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PERGUNTE e RESPONDEREMOS 046 – outubro 1961

 

A FORMAÇÃO DAS RAÇAS HUMANAS

LUIS (Rio): «Se todos os homens são descendentes do mesmo princípio, como se explica a existência de diversas raças do gênero humano através dos séculos?»

 

Como vimos na resposta anterior, à luz das pesquisas mais modernas, o conceito de raça não tem a rigidez que se lhe atribuía antigamente; os etnólogos julgam mesmo que não existe raça humana pura; há apenas, em cada tipo humano, predominância de caracteres raciais.

 

Em consequência, a questão «como se explica a formação das raças humanas?» coincide com esta outra: Como se explica em determinadas estirpes humanas a predominância mais ou menos constante de certos traços raciais?

 

A resposta a esta questão é complexa, pois a diferenciação racial supõe a ação e a reação de elementos múltiplos, que podem ser assim discriminados:

 

FATORES PRINCIPAIS:

Fator interno: um potencial genético hereditário, ou seja, um cabedal de tendências a atingir determinado tipo racial. É o genótipo.

Fator externo: o ambiente, com suas influências de clima, alimentação, regime de vida social, etc.

 

FATORES INTERMEDIÁRIOS (internos): as glândulas endócrinas e os hormônios.

 

Voltemos agora nossa atenção para cada um dos elementos assim referidos.

 

1. Fatores principais

 

A. Fator interno: o genótipo

 

1. «O que herdamos de nossos pais, não são caracteres rematados, como uma elevada estatura, cabelos negros ou louros, lisos ou crespos, olhos azuis ou castanhos; são, antes, partículas químicas, cuja natureza não nos é conhecida com precisão. São, numa palavra, os genes» (J. Frézal, Gánétique ét Médecine. — Le Médecin de France n* 117, novembre 1955).

 

Os genes... Procuremos focalizá-los de mais perto.

 

Em 1865, o frade agostiniano G. Mendel descobriu que a transmissão dos traços morfológicos ou somáticos de pais a filhos se faz pela transmissão de corpúsculos elementares, de mínimas dimensões, hoje comumente chamados «genes». Cada gene é responsável por determinada característica do organismo vivo; assim existem os genes que produzem a coloração dos olhos (azul, castanha, negra), os que regem a forma dos cabelos (lisos, ondulados ou crespos), os que causam o tipo de olhos (em amêndoa ou não), o tipo de nariz (achatado ou aquilino), o comprimento das pernas, dos braços, etc. «Os genes acarretam e definem a totalidade ou a quase totalidade das características hereditárias dos indivíduos» (J. Frézal, ob. cit.).

 

2. Pergunta-se então: como se transmitem os genes?

 

— Tenha-se em mente o seguinte: o núcleo de toda célula viva é composto de uma substância especial, dita «cromatina», a qual se dispõe em longos filamentos denominados «cromossomas». Sobre os cromossomas, acham-se colocados em linhas regulares, uns ao lado dos outros, os corpúsculos que chamamos «genes». O número de cromossomas de uma célula viva varia de uma espécie vivente para outra; é constante, porém, em todos os indivíduos da mesma espécie e em todas as células do mesmo indivíduo. As células sexuais do ser humano (o espermatozoide do varão e o óvulo da mulher) contêm cada qual 24 cromossomas; o ovo fecundado, portanto, apresenta 48 cromossomas. O número de genes (corpúsculos alinhados sobre os cromossomas) é naturalmente muito mais elevado; no tipo humano, oscila entre 10.000 e 40.000. A existência de tamanha quantidade de genes já insinua quão amplas são as possibilidades de variações morfológicas (variações que constituem as raças) dentro do tipo humano.

 

3. A combinação dos cromossomas e genes entre si tem algo de estável ou de sempre igual; na verdade, milhares de genes se transmitem sempre da mesma forma desde as origens do gênero humano. É o que explica a perpetuação da espécie humana, com as suas notas essenciais.

 

Ao lado, porém, dessa estabilidade, nota-se uma certa flutuação na combinação dos genes e, consequentemente, na transmissão de características acidentais (pigmentação da pele, estatura, forma dos cabelos, etc.)., que vêm a ser as variantes raciais.

 

Observe-se, aliás, que, mesmo sem constituir variantes raciais, pequenas oscilações se registram até entre irmãos, filhos dos mesmos genitores: no momento da fecundação do óvulo por parte do esperma, dão-se combinações cada vez novas, de tal modo que não há dois indivíduos morfologicamente iguais, a não ser os gêmeos monozigóticos (provenientes de um só óvulo partido em dois ou três).

 

Os fatores que motivam tais flutuações ainda não são de todo claros aos estudiosos; sabe-se que o ambiente tem alguma influência sobre o fenômeno, como se verá abaixo; além disto, porém, outras causas devem intervir, pois se registram mudanças morfológicas de uma geração a outra totalmente imprevistas e inexplicáveis.

 

Essas mudanças bruscas ocorrentes nos genes (ou no genótipo) são chamadas, em nomenclatura científica, «mutações»; os genes novos e imprevistos são ditos «alelos»; tendem a se perpetuar ou a se tornar estáveis dentro da linhagem do indivíduo mutante.

 

A grande importância das mutações para explicar a origem das raças é reconhecida pelos cientistas modernos:

«A maior parte dos biólogos concorda em admitir, como resultante de pesquisas realizadas em plantas, em animais e no homem, que as diferenças hereditárias provêm, na grande maioria dos casos, de mutações acidentais» (P. Delost, art. cit. 29).

 

«Se os genes ficassem sempre idênticos, os homens, que saíram todos dos mesmos ancestrais, teriam todos conservado os mesmos caracteres hereditários através de centenas de milhares de gerações» (L.-C. Dunn, Raee et biologie, ed. Unesco, Paris 1951).

Sobre o mutacionismo encontram-se ulteriores indicações em «P.R.» 7/1957, qu. 2.

 

Como exemplo de mutação ainda hoje nitidamente observável, pode-se citar famoso caso ocorrido em uma família norueguesa... Seus membros tinham naturalmente cabelos ondulados. Um belo dia, porém, nasceu no seio dessa família uma criança de cabelos crespos (encarapinhados); entre os seus ascendentes, jamais alguém tivera tal tipo de cabelos!... Ora dentre os pósteros desse indivíduo «mutante» alguns herdaram de maneira estável a nova característica, de sorte que existe atualmente certo número de noruegueses portadores de um tipo de cabelos que nada tem de norueguês!...

 

O tipo humano, que os genitores transmitem à sua prole por meio dos genes, está sujeito a sofrer as influências do ambiente de vida em que o indivíduo é colocado. «O que se transmite por herança biológica é um conjunto de possibilidades que permitem ao ser humano reagir deste ou daquele modo às influências do ambiente... O tipo humano... é o produto da ação simultânea de fatores hereditários e do ambiente» (L.-C. Dunn, ob. cit).

 

Sendo assim, muito importa agora considerar a função que o ambiente possa desempenhar na configuração do tipo humano.

 

B. Fator externo: o ambiente

 

A criança, ao nascer, herda de seus genitores um patrimônio biológico assaz rico e, por isto mesmo, capaz de tomar traços concretos variáveis em escala bem matizada, de acordo com as condições de clima, alimentação, trabalho, regime econômico de que o novo ser humano venha a depender.

 

Os biólogos puderam verificar que certos genes realizam a sua função, qualquer que seja o âmbito em que o ser humano se desenvolva; tais são, por exemplo, os genes responsáveis pela cor dos olhos e o tipo sanguíneo do indivíduo. Outros, ao contrário, vacilam segundo os agentes externos; assim, os genes responsáveis pela pigmentação da pele.

 

A seguinte experiência, entre outras, justifica tal afirmação:

 

Observem-se duas crianças, irmão e irmã... O primeiro tem por sua constituição genética, desde o nascimento, tez clara e olhos azuis; a menina, ao contrário, possui pele morena e olhos negros.

Suponha-se que em tenra idade a menina tenha de ser, por muito tempo, recolhida em hospital ou levada para regiões em que o sol pouco se mostre; entrementes seu irmão é exposto diariamente à ação de um sol causticante. Em consequência, registrar-se-á que a tez da menina se empalidecerá, ao passo que a do menino se obscurecerá; o mesmo, porém, não se dará com a cor dos olhos das crianças, que permanecerá sempre a mesma.

 

Desta observação se conclui que as diferenças de tez da pele dependem simultaneamente dos genes (fator interno) e da ação do sol (fator externo); os genes não condicionam sempre de maneira direta as diferenças de cor da pele entre os indivíduos; o que eles certamente determinam, é o modo como o organismo reage a tal ou tal influência do ambiente.

 

Quanto à cor dos olhos, parece essencialmente determinada pelos genes antes do nascimento do indivíduo. No atual estado da ciência, não se conhece mudança alguma de ambiente capaz de modificar a cor dos olhos.

 

Voltemos agora a nossa atenção para alguns dos principais fatores do ambiente relacionados com a configuração das raças humanas.

 

a) A seleção natural

 

É fato óbvio que os seres humanos são obrigados a viver em ambientes assaz diversos; as reações dos indivíduos a esses diversos ambientes não são sempre as mesmas; há pessoas cujo potencial genético se adapta bem, como há aquelas que menos bem, e aquelas que de modo nenhum se adaptam. Registram-se, portanto, casos em que o patrimônio biológico de alguém não se pode plenamente exprimir no âmbito em que está colocado. É este fato que explica as grandes migrações de grupos humanos de uma região para outra, assim como o desaparecimento de raças.

 

Estudos efetuados em animais e vegetais deram a ver que a proporção de indivíduos dotados da configuração genética mais vantajosa para viver em determinado ambiente tende a aumentar de geração em geração, ao passo que os indivíduos menos adaptados tendem a se extinguir. É este fenômeno que se chama «seleção natural». Atribui-se-lhe grande peso na formação das raças humanas (é certo, porém, que a seleção natural não age ao acaso ou mecanicamente; é sempre contrabalançada por uma aspiração espontânea da natureza a manter o seu tipo próprio ou as suas notas essenciais).

 

Entre os homens, a seleção natural contribuiu para que se associasse o nome de determinado continente com o de determinada constituição racial. Assim os negros, por seus caracteres genéticos, são muito mais adaptados às condições de vida equatorial da África do que os brancos: a pigmentação da sua pele, seu sistema de transpiração e seu metabolismo em geral, sua fecundidade, as modalidades do desenvolvimento das suas crianças são fatores bem acomodados às condições climáticas em que vivem.

 

b) As migrações e os cruzamentos

 

«O homem sempre foi um grande emigrante» (J. Millot, Biologie des races humaines. Paris 1952). Ora, emigrando, uma tribo humana se sujeita não somente a sofrer influências climáticas novas, mas também a encontrar outras tribos, pertencentes quiçá a diversa raça. Desses encontros por vezes originam-se conflitos e batalhas; geralmente, porém, resultam uniões conjugais. É o que explica não haver em nossos dias raças puras, mas tipos raciais provenientes do cruzamento de outros tipos e tendentes a produzir, por sua vez, novos tipos (mestiçagens).

 

Podem-se apontar exemplos contemporâneos de raças novas em formação: tais são as que se devem à união de europeus e negros na África do Sul e nos Estados Unidos da América; as que redundam dos casamentos de indígenas com os imigrantes europeus ou chineses nas ilhas Hawai.

 

c) O isolamento geográfico e social

 

Acontece que cada tipo racial está naturalmente associado a determinado ambiente geográfico, ao qual a população se adaptou a fim de sobreviver. Às vezes, esse ambiente é bem restrito e isolado de outros ambientes (por oferecer condições de vida muito difíceis ou raras); em consequência, os homens que habitam tais ambientes se veem obrigados a casamentos dentro da respectiva população apenas — o que contribui naturalmente para mais e mais acentuar as características raciais.

 

Assim verifica-se que pequenas aldeias, por muito próximas que sejam umas das outras, apresentam por vezes tipos raciais assaz diversificados. É o que se dá em lugarejos da França, por exemplo (no sul do Maciço Central, nas Cevenas e na Montanha Negra), onde se encontram pequenas comunidades que conservam o tipo celta quase integralmente como era nos tempos das legiões de César. Sobre esses grupos restritos e fechados, porém, pesa o perigo da degenerescência; com efeito, nos casamentos produzindo-se sempre entre famílias muito afins umas às outras, a prole facilmente herda genes recessivos, o que dá lugar à formação de indivíduos física ou psiquicamente depauperados, tais como os famosos «idiotas de aldeia» dos Pirinéus e dos Alpes.

 

Semelhante efeito ao do isolamento geográfico é o do isolamento social. Acontece que certas convenções sociais prescrevem, não se façam casamentos fora de determinada população. Além disto, a própria natureza impele frequentemente o jovem e a donzela a escolher a sua comparte entre as pessoas que falam a mesma língua, pertencem à mesma categoria social, professam as mesmas ideias, etc. Essas tendências vão acentuando distâncias ou mesmo criando barreiras entre os homens; as populações que se deixam assim murar, constituem raças em embrião. Verdade é que a vida moderna, com seu cosmopolitismo, concorre para mais e mais derrubar tais barreiras.

 

Eis, em poucas linhas, os principais fenômenos pelos quais se exerce a influência do ambiente sobre a constituição genética ou hereditária das respectivas populações. Deve-se agora acrescentar ulterior observação: os fatores externos não agem diretamente sobre o patrimônio genético ou sobre os genes do indivíduo, mas, sim, indiretamente. Em termos mais precisos: a ação consiste principalmente em modificar o metabolismo ou o funcionamento de glândulas e hormônios do organismo; estes é que influenciam imediatamente a formação das características somáticas da pessoa.

 

Donde se vê que, entre o potencial biológico, interno, de cada indivíduo e o ambiente externo, se situa, na configuração das raças, um elemento intermediário, que são os hormônios. Consideremos, pois, sumariamente o que a ciência ensina a respeito deste terceiro fator.

 

2. Fator intermediário: os hormônios

 

No início do século XX, os estudiosos começaram a perceber a considerável importância que, no desenvolvimento do organismo humano, compete a certas glândulas, ditas «endócrinas» (em grego, endo significa dentro; krino, segregar; donde endócrino é o que segrega dentro ou para dentro. As glândulas endócrinas são assim chamadas porque segregam ou derramam o seu produto dentro do organismo mesmo, ou seja, nos vasos sanguíneos).

 

As secreções de tais glândulas são chamados «hormônios», substâncias químicas elaboradas em quantidade mínima, ou seja, da ordem do «gama» (1/1000 de mg). Derramando-se diretamente no sangue, os hormônios presidem a numerosos metabolismos (processos de assimilação e eliminação) do organismo; são necessários para conservar em atividade certos tecidos; regem a função reprodutora; enfim norteiam o comportamento ou a capacidade de reação dos órgãos que estão em contato imediato com o mundo externo; são eles, portanto, que respondem pela maior ou menor resistência aos influxos do ambiente. Cada hormônio desempenha função bem determinada, de tal modo que a extração da respectiva glândula ou qualquer alteração da mesma provoca atrofia e perturbações dos órgãos e tecidos dependentes.

 

Eis a lista das principais glândulas endócrinas e das suas funções:

1) A tiroide, situada na base da nuca, produz os hormônios ditos «tireoidianos» (por exemplo, a tiroxina), que são compostos iodados. Rege os metabolismos celulares e desempenha papel notável no crescimento do indivíduo.

2) O pâncreas endócrino produz a insulina, hormônio importante para o aproveitamento do açúcar no organismo.

3) As glândulas suprarrenais, elaboradoras de' numerosos hormônios, responsáveis por várias funções. Distinguem-se:

      - a glândula medular, que segrega a adrenalina, importante na regulação do sistema cortical;

      - a glândula cortical ou o córtice suprarrenal, que, mediante os hormônios corticosteroides, rege os diversos metabolismos e toma parte na defesa do organismo contra todas as agressões infecciosas.

4) As glândulas sexuais ou gônadas. Distinguem-se:

      - a glândula intersticial, que segrega o hormônio masculino ou andrógeno;

      - o ovário, produtor dos hormônios femininos: os estrógenos, que estimulam os órgãos genitais femininos, e a progesterona ou luteína, indispensável ao desenvolvimento normal da gestação.

5) A hipófise glandular, hoje em dia tida como glândula que controla e domina as funções de todas as demais glândulas endócrinas. Situada na base do cérebro, segrega vários hormônios denominados "estimulinas" e encarregados de ativar as outras glândulas do organismo. Segrega também o hormônio somatotrópico, do qual depende o desenvolvimento do organismo em geral (formação do esqueleto, do crânio, dos órgãos internos, do tipo de estatura, etc.). A eliminação ou as perturbações da hipófise acarretam atrofia ou desequilíbrio das restantes glândulas endócrinas, as quais se tornam incapazes de elaborar seus hormônios, com detrimento geral para a saúde do individuo.

 

Pesquisas muito recentes deram a ver que a hipófise glandular, por sua vez, depende dos núcleos do hipotálamo, que parecem segregar substâncias destinadas à produção das estimulinas hipofisiárias.

 

Com o progresso dos estudos, mais e mais se verifica a importância dos hormônios no funcionamento do organismo. Para que este seja sadio, supõe o equilíbrio hormonal, equilíbrio que se baseia em dosagens de máxima precisão e de valor quase infinitesimal: deve haver, com efeito, proporção e harmonia entre os diversos hormônios dentro do sangue; além disto, harmonia entre o funcionamento de cada hormônio e o da glândula que o segrega. Enfim pode acontecer que os hormônios se associem em sua atividade, dando lugar ao que se chama «a sinergia (colaboração) hormonal». Basta uma tênue avaria no sistema endócrino para ocasionar perturbações de vastíssimo alcance nas características anatômicas e fisiológicas do indivíduo.

 

E essas tênues avarias podem ser ocasionadas por fatores múltiplos:

 

a) fatores que intervêm no desenvolvimento do feto durante a gestação: doenças infecciosas da gestante, carências ou irregularidades de nutrição, perturbações hormonais e outras que se possam registrar no organismo materno. Isso tudo vai repercutir no funcionamento das glândulas endócrinas do feto e, por conseguinte, no próprio tipo somático desse individuo;

b) fatores que intervêm no • desenvolvimento da criança e na evolução do adulto: doenças infecciosas, tumores... Mais e mais se verifica o grande papel que podem desempenhar as avitaminoses ou carências alimentares, assim como os fatores climáticos (luz, calor, temperatura...).

 

Para que uma glândula endócrina funcione normalmente, supõe-se o funcionamento normal de vários outros agentes: assim a hipófise é estimulada pela luz, mas as suas estimulinas não serão devidamente segregadas se a pessoa não receber alimentação suficientemente rica em vitaminas e se não estiver colocada em ambiente de calor mais ou menos constante...

 

Estes poucos traços de fisiologia (que não pretendem ser uma exposição sistemática do assunto) foram aqui citados apenas a fim de evidenciar quão múltiplos e complexos são os elementos que concorrem para diversificar os tipos humanos; os mínimos fenômenos podem produzir extraordinárias mudanças na configuração do individuo, dando lugar a estirpes, raças e sub-raças extremamente variadas.

 

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

 


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