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PERGUNTE e RESPONDEREMOS 046 – outubro 1961

O RACISMO

CIÊNCIA E RELIGIÃO

SOCIÓLOGO (Recife): «A doutrina e a política do racismo poderiam de algum modo ser justificadas à luz do Evangelho ou da ciência moderna? Não haverá, de fato, raças humanas inferiores ou mesmo indesejáveis, porque prejudiciais ao progresso da humanidade?»

 

O racismo está em nossos dias mais uma vez em foco: manifestações antissemitas em vários países, conflitos ditos «de segregação» («Apartheid») na África do Sul («segregação e menosprezo dos aborígenes»), tumultos e leis raciais nos Estados Unidos, expressões de povos coloniais recém-emancipados em represália aos seus antigos colonizadores brancos, enfim uma onda de ódio são impelidos hoje por preconceitos de raças. Como já se tem dito, poucos são os homens contemporâneos que não julgam que a uma diferença de tez da pele ou de forma do nariz corresponde uma diferença intelectual e moral nos respectivos sujeitos.

 

E — coisa digna de nota —, ao passo que outrora o racismo era apoiado em razões folclóricas, um tanto sentimentais e superficiais, os seus partidários modernos (desde Gobineau, Vacher de la Pouge, Chamberlain, até Rosenberg) pretendem dar-lhe aspecto de doutrina cientifica: estatísticas, testes psicológicos e outros métodos técnicos são utilizados para justificar a discriminação de concidadãos, a opressão e o genocídio. É em nome da biologia, da sociologia e da história que se apregoa a divisão entre os homens.

 

Diante de tais atitudes tem-se feito ouvir a voz tanto de autoridades religiosas como de cientistas, que visam dissipar todo e qualquer equívoco no assunto. São essas afirmações recentes da fé cristã e do saber humano que vamos ràpidamente passar em revista.

 

1. O ponto de vista cristão

 

Já em «P.R.» 34/1960, pág. 437-440, foi apresentado o julgamento que a consciência cristã profere sobre o racismo. Ela não pode deixar de o condenar, visto que Deus não faz acepção de pessoas (cf. 1 Pdr 1,17; Gál 3,28); toda e qualquer criatura humana custou, por assim dizer, o sangue de Cristo. Não pode haver fase de cultura nem tipo de mentalidade que leve o cristão a reformar este seu modo de ver.

 

Por conseguinte, a fim de não repetir quanto já foi dito no citado número de «P.R.», mencionaremos abaixo algumas das últimas manifestações da Igreja a respeito da discriminação racial.

 

a)   De maneira geral, o episcopado português, ao sair de sua reunião plenária em Lisboa de 11 a 13 de janeiro de 1961, declarava em carta pública:

 

«Civilização cristã significa: respeito da dignidade humana, restauração da lei natural, estabelecimento da autoridade, garantia do direito e da liberdade, promoção da economia e da cultura, supressão da superstição e do medo, confraternização das raças e das culturas, proteção aos fracos» (texto colhido em «Documentation Catholique» no 1346, col. 251).

 

b)   Em particular, com relação aos judeus merece atenção a atitude da Santa Sé para com Israel durante os anos de perseguição nacional-socialista (1933-1945). Sejam destacados apenas alguns tópicos:

 

Aos 26 de setembro de 1943, o Governo nazista que ocupara Roma, impôs aos judeus desta cidade a entrega de cinquenta quilos, de ouro dentro de 36 horas; caso não a fizessem, duzentos dentre eles seriam deportados. Por essa ocasião, Herbert Kappler, chefe do «Sicherheits-Dienst» (Serviço de Segurança) nazista, declarou: «É judeu todo aquele que possui sangue judeu, seja israelita, seja cristão quanto à religião». Pio XII então notificou à comunidade judaica de Roma que completaria o que viesse a faltar aos israelitas na arrecadação do ouro, de sorte que de todo modo ficava garantida a quantia solicitada pelos ocupantes. Não foi necessário, porém, recorrer aos préstimos pontifícios: aos 28 de setembro era entregue à sede da Gestapo (via Tasso) todo o peso de ouro requisitado. Cf. o depoimento do presidente da comunidade israelita de Roma, Ugo Foa, em «Misure razziali adottate in Roma dopo 18 settembre 1943» (nos números de setembro-dezembro de 1952 de «La Voce delia communità israelitica di Roma»).

 

Durante a ocupação nazista Pio XII fez saber que as casas religiosas de Roma podiam e deviam abrigar os israelitas perseguidos. Consequentemente em 1945 contavam-se em Roma cem estabelecimentos de Irmãs que haviam acolhido judeus; eram de comunidades italianas, francesas, espanholas, inglesas, norte-americanas, canadenses e mesmo alemãs. Cada qual dessas casas acolhera um número de israelitas que ia de um a 187, sendo esta última a cifra das pessoas abrigadas pelas Religiosas de Nossa Senhora de Sion (Via Garibaldi 28). Do seu lado, os Religiosos e as paróquias de Roma receberam 992 judeus, durante meses.

 

Em consequência, a Abadia de São Paulo fora dos Muros e o Pontifício Instituto Oriental foram certa vez minuciosamente inspecionados pela Gestapo; esta prolongou suas buscas no Instituto Oriental em uma noite da primavera de 1944, desde as 22,30 até às 6,30 h; conseguiu descobrir um judeu feito católico, que foi imediatamente preso e levado, ficando o seu posterior paradeiro totalmente ignorado.

 

Também se podem registrar as organizações do Vaticano destinadas a encaminhar perseguidos e deslocados para o estrangeiro ou a colher informações a respeito de pessoas desaparecidas.

 

A solicitude de Pio XII para com Israel foi, de resto, bem reconhecida por este povo. No dia do falecimento de S. Santidade em 1958, a titular do Ministério israelense do Exterior, Sra. Golda Meir, agradeceu ao Papa ter levantado a voz em favor dos judeus. O Grão-Rabino de Roma, Elio Toaff, declarou por essa ocasião: «Mais do que quaisquer outros, tivemos a oportunidade de experimentar a grande bondade compadecente e a magnanimidade do Papa durante os tristes anos da perseguição e do terror, quando nos parecia que não havia saída para nós».

 

Aos 26 de maio de 1955, uma orquestra filarmônica- israelense dirigida pelo regente Paulo Kletzki, composta por 95 judeus de 14 países diferentes, tocou em presença de Pio XII a segunda parte da 7a, sinfonia de Beethoven «em gratidão pela grandiosa obra humanitária realizada por S. Santidade no intuito de salvar grande número de judeus durante a segunda guerra mundial»

 

Aos 29 de novembro de 1945, um grupo de mais de setenta judeus, proveniente dos campos de concentração da Alemanha, foi comovidamente agradecer ao Papa o seu generoso auxílio.

 

A imparcialidade, porém, pode também sugerir atitude de reprovação... Foi o que se deu ultimamente no Estado mesmo de Israel: um prelado católico, Mons. Hakim, arcebispo grego de Galiléia, não hesitou em formular protestos contra discriminações que as autoridades governamentais israelenses vinham fazendo em detrimento de operários árabes; a estes, fossem cristãos, fossem muçulmanos, eram ilegalmente sonegadas as oportunidades de conseguir emprego. Escrevia então o arcebispo em carta aberta ao prefeito Aba-Khoushy da cidade de. Haifa:

 

"O Sr. Aba-Khoushy acha justo que a Companhia Ata, a qual emprega 2000 operários e vende seus produtos a árabes e judeus, não dê emprego a um só trabalhador árabe (cristão ou muçulmano)?... Acha justo que a Agência dos Seguros Sociais, que recebe taxas tanto dos árabes como dos judeus, e que se deveria ocupar com todos indistintamente, não dê colocação a um árabe (cristão ou muçulmano)?"

tempo", concluía o prelado, "de se pôr fim, num Estado socialista-operário como o de Israel, a essa flagrante discriminação operária; não se faça mais distinção, no tocante a empregos e colocações, entre um operário árabe e um operário judeu. Os judeus, minoritários no mundo inteiro, muito clamaram, e com direito protestaram, para que justiça lhes fosse feita. Deem, pois, no seu Estado aos árabes «o trabalho honesto que a estes permitirá ganhar honrosamente a sua vida e a de suas famílias".

 

c) A propósito do racismo nas colônias e ex-colônias africanas, vão aqui referidos apenas os seguintes tópicos de uma carta pastoral do episcopado de Ruanda-Urundi (parte do ex-Congo belga), publicada em inícios de 1961:

"Em várias regiões de Ruanda, a justiça para com o próximo foi, e é, gravemente violada; atacam pessoas, frequentemente fracas e sem defesa, sem outro motivo que não o ódio racial; seus bens são depredados, suas casas incendiadas, suas colheitas devastadas...

A imparcialidade deve nortear a concessão de empregos. É preciso acautelar-se atualmente contra uma tendência a obedecer a certa exclusividade racial... Recusar emprego a tal cidadão unicamente pelo fato de pertencer a tal estirpe, é racismo que a Igreja com razão condena. Certos genitores recusaram ultimamente aceitar determinados monitores; se esta medida foi inspirada por motivo racial, é condenável.

O racismo constitui mui grande perigo para o espírito cristão. Infelizmente, porém, ele penetra cada vez mais nas mentalidades. Sabei que não pode estar em paz com Deus aquele cuja conduta se inspira no racismo. Já aconteceu que, por efeito de pressão do ambiente, alguns candidatos ao batismo acabaram recusando o padrinho ou a madrinha que eles mesmos tinham escolhido desde remota data; a recusa devia-se unicamente ao fato de pertencerem a estirpes diferentes. Este exemplo mostra até que extremos pode chegar o racismo: ele tenta entrar mesmo dentro da Igreja, onde todos pertencem à grande família de Deus, sem distinção de nações, tribos, povos ou línguas (Apc 7,9). Exortamos os nossos fiéis a reagir energicamente contra todas essas manifestações de racismo.

... Haja amor dos brancos para com os negros e dos negros para com os brancos.

É interessante notar que as doutrinas sociais ateias (o socialismo, o comunismo) ensinam que o progresso social só se obtém pela luta de classes, ou seja, pela luta de raças. Em oposição a êrro tâo pernicioso, brilhe sempre no coração dos nossos cristãos a luz da doutrina de Cristo, que prega... a colaboração entre as classes e as raças; muito mais ainda: desejamos que reine o verdadeiro amor dos homens de uma classe para com os de outra classe, dos homens de uma raça para com os de outra raça. Longe de lutar uns contra os outros, os Batwa, os Bahutu, os Batutsi e os Europeus, vivendo lado a lado neste pais, se respeitem e amem uns aos outros, como Cristo os amou".

 

Os testemunhos assim reunidos já são suficientemente expressivos para mostrar quanto o racismo é alheio à mensagem de Cristo.

 

2. O ponto de vista da ciência

 

Os estudos contemporâneos têm levado os cientistas a averiguar quanto são inconsistentes os critérios geralmente adotados para estabelecer discriminação racial entre os homens. O conceito de raça está atualmente passando por profunda transformação: mais e mais verifica-se que o tipo racial não é algo de fechado e rígido em si, mas, ao contrário, é oscilante; define-se um tipo racial pela presença, ora mais, ora menos acentuada, de traços que em outros tipos raciais também se encontram, variando apenas a proporção em que se acham disseminados em cada tipo.

 

2.1. A UNESCO («Organização das Nações Unidas para a Escola, a Ciência e a Cultura»), tendo em vista não somente a eliminação de conflitos raciais e o bem-estar social, mas também o progresso da ciência, constituiu uma comissão internacional de antropologistas e geneticistas, a fim de estudarem a noção de raça. Os resultados dos trabalhos desse grupo, cuja competência é internacionalmente reconhecida, foram em 1951 condensados na «Declaração Comum sobre a Raça e as Diferenças Raciais», documento de especial valor, pois parece exprimir o pensamento do gênero humano como tal, na hora presente, em que a política e o partidarismo tendem a sufocar a ciência.

Vão transcritas abaixo as principais proposições dessa Declaração:

1.    Os cientistas reconhecem geralmente que todos os homens atuais pertencem à mesma espécie e procedem do mesmo tronco... No sentido antropológico, o termo 'raça' só poderá ser aplicado aos grupos humanos que se distingam por traços físicos nitidamente caracterizados e essencialmente transmissíveis.

2.    As diferenças físicas entre os grupos humanos são devidas: umas, a variedades de constituição hereditária; outras, a variedades de ambiente; a maioria, à ação simultânea desses diversos fatores.

3.    Os grupos nacionais, religiosos, geográficos, linguísticos e culturais não coincidem necessàriamente com os grupos raciais; não se pode demonstrar que os aspectos culturais de tal grupo dependem, de algum modo, dos caracteres raciais desse mesmo grupo.

4.    As raças humanas têm sido diferentemente classificadas pelos antropologistas. Geralmente estes concordam em dividir a mor parte da espécie humana ao menos em três grandes grupos: tal classificação não se baseia apenas sobre um traço físico, mas sobre vários.

5.    Não se tem prova alguma da existência de raças ditas puras... É consentâneo julgar que o processo de hibridação humana se vem desencadeando desde época indeterminada, mas certamente assaz remota.»

O § 9 da Declaração ainda resume de certo modo os diversos tópicos do documento. Ei-lo:

«Julgamos útil expor de modo formal o que foi cientificamente estabelecido a respeito das diferenças entre indivíduos e entre grupos humanos :

a)   Os únicos caracteres sobre os quais os antropologistas até agora puderam realmente fundar classificações raciais, são caracteres anatômicos e fisiológicos.

b)   No estado atual da ciência nada justifica a tese de que os grupos humanos divergem entre sl por aptidões inatas de índole intelectual ou afetiva.

c)    Certas diferenças biológicas podem ser tão grandes entre indivíduos da mesma raça quanto entre uma raça e outra; podem mesmo ser maiores entre indivíduos do primeiro caso.

d)   Já foram observadas transformações sociais consideráveis que de modo nenhum coincidem com transformações raciais. Os estudos históricos e sociológicos corroboram a opinião segundo a qual as diferenças genéticas não intervêm na determinação das diferenças sociais e culturais existentes entre os grupos humanos.

e)   Não há provas de que o cruzamento das raças tenha efeitos nocivos do ponto de vista biológico. Os resultados, bons ou maus, que o cruzamento produza, explicam-se igualmente bem pelo recurso a fatores sociais».

 

De tão importante Declaração interessa-nos realçar aqui os três seguintes tópicos:

 

1) Todos os homens atualmente existentes no mundo pertencem à mesma estirpe; originam-se de um só tronco.

 

Esta proposição faz, de certo modo, eco remoto ao ensinamento da Escritura Sagrada, segundo a qual todos os homens atualmente existentes descendem de um só casal — Adão e Eva. A ciência, por si mesma, ilustra uma das afirmações mais importantes da fé cristã.

 

2) Os valores da cultura, da ética e da Religião não estão necessariamente ligados a determinados caracteres raciais. Por conseguinte, é vão admitir raças fadadas a ser sempre culturalmente inferiores ou raças incapazes de produzir grandes heróis, grandes sábios ou grandes santos.

 

3) O conceito de raça é um conceito oscilante; depende da associação de características várias em certo grau de intensidade. Por conseguinte, não há fundamento objetivo para estabelecer rígida discriminação racial, ou para se atribuírem aos homens direitos e deveres diferentes, pelo pretexto de pertencerem a raças diversas.

 

«As diferenças biológicas existentes entre um negro e um branco, entre um branco e um amarelo, entre um negro e um amarelo não são mais marcantes do que as diferenças existentes entre um branco de Paris e um branco do Cáucaso. Os homens, do ponto de vista morfológico e fisiológico, pouco diferem uns dos outros. Pode-se afirmar que há igualdade biológica absoluta entre as raças humanas» (Paul Delost, em «Cahiers d'Études biologiques» n' 4, pág. 31).

Digno de nota também é o seguinte testemunho de outro antropólogo moderno:

 

«O estudo das reações sorológicas do sangue acaba de confirmar que todas as populações atuais são mestiças, cem vezes mestiças, e que nenhuma delas pertence por inteiro a um só grupo» (J. Millot, Biologie des races humaines. Paris 1952).

 

2.2. Depois de tal Declaração, a UNESCO se pronunciou mais uma vez sobre o mesmo assunto. Com efeito; acaba de publicar, em consórcio com as Edições Gallimard de Paris, uma coletânea de estudos devida a dez famosos cientistas e intitulada «O racismo perante a Ciência» («Le racisme devant la science». UNESCO / Éditions Gallimard. Paris).

 

Eis como o boletim «Informations UNESCO» (n» 380, pág. 9s, de 9/VI/61) apresenta ao público tal obra:

«Nesse volume, antropólogos, etnógrafos, biólogos e sociólogos nos trazem, de maneira clara e acessível a todos, a contribuição das respectivas disciplinas. na questão racial. Esforçaram-se por expor o atual estado das pesquisas, evitando qualquer afirmação de Índole ética ou sentimental. Não somente submeteram a uma análise criteriosa os argumentos da causa contrária ao racismo, mas examinaram a natureza do preconceito racial e dos mitos de que este se alimenta. Não se nota nesse trabalho intuito algum de propaganda nem exagero, mas a preocupação de confrontar as. teorias com os fatos. Divergências de opiniões que aparecem nessas páginas, atestam o respeito para com a verdade e a independência de espírito dos colaboradores dessa coletânea.

O racismo sendo, antes do mais, uma atitude desarrazoada, poderia parecer vão querer combatê-lo com as armas da ciência. Contudo não seria obrigação dos cientistas impedir que os racistas tentem justificar a sua posição procurando dar à injustiça a dignidade de uma ordem de coisas ditada pela natureza? Diante do silêncio dos autênticos especialistas, as noções mais falsas, as doutrinas mais cruéis, difundidas por certos órgãos da imprensa, transformar-se-iam em 'verdades'. Ora nestes tempos perturbados é bom sabermos que nenhum ramo da ciência fornece ao racismo, militante ou dissimulado, o mínimo argumento de que se possa prevalecer.»

 

Uma edição inglesa da dita obra acaba de aparecer na «Columbia University Press» de Nova Iorque, sob o título «Race and Science». O mesmo estudo está sendo editado também em Toldo, com igual titulo (Ed. UNESCO / Charles E. Tuttle Co.).

 

Na base de tão autorizados depoimentos, verifica-se que nem mesmo a ciência humana, destituída de preconceitos, é capaz de fundamentar as teorias ou as táticas do racismo contemporâneo.

 

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

 


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