Católicos Online - - - - AVISOS -


...

Pergunte!

e responderemos


Veja como divulgar ou embutir artigos, vídeos e áudios em seu site ou blog.




Sua opinião é importante!









Sites Católicos
Dom Estêvão
Propósitos

RSS Artigos
RSS Links



FeedReader



Download







Cursos do Pe Paulo Ricardo


Newsletter
Pergunte!
Fale conosco
Pedido


PESQUISAR palavras
 

A Misericórdia Pode Prescindir da Fé? Santo Tomás de Aquino e o Sínodo das Famílias

Quem acompanha os debates que antecedem o Sínodo ordinário das famílias, tem a sensação de que há atualmente dois grupos que defendem soluções pastorais diversas: uma pretende ser repleta de tolerância e misericórdia, e busca a aproximação das pessoas a fim de cuidar de suas feridas; a outra não deixa de acentuar a centralidade da fé e afirma que a ação pastoral da Igreja se funda na sua fé. Pode parecer assim que misericórdia e fé se opõem, ou que uma possa prescindir da outra. Será isso verdade? Para responder a essa questão é preciso esclarecer os significados de “misericórdia” e de “fé”. Santo Tomás de Aquino, único teólogo recomendado nominalmente como mestre da fé pelo Concílio Vaticano II[i], pode colaborar com a discussão atual, em pleno espírito de comunhão com a Igreja[ii].

Santo Tomás trata a misericórdia em relação com a justiça divina em S. Th., I, q. 21; para ele, a misericórdia é uma bem-aventurança (I-II, q. 69) e uma virtude (II-II, q. 30).

Em S. Th. II-II, q. 30 Santo Tomás inicia sua reflexão com a definição de Santo Agostinho: “a misericórdia é uma compaixão do nosso coração pela miséria alheia, que nos leva a socorre-la, se nos é possível” (Santo Agostinho, Civ. Dei IX, 5). E lembra que a palavra misericors significa ter o coração compassivo pela miséria do outro[iii].

Então ele esclarece que a miséria se opõe à felicidade, uma vez que a essência da felicidade é “ter o que se quer e não querer nada de mal” (Agostinho XIII de Trin.). E a miséria consiste em sofrer o que não se quer. Santo Tomás esclarece que há três maneiras de querer algo (e consequentemente de sofrer pelo que se quer):

a) Pode-se querer algo com um desejo natural: assim o homem deseja naturalmente ser e viver;

b) Também algo pode ser querido por uma eleição premeditada;

c) Pode-se querer algo, ainda, não diretamente em si mesmo, mas na sua causa (é o chamado voluntário indireto). Como alguém que deseja ingerir coisas nocivas: ao fazê-lo, de certo modo, deseja ficar doente.

Até aqui fica claro que a misericórdia é a compaixão pela miséria alheia, ou seja, por algum defeito do outro. Não se pode jamais ter misericórdia por um bem, tal como a fé. Se tem misericórdia pela miséria alheia, não por uma sua riqueza. E a dita miséria pode ser tríplice.

a) O que contraria o nosso apetite natural, tal como a doença e a proximidade da morte. Esse seria o motivo específico e primeiro da misericórdia;

b) Em segundo lugar, os males que suscitam mais misericórdia são os que se opõem a uma escolha voluntária do outro. Por isso são mais dignos de compaixão os males que são causados pela fortuna, como quando alguém deseja um bem e lhe acontece um mal. Isso seria o que hoje chamamos de “acidentes”, ou “tragédias”;

c) Entretanto, são mais dignos de compaixão os males que contradizem totalmente à vontade de quem os sofre. Por isso disse Aristóteles que “a misericórdia chega ao seu extremo nos males que alguém sofre sem merecê-lo” (Retórica).

Sendo assim, a misericórdia é gerada pelo mal que alguém sofre, não pelo mal que alguém causa, muito menos pelo bem que alguém faz. De fato, Tomás acrescenta (ad 1) que a culpa é, por sua natureza voluntária, e por isso não é objeto de misericórdia, mas de castigo. Às vezes, porém, a culpa traz consigo uma pena, ou seja, algo que contraria a vontade do pecador. Essa pena pode nos inspirar misericórdia, nunca, porém, a culpa. O misericordioso procura corrigir o pecado e os seus danos, não pretende jamais aceitá-lo ou justificá-lo. Fazer isso não seria misericórdia, mas crueldade.

Fica claro também que se tem misericórdia propriamente pela miséria alheia; não é possível ter misericórdia consigo mesmo. Em relação a nós mesmos, o mal não provoca misericórdia, mas a dor. Assim acontece quando quem sofre é uma pessoa especialmente unida a nós. Nesse caso, o mal que o outro sofre é como nosso, pois tendemos a considerar um amigo como um “outro eu”. Nesse caso, propriamente, não temos misericórdia deles, mas compadecemos com as suas desgraças como se fossem nossas (ad 2).

Portanto, a misericórdia é a compaixão pela miséria alheia, ou seja, pelos defeitos dos outros (S. Th., II-II, q. 30, a. 2), os quais nos entristecem e fazem sofrer na medida em que os consideramos nossos. Isso ocorre quando há verdadeiro amor, pois, o amor é uma força de união (S. Th., I, q. 26, a. 1: vis unitiva). Santo Tomás acrescenta que os mais inclinados à misericórdia são os anciãos e os sábios (S. Th., II-II, q. 30, a. 2). E Deus tem misericórdia pelos homens, não porque Ele possua algum defeito ou carência, mas porque lhes ama, considerando-os seus (ad 1).

A seguir, Tomás investiga se a misericórdia seja uma virtude, ou apenas certa emoção natural humana (II-II, q. 30, a. 3). Depois de reafirmar que misericórdia significa dor pela miséria alheia, diz que a dita dor pode ser um simples movimento do apetite sensível; nesse caso, seria o que os medievais chamavam de “paixão” (algo que se padece, que se sofre espontaneamente). E a paixão em si mesma não é virtude.

Entretanto, a misericórdia também pode ser um movimento do apetite intelectivo (da vontade), enquanto sente repulsa pela infortuna alheia. Nesse caso, a razão pode assumir e integrar o movimento do apetite inferior (a paixão). Como bem disse Santo Agostinho, o misericordioso sente dor pelo mal alheio e procura, na medida do possível, eliminá-lo (Civ. Dei IX, 5).

As paixões são a matéria das virtudes, ou seja, aquilo que é transformado por elas. A virtude moral, de fato, é “a forma que fica impressa pela razão como um selo nas tendências do homem” (De virtutibus in communi, a. 9). Nas virtudes se realiza a síntese que eleva todos os aspectos do ser humano a uma vida harmoniosa. O virtuoso é aquele que tem unidade de vida e é interiormente forte. Enquanto o homem vicioso é fraco e disperso. Na alma do vicioso, existe uma guerra civil, disse Aristóteles (Ética a Nicômaco, 1166b 19).

Tomás de Aquino citava então Santo Agostinho: “Este movimento da alma [a misericórdia do apetite sensível] serve à razão quando de tal modo se pratica a misericórdia deixando a salvo a justiça, seja socorrendo o indigente, seja perdoando o arrependido” (De Civ. Dei IX). E como a essência da virtude consiste em regularizar os movimentos da alma pala razão, a misericórdia é virtude, e não somente uma emoção.

A misericórdia pode ser considerada, pois, como paixão ou como virtude. Mais adiante Santo Tomás alerta que a misericórdia enquanto paixão não regida pela razão pode por obstáculos à deliberação racional, fazendo-a desviar da justiça ((S. Th., II-II, q. 30, a.3 ad 1). Isso quer dizer que a misericórdia pode se opor à justiça apenas se for tomada como uma emoção (paixão), não assumida pela razão. Se parecer contrária à razão, a misericórdia estará apenas no que há de mais baixo no ser humano (sensibilidade), e reclamando a harmonização racional.

A misericórdia no seu sentido pleno, enquanto virtude humana, não pode se opor à razão, muito menos à justiça ou à fé. Segundo Santo Agostinho, o amor verdadeiro “é o aderir à verdade para se viver na justiça” (De Trin., 8, 7, 10). Em Santo Agostinho é impensável separar amor e verdade, justiça e misericórdia, doutrina e pastoral. Seu trabalho pastoral foi levar a verdade de Cristo aos homens. Para ele, a doutrina cristã não era um peso insuportável, mas o resplendor da beleza divina, o qual liberta o homem das suas escravidões intelectuais e morais. Antes de sua conversão, Agostinho disse: “ó Verdade, Verdade, como suspirava por ti, desde as fibras mais íntimas do meu coração” (Confissões). E logo depois de seu encontro com Cristo escreveu: “Parece-me que se deva reconduzir os homens à esperança de encontrar a verdade” (Ep. 1,1).

Em outro texto da Suma (I, q. 21, a. 2), Tomás de Aquino se pergunta se a justiça de Deus seja a o mesmo que a verdade. Começava citando o versículo bíblico “A misericórdia e a verdade se encontraram” (Sal. 85, 11) e comentava dizendo que “verdade” aqui equivale a “justiça”.

De fato, verdade é a adequação entre intelecto e as realidades. A razão divina, que é causa de tudo, se relaciona com as coisas como sua regra e medida. As coisas são verdadeiras na medida em que imitam as ideias pré-concebidas no intelecto divino. O intelecto humano, por sua vez, toma seu conhecimento das coisas naturais, sendo elas a regra e medida das verdades conhecidas pelos homens. A verdade humana se dá quando nosso intelecto se adequa as coisas. E a verdade divina está nas coisas se adequarem ao seu intelecto.

Por sua vez, a justiça de Deus seria a ordem das coisas adequada à sabedoria divina. Isso pode ser chamado de lei, assim como de verdade. A justiça seria a verdade das coisas adaptadas à mente divina. A justiça divina seria uma lei reguladora presente no intelecto divino; enquanto está presente no mandato, pelo qual se regulam as coisas segundo a lei, está na vontade de Deus.

Sendo a justiça divina a ordem que Deus imprime nas coisas, é evidente que em tudo o que Deus faz está presente a sua justiça. Mas estaria também presente a misericórdia? Santo Tomás o afirma, a partir da afirmação bíblica: “Todos os caminhos do Senhor são misericórdia e verdade” (Sal. 25, 10). A misericórdia divina não consiste no entristecer de Deus com nossos defeitos, pois Ele é perfeito e entristecer é algo impossível para Deus; porém, sua misericórdia consiste em eliminar os nossos defeitos (S. Th., I, q. 21, a. 3).

Deus age, portanto, sempre com justiça, pois tudo o que faz nas coisas criadas, o faz com ordem e proporção (a. 4). Entretanto, a justiça pressupõe a obra de misericórdia, na qual se funda. Sem uma benevolência original, ou seja, sem a criação, Deus não poderia agir com justiça para com os seres criados. Santo Tomás o ilustra com um exemplo: ter mãos é algo devido ao homem por ter alma racional; ter alma racional lhe é devido pelo fato dele ser homem; ser homem, por sua vez, lhe é devido exclusivamente pela bondade divina.

Sendo assim, em toda obra divina, aparece a misericórdia de Deus como sua raiz. E a eficácia da misericórdia se mantém em tudo. Ela é a causa primeira de todas as coisas, a qual age com mais força do que a causa segunda (nesse caso, a justiça). Além disso, o que é devido a alguma criatura, Deus lhe dá com maior generosidade do que é estritamente exigido. Para se ter uma ordem justa, é preciso muito menos do que a bondade divina dá.

Em S. Th., I, q. 21, a. 3, ad 2, Tomás diz que Deus, ao obrar misericordiosamente, não age contra a justiça, mas acima dela. Por exemplo: se alguém deve cem moedas e paga com duzentas não age injustamente, mas com misericórdia. O mesmo acontece quando se perdoa as ofensas recebidas. De fato, quem perdoa algo, dá algo. De modo que a misericórdia não anula a justiça, mas é a sua plenitude. Nesse sentido, afirmou São Tiago (2, 13): a misericórdia faz sublime o juízo.

A misericórdia humana é, portanto, uma compaixão pela miséria alheia que procura superá-la, sem jamais se opor ou prescindir da fé. Ela nasce da fé e é o seu alimento. A fé é entendida por Santo Tomás a partir da afirmação da Carta aos Hebreus: “É a substância do que se espera, argumento das realidades que não se vê”. O Aquinate define o ato de fé como “ato do intelecto determinado ao assentimento do objeto sob o império da vontade” (S. Th., II-II, q. 4, a. 1). Pode ser entendido então como o hábito da mente pelo qual se inicia em nós a vida eterna, fazendo assentir o intelecto nas coisas que não vê. Em palavras de Pseudo-Dionísio, o Areopagita: “a fé é o cimento imóvel dos crentes que lhes assenta na verdade e lhes mostra a mesma” (De Div. Nom.).

A fé é uma virtude teologal, pela qual o homem adere a Deus, movido pela vontade que recebe o influxo da graça. A fé alimenta a esperança, a caridade e a misericórdia. Santo Tomás afirma que toda a vida cristã se resume na misericórdia pelos outros quanto às obras exteriores (q. 30, a. 4). Porém, o sentimento interno da caridade que nos une a Deus está por cima tanto do amor como da misericórdia pelo próximo (ad 2). E essa caridade se funda na fé. De fato, a caridade nos faz semelhantes a Deus, unindo-nos a ele pelo afeto. Por isso é melhor do que a misericórdia, que nos faz semelhantes a Deus no plano do agir (ad 3).

O Documento preparatório para o próximo Sínodo dos bispos reconheceu muito bem que o problema atual do nosso mundo não é a crise das famílias, mas a crise da fé[iv]. A dita crise não pode fazer as pessoas pensarem que a fé é uma meta inalcançável, que as suas verdades são um fardo para o homem contemporâneo. Por isso, em 2012, o Papa Bento XVI disse “o matrimônio é chamado a ser não apenas objeto, mas o sujeito da nova evangelização”[v].

De fato, se a fé for novamente anunciada com toda a sua clareza e frescor, certamente a graça de Deus fará surgir famílias saudáveis que darão muitos frutos de testemunho de santidade para Igreja e para o mundo. Um grande pastor da História da Igreja, Santo Agostinho, disse numa época cética como a nossa: “Parece-me que se deva reconduzir os homens à esperança de encontrar a verdade” (Ep. 1,1), e a Igreja deve continuar com ardor a mesma tarefa.

Pe. Anderson Alves

[i] CONCÍLIO VATICANO II, Decreto Optatam Totius sobre a Formação Sacerdotal, n. 16: “[…] Depois, para aclarar, quanto for possível, os mistérios da salvação de forma perfeita, aprendam a penetra-los mais profundamente pela especulação, tendo por guia Santo Tomás, e a ver o nexo existente entre eles.”

[ii] Numa entrevista por ocasião dos dois anos de pontificado, o Papa Francisco falou sobre a possibilidade de se dar a comunhão aos divorciados, o que seria uma prática de “misericórdia” para alguns, mesmo em dissonância com a prática atual. Sobre isso, o Papa disse: “Bem, a família está em crise. Como integrar na vida da Igreja as famílias ‘replay’? Esta segunda união às vezes está fenomenal… enquanto a primeira foi um fracasso. Como reintegrar? Que vão à Igreja. Então simplificam e dizem: ‘Ah, daremos a comunhão aos divorciados!’ Com isso não se resolve nada. Aquilo que a Igreja quer é que você se integre na vida da Igreja. Mas alguns dizem: ‘Não, eu quero comungar e basta!’ Uma condecoração, uma honraria. Não. Você deve se reintegrar.” Cfr.: http://www.osservatoreromano.va/it/news/due-anni-di-pontificato

[iii] O substantivo latino misericors significa aquele que reage com o coração à miséria alheia. Seria um dos aspectos da sensibilidade humana. Na Vulgata, isso é próprio de Deus. O termo aparece 273 vezes o termo, mais 137 o verbo misereor e 31 o adjetivo misericors. Quase sempre o autor é Deus. A misericórdia seria um atributo divino. Em textos provenientes do original hebraico, o termo aparece 369 vezes, provenientes de três raízes hebraicas: rahâm, hânan e hâsad. A primazia é da primeira forma, da qual deriva o substantivo plural rahamim, traduzido por compaixão. Em singular, temos o termo rehem, que designa o útero da mulher. A misericórdia representa uma característica materna de Deus, assim como a justiça simboliza uma característica paterna. Ambas não se excluem, mas se complementam. De fato, “misericórdia-justiça” aparece em todas as seções da bíblia judaica, pode simbolizar os traços paternos e maternos de Deus. Cfr. D. Cerbelaud, Misericordia, in J. Y. Lacoste (org.), Dizionario critico di teologia, Città Nuova, Roma 2005, pp. 851-853.

[iv] Sínodo dos bispos, Lineamenta, n. 5: “A isso se acrescenta também a crise da fé que tocou tantos católicos e que frequentemente está na origem das crises do matrimônio e da família”. Cfr: http://www.vatican.va/roman_curia/synod/documents/rc_synod_doc_20141209_lineamenta-xiv-assembly_it.html

[v] Cfr.: Bento XVI, Homilia de abertura do Sínodo dos bispos. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/homilies/2012/documents/hf_ben-xvi_hom_20121007_apertura-sinodo.html

 


Como você se sente ao ler este artigo?
Feliz Informado Inspirado Triste Mal-humorado Bizarro Ri muito Resultado
5 0
PUBLICAR - COMENTAR - EMAIL

Ver N artigos +procurados:
TÓPICO  ASSUNTO  ARTIGO (leituras: 10069748)/DIA
PeR  Escrituras  1355 Jesus jamais condenou o homossexualismo?86.88
Diversos  Prática Cristã  3780 Os pecados mortais mais comuns30.98
Orações  Comuns  2773 Oração de Libertação16.28
Diversos  História  4042 R.R. Soares e Edir Macedo14.95
Aulas  Doutrina  1497 Ser comunista é motivo de excomunhão?14.36
PeR  O Que É?  0516 O Que é a ADHONEP?13.47
PeR  História  0515 O Recenseamento sob César Augusto e Quirino13.10
Diversos  Prática Cristã  3185 Anticonceptivos são Abortivos?12.17
Diversos  Protestantismo  1652 Desafio aos Evangélicos: 32 Perguntas11.73
Diversos  Apologética  3729 Desmascarando Hernandes Dias Lopes11.07
PeR  O Que É?  2142 Quiromancia e Quirologia10.49
Vídeos  Testemunhos  3708 Terra de Maria9.27
PeR  O Que É?  0565 Lei Natural, o que é? Existe mesmo?8.75
PeR  Escrituras  2389 O Pai Nosso dos Católicos e dos Protestantes8.68
Diversos  Ética e Moral  2832 Consequências médicas da homossexualidade8.27
PeR  O Que É?  1372 Eubiose, que é?8.16
PeR  Prática Cristã  1122 As 14 estações da Via Sacra8.12
PeR  Filosofia  0085 De Onde Viemos? Onde Estamos? Para Onde Vamos?7.77
PeR  História  2571 Via Sacra, qual a origem e o significado?7.47
Diversos  Apologética  3960 Deus não divide sua glória com ninguém?7.34
Diversos  Testemunhos  3922 Como o estudo da fé católica levou-me ao catolicismo6.93
PeR  Testemunhos  0450 Eu Fui Testemunha de Jeová6.87
Diversos  Santos e Místicos  3587 Poesia de Santa Teresinha6.87
Diversos  Anjos  3911 Confissões do demônio a um exorcista6.44
Muitos pensam em se realizar aqui ... por um meio ou outro. Sonhos carnais e mundanos. Sonhos sem transcendência. A ilusão do paraíso aqui neste mundo.
Padre Paulo Ricardo

Católicos Online