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PERGUNTE e RESPONDEREMOS 062 - fevereiro 1963

 

O MILAGRE DE SÃO JANUÁRIO

CIÊNCIA E RELIGIÃO

GAÚCHO (Porto Alegre) : «Que consta a respeito do famoso milagre de São Januário em Nápoles? Como se diz, o sangue do mártir se liquefaz todos os anos em circunstâncias extraordinárias».

 

Proporemos, antes do mais, os traços característicos do fenômeno a ser analisado. A seguir, examinaremos as principais tentativas de explicação discutidas pelos estudiosos.

 

1. Em que consiste o prodígio?

 

1.1. São Januário é o patrono principal da cidade de Nápoles (Itália). Julga-se que tenha sido bispo de Benevento, martirizado por volta de 305. Não se poderia dizer em que circunstâncias padeceu a morte heroica: um relato («Passio») não anterior ao séc. VI narra que, junto com seis companheiros, sofreu a decapitação em Pozzuoli, a 14 km de Nápoles. Seus despojos mortais foram trasladados para Nápoles no séc. IV (315?),ou no séc. V (432?).

 

1.2. O nome de São Januário é geralmente associado a um prodígio de liquefação de sangue, que tem lugar em Nápoles mais de uma vez por ano.

 

Diz uma narrativa que o bispo São Januário, atirado pelos perseguidores da fé às chamas de uma fornalha, escapou ileso do perigo. Em consequência, é invocado contra os assaltos do fogo, particularmente contra as erupções do Vesúvio; de modo mais geral, é tido como protetor nas calamidades que afetam a população inteira (terremotos, peste, cólera, seca...). Os seus devotos lhe atribuem um patrocínio sobre toda a vida humana. Compreende-se assim a grande importância que atribuem ao «milagre de São Januário»: é tido como sinal de proteção do céu, de modo que, quando por um motivo qualquer o portento não se realiza, o povo napolitano se impressiona profundamente.

Pergunta-se então : em que consiste o prodígio?

 

Como se crê, parte do sangue de São Januário foi conservada em duas ampolas de vidro hermeticamente fechadas e atualmente guardadas numa capelinha anexa à catedral de Nápoles. As ampolas estão envolvidas por uma capa de metal, de tal modo que lâminas de cristal, na parte anterior e na posterior do relicário, permitem ver o conteúdo dos dois recipientes. Destes, o menor possui a capacidade de 25 cm3 e apresenta apenas manchas de sangue espalhadas pelas paredes de vidro. A ampola maior tem a capacidade de 60 cm3; a metade (ou mais) do seu interior é ocupada por uma substância sólida, vermelha escura, tida como sangue de São Januário.

 

Pois bem; o prodígio consiste em que várias vezes (dezoito vezes em média) por ano o sangue se liquefaz no decorrer de cerimônias religiosas públicas frequentadas por grande assembleia de fiéis e também de incrédulos ou céticos.

 

1.3. O fenômeno ocorre tanto em datas fixas ou habituais como em datas esporádicas ou móveis.

 

As datas fixas são:

3.1) o sábado anterior ao 1o domingo de maio (aniversário da trasladação dos ossos de São Januário para as suas respectivas catacumbas em Nápoles) e os oito dias subsequentes;

3.2) o dia 19 de setembro (aniversário do martírio) e a oitava seguinte;

3.3) o dia 16 de dezembro, comemorativo da terrível erupção do Vesúvio em 1631.

Os dias móveis seriam os de visitas de personagens ilustres, exposição das relíquias por ocasião de calamidades públicas, etc.

 

3.4) O fenômeno dito da liquefação do sangue de São Januário, além de ser portentoso em si, apresenta três aspectos concomitantes extraordinários:

 

4.1) a substância sólida não tem ponto de fusão fixo ou constante, como seria de esperar conforme as leis da Física (estas a cada substância ou combinação de substâncias assinalam um ponto de fusão, que não varia desde que se mantenha a mesma pressão atmosférica).

No tocante ao sangue de São Januário, registram-se os seguintes dados:

 

-- em maio de 1795, no primeiro dia do prodígio, a liquefação ocorreu à temperatura de 24,4 graus centígrados; no quarto dia, aos 26,4; no quinto dia, aos 23,8; no sétimo dia, aos 25 graus; no nono dia, aos 19,4;

-- em setembro de 1879, os Professores De Luca e Gori observaram a seguinte escala: no primeiro dia, a temperatura de fusão foi de 30 graus; no terceiro dia, de 27; no sétimo dia, de 25.

 

A liquefação costuma ser total, não ficando núcleo sólido algum. Contudo também pode ser parcial, ficando em. meio ao líquido um globo sólido. Por vezes produzem-se bolhas de ar, que se acumulam na superfície do liquido, originando uma camada de espuma; em consequência, diz-se que o sangue de São Januário ferve — o que não corresponde à realidade; não há ebulição, mas apenas formação de espuma.

 

Também é preciso notar que não se requer a colocação do sangue na presença do crânio de São Januário (como vulgarmente se refere) para que o prodígio se verifique; basta que se extraia o relicário do nicho em que é habitualmente guardado.

 

4.2) Varia também o prazo necessário para se produzir a liquefação: às vezes, esta se dá quase sem demora após a exposição da relíquia; outras vezes, requer uma hora ou mais de expectativa; em algumas ocasiões, a substância já está derretida quando começa a ser exposta. Acontece também, embora raramente, que não se dê a aguardada liquefação.

 

Assim, em função celebrada a 1o de janeiro de 1662, a fusão se deu logo que a relíquia foi colocada sobre o altar. Ao contrário, na presença de Filipe V (18 de abril de 1702) a espera foi de quase três horas... Em maio de 1678, no primeiro e no terceiro dia, não houve demora, ao passo que no segundo dia foi preciso esperar cerca de dez horas.

 

4.3) Ao liquefazer-se, a substância da ampola maior varia de volume, massa e peso, embora o recipiente esteja hermeticamente fechado e não possa receber acréscimo de substância de fora.

 

Verifica-se, com efeito, um aumento de 30 cm3 (ou seja, a reduplicação) do volume do líquido, cujo nível sobe de 3 cm na ampola. Tão notáveis diferenças certamente não se explicam por dilatação do sangue devida ao aumento de temperatura; são diferenças desproporcionais. — O aumento de massa e peso foi avaliado pelo Prof. G. Sperindeo, que, usando de instrumentos de precisão em experiências diligentes, conseguiu averiguar os seguintes dados: o relicário com a ampola cheia chega a pesar 1,0149 kg, ao passo que pesa 0,9871 kg em condições normais, quando o recipiente só contém metade do volume de sangue.

 

1.4) É no mês de maio que se dá o aumento de volume assim descrito. No mês de setembro, registra-se diminuição do mesmo. De fato, quando no dia 19 de setembro se faz a exposição da relíquia, costuma haver liquefação do sangue; este então, que enche a ampola como no mês de maio, começa a baixar de nível, chegando a menos do volume normal (30 cm8); a diminuição pode estar completa ao cabo de cinco ou seis minutos, como também se pode ir processando lentamente no decorrer de um dia inteiro ou dos oito dias de festa. Há casos raros em que a substância, depois de diminuir de volume nos primeiros dias, torna a aumentar no fim da oitava.

 

1.5) Os cientistas têm indagado se a substância sujeita a tais transformações é verdadeiramente sangue humano. Baseados nas experiências de Sperindeo (26/IX/1902), frequentemente repetidas pelo Prof. R. Januario (catedrático de Química da Universidade de Nápoles), respondem afirmativamente: a substância foi, sim, sujeita à análise espectral; apareceu então no espectro depois da linha D (de Fraunhofer), uma banda escura sobre fundo amarelo, seguida de outra banda sobre fundo verde, ficando entre ambas uma zona clara, como se dá realmente quando se trata de sangue humano.

 

Os resultados do exame foram confirmados pelas pesquisas do Prof. P. Silva, que, em 1904 durante oito dias consecutivos, comparou a substância milagrosa com uma porção de sangue de boi colocado nas mesmas circunstâncias que as da relíquia; idênticas reações levaram-no a afirmar que no relicário há sangue autêntico.

 

Até o inicio do século presente a liquefação do sangue em Nápoles já se havia produzido seguramente mais de 10.000 vezes no decorrer de cinco séculos e pouco (desde 1389, data da primeira narrativa escrita do prodígio). Até os nossos dias continua a ser observada nas circunstâncias descritas. O fenômeno não deixa de ser intrigante aos olhos da ciência; sabe-se que o salgue coagulado não volta ao estado líquido em circunstâncias normais. Submetido, sim, à influência de certos reagentes químicos, pode liquefazer-se; mas geralmente só se liquefaz uma vez, pois tais reagentes o decompõem, não permitindo que se coagule de novo na temperatura ordinária para, a seguir, liquefazer-se segunda vez. Na base destas considerações, surge espontaneamente a questão:

 

2. Tratar-se-á de autêntico milagre?

 

1. Os estudiosos, mesmo católicos, aplicando os recursos da ciência e da crítica modernas, têm procurado dar explicação natural ao estranho fenômeno. Eis as principais hipóteses até hoje propostas:

 

2.1) Farsa, truque ou fraude.

 

É esta a explicação mais simplória ou gratuita, por isto também a que mais facilmente se refuta. Com efeito; supõe que durante mais de cinco séculos (isto é, desde 1389, 110 mínimo) se haja conservado o segredo do truque, sem que algo até hoje tenha transparecido. Tal pressuposto seria, como diz Alexandre Dumas, mais milagroso do que o próprio milagre. Ademais as circunstâncias públicas e patentes em que se verifica o portento, sob os olhares curiosos e críticos de multidões, tornam muito pouco plausível a hipótese da fraude ou da farsa.

 

2.2) Efeito metapsíquico.

 

O fenômeno dever-se-ia a um resíduo, nas ampolas, do fluido vital da pessoa a quem o sangue pertencia... ou à intensa concentração do pensamento ou dos desejos das pessoas que assistem ao portento.

Tais hipóteses são demasiado vagas ou inconsistentes para merecer séria consideração da parte do estudioso.

 

2.3) Efeito físico.

 

Consoante alguns autores, tratar-se-ia de mero resultado do calor acumulado no templo pela multidão posta em presença da relíquia...; conforme outros, tratar-se-ia de um efeito do vapor de água produzido pelo comparecimento de tanta gente..., ou ainda de consequências fototrópicas e higroscópicas devidas à passagem da relíquia da escuridão do seu tabernáculo habitual para a plena luz do templo sagrado.

 

Há também quem lembre, com certo ceticismo, que na Itália meridional se contam outros casos de sangue que se liquefaz (tais seriam, por exemplo, o sangue de São João Batista, o de S. Estêvão, o de São Lourenço...). Já que estes outros casos são de autenticidade muito duvidosa, não se poderia ou deveria admitir o mesmo no tocante ao sangue de São Januário?

 

Num juízo objetivo, porém, deve-se reconhecer que nenhuma das hipóteses racionais até hoje propostas é capaz de elucidar plenamente o apregoado milagre do sangue liquefeito em Nápoles; ao contrário, cada qual dessas tentativas se ressente de algum ponto, fraco ou vulnerável. O fenômeno continua a desafiar a sagacidade dos estudiosos.

 

1.2 Contudo a crítica não pode deixar de se deter ainda sobre uma dificuldade: o histórico do milagre de São Januário é assaz lacunoso, como se verá abaixo. Não seria isto indício de que em toda essa fenomenologia há algo de lendário, algo que não nos permita ter certeza de que em verdade o sangue de São Januário se liquefaz?

— Vejamos o que consta das fontes históricas.

 

A primeira notícia de «liquefação do sangue de São Januário» deve-se a uma tradição meramente oral, não suficientemente documentada. Esta reza que, no séc. IV (em 315?), quando se fez a translação das relíquias do santo mártir de Pozzuoli para Nápoles, o cortejo passou pela via Antimana; foi então que uma mulher chamada Eusébia se adiantou ao encontro do bispo de Nápoles e lhe entregou as duas ampolas portadoras do sangue de Januário, sangue que ela mesma havia recolhido e que... naquela ocasião logo se liquefez.

 

Esta primeira notícia de milagre tem sido, pelos historiadores, tratada com reservas bem compreensíveis.

Até a Alta Idade Média não há mais vestígio de liquefação do sangue de São Januário nas fontes de historiografia. Com efeito, é somente no séc. XIV que uma crônica siciliana, de autor incerto, relatando os acontecimentos principais de 1340 a 1396, narra:

 

«No dia seguinte (17 de agosto de 1389) teve lugar grande procissão por ocasião do milagre que Nosso Senhor Jesus Cristo realizou, servindo-se do sangue do bem-aventurado Januário. Este sangue, encerrado em uma ampola, se havia tornado liquido como se naquele mesmo dia houvesse jorrado do corpo do santo» (G de Blasis, Chronicon Siculum incerti auctoris ab a. 1340 ad a. 1396. Napoli 1887, pág. 85).

 

Este documento vem a ser particularmente significativo por referir um prodígio ocorrido fora das datas costumeiras, sem expectativa nem sugestionamento da massa popular; o portento relacionava-se com o fato de que a cidade de Nápoles voltara a gozar de um pouco de paz após muitos anos de guerra, recebendo, em consequência, novo abastecimento de trigo depois de vários meses de penúria.

 

A seguir, na documentação registra-se um intervalo de cerca de setenta anos até a próxima notícia de milagre. Esta é referida por Enéa Silvio Piccolomini (mais tarde Papa Pio II), o qual residia em Nápoles no ano de 1456, exercendo as funções de embaixador da República de Florença. Entre os acontecimentos notórios que ele refere ter visto em Nápoles, assinala a liquefação do sangue de São Januário, apresentando-a como prodígio habitualmente verificado na cidade: «... mencionarei o sangue sagrado de São Januário, que aparece ora como sólido, ora como líquido, embora tenha sido derramado por amor a Cristo há mil e duzentos anos atrás» (Aeneae Ep. Senensis, in libros A. Panor- mitanae poetae: de dictis et factis Alphonsi regis memorabilibus commentarius. Basileae 1538, 1. II, pág. 288s).

 

Depois do testemunho de Piccolomini, encontram-se, em ordem cronológica, o do médico Ângelo Catão em 1470, o de Pico de la Mirandola em 1500 aproximadamente, o do bem-aventurado Ancina no séc. XVI, o do jesuíta João Rho, pregador de quaresma em Nápoles no ano de 1643. — Mais recentemente, merecem atenção especial o do racionalista francês Montesquieu em 1728; o do romancista Alexandre Dumas em 1842; o do jornalista Henri Cauvain em 1856; o do químico napolitano Pietro Punzo, diretor do Gabinete Municipal de Química em 1879.

 

Em 1659, as autoridades religiosas e civis encarregadas da guarda da relíquia resolveram lavrar a ata de cada prodígio de liquefação do sangue de São Januário que doravante ocorresse. Estas atas têm sido redigidas até os tempos presentes, achando-se arquivadas, parte na capela mesma de São Januário, parte na prefeitura de Nápoles; estão franqueadas à consulta dos estudiosos.

 

Eis uma amostra de tais registros:

 

«Hoje quarta-feira 7 de maio de 1884, a relíquia do valioso sangue foi retirada do seu tabernáculo. O sangue estava solidificado e apresentava volume muito maior do que ontem; liquefez-se ao cabo de quinze minutos. À tardinha, após o canto das Vésperas, foi recolocado em seu recôndito, totalmente liquefeito.

 

(a) Giuseppe de Sangro de Masii. Deputado leigo. — Mastrogiu- dice. Tesoureiro. — Giosuè, Sacerdote sacristão».

Eis o que se pode apontar como documentação referente ao histórico do .portento. Reconhecer-se-ão as lacunas. Contudo será preciso observar: o fato de não se possuírem noticias do fenômeno anteriores ao séc. XIV nada quer dizer contra a autenticidade do prodígio tal como ele é hoje verificado. O fato de nossos dias é, em si mesmo e por si mesmo, um fenômeno... e fenômeno independente de precedentes históricos. Tal fenômeno, por ser de índole física, há de ser estudado à luz da Física, e não à luz da historiografia. Ademais note-se que é bem compreensível a falta de testemunhos históricos do portento até o séc. XIV: com efeito, nos séculos anteriores a este, a cabeça e as ampolas de sangue de São Januário ficaram encerradas em um hipogeu («confissão» ou túmulo de mártir) da nave central da basílica de Stefania em Nápoles; não houve ocasião, portanto, para a realização do portento.

 

1.3). Em conclusão de quanto acaba de ser ponderado, poder-se-á dizer o seguinte:

 

Parece inegável que o prodígio da liquefação do sangue atribuído a São Januário em Nápoles é um fato (se se trata de genuíno sangue humano, derramado em época remota, como têm averiguado os estudiosos, por que não admitir que se trata do sangue de São Januário mesmo, como assevera a tradição?), fato ainda em nossos dias ocorrente, presenciável, e fato não suficientemente explicável por alguma hipótese de índole científica, psicológica ou meramente racional.

 

Tratar-se-ia então de autêntico milagre, de mais a mais que o portento se produz em puro contexto religioso, como resposta à fé reta e simples do povo de Deus? Cf. «P.R.» 59/1962, qu. 3.

 

— As autoridades da Igreja não se empenham por definir o caráter milagroso do caso. O assunto não toca o Credo; não pertence ao patrimônio da Revelação feita por Cristo e transmitida mediante os Apóstolos. Em consequência, fica ao alvitre de cada fiel e de cada estudioso aceitar ou não a índole milagrosa do fenômeno; cada qual ponderará, na honestidade de sua consciência, a força dos argumentos apresentados pró e contra a genuinidade do portento.

 

Não desejamos, neste escrito, ir além desta norma de sobriedade. Não é nosso intento insinuar ou não a autenticidade do apregoado prodígio.

 

Dom Estevão Bettencourt (OSB)

 


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