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A origem traumática da homossexualidade masculina

ESCRITO POR JOSEPH NICOLOSI | 07 FEVEREIRO 2017

Como um psicólogo que trata homens de orientação homossexual, assisto com desânimo o movimento LGBT convencer o mundo que a palavra ‘gay’ precisa de uma revisão da compreensão da pessoa humana.

A profissão da psicologia tem muita culpa nessa mudança. Uma vez, era geralmente consenso que a normalidade é “aquilo que funciona de acordo com seu propósito. ” Não havia algo como “uma pessoa gay”, porque a humanidade era reconhecida como naturalmente e fundamentalmente heterossexual. Nos meus mais de 30 anos de prática clínica, eu pude ver como é verdade esse entendimento antropológico inicial.

Homossexualidade é, na minha opinião, primariamente um sintoma de trauma de gênero. Apesar de que algumas pessoas podem ter nascido com algum condicionamento biológico (influência de hormônios pré-natais, sensitividade emocional interna) que as tornaria especialmente vulneráveis a este trauma, o que distingue a condição homossexual humana é que houve uma interrupção no processo natural de identificação masculina.

O comportamento homossexual é uma tentativa sintomática de “reparar” a ferida original que deixou o menino alienado de sua masculinidade inata que ele falhou em reclamar. Isso o diferencia da heterossexualidade, que surge naturalmente no desenvolvimento imperturbado da identidade de gênero.

O conflito básico na maioria da homossexualidade é a seguinte: o menino – normalmente uma criança sensível, mais inclinada que a maioria à feridas emocionais – deseja o amor e aceitação do seu progenitor de mesmo sexo, mas sente frustração e raiva contra ele porque esse progenitor é tido por essa criança em especial como abusivo ou insensível. (Vale notar que essa criança pode ter irmão que experiencia o mesmo progenitor de maneira diferente).

A atividade homossexual pode ser uma encenação erótica desse relacionamento de amor e ódio. Como todas as “perversões” – e eu uso esse termo não para ser rude, mas no sentido de que o desenvolvimento homossexual “perverte”, ou “distancia a pessoa de”, seu biologicamente apropriado objeto de ligação erótica – o eroticismo ao mesmo sexo contém uma dimensão de hostilidade intrínseca.

Assim, a homossexualidade é inerentemente enraizada em conflito: conflito de aceitação do gênero natural de uma pessoa, conflito no relacionamento pai e filho, e geralmente, conflito em relação ao ostracismo por pares do mesmo sexo. Isso significa que observamos o surgimento de temas de submissão/dominação contaminando os relacionamentos homossexuais.

Para os homens de orientação homossexual, sexualidade é uma tentativa de incorporar, “acolher”, e “dominar” outro homem. Funciona como uma “possessão” simbólica da outra pessoa que é geralmente mais agressiva do que carinhosa. Um cliente descreveu sua sexualização de homens que provocam medo como “a vitória do orgasmo”. Outro, como “analgésico orgásmico”.

Existem algumas exceções para o modelo traumático do desenvolvimento homossexual. Temos encontrado em nossa clínica uma outra forma de homossexualidade que é caracterizada como apego mútuo, afetivo, normalmente observado mais comumente em nossos clientes adolescentes e adultos imaturos. Nesse tipo de atração homossexual não há características dependentes de hostilidade, mas de uma qualidade romântica adolescente – um entusiasmo que tem uma manifestação sexual. Tais ligações podem ocorrer por períodos de meses ou anos e então serem abandonadas, para nunca mais serem retomadas, por essa fase de atração passar.

Ainda assim, a regra geral permanece: Se uma criança é traumatizada de uma forma particular que afeta o gênero, ele se tornará homossexual, e se não se traumatiza essa criança dessa maneira particular, o processo natural de desenvolvimento heterossexual se manifesta.

Muitos homossexuais (homens) reportam abusos sexuais por parte de pessoas do mesmo sexo durante sua infância. Molestação sexual é abuso, porque acontece disfarçada de amor. Aqui está um relato de um cliente sobre um adolescente mais velho que o molestou:

Eu queria amor e atenção, e isso se misturou com o sexo. Aconteceu em uma época em que eu realmente não tinha interesse sexual em outros meninos… Eu pensei que ele (o abusador) era descolado. Ele nunca me dava atenção a não ser que quisesse investir sexualmente. Quando se tornava sexual, parecia especial… Era excitante e intenso, alguma coisa entre a gente, um segredo compartilhado. Eu não tinha outros amigos e meu relacionamento com meu pai não ajudou. Eu estava procurando amizade…. [mas] a intensidade da memória… Eu a odiava. Toda a coisa é nojenta, perturbador… Essa é a raiz da minha atração pelo mesmo sexo.

Esse cliente fez a seguinte associação: “Para receber o benefício: i.e. ‘amor’ e ‘atenção’, eu preciso aceitar a mim mesmo como vergonhoso e mau: engajar em uma atividade que é ‘assustadora’, ‘proibida’, ‘suja’ e ‘nojenta’”.

Em terapia, enquanto esse cliente prestava atenção nas sensações de seu corpo durante um momento não desejado de excitação homossexual, ele descobriu que antes de ter um sentimento homossexual, ele invariavelmente experimentava um sentimento como o de ter sido envergonhado por outro homem. Em uma reencenação de seu abuso na infância, o “eu envergonhado” provou-se um pré-requisito necessário para sua excitação homossexual.

A relação entre o abuso passado deste cliente e sua atuação homossexual atual é um exemplo de uma compulsão de repetição. Em sua busca para encontrar amor e aceitação, ele se enreda em repetir um comportamento autodestrutivo e autopunitivo, através do qual ele busca inconscientemente obter a vitória final e resolver sua ferida central. Compulsão de repetição contém 3 elementos: (1) tentativa de autodomínio, (2) uma forma de autopunição, (3) evitar o conflito subjacente.

Para esses homens, a procura por realização através do eroticismo com o mesmo sexo é estimulado pela antecipação temerosa de que sua autoafirmação masculina irá inevitavelmente falhar e resultar em humilhação. Eles optam por uma reencenação ritualizada com a esperança que, diferentemente de todas as ocasiões passadas, “Dessa vez, eu definitivamente vou conseguir o que eu quero; com esse homem, encontrarei poder masculino para mim,” e “dessa vez, o sentido cicatrizado de vazio interior irá finalmente desaparecer.” No entanto, ele acaba de dar a mais uma pessoa o poder de rejeitá-lo, envergonhá-lo, e fazê-lo se sentir sem valor. Quando o cenário produtor de humilhação é repetidamente realizado, isso somente reforça sua convicção de que ele realmente é uma vítima sem esperança e, finalmente, indigno de amor.

Homens gays frequentemente relatam um “tiro de adrenalina” acentuado pelo elemento do medo bruto. Existe entre gays uma subcultura de sexo público, que festeja na emoção de encenar em lugares como parques, banheiros públicos e paradas de caminhões, e é eroticamente dirigido pelo medo de ser descoberto e exposto.

O próprio ato de sodomia é intrinsecamente masoquista. Sexo anal, como uma violação do design corporal, é insalubre e anatomicamente destrutivo, prejudicando o reto e espalhando doença porque os tecidos retais são frágeis e porosos. Psicologicamente, o ato humilha e degrada a dignidade e masculinidade do homem.

Encenação sexual compulsiva  – com seu super drama e a promessa de gratificação – mascara o caminho oculto, mais profundo e saudável de ganhar afeto autêntico.

A disfunção do mundo gay masculino é inegável. Estudos científicos nos oferecem evidências para as tristes comparações a seguir:

Compulsão sexual é mais de seis vezes maior entre homens gays.

Homens gays participam de violência interpessoal com o parceiro três vezes mais do que heterossexuais.

Homens gays participam das práticas sadistas em taxas muito maiores do que heterossexuais.

A incidência de transtornos de humor e transtornos de ansiedade é quase três vezes maior entre homens gays.

A síndrome do pânico é mais de quatro vezes maior do que em homens heterossexuais.

A bipolaridade é mais de cinco vezes maior do que em heterossexuais.

O transtorno de conduta é quase quatro vezes maior (3,8) do que em heterossexuais.

Agorafobia (medo de estar em lugares públicos) é mais de seis vezes maior do que entre homens heterossexuais.

Transtorno obsessivo-compulsivo é mais de 7 vezes maior (7,8) do que em heterossexuais.

Autoflagelo deliberado (suicídio) é de mais de 2 vezes (2.58) a mais de 10 vezes (10.23) maior do que entre homens heterossexuais.

Dependência em nicotina é cinco vezes maior do que em homens heterossexuais.

Dependência do álcool é perto de três vezes maior do que entre homens heterossexuais.

Dependência de outras drogas é mais de quatro vezes maior do que em homens heterossexuais

A promiscuidade é bem ilustrada na pesquisa clássica de McWhirter e Mattison, dois homens gays que relataram em seu livro O Casal Masculino (The Male Couple – 1984), que de 165 relacionamentos estudados por eles, nenhum único par foi capaz de manter fidelidade por mais de cinco anos. Os autores – eles mesmos um casal gay – ficaram surpresos ao descobrirem que casos extraconjugais não apenas não prejudicavam o relacionamento, quanto eram na verdade essenciais para sua própria sobrevivência. Eles concluem: “O único e mais importante fator que mantém casais juntos além da marca de dez anos é a falta de possessividade que eles sentem” (p. 256).

Ao reconhecer a dimensão de amor-ódio nas atividades homoeróticas, podemos simpatizar com a tentativa reparadora do homossexual na resolução de seu trauma de infância. Isso nos oferece uma janela de entendimento acerca de por que continua a existir a profunda insatisfação na comunidade gay apesar de ganhos sem precedentes em sua aceitação social.

Homossexualidade não tem significância no mundo natural além de um mero sintoma, uma consequência de eventos trágicos. De outra maneira é transcendental, uma imaginação feita de fantasia e desejo. Mas através da ajuda das mídias sociais, Hollywood e forças políticas (mais recentemente a administração de Obama), uma nova definição da pessoa humana foi inventada. Este truque linguístico criou uma invenção da imaginação, uma ilusão erótica que sequestrou a realidade. A antropologia clássica teve sua mente transformada e um novo tipo de homem foi inventado. Quando uma pessoa se rotula “gay”, ele se move para fora da esfera natural e se desqualifica da completa participação no destino humano.

De pai para filho para neto para bisneto, a semente do homem é sua semente para as gerações. Através de seu DNA, ele vive em outras vidas. Quando implantado no útero da mulher, sua semente produz vida humanada. Mas no sexo homossexual, a semente do homem só pode resultar em decadência e morte.

Na relação sexual natural, a raça humana é preservada, e o homem vive através de gerações futuras. Mas no sexo traumatizado que viola o propósito do nosso corpo, seu poder produtor gera morte e aniquilação. E então a sabedoria do corpo apresenta seu contraste: Nova vida vs. decadência e morte.

Não nos admira que vejamos tanta insatisfação no mundo homossexual; não somente por causa da desaprovação da sociedade, mas porque o homem que vive naquele mundo, sente a futilidade de uma identidade homossexual. Ela representa o término da longa linha de seus ancestrais que eram antes conectados, através do tempo, no casamento natural.

No mundo real, uma identidade gay não faz sentido. Unicamente como sintoma, como uma reparação erotizada da falta de afeto, a homossexualidade tem sentido.

Artigo original: http://www.crisismagazine.com/2016/traumatic-foundation-male-homosexuality

 

Tradução: Jonatas Figueiredo e Sara
Revisão: Jonatas Figueiredo


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