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Estamos a um passo da barbárie 

17/03 – Fonte: Jornal do Brasil - Sergio Sebold 

Não sou especialista em direito, mas me encorajo para dizer alguma coisa que a vida me ensinou. É verdade que o Estado é uma instituição laica.  Mas antes dele existe uma entidade superior por tradições, costumes, culturas, crenças e arranjos sociais que se consolidaram ao longo da sua história: a nação. O Estado é a emanação prática, política e jurídica com base nos conceitos criados e consolidados do espírito da nação. 

A nação brasileira começou a existir com o advento dos portugueses, que trouxeram na sua bagagem cultural os valores cristãos acumulados através dos séculos de sua história. De lá para cá evoluiu, se consolidou, se adaptou às condições do progresso em todos os campos da ciência, mas permaneceu firme e coesa graças a suas tradições, entre elas, a crença cristã. No momento contemporâneo, com o intuito de laicizar tudo que existe, grupos sociais estão procurando destruir os valores simbólicos e culturais (manifestamente religiosos) que se consagraram através do tempo. Estes grupos, minoritários por excelência, se construíram atrás de uma falsa modernidade — com violação de princípios consagrados da cultura do país — estão promovendo a derrubada sistemática destes valores. São grupos que, por não encontrarem  abrigo ou não se conformarem com as instituições, se rebelam contra a ordem moral e jurídica estabelecida. Por seus desvios morais, são infelizes e vazios de conteúdo, procuram destruir a felicidade dos outros. O verdadeiro cristão é alegre, é feliz na sua essencialidade. 

Agora, para surpresa nossa, um grupelho, — usando o melhor eufemismo que nos vem à mente, onde estatisticamente não tem qualquer significado — consegue através de diatribes e sofismas jurídicos convencer uma alta corte de Porto Alegre, que o símbolo religioso do crucifixo, sempre inspirador para as melhores decisões, seja retirado de todos os ambientes da Justiça. O Crucifixo, a Bíblia, nos faz refletir sobre o grande amor de Deus com a humanidade e exemplo de amor para com o próximo. Na verdade, estes símbolos incomodam exclusivamente aqueles grupos e nunca a sociedade. A imensa maioria vê nestes símbolos, com respeito e reverência, o amparo e a fortaleza de suas vidas. 

O que mais nos deixa pasmos é que não houve qualquer magistrado que fosse contra a petição feita. Ou seja, nenhum deles se mostrou cristão. Para que isto acontecesse, é de se duvidar que algum deles tenha ao menos aberto a Bíblia, onde em nosso entender está a essência da verdade. Temos a convicção de que nos seus currículos espirituais todos foram batizados na fé cristã. Mas só ficaram nisso. Uma pena. 

Não é mais possível aceitar que em nosso país grupos minoritários conseguem subverter a ordem histórica em relação aos valores da nação — grupos sectários que, por circunstâncias morais, psicológicas e mesmo fisiológicas, procuram impor suas frustrações. Ninguém é contra suas preferências, seus desejos ou seus defeitos de origem, porque  tolerância faz parte dos valores cristãos. Mas sujeitar-se aos seus caprichos, isso já é demais. 

Símbolos nacionais, a Bandeira, o Hino Nacional  têm sua força no contexto do Estado. Os símbolos religiosos fazem parte da nossa consciência transcendental: o espírito. Aquele temor que nos guia para toda a vida. Este, intocável. Quando o Estado cria leis desprotegendo a família natural, para dar espaço a outras formas espúrias de uniões; quando se permite o infanticídio de sua sociedade pelo aborto; quando propõe a liberação da bebida alcoólica e da droga; quando cria leis para a prática da eutanásia com o cínico título de piedade; quando tira o pátrio poder de dentro das famílias; então, sim, estamos realmente a um passo da barbárie.        

Sergio Sebold, professor, é economista.


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