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Em nome da liberdade

 

Sergio Sebold

Economista e Professor Independente. 

[email protected]

 

O relativismo moral que tanto temia o Papa Emérito Bento XVI está mostrando suas garras de maneira assustadora. Em nome da liberdade e da tolerância, se está cada vez mais ampliando o caos moral em todas as nações do mundo, principalmente na Europa, berço da civilização ocidental. Quer queiram ou não, ninguém pode negar que esta civilização foi toda estruturada através dos cânones morais da Bíblia, particularmente sobre os Evangelhos de Jesus Cristo.

 

Não se sabe, e porque razões, de maneira generalizada estão procurando encontrar uma nova ordem de comportamento, para desleixar os compromissos da virtude que tanto pregam aqueles documentos sagrados. É de se supor que o conforto material e a segurança alimentar atingidos por aqueles países do chamado primeiro mundo, formado a partir da Segunda Guerra Mundial, estão simplesmente substituindo todo um relicário de virtudes.

 

Os ganhos da ciência, principalmente da medicina, trouxeram memoráveis avanços em menos de um século do que toda história da humanidade anterior. Neste contexto, criou-se uma série de produtos (ou remédios) que permitiram alterar todo o comportamento fisiológico do corpo humano, até a monstruosidade da manipulação genética, para satisfazer muito mais o egoísmo humano do que uma terapia de recuperação das doenças clássicas. Neste viés vamos encontrar todo um arsenal de anticoncepcionais, e, entre os mais hediondos, encontram-se os abortivos, sendo mais difundida a pílula do dia seguinte (the after day pill). A busca do prazer desenfreado, e não mais a função maravilhosa da sexualidade para perpetuação da espécie, se tornou o único objetivo do viver. A descoberta da pílula anticoncepcional abriu a caixa de Pandora. O sexo ficou liberado, para a alegria das feministas.

 

A garantia da não maternidade permitiu o prazer sem limite do sexo com a conivência da própria mulher. Com isto esgotaram-se todas as fantasias e sensações lúdicas; partiu-se então para formas aberrantes de satisfação (pornografia um exemplo), criando-se um abismo existencial.

 

Assim chegamos ao paroxismo de maldades, onde um grupo de pedófilos está criando (se não já criou) um partido político para assento no parlamento holandês, para assegurar seus comportamentos e legitimidade com o título eufemístico “amor intergeracional”. Tudo isto sendo proposto pela capa da liberdade permitida pela democracia, a tolerância das minorias. Esgotou-se o prazer pela mulher; também se esgotou o “prazer” do mesmo gênero; volta-se agora contra crianças desprotegidas (infantofilia). No Brasil há até peças publicitárias, com aceno pornográfico de crianças.

 

As atenções estão se voltando também para a bestialidade. Para quem não sabe é a prática do sexo com animais; pode ser praticados tanto por homens como por mulheres. Numa linguagem mais técnica: Zoofilia. Esta prática (pasmem) foi legalizada na Alemanha em 1969, (países como Bélgica, Dinamarca e Suécia têm legislação específica) com a ressalva: “desde que o animal não seja maltratado de forma significativa”. Tudo decorrente de ativistas pró direito dos animais. Felizmente o bom senso prevaleceu. Em fevereiro de 2013 (34 anos após) na Alemanha foi abolida, sob protesto veemente dos ativistas favoráveis àquelas práticas. Citamos alguns argumentos abjetos daqueles ativistas: “os animais são capazes de expressar em diversas formas o que gostam ou não gostam. Vemos os animais como parceiros e não como meio para obter satisfação, (...) animais são mais compreensivos do que mulheres”.  Manifestantes de Berlim, favoráveis a zoofilia portavam cartazes do tipo: “amamos os animais”, “condenamos qualquer tipo de violência que possa causar sofrimento e nos machuca a alma ver animais sofrerem”. Argumentos estúpidos pelo ”sofrimento” dos animais, porque estes não mais poderão ter prazer sexual com seres humanos ?? O nivelamento com os animais levará ao estágio da barbárie.

 


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