, Senhor, mas até os cães de estimação, comem das migalhas que caem das mesas de seus donos.” (Mt 15, 23), Também se SENSIBILIZOU com a intercessão da Santíssima Virgem, que lhe suplicou o milagre nas bodas de Caná. (Jo 2. 1-11)

 

8. Exclusivamente, e apenas por sua HUMANIDADE, Cristo não detinha ONISCIÊNCIA que é Atributo próprio da Divindade, razão porque, NÃO TINHA CIÊNCIA DA DATA DO JUÍZO FINAL, quando sobre isso fora interrogado pelos Apóstolos: Mas daquele dia ou daquela hora ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, senão só o Pai.” (Mt 24, 36)

 

9. Cristo tinham em Lázaro, o seu melhor AMIGO,(Jo 11, 35), assim como tinha em São João, o Evangelista, o seu Apóstolo PREDILETO, o qual esteve junto a Ele na cruz por todo tempo, e ao qual proclamou, e confiou a Maternidade Universal da Santíssima Virgem. (Jo 19, 27)

 

10. Como explicar a IRA em DEUS?

https://afecatolicanasescrituras.blogspot.com.br/2017/01/ira-e-capacidade-de-reacao-contra-uma.html

 

11. O Concílio da Calcedônia (ano 451), em sua proclamação de FÉ, combatendo a heresia do monofisismo que defendia em Cristo uma única natureza Divina (sendo a natureza humana absorvida por aquela), visando manter a ortodoxia da Cristologia da Tradição Apostólica, declarou: “Em CRISTO há DIVINDADE PERFEITA, unida a HUMANIDADE PERFEITA, sendo Ele DEUS PLENO e HOMEM PLENO, composto de CORPO e ALMA, reconhecendo que essas duas Naturezas atuam sem divisão, confusão, mudança ou separação.” VALHO JR. Macário Lopes de. ConcíliosEclesiásticos no século IV: uma janela para a formação do cristianismo tardo-antigo. XXVIII Simpósio Nacional de História da Anpuh: conhecimento histórico e diálogo social. Natal, 2013.

 

12. Os seres irracionais e brutos não possuem uma personalidade propriamente dita, mas apenas um TEMPERAMENTO, que é a manifestação exterior pelo qual os animais irracionais reagem aos estímulos sensíveis, em suas inúmeras variações.

 

13. Jesus permaneceu CALADO diante de Pilatos e Herodes.(Mc 15, 4)

 

14. Demonstrou certa IMPACIENCIA com a Santíssima Virgem, por ocasião das bodas de Caná, embora tenha lhe atendido posteriormente, transformando a água em vinho para celebração das núpcias: “Mulher, que tenho eu com isto?” (Jo 3, 4)

 

15. Restou evidente o MEDO e PAVOR quando tive a visão plena de seu padecimento mortal na cruz: “Pai, AFASTA de mim esse Cálice.” (Lc 22, 42)

 

16. Cristo ESPANCOU, chicoteando, todos os vendilhões do Templo, que faziam da fé o seu mercado: "Fez ele um CHICOTE de cordas, EXPULSOU TODOS do templo, como também as ovelhas e os bois, espalhou pelo chão o dinheiro dos trocadores e derrubou as mesas. (Jo 2, 15)"

 

17. Suma Teológica I, q.3 a.7

 

18. "Por pouco tempo o colocaste inferior aos anjos; de glória e de honra o coroaste, (Hebreus 2, 7)"

 

19. Ato propiciatório, significa o ato pelo qual se aplaca a Justiça Divina.

 

20. “És pó, e ao pó da terra voltarás.” (Gn 13, 19) Os corpos incorruptos de alguns santos são milagres realizados para testemunhar essa condição sublime e graciosa do Corpo de Cristo mortificado:

 

https://www.megacurioso.com.br/religiao/71844-santos-incorruptos-conheca-a-historia-de-10-corpos-que-desafiam-a-natureza.htm

E ainda:https://padrepauloricardo.org/blog/cinco-razoes-para-acreditar-nos-santos-incorruptos-da-igreja-catolica


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