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Uma "descoberta":

 

EU ENCONTREI JESUS

por J. H. Dacanal

 

Em síntese: O autor é um jornalista que muito pesquisou a respeito de Jesus e propõe suas conclusões: Jesus terá sido mero homem; foi endeusado aos poucos num processo que chegou a termo em 325 no Concilio de Nicéia I sob o impulso do imperador Constantino. O Cristianismo, como religião, não foi fundado por Jesus, "pregador, curandeiro e exorcista", mas por judeus helenistas. A crítica de Dacanal é muito pessoal e destituída de fundamento.

 

José Hildebrando Dacanal, gaúcho nascido em 1945, formou-se em Letras e Economia. Apresenta-se como jornalista que leu centenas de obras e dezenas de milhares de páginas referentes a Jesus e "descobriu coisas, para ele, ignoradas, surpreendentes e até chocantes", que ele procura traduzir em linguagem inteligível no livro "Eu encontrei Jesus. Viagem às origens do Ocidente" ([1]). O autor confessa que tal livro não é obra de um cristão, pois afirma que "o aldeão Galileu Jesus Nazareno não foi o fundador do cristianismo primitivo" (pp. 13s).

 

A obra é de fácil leitura, podendo impressionar o leitor, pelo quê será considerada nas páginas seguintes.

 

1. O conteúdo do livro

 

A obra compreende duas partes; 1) A Personalidade de Jesus de Nazaré e 2) A sua obra. A primeira estuda as fontes cristãs e pagãs que tratam de Jesus; julga os Evangelhos um tanto suspeitos, já que parecem conflitantes entre si. A segunda parte tenta descrever a história da mensagem de Jesus: era a de um "pregador, curandeiro e exorcista", que veio a ser a de um personagem endeusado no século IV pelo Concílio Geral de Nicéia I (325), que o Imperador Constantino orientou. Eis como o autor expõe sumariamente sua tese:

 

'"O mito é o nada que é tudo', diz um verso de Fernando Pessoa. O que significa mais ou menos o seguinte: uma lenda - ou mito - não tem base na realidade objetiva dos fatos. E por isto ela é nada. Mas ela concentra em si todos os anseios e todos os sonhos dos que a construíram. E por isto ela é tudo.

 

Assim aconteceu com Jesus de Nazaré. Sua vida terminou com sua morte. Mas foi espantoso o que depois seus seguidores fizeram dele. Pois, como todas as civilizações, a do Ocidente também repousa sobre uma lenda: a lenda do Ressuscitado.

 

Pode-se discutir o que esta lenda significa e como ela foi construída. É certo, porém, que ela nada - ou quase nada - tem a ver com a história do pregador itinerante, curandeiro e exorcista chamado Jesus de Nazaré" (p. 149).

 

O pensamento se desdobra: a imagem do pregador da Galiléia passou do judaísmo da Palestina para o helenista, e foi concebida como a de um Ressuscitado e Messias, como a de um Kyrios, Senhor, Soberano universal e, finalmente, como Deus ou a segunda Pessoa da SSma. Trindade:

 

"Na verdade, para concluir, pouco importa o que pensamos, modernamente, dos milagres atribuídos a Jesus de Nazaré. Porque o maior deles não foi realizado por ele, mas pelos que creram nele e, assim crendo, transformaram um Galileu crucificado em Messias/ Cristo/ Ungido/ Rei de Israel, depois em Kyrios/ Senhor/ Soberano universal, a seguir em Logos/ Verbo divino encarnado e finalmente em Filho, ou Segunda Pessoa da Trindade! Explicar este milagre realizado pelos homens é muito mais difícil do que explicar os supostamente realizados por Jesus de Nazaré" (p. 148).

Ou ainda:

 

"Como no monumental painel de Piero delia Francesca em Borgo San Sepolcro, surgiu, em sua glória refulgente de vencedor, qual rei oriental onipotente, o Ressuscitado, o Messias/ o Cristo/ o Ungido/ o Rei de Israel do final dos tempos e o Kyrios/ Senhor/ Soberano universal, envolto na aura de um deus grego descido à terra, segundo se pode constatar no hino de Fl 2, 6-11, que é uma das mais antigas confissões de fé das primitivas comunidades gentio-cristãs, isto é, formadas por fiéis procedentes do paganismo. (Fl 2, 6-11)"

 

No final de sua obra o autor transcreve, à guisa de Apêndice I, o Credo Niceno, que professa o filho "Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não feito, consubstancial ao pai..."

 

Dacanal acrescenta a profissão de fé na Divindade do Espírito Santo, formulada pelo Concílio de Constantinopla I (381) sem alterar o título "Credo Niceno". O correto seria dizer: Credo Niceno-Constantinopolitano.

 

Dacanal nega a ressurreição de Jesus, que é a pedra de toque da mensagem cristã. E por que a nega? - Porque a razão e a ciência não conhecem a volta de um morto à vida. São palavras do autor:

 

"Do ponto de vista lógico-racional, isto é, científico, a Ressurreição de Jesus de Nazaré é uma lenda, ou seja, um produto da imaginação dos que a proclamaram, e como tal foi contestada desde que surgiu, segundo se pode concluir da argumentação defensiva a posteriori elaborada por Matheus (27, 62-66/28, 11-15). Portanto, sob este ângulo, a Ressurreição de Jesus de Nazaré não é um fato histórico. Em palavras mais simples, ela não ocorreu" (p. 243)

 

"Imaginemos, porém, alguém que não acredita na possibilidade da Ressurreição de Jesus de Nazaré mas que também não vê sua proclamação como um genial golpe de propaganda conscientemente montado por seus seguidores. Neste caso, o que foi dito acima seria suficiente para explicar, em termos lógico-racionais, ou científicos, o surgimento de tal crença?

 

É difícil, ou mesmo impossível, responder a tal pergunta. Contudo, considerando o que diz a experiência a respeito da reação de indivíduos ou grupos da espécie humana quando, frente a situações similares, é provável que o fator psicológico tenha também atuado como gatilho. Neste caso, a crença na Ressurreição de Jesus de Nazaré teria nascido repentinamente num destes instantes mágicos da História, quando confluem e se sobrepõem as difusas crenças coletivas predominantes e as necessidades circunstanciais de indivíduos concretos" (p. 245).

 

Perante tais afirmações pergunta-se:

 

2. Que dizer?

O livro de Dacanal sugere, entre outras, três importantes ponderações:

 

2.1. Subjetivismo mal fundamentado

 

Dacanal reconhece que seu livro não é cristão: na verdade, é racionalista e preconceituoso. As etapas do endeusamento de Jesus são concebidas sem levar em conta a literatura cristã dos séculos II e III, que professa a Divindade de Jesus, embora oscile ao abordar o seu relacionamento com o Pai. Note-se, por exemplo, que Maria SSma. é invocada como Theotokos (Mãe de Deus) desde o século III (ver PR 282/1985, pp. 444ss).

 

O autor se mostra reservado quanto à fidelidade histórica dos Evangelhos porque neles encontra divergências. - Na verdade tais diferenças são de pouca importância; os exegetas não as têm como obstáculo à credibilidade do texto sagrado; ademais veja-se quanto vai dito a seguir.

 

2.2. A Historicidade dos Evangelhos

 

Ponderem-se as seguintes razões:

 

1) Os Evangelhos nos apresentam particularidades históricas, geográficas, políticas e religiosas da Palestina. Cf. Lc 2, 1; 3, 1s (César Augusto e Tibério imperadores, além dos governantes da Palestina: Pôncio Pilatos, Herodes, Filipe, Lisânias, Anás e Caifás); Mc 3, 6; Mt 22, 23 (os partidos dos fariseus, herodianos, saduceus); Jo 5,2 ( a piscina de Betesda); Jo 19, 13 (o Lithóstrotos ou Gábata)... Ora tais peculiaridades supõem testemunhas que viveram antes do ano de 70 d.C, pois em 70 a terra de Israel foi conquistada e transformada pelos romanos.

 

2) Os Apóstolos e Evangelistas dificilmente poderiam mentir, pois viviam em ambiente hostil, pronto a denunciar qualquer desonestidade da parte dos mensageiros da Boa-Nova.

 

Sem dúvida, a fantasia dos discípulos imaginou muitas lendas a respeito de Jesus. Todavia esses episódios fantasistas não foram reconhecidos pela Igreja, e por isso passaram a constituir a literatura apócrifa. Nesta nota-se a tendência a apresentar um Jesus maravilhoso, que desde a infância surpreende seus pais e amiguinhos pelos prodígios que realiza. O estilo dos Evangelhos canônicos é, ao contrário, muito simples e despretensioso, deixando mesmo o leitor diante de passagens que se tornaram "cruz dos intérpretes" (cf. Mc 3, 21; 6, 5; 10, 10...); tem-se a impressão de que os Evangelistas possuíam a certeza de estar transmitindo a verdade... verdade que não precisaria de ser artificialmente embelezada.

 

3) Os Apóstolos e Evangelistas nunca teriam inventado um Messias do tipo de Jesus. Com efeito, não cabia na mente dos judeus o conceito de Deus feito homem,...e homem crucificado. São Paulo mesmo notava que tal concepção era escândalo para os judeus e loucura para os gregos (cf. 1 Cor 1, 23). Os judeus, através dos séculos, tendiam a exaltar cada vez mais a transcendência de Deus, distanciando-o dos homens.

 

4) Afigura de Jesus é de tal dimensão intelectual, moral e psicológica que seria difícil a rudes homens da Galiléia inventá-la.

 

5) Quanto aos milagres em especial, se Jesus não os tivesse realizado, não se explicaria o entusiasmo do povo e dos discípulos, que sobreviveu à morte do Senhor na Cruz. Com efeito; a pregação de Jesus não era apta a suscitar fácil entusiasmo: ao povo dominado pelos estrangeiros, Jesus ensinava o amor aos inimigos; proibia o divórcio, que era habitual em Israel; incutia a abnegação e a renúncia... Dificilmente um tal pregador teria sido endeusado se não houvesse realizado sinais que se impusessem aos discípulos. Ao contrário, se admitimos a historicidade dos milagres de Jesus, compreendemos o fascínio exercido pelo Mestre... Em particular, a ressurreição corporal de Jesus sempre foi considerada o milagre decisivo que autentica a pregação cristã (cf. 1 Cor 15,14.17).

 

Ora, se não houve ressurreição de Jesus, o Cristianismo estaria baseado sobre mentira, fraude ou doença mental e alucinação de alguns poucos pescadores da Galiléia; tal consequência seria um autêntico portento, talvez ainda mais milagroso do que a própria ressurreição corporal de Jesus.

Consideremos em particular:

 

2.3. A Ressurreição de Jesus

 

Após o fracasso aparente de Jesus Crucificado, os Apóstolos não estavam em condições psicológicas de o imaginar ressuscitado. Chegaram mesmo a duvidar da autenticidade da ressurreição quando lhes foi anunciada; tenha-se em vista o caso de Tomé. Não obstante, a verdade se impôs, como atestam os textos do Novo Testamento, dos quais o mais significativo é a profissão de fé consignada por São Paulo em 1 Cor 15, 3-8. Ei-la em tradução literal:

 

"(1) Faço-vos conhecer, irmãos, o Evangelho que vos preguei, o mesmo que vós recebestes e no qual permaneceis firmes.

(2) Por ele também sereis salvos, se o conservardes tal como vô-lo preguei... a menos que não tenha fundamento a vossa fé.

(3) Transmiti-vos, antes de tudo, aquilo que eu mesmo recebi, a saber, que Cristo morreu por nossos pecados, conforme as Escrituras

(4) e que foi sepultado e que ressuscitou ao terceiro dia conforme as Escrituras

(5) e que apareceu a Cefas, depois aos doze.

(6) Posteriormente apareceu, de uma vez, a mais de quinhentos irmãos, dos quais a maior parte vive até hoje, alguns, porém, já morreram.

(7) Depois apareceu a Tiago e, em seguida, a todos os apóstolos.

(8) Por fim, depois de todos, apareceu também a mim, como a um abortivo".

 

São Paulo escreveu tal passagem no ano de 56, ou seja, pouco mais de vinte anos após a Ascensão de Jesus. Eis, porém, que nesse texto o Apostolo quer apenas lembrar aos fiéis o que ele lhes transmitiu de viva voz quando fundou a comunidade de Corinto em 51-52; nessa época Paulo entregou aos fiéis a doutrina que lhe fora entregue ("Transmiti-vos... aquilo que eu mesmo recebi..."). E quando o Apóstolo recebeu a mensagem?

- Ou por ocasião da sua conversão, que se deu aproximadamente no ano de 35, ou no ensejo de sua visita a Jerusalém, que teve lugar em 38, ou, ao mais tardar, por volta do ano de 40.

 

Observemos agora o estilo do texto de 1 Cor 15, 3-8: as frases são curtas, incisivas, dispostas segundo um paralelismo que lhes comunica um ritmo notável. Abstração feita dos vv. 6 e 8, dir-se-ia que se trata de fórmulas estereotípicas, forjadas pelo ensinamento oral e destinadas a ser frequentemente repetidas. Nesses versículos encontram-se várias expressões que não ocorrem em outras cartas de São Paulo: assim "conforme as Escrituras", "no terceiro dia", "aos doze", "apareceu" (expressão que só ocorre sob a pena de São Paulo num hino citado pelo Apóstolo em 1Tm 3,16).

 

Estas indicações dão a ver que São Paulo em 1Cor 15, 3-8 reproduz uma fórmula de fé que ele mesmo recebeu já definitivamente redigida poucos anos (dois, cinco, oito anos?) após a Ascensão do Senhor Jesus. O v. 6, quebrando o ritmo do conjunto, talvez tenha sido introduzido posteriormente; quanto ao v. 8, é por certo uma notícia pessoal que São Paulo acrescenta ao bloco.

 

Vê-se, pois, que desde os primeiros anos da pregação do Evangelho já existia entre os fiéis uma profissão de fé na ressurreição de Cristo formulada em frases breves e pregnantes; tais frases eram transmitidas como expressões exatas da mensagem dos Apóstolos.

 

Ora essa fórmula de fé antiquíssima professa a ressurreição corpórea de Cristo como realidade histórica. Para a comprovar, havia testemunhas oculares, das quais, diz São Paulo, muitas ainda viviam vinte e poucos anos após a ressurreição do Senhor.

 

Tal depoimento de primeira hora é um texto pré-paulino, concebido e transmitido pelos discípulos imediatos do Senhor como expressão da fé comum da Igreja nascente. - É de notar que São Paulo insiste no peso das testemunhas oculares; muitas ainda viviam e podiam ser interpeladas pessoalmente; não diz que "creram", mas que "viram" (Jesus apareceu-lhes ressuscitado).

 

O texto de 1Cor 15, 1-8 é por Bultmann e sua escola reconhecido como obstáculo sério à sua teoria racionalista (obstáculo fatal, segundo a expressão usada pelo próprio Bultmann em Kerygma und Mythos I). Paulo terá sido incoerente consigo mesmo:

 

"Só posso compreender o texto de 1 Cor 15, 1-8 como tentativa de apresentar a ressurreição como um fato objetivo, merecedor de fé. Apenas posso dizer que Paulo, levado por sua apologética, caiu em contradição consigo mesmo" (Glauben und Verstehen I. Tübingen 1964, 54s).

 

Se os evangelhos são fidedignos, podem ser tomados como referencial para se perceber a identidade de Jesus. Na base de textos do Evangelho pode-se averiguar que Jesus tinha consciência de não ser mero homem, mas Deus feito homem a fim de unir o s homens numa só família.

 

Tal demonstração ocorrerá no próximo artigo deste fascículo.

 

Conclusão

 

Em suma, o livro de J.H. Dacanal é expressão de racionalismo extremado, que, na base de preconceitos, destrói por completo a imagem de Jesus consagrada pela veneração de vinte séculos de fiéis cristãos. Pode-se admitir que todos eles, no Ocidente e no Oriente, se tenham enganado de tal modo que somente no século XXI se chegou a perceber a autêntica imagem de Jesus?

 

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

 



[1]EST edições, Porto Alegre 2004, 150 x 230 mm, 351 pp.


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