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PERGUNTE E RESPONDEREMOS 377 – outubro 1993

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“Quem dizem os homens que eu sou?”

AINDA OS JUDEUS MESSIÂNICOS

 

Em síntese: Há atualmente algumas correntes de judeus que professam a fé em Jesus Messias. São hostilizados por seus compatriotas israelitas, mas dizem-se plenamente judeus, coerentes com as premissas do judaísmo, pois reconhecem o Messias prometido aos Patriarcas e l anunciado pelos Profetas.

Verifica-se, porém, que esses judeus até hoje não se filiaram ao Cristianismo enquanto é instituição ou Igreja, ou, caso se tenham filiado, tendem a formar um grupo à parte. A razão deste fato é, em parte, o ressentimento neles existente em conseqüência dos litígios havidos entre judeus e cristãos no passado; é também o amor às tradições culturais do judaísmo, que eles desejam guardar, em vez de adotar as expressões culturais do Ocidente.

Embora se compreendam as razões subjetivas assim aduzidas, não se pode esquecer que o Cristianismo é essencialmente Sacramento, em que Deus vem aos homens por sinais sensíveis, inseparáveis uns dos outros: Jesus Cristo e sua humanidade, a Igreja, os sete sacramentos. O mistério da Encarnação de Deus é central no Cristianismo.

É de se esperar que a graça de Deus inspire esses irmãos e os leve a dar os próximos passos decorrentes de sua adesão a Cristo, reconhecendo o Corpo de Cristo Místico, instituído pelo próprio Senhor Jesus (cf. Mt 16, 16-19).

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Em PR 375/1993, pp. 345-348 demos notícia de que, em Israel e na Diáspora, há judeus que aceitam Jesus como Messias e, por isto, sofrem represálias por parte do povo israelense. — Voltamos agora ao assunto aduzindo novos e interessantes dados.

Na verdade, distinguem-se quatro modalidades de judeus que aceitam Jesus — o que certamente torna a questão assaz matizada e complexa. Consideremos cada qual de per si.

 

1. JUDEUS PERTENCENTES A COMUNIDADES CRISTÃS

Em várias comunidades cristãs católicas, protestantes, ortodoxas existem judeus espontaneamente batizados, que professam a fé em Jesus como Messias. Todavia têm consciência de ser inteiramente judeus e querem ser considerados como tais. Não vêem descontinuidade entre o Deus de Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, Elias, Davi, Salomão... e o Deus Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo. Julgam ter uma vocação específica dentro do Cristianismo: seria a de combater o anti-semitismo em qualquer de suas expressões e fomentar a compreensão mútua e as boas relações entre cristãos e judeus. Para tanto, foi fundada no seio da Igreja Católica na terra de Israel a chamada "Obra de São Tiago", cujo Estatuto foi aprovado pelo Patriarca Latino de Jerusalém, Mons. Alberto Gori, aos 11/02/1956: as normas insistem sobre formação bíblica, procura de compreensão do mistério de Israel e a vivência de uma espiritualidade cristã correspondente à cultura judeo-cristã.

Além de tais judeus que na terra de Israel professam abertamente a sua fé cristã, existem cripto-cristãos, ou seja, judeus que foram batizados espontaneamente em terras da Diáspora e se transferiram para Israel. Neste país abandonaram toda prática religiosa, não, porém, a fé cristã. Esta ou permanece acesa, mas oculta e serenamente guardada, ou pode estar sofrendo a ameaça de enfraquecimento, à semelhança do que se deu durante dois séculos com os cristãos escondidos (Kirishitan) do Japão. Não se tem estatística desses cripto-cristãos de Israel; as notícias anunciam 3.000 ou até mesmo 35.000 pessoas.

 

2. OS JUDEUS MESSIÂNICOS

 

Em Israel existem, além dos judeus pertencentes a comunidades cristãs, judeus que constituem comunidades Messiânicas (Yehudim Meschi-chiyim), não filiadas a algum grupo cristão. Têm existência tão patente que vêm mencionados num verbete próprio de um Dicionário Hebreu: HaMillon heChadash, de A. Even Shoshan.

O judeu messiânico professa a fé em Jesus Cristo, fé que os israelitas consideram uma degenerescência de suas tradições religiosas e assemelham a uma crença não judaica; os israelitas os têm como escandalosos por aderirem a um Cristianismo hebreu (o Cristianismo deveria ficar reservado aos não-judeus, conforme os israelitas ortodoxos!). É inconcebíbel a um israelita ortodoxo que um judeu creia em Jesus Messias e, apesar disto, queira viver como membro do povo de Israel na sua terra nacional. Os clássicos israelenses, e também muitos cristãos, julgam que o judeu convertido a Cristo já não pode ser considerado como autêntico judeu. Mesmo que o judeu messiânico more e trabalhe em Israel, fale a língua nacional, pague seus impostos, preste serviço militar,... permanece o sentimento geral de que ele não é propriamente judeu. Tem havido até mesmo violência e perseguição a esses cidadãos por parte de grupos religiosamente fanáticos.

Da sua parte, o judeu messiânico esforça-se por mostrar aos seus compatriotas que não é preciso ser ou tornar-se um não-judeu (um pagão) para crer em Jesus e cultivar uma teologia autenticamente cristã compatível com o judaísmo. Em vez de se deter nos episódios de conflito ocorridos entre judeus e cristãos através dos séculos, o judeu messiânico considera tudo o que há de positivo e divino na mensagem de Jesus.

Contudo o judeu messiânico não crê que a fé em Jesus Cristo o obrigue a filiar-se a alguma das denominações cristãs existentes, visto que estas lhe parecem portadoras de resquícios da cultura pagã. Por isto o judeu messiânico, habitando na terra de Israel, julga que ele pode constituir um grupo cristão plenamente legítimo no contexto dos cristãos existentes em Israel, grupo que conserva sua identidade hebraica e professa a fé em Jesus.

Da parte dos cristãos que moram em Israel, registra-se uma certa resistência aos judeus messiânicos, dada a sua posição religiosa singular, que não se identifica com alguma comunidade nem do judaísmo nem do Cristianismo. Respondem-lhes os judeus messiânicos que a comunhão que fez de dois povos — judeus e gentios — um só povo e um só homem novo em Cristo (cf. Ef 2,14-18), não implica o desaparecimento de um dos dois ou a absorção de um pelo outro. Paralelamente, dizem, o fato de que homens e mulheres constituem uma só realidade em Cristo (cf. Gl 3, 26-29) não exige que as mulheres sejam menos mulheres e os homens menos homens; até mesmo na ressurreição final homens e mulheres guardarão suas características pessoais. Os judeus messiânicos afirmam que, nestes anos de restauração do povo judeu em sua terra de origem, Deus está plasmando uma faixa autenticamente hebraica e cristã dentro da Igreja Universal, sem detrimento do fato de que todos constituem um só povo seguidor de Jesus Messias. Preconizam assim a diversidade na unidade ou a unidade na diversidade.

 

 

3. JUDEUS PARA JESUS (JEWS FOR JESUS)

 

Na Diáspora judaica, existente no mundo inteiro, especialmente nos Estados Unidos, existe outro tipo de movimento judeu messiânico, ainda mais importante do que os da terra de Israel: são os chamados Jews for Jesus ou Jews for Christ; existem perto de 80 grupos desses messiânicos nos Estados Unidos, reunindo 40.000 membros (segundo uns) ou 250.000 (segundo outros), com uma porcentagem de 79% entre 20 e 29 anos.

As estatísticas judaicas atribuem aos Judeus para Cristo o quarto lugar entre os judeus norte-americanos; vêm após os judeus ortodoxos, os conservadores e os reformados e antes dos reconstrucionistas. Cerca de 48% dentre eles freqüentam uma igreja cristã; 10%, porém, dizem pertencer à sua Igreja própria, que eles chamam "Igreja Messiânica".

O Credo desses grupos de Judeus para Jesus não é muito definido: afirmam que a fé em Jesus é a única âncora de salvação de cada fiel eda Casa de Israel; a ressurreição de Jesus é, para eles, como para São Paulo (1Cor 15,14.17), o cumprimento das esperanças judaicas; professam isto com entusiasmo, à semelhança do que ocorre na tradição pietista do protestantismo. Pouco conhecem as tradições religiosas de Israel, e chegam mesmo a criticar asperamente o judaísmo oficial em algumas de suas assembléias. Para muitos deles, que nunca foram judeus religiosos, o crer em Jesus tornou-se uma forma de conversão ao judaísmo. Lêem o Antigo Testamento a partir do Novo Testamento como preparação para este.

Feitos discípulos de Jesus, esses judeus proclamam que são plenamente judeus, até mais judeus que os rabinos ortodoxos, visto que, reconhecendo o Messias, estão conscientes de se identificar com o plano de Deus relativo a Israel. São, porém, menos zelosos do que os judeus messiânicos de Israel no tocante à cultura judaica; contentam-se com um judaísmo genérico.

O judaísmo oficial considera todos os grupos judeu-cristãos com certa aversão: seriam pessoas mal adaptadas, em crise, vítimas de problemas afetivos e familiares, sofrendo de traumas psicológicos, irustrações sociais e econômicas... em suma: presa fácil de missionários cristãos e de mensageiros dos cultos esotéricos.

 

 

4 AINDA OUTRA MODALIDADE

 

Além das correntes até aqui mencionadas, existem, tanto em Israel como na Diáspora, vários judeus que, por vias diversas, chegaram a conceber fé em Jesus. Provêm tanto dos ambientes judaicos mais ortodoxos quanto dos mais atenuados, guiados tão somente por seus próprios estudos ou esclarecidos por intermediários. São pessoas cultas, desejosas de saber, que se deixaram impressionar pela figura de Jesus, conhecida através da leitura do Novo Testamento (livro este severamente banido pelas comunidades judaicas ortodoxas) O Novo Testamento, em vez de os afastar do judaísmo, fê-los tomar consciência de que a sua identidade judaica se torna plena em Jesus, pois reconhecem o tempo da visita do Senhor e descobrem finalmente o que é Shalom (Paz); cf. Lc 19,41-44. Julgam revivera experiência de São Paulo, que foi prostrado na estrada por Jesus a fim de mudar de vida (cf. At 9,1-19; 22,1-21; 26,2-23), ou também a experiência dos discípulos de Emaús, que, em meio à penumbra da tarde e do coração, reconheceram o Senhor Jesus com o coração ardente e a mente sequiosa (cf. Lc 24,27-45).

Essa intuição da messianidade de Jesus não é tida como conversão por tais judeus. Afirmam que não mudaram de religião, mas tomaram consciência de haver encontrado o Messias de Israel (cf. Jo 1,41. 45-49), Messias que eles chamam Adon, Senhor (cf. At 2,36). Essa descoberta de Jesus muda todo o teor de vida de tais judeus, para quem Jesus já não é um mestre entre outros, mas o Mestre (cf. Jo 13,13), o Guia (cf. Mt 23,10), Aquele que traz a chave decisiva para se compreender qualquer outro ensinamento ou orientação. O judaísmo de tais judeus não é aniquilado, mas definitivamente confirmado (cf. 2Pd 1,16-19), dado que se abrem ao Messias em função do qual o povo de Israel teve sua origem e sempre viveu (cf. Jo 1,50).

É de notar, porém, o seguinte: os judeus cristãos de que falamos, não querem (ou encontram grande dificuldade para) chamar Elohim (Deus) o Jesus que eles reconhecem como Mashiach e Adon. Também costumam rejeitar o título de Mãe de Deus ( Em haElohim) que os cristãos atribuem a Maria, pois tal apelativo lhes sugere que Myriam seja a Mãe de Deus na eternidade (e não pelo fato da Encarnação de Deus Filho). Os judeo-cris-tãos não negam a SS. Trindade e o mistério da Encarnação, mas não querem encarar as questões teológicas que tanto interessaram os primeiros séculos do Cristianismo, suscitando as definições teológicas dos Concílios de Nicéia I (325), Constantinopla I (381), Éfeso (431), Calcedonia (451). Para eles, é mais oportuno dizer que Deus é inefável do que tentar penetrar no mistério de Deus; são portanto discretos ao falar de Deus.

Muitos de tais judeus pediram o Batismo no Cristianismo. Mas não se julgam membros da Igreja. Aliás, a sua adesão a Cristo não se deve ao contato com cristãos ou com alguma denominação cristã; foi a leitura atenta do Novo Testamento que os impeliu a fazer seus um livro e um nome (Jesus) que na realidade lhes pertenciam (visto que Jesus nasceu do povo de Israel). Acreditam que é possível crer plenamente em Jesus e tornar-se discípulos dele sem se fazer "cristãos". A história das relações entre judeus e cristãos lhes torna pouco atraente o nome "cristão". Ademais alegam que o nome "cristão" não é o da primeira comunidade de discípulos de Jesus, pois estes só foram chamados cristãos pela primeira vez em Antioquia (cf. At 11,26); tal nome, alegam, foi dado por não-cristãos judeus ou pagãos aos discípulos.

Em suma, tais judeo-cristãos querem viver um Cristianismo destituído de qualquer influência da cultura greco-romana dos primeiros séculos, ou seja, um Cristianismo que recorra unicamente a traços culturais do judaísmo. Sonham com a fundação de uma Igreja hebraica que esteja em comunhão com a Igreja Universal, portadora das marcas do mundo ocidental, e que constitua com as demais denominações cristãs o Corpo Vivo do Messias glorioso ou o Corpo de Cristo de que fala São Paulo em 1Cor 12, 12-27; Cl 1,24; Rm 12,4s.

Tais notícias sugerem alguns comentários.

5. REFLETINDO... Proporemos quatro principais ponderações:

5.1. Judaísmo e Cristianismo

Os grupos de judeus que aceitam Jesus como Messias, mencionados atrás, são lógicos e clarividentes na sua adesão a Cristo. O judaísmo é essencialmente a expectativa do Messias, desde as suas origens. Reconhecendo Jesus como Messias, não estão traindo o judaísmo e suas tradições nem estão mudando de religião; estão, sim, levando à plenitude as suas crenças judaicas. Com muita razão podem defender-se frente aos seus compatriotas que os acusam de degenerescentes, problemáticos, traumatizados, frustrados... Ao contrário, são judeus corajosos que acreditam firmemente nas promessas feitas a Abraão e seus descendentes.

 

5.2. Cristianismo e Instituição

Verifica-se, porém, que tais judeus parecem ter receio de se filiar ao Cristianismo-instituição ou à Igreja. Em parte, isto se deve à história dos litígios havidos entre judeus e cristãos no decorrer dos séculos; motivos subjetivos lhes dificultam a pertença à Igreja e lhes propiciam uma vivência cristã mais ou menos subjetiva e livre ou mesmo sujeita a improvisações arbitrárias.

Na verdade, Jesus Cristo é inseparável da sua Igreja, que Ele fundou e entregou a Pedro e seus sucessores (Mt 16,16-19). O Cristianismo ensina que Deus vem aos homens através de sinais sensíveis, que constituem a ordem sacramental:

    o primeiro destes sinais é a humanidade de Cristo, o sacramento primordial, que assinalava e transmitia a vida divina mediante palavras e gestos sensíveis.

    O Corpo de Cristo físico se prolonga no Corpo de Cristo Místico, que é a Igreja ou o segundo Grande Sacramento; por esta Cristo continua a viver e agir, promovendo a santificação dos homens; com efeito, Jesus não é apenas um mestre que ensinou e desapareceu, ou um mártir que deixou tão somente um exemplo; Ele é um tronco de videira, da qual nós somos os ramos (cf. Jo 15,1s); é também a Cabeça de um Corpo do qual nós somos os membros (cf. 1Cor 12,12-27; Cl 1,24; Rm 12,4s). Ele enxerta os homens nesse Corpo Místico para os fazer viver a filiação divina;

— O sacramento da Igreja, por sua vez, se prolonga e esmiúça nos sete sacramentos, que acompanham a vida do homem desde o nascer até o morrer, transmitindo-lhe a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte: Batismo, Crisma, Eucaristia, Reconciliação, Ordem, Matrimônio, Unção dos Enfermos.

Não há Cristianismo pleno sem a participação nos sacramentos. Daí formularmos os votos de que os judeus fiéis a Cristo superem reminiscências pouco agradáveis e compreendam a própria mensagem do Novo Testamento que os atrai: aderir a Cristo Cabeça implica aderir a Cristo em seu Corpo Místico, aceitando o Mistério da Encarnação ou do Deus que é revelado e velado por sinais sensíveis. Aliás, é essa adesão à Igreja assistida por Cristo e seu Espírito (cf. Lc 22,31s; Jo 14,26...) que pode preservar o cristão (judeu-cristão ou étnico-cristão) de desvios inspirados pelo subjetivismo e o sentimentalismo fantasioso.

 

5.3. Aculturação

 

Só pode haver uma Igreja de Cristo, como só há um Cristo. Nessa única Igreja, porém, confiada a Pedro, pode haver diversos ritos decorrentes de tradições diversas. Assim os cristãos orientais têm seu Código de Direito Canónico próprio, têm presbíteros casados, ritos litúrgicos típicos, sem deixar de pertencer à única Igreja de Cristo e reconhecer a autoridade do sucessor de Pedro. A Igreja deseja em nossos dias a aculturação ou a adoção de expressões próprias das culturas dos povos não ocidentais para professarem e viverem a mesma fé católica. É lícito assumir tais traços culturais, desde que não suscitem confusão de crenças, ecleticismo ou sincretismo. Por conseguinte, pode-se conceber um judeu-cristianismo marcado por tradições judaicas que não impliquem desvirtuamento da fé apregoada por Jesus na sua Igreja.

É para desejar que, com o tempo, os judeus discípulos de Cristo compreendam todo o alcance de sua profissão de fé em Jesus e se decidam a dar todos os passos daí decorrentes.

A propósito seja citado o artigo de Francesco Rossi de Gasperis S.J., professor do Instituto Bíblico Pontifício de Jerusalém-Roma: Un nouveau judéo-christianisme, em Etudes, juin 1993, pp. 795-794.


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Claudio Maria

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