Católicos Online - - - - AVISOS -


...

Pergunte!

e responderemos


Veja como divulgar ou embutir artigos, vídeos e áudios em seu site ou blog.




Sua opinião é importante!









Sites Católicos
Dom Estêvão
Propósitos

RSS Artigos
RSS Links



FeedReader



Download







Cursos do Pe Paulo Ricardo


Newsletter
Pergunte!
Fale conosco
Pedido


PESQUISAR palavras
 

PERGUNTE E RESPONDEREMOS 398 – julho 1995

Notícias

Um Bispo transferido:

 

O CASO JACQUES GAILLOT

 

Em síntese: Mons. Jacques Gaillot, na qualidade de Bispo de Evreux (França), falava e agia em dissonância do magistério oficial da Igreja e em desacordo com os demais Bispos da França. Durante mais de dez anos tomou atitudes pessoais que lançavam confusão na mente do povo de Deus; entre outras coisas, defendia a pílula abortiva. As freqüentes admoestações a que repensasse seu procedimento nada obtiveram. Em conseqüência, o S. Padre João Paulo II houve por bem dispensá-lo de seus encargos episcopais, visando assim a salvaguardar o Povo de Deus abalado por idéias e propostas destoantes do comum ensinamento dos Bispos. O S. Padre não somente tinha o direito, mas cabia-lhe o dever, de tomar tal resolução, encarregado que é do bem de toda a S. Igreja.

O presente artigo reproduz declarações da Santa e do episcopado francês que ajudam a compreender o caso.

* * *

A opinião pública, principalmente na Europa, se deixou impressionar pelo fato de que o Bispo de Evreux (França), Mons. Jacques Gaillot, foi transferido para a diocese titular de Partênia aos 13/01/95. Isto significa que o prelado fica dispensado das atividades de pastoreio diocesano, pois diocese titular é diocese outrora existente, mas hoje extinta por efeito de invasão dos muçulmanos no século VII.

Em vista de notícias pouco exatas sobre as causas da transferência, a Santa Sé, mediante a Congregação para os Bispos, houve por bem emitir uma Nota. O episcopado francês também se manifestou a propósito, como se verá abaixo.

 

1. FALA A SANTA SÉ

A Congregação para os Bispos emitiu a seguinte Nota datada de 13/02/95:

"O Santo Padre e diversos órgãos da Santa Sé receberam numerosas cartas a propósito da medida tomada, por mandato do Papa, a respeito de Mons. Jacques Gaillot, ex-Bispo de Evreux.

Algumas dessas missivas exprimem uma inquietação real, seja por causa do próprio Bispo em questão, seja por causa do ministério que ele tencionava exercer a respeito das pessoas mais afastadas da Igreja ou mesmo avessas à Igreja. Essas cartas traduzem, por vezes, um sofrimento verdadeiro e uma autêntica inquietação.

Às pessoas e aos grupos signatários das mesmas, apresentamos aqui alguns elementos de resposta:

a) Compreendemos e apreciamos o interesse de tais missivistas pelo empenho daqueles e daquelas que se esforçam por fazer chegar a mensagem de Cristo e da Igreja às pessoas e aos meios mais diversos, inclusive os meios de comunicação social.

b) A medida tomada a propósito de Mons. Gaillot em nada é motivada por esse tipo de empenho, nem pelo fato de se fazer uso dos meios de comunicação social no caso.

c) Os motivos da decisão que foi necessário tomar a contra-gosto, são de ordem completamente diversa; estão relacionados com um aspecto constitutivo da missão de um Bispo, encarregado de uma porção do povo de Deus. Com efeito, trata-se da comunhão, na fé da Igreja, com seus irmãos no episcopado e, em primeiro lugar, com o sucessor de Pedro. É a isto que cada Bispo se compromete quando é ordenado.

d) Ora Mons. Gaillot exprimia freqüentemente as suas divergências em relação aos ensinamentos oficiais da Igreja, ou mesmo tomava direção diametralmente oposta, especialmente em matéria de Moral. Nesta área, o Bispo não pode tomar a liberdade de fazer prevalecer suas próprias concepções sobre aquelas professadas pelo conjunto do Colégio episcopal, do qual o Papa é a cabeça (a respeito da colegialidade. freqüentemente invocada, será necessário reler o que precisamente disse o Concílio do Vaticano II, em particular na Constituição Lumen Gentium sobre a Igreja, capítulo III).

e) Não é exato afirmar que não tenha havido diálogo com o interessado antes que a medida fosse tomada. Ao contrário, o diálogo se prolongou durante dez anos, no espírito que recomendam o Evangelho e São Paulo (cf. Mt 18.15-17 e 1 Cor 1,10-13). Ele se realizou tanto com a Santa Sé quanto com numerosos Bispos e com o Presidente da Conferência dos Bispos da França, como atesta a Declaração comum do Cardeal Decourtray e de Mons. Gaillot publicada a 15 de fevereiro de 1989. Desta Declaração está anexada uma cópia ao presente documento. Além disto, como precisou o comunicado à imprensa de 13 de janeiro último, o próprio Santo Padre se entreteve a respeito com Mons. Gaillot, quando de sua visita ad limina. Está, pois, claro que foram empregados os recursos para se chegar a um acordo harmonioso. Infelizmente esses esforços não obtiveram resultado.

Um Bispo é Bispo para sempre, mesmo sem diocese. Mons. Gaillot continua sendo Bispo com todos os direitos, mas também com os deveres de um sucessor dos Apóstolos, dos quais o primeiro é o serviço da comunhão na unidade da verdade".

 

 

2. FALA O EPISCOPADO FRANCÊS COMO TAL

O Conselho Permanente do Episcopado Francês, por sua vez, emitiu a seguinte Declaração, publicada aos 16/02/95:

"A decisão, tomada pelo Santo Padre, de dispensar Mons. Gaillot da responsabilidade da diocese de Evreux suscitou em toda parte vivas reações.

A decisão surpreendeu. Muitos não a compreenderam. Ela provocou atitudes de rejeição. Em muitos lugares, ela até mesmo abalou a coesão da comunidade católica e pôs à prova a dedicação ao sucessor de Pedro.

A fraternidade no episcopado e a amizade nos levam a dar grande atenção à incerteza da missão futura de Mons. Gaillot. Nossa responsabilidade de Bispos impõe-nos também o dever de transmitir algumas explicações sobre a decisão e suas motivações, como acaba de fazer a Santa Sé.

Mons. Gaillot não está sob suspeita quanto à sua fidelidade a Cristo, nem quanto aos seus esforços de presença ativa junto aos excluídos. Ele continua Bispo da Igreja Católica. É o que manifesta o fato de lhe ter sido dado o título de Bispo de Partênia. Na Igreja Católica, todo Bispo é Bispo de um lugar. Aos que não estão encarregados de uma diocese, como é, por exemplo, o caso dos Bispos Auxiliares, dá-se o título de Bispo de uma cidade antiga que tenha sido outrora o centro de uma diocese.

Mons. Gaillot foi dispensado de sua responsabilidade de Bispo da diocese de Evreux. Uma decisão dessa natureza é rara. Ela não pode deixar indiferente o povo cristão e, principalmente, o da diocese interessada. Mas não se pode de forma alguma dizer que ela não é conforme aos ensinamentos do Concílio do Vaticano II ou ao Direito da Igreja.

Um Bispo não pode receber a responsabilidade de uma diocese senão por nomeação do Soberano Pontífice. Este, por sua vez, em virtude do seu encargo, pode transferir um Bispo de uma diocese para outra. Ele pode também suspender um Bispo da sua responsabilidade quanto à diocese que lhe tenha sido previamente confiada. Pois bem; uma tal decisão não é tomada senão por uma razão muito grave, ou seja, por exemplo, quando a unidade no seio do colégio episcopal encabeçado pelo Papa está ameaçada.

O comunicado publicado pela Santa Sé a 13 de janeiro justifica a decisão relativa a Mons. Gaillot, dizendo que 'o prelado não se mostrou apto a exercer o ministério da unidade, que é o primeiro dever de um Bispo'.

O que está em causa, é a distância crescente colocada por Mons. Gaillot entre ele e os Bispos, entre ele e o Papa.

Freqüentemente a Mons. Gaillot foi solicitado que respeitasse a responsabilidade de cada Bispo em sua diocese, na França como no estrangeiro. Um bom número de suas visitas e intervenções menosprezava a situação local e colocava em situação insegura o Bispo local.

Muitas vezes os Bispos se lamentaram por ver Mons. Gaillot tão alheio à Conferência Episcopal e aos trabalhos desta. O convite para aderir à prática da colegialidade lhe foi dirigido muitas vezes, sempre de maneira fraternal, embora com insistência. Cabe aqui lembrar a Declaração comum do Presidente da Conferência dos Bispos da França, que era outrora o Cardeal Decourtray, e de Mons. Gaillot, publicada a 15 de fevereiro de 1989. Apesar dessa Declaração, Mons. Gaillot evidenciou estar distante de vários pontos de disciplina e de Moral que não deixam de ter implicações teológicas.

Por certo, nem todos os textos publicados pelo Papa gozam da mesma autoridade. Mas o Concílio pede aos fiéis ‘o reconhecimento respeitoso do supremo magistério do Papa e a adesão sincera às suas sentenças, sempre de acordo com a mente e a vontade do Sumo Pontífice. Esta mente e vontade constam principalmente ou da índole dos documentos ou da freqüente proposição de uma mesma doutrina ou de sua maneira de falar’ (Constituição Lúmen Gentium n. 25). Como um Bispo, cuja missão é a de ajudar o Povo de Deus a viver na comunhão da fé católica, se poderá subtrair a esta regra de conduta?

A decisão tomada pública a 13 de janeiro último foi precedida por encontros com o Cardeal Gantin, de 1987 a 1992, por um encontro com o Papa em janeiro de 1992, e por muitas advertências por parte do Núncio Apostólico. Os Bispos franceses freqüentemente convidaram Mons. Gaillot a ter uma atitude menos distante em relação a eles e à Santa Sé. Deve-se reconhecer que o diálogo se tornou muito difícil ao longo dos últimos meses. Parece que as dificuldades não podiam ser resolvidas somente pelo episcopado francês. O Papa assumiu as conseqüências.

Dito isto, a decisão concernente a Mons. Gaillot suscitou questões que prendem nossa atenção. Alguns pontos podem ser anotados desde já:

1) Muitos dos católicos, homens e mulheres, têm uma responsabilidade na Igreja. Eles a exercem em relação estreita uns com os outros. A decisão concernente a Mons. Gaillot os sensibilizou no tocante ao exercício da autoridade na Igreja. Manifestaram seu receio de que o funcionamento eclesial tenha desdenhado o diálogo e o respeito em relação aos que exercem uma tarefa de responsabilidade... Os encargos assumidos pelos leigos não são uma concessão. É em virtude do Batismo que os leigos participam da missão que Deus confiou à sua Igreja.

Dirigimos, pois, um apelo aos leigos, aos Religiosos e Religiosas, bem como aos ministros ordenados, para que todos tenham a solicitude de respeitar as responsabilidades de cada um, para evitar que se estabeleça uma indiferenciação entre os papéis de uns e de outros. Há diversidade de funções no único Corpo de Cristo, diz-nos o Apóstolo Paulo.

2) As tensões que se manifestaram, fizeram, nas nossas Igrejas diocesanas, aparecer as diferenças ou mesmo os contrastes entre as sensibilidades, as opções, as diversas maneiras de conceber a missão da igreja e o papel de cada um de seus membros.

Recomeçaram as conversações a propósito de temas que pareciam ter sido superados. Uma releitura comum dos textos do Concílio do Vaticano II faria que os interesses encontrassem convergência recíproca no serviço da evangelização.

As práticas de sinodalidade nas dioceses já favoreceram a aceitação das diferenças e a comunhão no respeito de uma legítima diversidade. Mas em toda parte esses esforços de acolhida, de diálogo e de escuta estão por se desenvolver entre os presbíteros, os ministros ordenados e os leigos, entre Bispos e diocesanos.

Enormes progressos ainda estão por ser feitos a fim de ultrapassarmos a polida tolerância e a fim de entrarmos nos debates necessários sem segundas intenções. Nós devemos ir além do simples respeito das diferenças e chegar a um encontro mútuo na fé da Igreja, fundamento da nossa unidade.

3) A atenção aos mais pobres faz parte de nossa vida eclesial. Ela é uma parte essencial e primordial da mesma. O fato de que Mons. Gaillot se tenha tornado uma figura emblemática nos diz quanto a sociedade conta com a Igreja para participar desse esforço em favor dos pobres. Seria uma injúria às múltiplas associações católicas e à multidão que trabalham pela solidariedade não mencionar a labuta discreta e eficaz desses grupos. Todas as dioceses têm desenvolvido e ainda desenvolvem um imenso esforço no tocante à questão social. Disto fizemos um balanço numa Assembléia plenária extraordinária dos Bispos da França em abril de 1994 em Paris.

Vivemos numa sociedade ferida pelas situações de exclusão ou de precariedade. Mais: várias pessoas, que não estão forçosamente em condições de carência, vivem também em situações difíceis: instabilidade de emprego, dificuldades para conseguir trabalho, problemas de saúde, de vida conjugal e familiar, filhos privados de ambiente afetivo normal. E, mais que tudo, verificamos a falta de um parâmetro espiritual para responder à questão: 'Por que é que eu vivo?'

 

A dureza de nossa época nos convida a manifestar no mais alto grau a nossa atenção benévola, a compaixão, a misericordia e o amor.

 

4) Enfim, uma vez mais, averiguamos o papel preponderante dos meios de comunicação social em nossa sociedade. Eles são as praças públicas dos tempos modernos. Moldam nossa cultura e nossa linguagem. São um desafio para a Igreja. Saberá ela superá-lo, para proclamar a mensagem de Cristo na plenitude da sua verdade?

Verificamos com pesar que os homens e as mulheres se deixaram levar pela dúvida quanto à Igreja. Reafirmamos àqueles e àquelas que tenham seus compromissos missionários, especialmente no atendimento aos mais pobres, que eles estão na verdade. Nós os acompanhamos em seus esforços apostólicos.

 

Possamos perceber nesses acontecimentos um apelo a ir mais longe na nossa vontade de viver como membros do Corpo de Cristo, felizes e unidos para o serviço de todos".

 

3. PRONUNCIAMENTOS PESSOAIS

3.1. Mons. Georges Gilson, Bispo de Mans

"Todo Bispo assume compromisso no início da celebração de sua ordenação episcopal. Responde a perguntas que são apelos para viver o Evangelho de modo particular. Reli algumas dessas perguntas:

 

'Queres trabalhar na construção do Corpo de Cristo, que é a Igreja, e permanecer na unidade da mesma com o colegiado dos Bispos sob a autoridade do sucessor de Pedro?

Sim; quero.

Queres obedecer fielmente ao sucessor de Pedro? Sim; quero.

Queres, com teus companheiros de serviço, os sacerdotes e os diáconos, dedicar-te, como um pai, ao Povo de Deus, e dirigi-lo pelo caminho da salvação?

Sim; quero.

 

Queres, em nome do Senhor, acolher com amor os pobres, os viandantes e todos aqueles que sofrem necessidades?

 

Sim; quero'.

Obedecer não é coisa simples. Não é algo que sempre se compreenda. Mas, para nós, é o único caminho, o que preserva a unidade e constrói o futuro. Caminho da Cruz, evidentemente".

 

3.2. Mons. Duval, Presidente da Conferência dos Bispos da França

"Quaisquer que sejam as reações da opinião pública, a decisão do Papa é legítima do ponto de vista dos deveres e dos direitos que ele assume em seu encargo relativo à Igreja inteira. A organização da Igreja Católica confere ao Papa uma competência particular em vista da conservação da unidade do corpo episcopal. Como sucessor do Apóstolo Pedro, diz o Concílio do Vaticano II, ele é o princípio perene e visível e o fundamento da unidade que liga entre si os Bispos e a multidão dos fiéis. Todos os Bispos compartilham com o Papa esse serviço da unidade e manifestam-lhe solidariedade irrestrita".

 

3.3. Cardeal Jean-Marie Lustiger, Arcebispo de Paris

 

"Isso foi uma lição para nós. Nenhum de nós é dono da Igreja, nem os Bispos nem algum outro cristão.

A nenhum de nós é lícito exercer sua missão a seu bel-prazer. Cada qual deverá dar contas a Deus. Um Bispo não pode ser um servidor da Igreja de Cristo em detrimento desta. Sei que Mons. Gaillot é um homem de oração. Peço a Deus que essa provação se torne, para ele, um renovado apelo a seguir o Cristo, como aliás ele mesmo decidiu livremente nas anteriores etapas de sua vida".

 

 

4. CONCLUSÃO

Os depoimentos até aqui reproduzidos contribuem certamente para esclarecer o caso de Mons. Gaillot. Este falava e agia como Bispo em dissonância do magistério oficial da Igreja e em desacordo com os demais Bispos da França. Durante dez anos, deste 1984, tomou atitudes pessoais que lançavam confusão na mente dos fiéis; defendia, por exemplo, a pílula abortiva e o uso de preservativos (o que quer dizer que reconhecia o relacionamento sexual fora do casamento)... Em todos esses anos foi freqüentemente admoestado a repensar seu procedimento singular. Já que as razões aduzidas nada obtinham, o S. Padre João Paulo II houve por bem dispensar Mons. Gaillot de seus encargos episcopais, visando assim a salvaguardar o povo de Deus abalado por idéias e propostas destoantes do comum ensinamento dos Bispos. O Santo Padre não somente tinha o direito, mas também incumbia-lhe o dever, de o fazer, encarregado que é do bem de toda a Igreja. Foi certamente com pesar que João Paulo II assim procedeu; fê-lo, porém, por fidelidade à sua missão.

 

Resta pedir ao Senhor Deus que ilumine Mons. Gaillot e o reconduza ao caminho da unidade.


GoNet - PR
Como você se sente ao ler este artigo?
Feliz Informado Inspirado Triste Mal-humorado Bizarro Ri muito Resultado
4 0
PUBLICAR - COMENTAR - EMAIL

Ver N artigos +procurados:
TÓPICO  ASSUNTO  ARTIGO (leituras: 7789443)/DIA
Diversos  Espiritualidade  4121 O Espírito Santo entre nós158.03
PeR  Escrituras  1355 Jesus jamais condenou o homossexualismo?29.50
Vídeos  História  4117 O nascimento da Igreja Católica25.25
Diversos  Igreja  4111 9 coisas que afastam as pessoas da Igreja23.41
Diversos  Aparições  4119 Nossos tempos são os últimos?22.70
Diversos  Doutrina  4120 A importância do catecismo19.70
Diversos  Testemunhos  4118 Como a Igreja mudou minha vida16.85
Diversos  Apologética  4109 A virgindade perpétua de Maria na Bíblia16.24
Orações  Comuns  2773 Oração de Libertação14.25
Diversos  Mundo Atual  4113 É o fim do cristianismo e da religião?12.52
Diversos  Apologética  4102 Somente a Bíblia? Mentira!12.04
Diversos  Sociedade  4116 O controle do povo11.98
Diversos  Igreja  4114 Unidade e Contradição11.68
PeR  O Que É?  0516 O Que é a ADHONEP?11.63
PeR  O Que É?  2142 Quiromancia e Quirologia11.24
Pregações  Doutrina  4091 O discurso do pobre11.17
Diversos  História  4042 R.R. Soares e Edir Macedo11.05
Diversos  Sociedade  4115 Honestos e Corruptos10.58
PeR  História  0515 O Recenseamento sob César Augusto e Quirino10.52
Diversos  Testemunhos  3922 Como o estudo da fé católica levou-me ao catolicismo10.18
Diversos  Protestantismo  1652 Desafio aos Evangélicos: 32 Perguntas9.79
Diversos  Doutrina  4110 Cristo assumiu todas as fraquezas humanas?9.42
Pregações  Espiritualidade  4112 O que é necessário para ser santo?9.05
Diversos  Protestantismo  3970 A prostituição da alma8.75
Onde quer que se apresente o Bispo, aí esteja também a comunidade, assim como a presença de Cristo Jesus nos assegura a presença da Igreja. (Aos Esmirnenses 8, 2).
Sto. Inácio de Antioquia (35-110)

Católicos Online