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PERGUNTE e RESPONDEREMOS 031 – julho 1960

 

O Mosteiro de Port Royal

HISTÓRIA DO CRISTIANISMO

RAVIE (Rio de Janeiro): «Que há de certo a respeito do mosteiro de Port-Royal, a 'Tebaida mística', cuja história foi muito explorada pela literatura e o teatro?»

 

Depois de considerar sucintamente os fatos salientes da história de Port-Royal, deter-nos-emos em breve reflexão sobre os mesmos.

 

1. Os acontecimentos

 

«Port-Royal» era uma famosa abadia de monjas cistercienses, situada outrora a 25 km a SO de Paris. Teve importância notável tanto na vida religiosa como no desenvolvimento cultural da França, principalmente por ocasião da controvérsia jansenista (séc. XVII/XVIII).

Vejamos os grandes traços do histórico desse mosteiro, a fim de poder avaliar devidamente o seu significado.

 

Diz-se que o rei Filipe-Augusto da França (1180-1223), passando certa vez pelo vale de Chevreuse, perto de Paris, concebeu a idéia de ali fundar um mosteiro; donde o nome que a este coube de «Port-Royal» (Porto Régio). A execução da idéia se deve à dama Matilde de Garlande, esposa de Mateus de Montmorency, a qual resolveu construir o cenóbio em 1204, esperando obter do Céu o feliz regresso de seu marido, expedicionário da quarta Cruzada.

 

As monjas que povoaram o mosteiro foram fiéis à sua Regra até fins da Idade Média. Nesta época, porém, a observância se foi ressentindo da invasão do espírito do mundo que de maneira geral contaminava as comunidades religiosas. Contudo a Providência quis que deste mesmo mundanismo brotasse o gérmen de uma reforma. Com efeito, de acordo com os costumes da época, o advogado Antônio Arnauld, gentil-homem da corte de Henrique IV, procurava «encaminhar» na vida as suas seis filhas. Para uma delas, Jacqueline, que contava sete anos de idade, obteve o titulo de Coadjutora da Abadessa de Port-Royal, passando então a jovem a habitar no mosteiro. Três anos depois, 1602, a Abadessa do cenóbio tendo morrido, a Coadjutora Jacqueline, em Religião Madre Angélica, sucedeu-lhe no governo da casa. O fato, aliás, não se deu sem fraude contra as leis eclesiásticas: para obter da Santa Sé a bula de nomeação de Madre Angélica, seus familiares declararam a Roma que já atingira os 18 anos de idade... O terrível pai Arnauld, aproveitando-se da fraqueza da jovem, lhe fizera assinar a renovação dos votos solenes, o que muito abatia o ânimo de Madre Angélica...

 

A nova Abadessa, não experimentando inclinação para a observância religiosa, julgava-se condenada a tédio mortal. Possuía, porém, uma alma imbuída de idealismo, capaz de entusiasmo e energia. Ora, para que estas qualidades nela se acendessem, bastou que na quaresma de 1608 um Religioso Capuchinho, Frei Basílio, fosse pregar em Port-Royal sobre o aniquilamento de Cristo em sua Paixão dolorosa. Abalada pelo tema, Madre Angélica percebeu a miséria da vida leviana que ela levava com suas irmãs de hábito, e resolveu mudar radicalmente de conduta.

 

Revestiu-se de rude lã, pôs-se a fazer os repugnantes curativos das chagas de uma noviça, passou a levantar-se durante a noite para orar, etc. O bom exemplo arrastou a comunidade, a qual sem demora voltou a viver em estreita pobreza e austeridade. Aos 25 de setembro de 1609, data famosa nos anais de Port-Royal e conhecida como «Journée du Guichet», restaurou-se a clausura na Abadia, tendo a Abadessa recusado a entrada do mosteiro a seu próprio pai; tal atitude provocou protestos e súplicas da parte da família Arnauld. A Abadessa, porém, não se demoveu, obtendo assim a vitória final dos seus desígnios de reforma.

 

Passada a indignação do primeiro momento, os parentes de Madre Angélica reconheceram o valor do seu gesto; o próprio pai tornou-se entusiasta arauto do que se dava em Port-Royal, de modo que toda a cidade de Paris tomou conhecimento da bela renovação espiritual do mosteiro cisterciense: sacerdotes e prelados piedosos e ilustres entraram em intercâmbio com a Abadia; o próprio São Francisco de Sales, bispo de Genebra, lá esteve em visita, mantendo a seguir devota correspondência epistolar com Madre Angélica.

 

O clima pouco sadio do vale Chevreuse, ocasionando a morte prematura de muitas Religiosas, fez que a dedicada Abadessa em 1626 empreendesse a fundação de novo mosteiro no subúrbio parisiense de «Saint-Jacques»; de então por diante houve dois cenóbios de «Port-Royal», sendo um dito «de Paris» (ou também «Port-Royal du Saint-Sacrement», por causa do culto aí especialmente prestado à S. Eucaristia); o outro mosteiro, mais antigo, ficou sendo cognominado «des Champs». A nova casa, situada às portas da capital francesa, pôde exercer influência ainda maior na vida religiosa da nação: para lá afluíam, a fim de rezar e se restaurar espiritualmente, leigos e eclesiásticos, grandes e pequeninos, de Paris. — Assim por volta de 1630 o recente mosteiro de Port-Royal aparecia como o modelo dos cenóbios reformados segundo o mais genuíno espírito do Concilio de Trento; nenhuma ponta de heresia ou de abuso disciplinar poderia aí ser denunciado, nem sequer prognosticado... No entanto, os acontecimentos caminhavam para o inesperado!

 

Foi-se aproximando de Port-Royal de Paris o famoso abade de São-Cirano, colaborador de Jansênio na confecção do «Augustinus» e citado em «P. R.» 30/1960, qu. 7; desde 1635 ficou sendo o Diretor Espiritual da comunidade. São-Cirano veio a ser de modo especial o mestre e mentor de Antônio Arnauld, o irmão mais jovem de Madre Angélica, o qual havia de se tornar «o grande Arnauld». Este, juntamente com homens de cultura e ideal, foi residir junto à abadia de Port-Royal des Champs, formando um grupo de vida austero, o grupo dos «Solitárias de Port-Royal», entre os quais se conta o filósofo e matemático Blaise Pascal; esses varões, de têmpera ardente, praticavam o estudo e o trabalho manual, rezavam em comum e em particular, procurando reviver o ideal dos monges do deserto numa nova Tebaida (famosa colônia monástica localizada no Egito dos séc. IV/VI). Para conseguir influência maior sobre a sociedade francesa, São-Cirano instituiu em Port-Royal «Pequenas Escolas» (Petites Écoles) em que seria aplicada nova pedagogia destinada principalmente à formação do caráter; as monjas (Les Vierges) puseram-se a dirigir as escolas femininas, ao passo que os ascetas (Les Messieurs) se encarregaram da educação e do preparo dos meninos.

 

Sob ação de São-Cirano e de Arnauld, as comunidades de Port-Royal foram-se imbuindo da mentalidade jansenista principalmente no tocante ao rigorismo ascético. O orgulho penetrou fundo dentro das monjas, revelando-se com muita clareza por ocasião da controvérsia provocada pela condenação do «Augustinus» de Jansênio; foi de Port-Royal que procedeu a resistência mais tenaz contra a decisão pontifícia. As monjas foram intimadas pelas autoridades eclesiásticas e civis da França a assinar uma fórmula de submissão à sentença de Inocêncio X concernente às doutrinas de Jansênio. As Religiosas responderam com recusas «elegantes», asseverando que sinais do Céu as levavam a isso: apontavam, sim, para a cura «milagrosa» de uma irmã da comunidade, sofredora de reumatismo; apontavam para o «estranho» fato de que um dos arcebispos de Paris mais infensos a Port-Royal, Pedro de Marca, morrera repentinamente três dias depois de haver iniciado suas funções...

 

Ao abrir o volume do Novo Testamento para encontrar luz na situação em que se achava, Madre Arnauld leu as seguintes palavras de Jesus: “Eis a vossa hora e o poder das trevas” (Lc 22,53); corroborou-se então na posição de vitima...

 

Bossuet, famoso pregador da época, foi enviado às monjas para esclarecê-las sobre a sua atitude; o arcebispo de Paris aos 9 de junho de 1664 esteve pessoalmente com uma por uma no parlatório do mosteiro, sem obter resultado algum.

 

A cada instância do poder eclesiástico ou civil replicavam com a negativa, acrescentando em uníssono: «Bem-aventurados aqueles que sofrem perseguição por causa da justiça» (cf. Mt 5,10).

 

Alegavam outrossim motivos de consciência para não obedecer à autoridade suprema da Igreja — o que é totalmente vão, pois não há objeção de consciência válida contra a Igreja (esta é uma sociedade não somente humana, mas também e principalmente divina, de sorte que quem se distancia da face humana da Igreja, se distancia imediatamente do próprio Deus e da verdadeira consciência).

 

As monjas de Port-Royal eram bem caracterizadas por M. de Peréfixe, que as considerava «puras como anjos, orgulhosas como demônios». Aos 26 de agosto de 1664, o arcebispo de Paris, acompanhado de homens da polícia, foi ter ao mosteiro de Port-Royal des Champs e promoveu a transferência de doze Religiosas para outros cenóbios; estas, no «exílio», fecharam-se em seu orgulho, escrevendo «relatórios de cativeiro». Diante disto, a autoridade eclesiástica em 1665 mandou reunir de novo a comunidade em Port-Royal des Champs e sobre ela lançou o interdito, isto é, a privação de toda a vida sacramental!

 

Este estado de coisas durou quatro anos, após os quais o partido jansenista e as monjas resolveram subscrever uma fórmula de submissão, cujos dizeres eram anulados por declarações particulares dos signatários. Como quer que seja, o Papa Clemente IX deu-se por satisfeito com o teor oficiai da fórmula, promulgando em 1669 a «Paz Clementina»

 

Restaurou-se então a vida antiga e prestigiosa de Port-Royal; as nobres amigas do mosteiro, Mme. de Longueville e Mme. de Vertus, mandaram construir nas proximidades do mesmo pequenas hospedarias para si; Mme. de Sévigné, Mme. de Sablé, Mme. de Liancourt multiplicavam suas visitas aí; as carruagens das duquesas afluíam frequentemente ao mosteiro; a gente simples de Paris não hesitava em peregrinar a pé até lá; as famílias distintas disputavam entre si a honra de mandar educar suas filhas pelas Religiosas; quem estivesse para morrer, não raro pedia ser sepultado junto à «santa mansão».

 

A situação, porém, criada pela Paz Clementina não se pôde manter, já que se baseava em cavilação da parte dos jansenistas. Estes foram reafirmando abertamente sua renitência, provocando, dessa feita, enérgica intervenção do poder régio, cansado de cavilações. O Papa Clemente XI, interpelado pelo rei Luís XIV, condenou mais uma vez o jansenismo mediante a bula «Vineam Domini», de 1703. As Religiosas de Port-Royal des Champs ainda quiseram furtar-se recorrendo a dialética sutil. Em consequência, o Sumo Pontífice houve por bem dissolver a comunidade. A polícia francesa, muito interessada na execução de tal medida, encarregou-se de lhe dar cumprimento: por conseguinte, aos 29 de outubro de 1709 (exatamente cem anos após o famoso «Dia do Guichê»). as autoridades entraram no mosteiro, reuniram as monjas na sala capitular, leram-lhes a bula papal e o mandato régio de execução; a seguir, as vinte e duas Religiosas do mosteiro foram, cada qual em uma viatura, levadas para outras casas, ficando o mosteiro vazio. Contudo fez-se ouvir a geral emoção do povo, que nos meses seguintes, com lágrimas e preces, se dirigiu em peregrinação a Port-Royal des Champs. Tal reação exasperou os ânimos do rei, que acabou decretando a destruição da Abadia: em janeiro de 1710, durante um inverno de fome e frio terríveis, turmas de operários foram enviadas ao local, onde arrasaram o mosteiro, as casas adjacentes e a própria igreja, deixando de pé apenas as «granjas» dos Solitários. Permaneceu, porém, o cemitério, ao qual passaram a afluir os peregrinos ferrenhos. À vista disto, S. Majestade ordenou outrossim a destruição da necrópole: às famílias interessadas foi permitido retirar os restos mortais de seus caros defuntos (Racine, São-Cirano, Nicole); os despojos dos demais foram exumados e atirados numa fossa comum. — Triste fim de um esplendor que estava baseado não propriamente em Deus, mas, sim, no garbo humano!

 

Quanto ao cenóbio de Port-Royal de Paris, as respectivas Religiosas tendo-se submetido às decisões pontifícias, lá permaneceram até 1790, ano em que o governo revolucionário francês, consoante o seu programa antirreligioso, secularizou o mosteiro; este, pouco depois, foi transformado em prisão, recebendo por ironia o nome de «Porto Livre»; finalmente em 1814 foi ali instalada famosa Maternidade.

 

O espírito de Port-Royal sobreviveu não somente nas consequências religiosas apresentadas em «P. R.» 30/1960, qu. 7, mas de certo modo também nos seus métodos pedagógicos, que visavam tornar a escola viva e mais apta a formar a personalidade do aluno.

Impõe-se agora breve reflexão sobre os episódios percorridos.

 

2. Reflexão final

 

Os temas de história da Igreja não podem ser estudados à semelhança dos de história profana. Pela Igreja e sua história, diz São Paulo, se manifesta através dos séculos a multiforme sabedoria de Deus; tal manifestação teve início na Encarnação do Filho de Deus e se prolonga no Corpo de Cristo místico (cf. Ef 3, 10s). Cada quadro, portanto, da história da Igreja apresenta uma dupla face, exatamente como Cristo viandante na terra apresentava sempre aos seus concidadãos uma dupla face: a externa, humana, visível a todos; e a interna, divina, patente a quem «tinha olho para ver» (cf. Mt 13,43). Por isto é que, depois de recordar as peripécias da luta jansenista desenrolada em grande parte no mosteiro de Port-Royal, não nos é lícito deixar-nos ficar em atitude desconsertada pelas afirmações de fraqueza humana que averiguamos ao historiar os acontecimentos.

 

«Factum audivimus; mysterium inquiramus. — Ouvimos o fato; sondemos o mistério», diria S. Agostinho.

 

Seguindo esta norma, verificaremos em primeiro lugar que o movimento de Port-Royal, enquanto foi produto de fervor religioso, não é senão um sinal da ação do Espírito Santo, que desde o Concílio de Trento foi levando os membros da Igreja a nova disciplina a fim de viverem um Cristianismo mais profundo e rigoroso (haja vista a «conversão» imprevista da Abadessa Angélica Arnauld, cujos inícios de vida monástica faziam prever os mais desastrosos resultados).

 

Vista, porém, em seu conjunto (com as suas manchas negras), diremos que a história de Port-Royal vem a ser mais uma afirmação do princípio solene que São Paulo já no limiar da era cristã ouviu do próprio Deus : «É na fraqueza (do homem) que por excelência se manifesta a força (de Deus)» (2 Cor 12,9).

 

Fraqueza, dificuldade física e moral para sustentar o dom de Deus e transmiti-lo ao mundo, eis uma realidade que sempre existiu no homem e sempre caracterizou a conduta das criaturas no decorrer da história da Igreja. Por isto o sábio leitor não se surpreende ao tomar conhecimento das cenas de deficiência moral que acabam de ser descritas. Surpreender-se-á talvez, sim, ao averiguar que a miséria humana assim expressa não levou a Igreja à ruína, justamente numa época (séc. XVIII/inicio do séc. XIX), em que a astúcia dos governantes civis, usando de todos os requintes, estava desejosa de desferir o golpe mortal sobre a Esposa de Cristo. Por que não terá caído esta, mas ainda hoje subsiste depurada (e depurada pelos recursos da sua própria vitalidade) de peias que a deviam levar à morte?

 

O bom senso não responderá que isto se dá porque, de fato, é o Senhor quem sustenta a Sua Igreja? Esta não é obra dos homens, embora esteja envolvida no humano e receba dos homens a sua configuração de primeira face. Com efeito, Deus quis e quer manifestar na história de Port-Royal que é justamente quando mais se afirma a miséria do homem que mais se manifesta a força de Deus. — Eis o que, em última análise, vai atestado pelo episódio de Port-Royal.

 

Observe-se outrossim que as mesmas Ordens Religiosas que, no decorrer dos séculos, conheceram períodos de declínio, geralmente tiraram de seu próprio seio o vigor e os elementos necessários para se renovarem (o que é testemunho de que o Espírito de Deus vive realmente dentro dos moldes humanos da Santa Igreja). O caso é bem típico na Ordem mesma de Cister, de cuja história acabamos de descrever um episódio sombrio; simultaneamente com os acontecimentos de Port-Royal, verificou-se um movimento de reforma interna dos mosteiros da Ordem, movimento marcado não somente por extrema austeridade, mas também por obediência e humildade a toda prova: tal é a obra do Abade Jean Le Bouthillier de Rancé (+1700), iniciador do ramo cisterciense dito dos «Trapistas». Estes, por sua fidelidade a uma disciplina das mais severas que se conheçam, ainda hoje constituem poderoso atrativo para grande número de jovens, máxime nos Estados Unidos da América, onde Tomaz Merton, convertido do materialismo, levantou muito alto o nome da Abadia de Gethsémani. — A mesma Santa Igreja, pois, da qual alguns filhos se desviaram em Port-Royal, teve e tem a vitalidade necessária para gerar e alimentar os heróis da Trapa! A experiência ensinou sempre que quem sinceramente procura, encontra a saciedade de suas aspirações nessa Santa Igreja Católica de Cristo!

 

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)


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