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Marta Robin, o Milagre Vivo

 

O filósofo Jean Guitton nos deixou um impactante testemunho sobre Marta Robin: “Era uma camponesa dos campos franceses, que por trinta anos não ingeriu nem comida, nem bebida, nutria-se somente da Eucaristia e cada sexta-feira revivia, com os estigmas, as dores da Paixão de Jesus. Uma mulher que talvez foi a pessoa mais estranha, extraordinária e desconcertante da nossa época, mas que justamente no século da televisão permaneceu desconhecida ao público, sepultada no mais profundo silêncio…Desde o primeiro encontro com Marta Robin, entendi que ela seria uma “irmã na caridade”, como sempre foi para milhares de visitantes”.

 

 

O milagre vivo que foi Marthe Robin

Ela é a prova viva da transcendência.

 

Marta Robin, nasceu no dia 13 de março de 1902, em Châteauneuf-de-Galaure (Drôme), na França, no seio de uma família de camponeses, e passou toda a sua vida na casa paterna, onde morreu no dia 6 de fevereiro de 1981. Toda a existência de Marta girou ao redor de Jesus Eucaristia, quem foi para ela: “Aquele que cura, consola, aligeira, abençoa, o meu Tudo”.

Desde 1928, depois de uma grave doença neurológica, Marta estava quase absolutamente impossibilitada de movimentar-se, e particularmente não podia engolir porque os músculos da deglutição estavam bloqueados. Além disso foi obrigada, por causa de uma doença nos olhos, a viver praticamente na escuridão.

 

Eis o testemunho do Padre Finet, o seu diretor espiritual: “Quando recebeu os estigmas, no início do mês de outubro de 1930, Marta já vivia a sua Paixão desde 1925, ano em que ela se ofereceu como vítima de amor. No mesmo dia, Jesus lhe disse que depois da Virgem Maria, Ele tinha escolhido ela para viver mais intensamente a Paixão e ninguém poderia vivê-la de maneira tão plena. Acrescentou que cada dia ela sofreria mais e mais, e que nunca mais dormiria à noite. Depois dos estigmas, Marta não pôde mais nem comer, nem beber e o êxtase durava até a segunda ou terça-feira. Durante um dos êxtases, Jesus disse a Marta: Os meus sacerdotes, os meus sacerdotes, dá-me tudo por eles. Minha Mãe e Eu os amamos tanto. Dá-me todos os teus sofrimentos, tudo o que sofres neste momento, todos aqueles com os quais tu queres mergulhar no meu Amor, dá-me o teu isolamento e a tua solidão e a solidão na que eu te coloquei, tudo sem descanso pelos meus sacerdotes. Oferece-te ao Pai comigo por eles e não temas sofrer muito pelos meus sacerdotes, eles necessitam realmente de tudo isso que estou para realizar em ti em favor deles”.

 






A Serva de Deus Marta Robin deu o seu sim prontamente, livremente, de boa-vontade e com o coração repleto de paz, tudo o que Jesus lhe pedia, todos os sofrimentos e dores por amor, um grande amor a Jesus redentor e pelos seus tão queridos pecadores que queria salvar.

 

Marta Robin se tornou conhecida depois que o famoso e ilustre escritor e filósofo Jean Guitton escreveu o livro "A Jornada Imóvel". O grande filósofo Jean Guitton, recordando o seu encontro com a vidente, escreveu um impactante testemunho:

 

“Encontrei-me naquele quarto escuro, apresentado a Marta por uma das mentes mais contestatórias do nosso tempo: o médico de Anatole France, o Doutor Couchourd, discípulo de Alfred Loisy e diretor de uma coleção de livros anticristãos. Desde o primeiro encontro com Marta Robin, entendi que ela seria para mim uma “irmã na caridade”, como sempre o foi para milhares de visitantes. Era uma camponesa dos campos franceses, que por trinta anos não ingeriu nem comida, nem bebida; nutria-se somente da Eucaristia e cada sexta-feira revivia, com os estigmas, as dores da Paixão de Jesus. Uma mulher que talvez foi a pessoa mais estranha, extraordinária e desconcertante da nossa época, mas que justamente no século da televisão permaneceu desconhecida ao público, sepultada no mais profundo silêncio...”.

 

Efetivamente, além dos fenômenos místicos extraordinários, a obra evangelizadora que Marta levou adiante foi realmente muito significativa, apesar das suas precárias condições. Graças à ajuda do Padre Finet, seu diretor espiritual, fundou sessenta “Foyers de Lumiére, de Charité et d’Amour” espalhados pelo mundo todo.

Marta Robin aceitou todos os sofrimentos por amor a Jesus redentor e pelos pecadores que queria salvar. O grande filósofo Jean Guitton recordando o seu encontro com a vidente escreveu: “Encontrei-me naquele quarto escuro, apresentado por uma das mentes mais contestatárias do nosso tempo: o médico de Anatole France, o doutor Couchourd, discípulo de Alfred Loisy e diretor de uma coleção de livros anticristãos. Desde o primeiro encontro com Marta Robin, entendi que ela seria uma “irmã na caridade”, como sempre foi para milhares de visitantes”.

 

Efetivamente, além dos fenômenos místicos extraordinários, a obra evangelizadora que Marta levou adiante foi realmente significativa, apesar das suas condições. Graças à ajuda do padre Finet, fundou sessenta “Foyers de Lumiére, de Charité et d’Amour” espalhados por todo o mundo.

 

Perante a realidade objetiva e concreta que foi a vida de Marta Robin (ou Marthe Robin), espanta-me que nunca tenha visto um documentário sequer em um qualquer canal de televisão acerca dela. Como é possível que a comunicação social seja tão enviesada e ideologicamente manipulada a ponto de escamotear a própria realidade ontológica?

 

Marta Robin nasceu numa aldeia perto da cidade francesa de Lyon, a 13 de Março de 1902, e faleceu na mesma localidade a 6 de Fevereiro de 1981. A partir dos seus 26 anos e até à sua morte, Marta Robin não ingeriu qualquer líquido nem nenhum alimento sólido senão a hóstia da Santa Eucaristia. Conforme podemos ver em documentários e testemunhos do Youtube, os médicos não só não encontram uma explicação para o fenômeno “Marta Robin”, como constataram até que o seu aparelho digestivo tinha definhado a ponto de não permitir qualquer tipo de digestão. Qualquer líquido que fosse introduzido na sua boca saía, em ato contínuo, pelas narinas.

 

Durante um êxtase, Jesus disse a Marta: “Os meus sacerdotes, os meus sacerdotes, dá-me tudo por eles. Minha Mãe e eu os amamos tanto. Dá-me todos os teus sofrimentos, tudo o que sofres neste momento, todos aqueles com os quais tu queres mergulhar no meu Amor, dá-me o teu isolamento e a tua solidão e a solidão na que eu te coloquei, tudo sem descanso pelos meus sacerdotes. Oferece-te ao Pai comigo por eles e não temas sofrer muito pelos meus sacerdotes, eles necessitam realmente de tudo isso que estou para realizar em ti em favor deles”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Casa onde Marta viveu toda a sua vida, Châteauneuf-de-Galaure (Drôme)






Marta recebeu do Senhor o dom dos estigmas. De 1930 em diante, todas as quintas-feiras revivia de modo especial as dores que o Senhor padeceu no Getsêmani.

 

Marta Robin alimentou-se durante 53 anos unicamente da hóstia que lhe era dada a cada Sexta-feira, e até à Terça-feira seguinte, entrava em um período de transe profundo durante o qual se abriam as feridas dos estigmas nas suas mãos, no lado esquerdo do seu peito, e na cabeça.

 

O testemunho da vida de Marta Robin é a prova irrefutável da realidade da transcendência. Contudo, continuamos todos a colocar em causa essa realidade ou fazendo de conta que ela não existe. Depois de Marta Robin, nenhum homem moderno tem uma desculpa para se afastar da religião cristã (neste caso, católica), por um lado, e já não pode existir uma justificação racional para atribuir ao homem moderno uma putativa superioridade em função da rejeição da religião, por outro lado.

 

O sacrifício de Marta Robin — entre outros sacrifícios, durante o século XX — foi o melhor testemunho que Deus deu aos seres humanos durante o século passado. É espantoso e simultaneamente confrangedor o modo como muitos homens modernos já perderam a capacidade de perceber a realidade evidente que lhes passa à frente do nariz.

 

«Encontrei-me naquele quarto escuro, apresentado a Marta por uma das mentes mais controversas do nosso tempo: o médico de Anatole France, o Doutor Couchoud, discípulo de Alfred Loisy e diretor de uma coleção de livros anticristãos.

 

Desde o primeiro encontro com Marta Robin, entendi que ela seria para mim uma “irmã na caridade”, como sempre o foi para milhares de visitantes. Era uma camponesa dos campos franceses, que por trinta anos não ingeriu nem comida, nem bebida; nutria-se somente da Eucaristia e cada sexta-feira revivia, com os estigmas, as dores da Paixão de Jesus. Uma mulher que talvez foi a pessoa mais estranha, extraordinária e desconcertante da nossa época, mas que justamente no século da televisão permaneceu desconhecida do público, sepultada no mais profundo silêncio…».

Jean Guitton, filósofo, no seu livro “A Jornada Imóvel”

 

 

Dai-nos, Mãe, a graça de compreender o valor do silêncio!

“Ó Maria! Ó minha santa e boa Mãe!

Dai-me e dai a todos nós, a graça de compreender o grande valor do silêncio, no qual conseguimos ouvir Deus.
Ensinai-me o silêncio; quero calar-me para poder ouvir a eterna Sabedoria.
Ensinai-me a arrancar do silêncio tudo o que ele encerra de grande, de sobrenatural, de divino.
Ajudai-me a fazer desta descoberta, uma oração perfeita, uma oração plena de fé, de confiança e de amor.
Desejo fazer uma oração vibrante, enérgica, laboriosa, fecunda e eficaz, capaz de glorificar a Deus e de salvar almas!”

Serva de Deus Marta Robin (1902-1981)

 

 


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