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PERGUNTE E RESPONDEREMOS 401 – outubro 1995

O Que É?

"Ciência" e "Mística":

 

E A CIÊNCIA CRISTÃ: QUE É?

 

Em síntese: A Ciência Cristã tem por fundadora a Sra. Mary Baker Eddy, nascida nos Estados Unidos em 1821 e lá falecida em 1910. De constituição nervosa, a Sra. Mary Baker sofreu de dores na espinha durante grande parte da sua vida. Foi certa vez consultar o Dr. Phineas Quimby, mesmeriano, que lhe incutiu a tese de que as curas físicas se obtêm por forças mentais ou por influxo da mente sobre o corpo do paciente. A Sra. Mary Baker Eddy deu a tal doutrina um rótulo cristão, afirmando que a fé em Cristo e a oração realizam curas de doenças corporais... A esta afirmação básica se associam algumas proposições de teologia fantasista, que constituem a síntese da chamada "Ciência Cristã". Esta tem caráter fortemente panteísta; nega a realidade da doença e do pecado, de tal modo que o adapto da Ciência Cristã é exortado a crer que esses males não existem e. conseqüentemente, a libertar-se da impressão que eles causam sobre o sujeito! - A seita da Sra. Mary Eddy acrescenta à Bíblia o livro da fundadora chamado "Science and Health" (Ciência e Saúde), que é mesmo mais valorizado pelos "cientistas" do que a própria Escritura Sagrada.

* * *

Proporemos as origens da Christian Science e as principais doutrinas professadas por essa denominação.

 

 

1. CIÊNCIA CRISTÃ: ORIGENS

 

A fundadora da Christian Science é a Sra. Mary Baker, nascida aos 16 de julho de 1821 em Bow, Estado de New Hampshire (U.S.A.). Pertencia a família protestante da denominação congregacionalista, que a educou na fé dessa denominação. Era criança de têmpera forte e caráter nervoso. Por volta dos doze anos de idade, alimentava discussões com seu pai sobre religião - o que a prostrava muitas vezes no leito. Em certa ocasião, depois que os socorros médicos haviam falhado, sua mãe conseguiu restaurar-lhe a saúde mediante calma sugestão.

Dizia a Sra. Mary Baker que, aos doze anos de idade, ela refutava os mais velhos da Igreja Congregacionalista em Tilton, N. H. Dizia também que seu irmão Alberto lhe ensinara hebraico, latim e grego - o que é sujeito a dúvidas por parte dos biógrafos.

 

Em 1843, Mary casou-se com o coronel Glover, que morreu de febre seis meses depois. Após a morte do marido, teve um filho, a quem não conseguiu dedicar afeição; não podia suportar o menino perto de si, embora os familiares insistissem em que Mary exercesse suas funções maternais.

 

Em 1853 casou-se pela segunda vez com um dentista chamado Daniel Patterson. Todavia divorciou-se, alegando infidelidade do marido.

 

A Sra. Mary Baker sofria de um mal de espinha, que a afetava não só física, mas também mentalmente. Esta moléstia a acompanhou durante grande parte de sua vida, prejudicando tanto o primeiro como o segundo matrimônio. Em 1862 resolveu consultar o famoso Dr. Phineas Quimby em Portland, Estado de Maine, que seguia a escola do Dr. Charles Poyen, célebre mesmerista ([1]). A Sra. Mary Patterson passou horas a fio com tal médico; este lhe dizia não acreditar em remédios farmacêuticos, mas admitir a cura de doenças físicas mediante a correção dos erros mentais correspondentes a tais moléstias; a dissipação do erro mental e a posse da verdade redundariam em cura física da paciente. Rejeitando produtos farmacêuticos, o Dr. Quimby introduziu a cliente em estado de sono mesmérico; mediante essa terapia, a Sra. Patterson deu-se finalmente por curada. Discutia com o médico os ensinamentos e métodos por ele aplicados; acabou felicitando-o pelos resultados obtidos, resultados, porém, que a Sra. Patterson atribuía não ao mesmerismo, mas "à compreensão profunda que o Dr. Quimby tinha da verdade trazida por Cristo".

 

As doutrinas e práticas do Dr. Quimby marcaram profundamente o espírito da Sra. Patterson, que os foi incorporando à síntese que mais tarde veio a ser chamada "Ciência Cristã". Escreveu posteriormente a Sra. Mary Patterson:

 

"Foi depois da morte de Quimby que descobri, em 1866, os fatos importantes relacionados com o espírito e com a superioridade deste sobre a matéria, e denominei 'Ciência Cristã' a minha descoberta".

Por certo, a fundadora da Ciência Cristã aprendeu do Dr. Quimby a eficácia dos poderes da mente sobre a matéria e o corpo.

 

Em 1866, a Sra. Patterson caiu sobre o gelo em Lynn, Massasuchetts. Sentiu-se então "milagrosamente" curada de seus sofrimentos. O episódio foi divulgado com o título de "a queda milagrosa de Lynn" e é tido como o milagre básico da Ciência Cristã. A Sra. Patterson referia que o Dr. Cushing, após a queda, a achou insensível, sofrendo de várias lesões internas, que provocavam espasmos e sofrimentos internos... "O Dr. Cushing declarou incurável o meu mal, e disse que eu não poderia sobreviver três dias". - Eis, porém, que o próprio Dr. Cushing, ainda vivo em 1907, foi consultado sobre tal declaração, e respondeu nestes termos:

"Nunca fiz semelhante declaração. Achei a paciente muito nervosa, em parte inconsciente, semi-histérica, e queixando-se de forte dor atrás da cabeça e do pescoço. Tratei-a e não me surpreendi com o seu restabelecimento. Na ocasião ninguém falou de cura milagrosa".

 

Depois de curada "milagrosamente", a Sra. Mary começou a ensinar os seus métodos de "Ciência Cristã", cobrando trezentos dólares por sete lições. Escreveu a mesma: "Fui levada a pedir trezentos dólares em virtude de estranha Providência. Deus mostrou-me de múltiplos modos a sabedoria desta decisão". A fundadora da "Ciência Cristã" morreu deixando perto de três milhões de dólares!

 

Em 1875, a Sra. Mary publicou o manual de seus conhecimentos com o título "A Ciência e a Saúde, com Chave para as Escrituras" (Science and Health, with Key to the Scriptures). Um ano depois fundou a primeira Associação da Ciência Cristã.

 

Em 1877, casou-se, pela terceira vez, com o Sr. Asa Gilbert Eddy, vendedor de máquinas de costura, a quem ela conferiu o título de Doutor, tornando-se assim Mrs. Dr. Eddy.

 

Embora contasse 56 anos de idade, os documentos de seu casamento assinalavam-lhe a idade de 40 anos.

Por mais de trinta anos, a Sra. Eddy ainda trabalhou com extraordinária energia. Em 1882, o falecimento de seu esposo constituiu dura provação para os adeptos da "Ciência Cristã". Com efeito, perguntava-se por que a própria Sra. Eddy não o pudera curar... - Na verdade, quando o marido adoeceu, a Sra. Eddy chamou o Dr. Noyes, um dos principais médicos de Boston. Este diagnosticou enfermidade do coração; a Sra. Eddy recusou o diagnóstico, e afirmou estar o seu esposo envenenado por arsênico mentalmente administrado por espíritos maus e inimigos! Todavia a autópsia realizada sobre o cadáver do Sr. Asa Gilbert Eddy acusou distúrbio valvular do coração e nenhum vestígio de arsênico. A Sra. Eddy negou também esse resultado da perícia dos médicos.

 

Aos 2 de dezembro de 1910, com a idade de 89 anos e meio, faleceu a Sra. Mary Baker Eddy, como todos os seres humanos falecem, apesar da doutrina da fundadora segundo a qual "Deus é Tudo, Deus é vida; portanto a doença e a morte não existem". A Sra. Eddy negava a realidade da doença e da morte - tese esta que era fundamental para todo o sistema da "Ciência Cristã". Como dito, a fundadora deixava três milhões de dólares.

O Reitor do New College (Oxford), H. A. L. Fisher, resumiu nestes termos a figura da Sra. Eddy:

 

"Foi uma estudiosa da Bíblia, sincera, embora inteiramente acrítica; foi a mulher de três maridos, que escreveu um 'best-seller', e morreu deixando perto de três milhões de dólares" (Our New Religion).

 

A Sra. Eddy tinha elevado conceito de sua missão, a ponto de escrever:

 

"Ninguém pode tomar o lugar da Virgem Maria, o lugar de Jesus Cristo, o lugar da autora de 'Ciência e Saúde', a descobridora da 'Ciência Cristã' " (Retrospection and Introspection, p.70)

 

Exigia de seus adeptos que acreditassem nela como acreditavam em Jesus Cristo e que aceitassem o seu livro "Ciência e Saúde" como uma nova revelação paralela à Bíblia Sagrada. Nos seus escritos ela se apresenta como a mulher maravilhosa, chamada a salvar os seus semelhantes detidos nas garras da morte.

 

"Curei a difteria tubercular maligna e ossos cariosos que cediam à pressão do dedo, salvando-os quando os instrumentos do cirurgião se achavam sobre a mesa prontos para efetuar a amputação. Curei em uma visita um câncer que tinha corroído de tal forma a carne do pescoço que a veia jugular ficava exposta a ponto de sobressair como uma corda" (New York Sun, 19/12/1898, conforme citação de Martin and Klann).

 

Vejamos agora em síntese

 

 

2. A MENSAGEM DA CIÊNCIA CRISTÃ

 

A Sra. Eddy foi mulher de pouca instrução e uma autodidata, que se interessou por problemas postos muito além do seu alcance. Em conseqüência, o seu livro "Ciência e Saúde" se apresenta confuso, embora tenha passado por edições sucessivas e "melhoradas". O sucesso da fundadora da "Ciência Cristã" deve-se, em grande parte, ao fato de que suas afirmações confusas e constantemente repetidas deixavam em certos leitores a impressão de ser profundas e altamente científicas. O estudioso que leia objetivamente tais escritos, verifica neles o gosto pelas divagações ilógicas, de tal modo que se pode resumir em algumas proposições o conteúdo da mensagem da Sra. Eddy.

 

1. A Ciência Cristã professa o panteísmo, afirmando que Deus é Tudo, e é o Bem Onipotente; portanto, tudo o que não é Deus, deixa simplesmente de possuir realidade objetiva.

Deus, a Verdade e a Saúde representam a única realidade:

"Se Deus ou o Bem é real, então o mal, a dessemelhança de Deus é irreal" (Science and Health, edição de 1910. p. 470).

"O mal não tem realidade. Não é nem pessoa, nem lugar, nem coisa, mas simplesmente uma crença, uma ilusão do senso material" (ib. p. 71).

2. Se o mal existe sob múltiplas formas (espirituais e físicas), cercando constantemente o homem, a Sra. Eddy o explicava admitindo a "Mente Mortal", ou seja, um princípio que existe em oposição a Deus e ao Bem. Essa Mente está repleta de erros, devendo ser-lhe atribuído todo aparente mal. Ao admitir isto, a Sra. Mary Eddy caia em contradição consigo mesma (admitindo algo fora de Deus); mais precisamente, caia no dualismo maniqueu, atribuindo o mal a um Princípio independente de Deus e antagônico ao Senhor Deus. Visto que o mal tem por causa a Mente Mortal, ele deve ser debelado não por remédios, mas pelo raciocínio e a fé.

3. O pecado e o sofrimento não têm existência física; devem ser banidos por um processo de "pensar corretamente".

 

A alma humana é algo de divino; ora o que é divino, não pode pecar; logo a alma humana não pode pecar.

 

4. A matéria não tem realidade em si mesma ou por si mesma: "Não há vida, verdade, inteligência ou substância na matéria. Tudo é Mente Infinita". A matéria parece ser, mas não é.

 

Em conseqüência, a obesidade é uma "crença adiposa". "Não temos autêntica evidência de que o alimento sustente a vida, mas apenas uma falsa evidência disso".

Também a medicina e os remédios não preservam a saúde do corpo. As curas se obtêm por via mental, isto é, pela fé e pela oração tanto do enfermo como daqueles que lhe assistem (principalmente os ministros categorizados da Ciência Cristã).

5. A oração não é propriamente um diálogo com Deus: "O mero hábito de pleitear com a Mente Divina como se pleiteia com um ser humano perpetua a crença em Deus como humanamente circunscrito" (Science and Health, p.2).

Por isto a oração tem sentido e é eficaz na medida em que ela exerce efeito sobre a mente do orante, fazendo-a atuar mais poderosamente sobre o corpo:

"As petições trazem aos mortais somente os resultados da própria fé do mortal" (Science and Health, p.11).

"O efeito benéfico da oração para os doentes é sobre a mente humana,... é uma crença expulsando outra" (Science and Health, p.12).

Assim a religião na Ciência Cristã vem a ser um sistema psicoterapêutico organizado segundo as linhas gerais de uma sociedade religiosa. A intenção originária da Sra. Eddy era apenas a de obter curas mediante a fé e a oração (= instrumento psicoterapêutico).

 

Escreve ainda a Sra. Eddy:

"Dizeis que um tumor é doloroso. Mas isto é impossível, pois a matéria sem a mente não é dolorosa. O tumor simplesmente manifesta, por meio da inflamação e da inchação, uma crença na dor, e esta crença é chamada tumor. Ora administrai mentalmente ao vosso paciente uma alta dose de Verdade, e esta logo curará o tumor" (Science and Health, p. 153).

6.  Ainda segundo a Sra. Eddy, a pobreza é um mal como a doença; por isto pode ser curada pelo reto pensar. Em sua primeira edição de Science and Health, a autora dizia que tal livro oferecia oportunidade para se adquirir uma profissão pela qual se pode acumular uma fortuna!

7.  Quanto à morte, é "ilusão, a mentira da vida na matéria; é o irreal e a inverdade" (Science and Health, ed. de 1910, p.584):

"Aquilo que aos sentidos parece morte, é apenas uma ilusão mortal, pois, para o verdadeiro homem e o verdadeiro universo, não existe processo mortal" (ib.289).

"Os discípulos acreditavam que Jesus estava morto enquanto estava oculto na sepultura, ao passo que Ele estava vivo, demonstrando dentro do estreito túmulo o poder do Espírito para sobrepor-se ao senso mortal e material" (ib. p.44).

 

A morte não pode sobrevir a quem não creia na realidade dela.

 

8. Ainda a respeito de Deus, a Sra. Mary Baker Eddy escreveu:

 

"Vida, Verdade e Amor constituem a Pessoa trina chamada Deus, ou seja, o Princípio triplamente divino, o Amor... o mesmo em essência, embora multiforme em suas funções: Deus, o Pai-Mãe: Cristo, a idéia espiritual de filiação; Divina Ciência ou Santo Consolador" (ib. p.331).

Em síntese, a fundadora da Ciência Cristã negou a SS. Trindade, como se equivalesse a politeísmo. Concebia Deus como sendo uma só Pessoa com facetas diferentes: Pai-Mãe, Filiação e Ciência Cristã! Por isto também ela modificou a invocação inicial da oração dominical, mudando o "Pai Nosso" em "Pai-Mãe, Deus nosso"!

9. No tocante a Jesus Cristo, as idéias de Mary Eddy são extremamente confusas. Em síntese, Jesus terá sido uma idéia de Deus manifestada em um ser humano dotado do nome "Jesus". A segunda vinda de Jesus de que falam as Escrituras (cf. At 1,11), é entendida em termos coerentes:

"A segunda aparição de Jesus é inquestionavelmente o advento espiritual da avançante idéia de Deus na Ciência Cristã" (Retrospection and Introspection, p.96).

Em estilo sintético, J. K. van Baalen assim exprime o pensamento da Ciência Cristã referente à obra redentora de Cristo:

"Em linguagem velada e com muito palavrório duplo, a Ciência Cristã ensina que Jesus foi colocado, em conseqüência de uma morte aparente, em túmulo fictício, com corpo irreal, a fim de efetuar uma redenção desnecessária por pecados que jamais foram uma realidade, praticados em corpo imaginário, e que ele salva do mal, que não existe, aqueles que vão caminhando para um suposto inferno, imaginação falsa da errante Mente Mortal" (O caos das Seitas, p. 76).

Eis, sumariamente expostas, algumas das teses que caracterizam a doutrina e a mensagem da Ciência Cristã. Como se vê, trata-se de proposições nem sempre logicamente concatenadas; não são o fruto de elevado gênio teológico e original.

 

 

3. CONCLUSÃO

A Ciência Cristã é evidentemente uma corrente religiosa de origem protestante. Tem o manual da Sra. Eddy em conta superior à própria Bíblia. Nos ofícios de culto respectivos, o primeiro leitor lê um trecho de Science and Health; ao que se segue uma passagem bíblica lida pelo segundo leitor no intuito de confirmar as teorias da fundadora.

A propagação da mensagem e das instituições da Ciência Cristã explica-se por fatores vários:

- a promessa de curas associadas a valores religiosos é algo que atrai mais e mais o público no mundo inteiro. - É certo que a Ciência Cristã, propondo o recurso a meios psicológicos para obter curas, pode realmente lograr êxito em mais de um caso. É inegável a influência da mente sobre o corpo; ansiedade, aborrecimentos e depressões psíquicas podem provocar baixa da saúde física e males psicossomáticos; em tais casos, a restauração da paz mental (obtida através de fatores religiosos) resulta em melhoras da saúde corporal. Todavia não se creia que tais curas vêm obtidas em conseqüência de autêntica interpretação do Evangelho; os valores cristãos, no caso da Ciência Cristã, são mais ocasião e rótulo do que o âmago da mensagem dessa corrente;

- a promessa de vitória sobre a pobreza também impressiona o grande público. Como dito, a Sra. Eddy julgava que também a pobreza pode ser superada pelo reto pensar;

- a aparência de nova revelação, imbuída de mística e expressa em linguagem peculiar, às vezes rebuscada (allness, somethingness...), contribuiu para que a Ciência Cristã exercesse certo fascínio sobre pessoas pouco críticas ou exigentes.

Não são necessárias ulteriores ponderações para que o leitor compreenda que a Ciência Cristã pretende atender a aspirações fundamentais de todo ser humano (saúde, vida, vitória sobre o mal); todavia oferece aos seus adeptos muito mais uma psicoterapia banal do que uma autêntica adesão à mensagem do Evangelho.



[1] Franz Anton Mesmer (+1815) era um médico alemão que pretendia ter descoberto no ímã o remédio para todas as doenças. Todo ser vivo possuiria um fluido magnético misterioso capaz de passar de um individuo para outro, estabelecendo influências recíprocas e curas. Posteriormente os pesquisadores identificaram o "magnetismo animal" com o hipnotismo.


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