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PERGUNTE E RESPONDEREMOS 521 – novembro 2005

 

Exegese bíblica:

 

A NASA COMPROVOU O ESTACIONAMENTO DO SOL?

 

Em síntese: Está sendo propagada pela internet uma notícia aparentemente revolucionária: a NASA teria comprovado o estacionamento do Sol pretensamente descrito em Js 10, 7-15. As páginas subsequentes visam a esclarecer que o texto de Josué não refere portento algum de ordem astronômica, mas é o produto de duas versões literárias (uma em prosa, a outra em poesia), que narram o desencadeamento de uma tempestade de granizo. Quanto à notícia relativa à NASA, parece destituída de todo fundamento real.

 

Está sendo propagada via internet uma notícia surpreendente: a NASA teria comprovado o estacionamento do Sol aparentemente mencionado em Js 10, 7-15. A seguir, examinaremos a questão, propondo, antes do mais, o texto sensacional como chegou à Redação de PR.

 

A GRANDE SURPRESA

 

O Dia em que a Terra parou

 

"...E o Sol se deteve, a lua parou... O Sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro... E não houve dia semelhante a esse, nem antes nem depois dele..." (Josué 10, 13).

 

Você acreditaria se alguém dissesse que a Terra ficou parada em seu movimento de rotação por quase 12 horas??? Parece inacreditável, não é mesmo??? Um fenômeno destes colocaria todo o Sistema Solar em Caos, pois, com a suspensão da rotação terrestre, todo o equilíbrio gravitacional dos demais planetas seria afetado. Pois bem, por mais incrível que possa parecer, este fenômeno astronômico sem precedentes já ocorreu. De acordo com o que diz o texto bíblico, não foi só o Sol que parou, mas sim todo o Universo! A explicação está na crença antiga de que a Terra era o Centro do Sistema Solar (Geocentrismo). Por isto, o texto menciona a parada do Sol e da lua. Após o surgimento do heliocentrismo (o Sol como o centro do Sistema Planetário), estudiosos concluíram que este evento não poderia ter ocorrido e que tal registro bíblico seria uma lenda. Milhares de anos se passaram, até que os cientistas pudessem desvendar mais este mistério. Na década de 60, quando os Estados Unidos pretendiam colocar um homem em órbita terrestre, o assunto veio novamente à tona. Céticos como sempre, os cientistas já haviam esquecido o relato de Josué e "esta história absurda de um Deus que faz a Terra parar"... Mas a fim de que nada pudesse falhar na corrida espacial, os astrônomos precisaram calcular todo o movimento planetário, órbitas da Terra, Lua, etc... Um erro nestes cálculos, e os astronautas ficariam perdidos no espaço para toda a eternidade... E foi justamente durante a realização destas pesquisas que o assunto voltou a ser discutido.

 

Os mais avançados Computadores de então, baseados no Goddard Space Flight Center da NASA (Greenbelt, Md) iniciaram o trabalho árduo de recalcular as órbitas planetárias. Entretanto, algo que nenhum cientista esperava aconteceu: Em todos os cálculos realizados havia um erro de aproximadamente 12 horas e 20 minutos. Ou seja, este tempo estava "faltando" no cronograma universal!!! Analistas de sistemas foram consultados, programas de informática revisados, cálculos revistos, porém o problema persistia. Uma equipe da IBM foi chamada para descobrir possíveis defeitos no computador, mas nada foi detectado. A preocupação com a ida de Yuri Gagarin ao espaço aumentou ainda mais a pressão do governo norte-americano sobre os cientistas espaciais: custasse o que custasse, mas a falha precisava de ser descoberta. Para piorara situação, Kennedy não queria mais um homem simplesmente no espaço, mas sim na Lua!!! Um dos astrônomos da equipe (Harold Hill - ele relata o fato em seu livro "How to Live like a King's Kid) lembrou-se de que na sua infância havia ouvido contar uma história destas na Escola Bíblica de uma igreja que frequentava com sua avó. O fato foi levado aos demais cientistas, que a princípio acharam um absurdo. Porém, qual melhor explicação sobre o assunto do que o relato do Velho Testamento??? O problema estava quase solucionado, mas ainda faltavam 40 minutos!!! Um segundo problema surgia (relatado no Swedish Goteborgs Tidningen de 5 de março de 1981). Cientistas da Universidade de Estocolmo descobriram que a inclinação da Terra sofreu uma mudança brusca no dia 3 de Maio de 1371 A.C.

 

Mesmo recusando-se a aceitara explicação bíblica, não houve outra solução a não ser continuar as pesquisas sobre relatos históricos que pudessem comprovar a ausência deste tempo na história do Universo. Em Isaías 38, vs. 8 encontraram: "Eis que farei voltar atrás dez graus a sombra do relógio de Acaz..." Nos tempos antigos eram usados relógios solares que mostravam as horas pela projeção da sombra sobre uma haste. Estes relógios possuíam um semicírculo de 180° destinados às 12 horas de exposição do Sol. Cada hora era equivalente a 15°, assim 10° seriam o mesmo que 40 minutos - justamente o tempo que faltava ao fenômeno assistido por Josué para completar as 12 horas que milhares de anos depois os computadores da NASA descobriram estarem faltando!!! Há vários relatos bíblicos sobre este fenômeno - Josué 10:13, Habacuque 3:11 e Jó 9:7 (Profecia, pois a época de Jó é anterior à de Josué). O grande problema é que o Dia de Josué derruba a teoria do heliocentrismo e reforça o geocentrismo. Biblicamente toda a Escritura é inspirada (2Tm 3, 16-17).

 

Um "longo dia"para Josué significou que em outras partes do mundo existiram "longas tardes", "longas noites", "longos crepúsculos"... Os hieróglifos do Egito registram "um dia de confusão no movimento dos astros". Os registros chineses dão conta de que no tempo do 7° Imperador o Sol parou no horizonte ao entardecer e não quis permitira chegada da noite. Na América do Norte tribos como os Ojibaways, Wyandot, Omahas, Dogrib possuem relatos que confirmam tanto o dia de Josué como o milagre de Ezequias. Os anais de Chauhtitlan dos índios mexicanos registram uma longa noite. No Peru, Montesinos acusou Yupanqui Pachacuti II de ser o culpado pela "grande noite" em virtudes dos seus pecados...

 

Deus Criador, pelo seu poder, em uma única e exclusiva oportunidade, fez com que todo o Universo parasse por 11 horas e 40 minutos e depois, para um reequilíbrio, girasse em sentido oposto durante 40 pequenos minutos. Tudo isto, para mostrar que acima das leis físicas que regem o Universo, existe um Ser que Criou e coordena estas leis. Milagres como estes são difíceis de ser aceitos, mas até mesmo o mais cético dos cientistas teve que acatar a veracidade dos fatos. Segundo o que nos diz o texto bíblico, outro dia como este nunca existiu antes e nem haverá depois. Foi um fenômeno único. Entretanto, Deus continua o mesmo. Não mudou. Continua fazendo com que coisas "impossíveis" aos homens continuem acontecendo. Afinal, Ele é o Senhor dos Impossíveis.

 

Para maiores informações:

http://www.christíananswers.net/q-aig/aig-a001.html

http://www.aeocities.com/baldaci/indexday.htm

 

QUE DIZER?

 

Estudaremos sucessivamente os textos citados de Josué e Isaías.

 

1. JOSUÉ E O MILAGRE DO SOL

 

Em Js 10, 7-15 parece descrito o estacionamento do sol a pedido de Josué - episódio que muito ocupou os estudiosos no decorrer da história. Procuravam explicar o fenômeno como se a terra tivesse parado ou por um reflexo do sol numa nuvem situada no horizonte ou por uma chuva de meteoros (ou de corpos celestes), ou por relâmpagos que teriam iluminado extraordinariamente a noite...

 

Hoje em dia estas explicações são postas de lado, pois os estudiosos verificam que há um mal-entendido na base das mesmas: o texto sagrado não quer insinuar um milagre tão extraordinário. - Com efeito, quem lê atentamente Js 10, 7-15, toma consciência de que aí há duas narrações paralelas provenientes de duas diversas fontes: uma em prosa, devida ao autor mesmo do livro, que abrange os vv. 7-11; e outra, em poesia, citação transcrita de outro livro (12-13b) e ornada de breve comentário (13c-14). O versículo 15 é comum às duas narrações.

 

De fato, o v. 11 refere ao leitor já o fim da batalha com a vitória de Josué; Israel foi nesta campanha ajudado por violenta tempestade de granizo, que "o Senhor desencadeou" (o que parece insinuar uma intervenção extraordinária de Deus). Após o v. 11, poderia seguir-se o v. 15, ou seja, a menção da volta de Josué ao acampamento. Ora entre os v. 11 e 15 há um episódio (12-14), que reconduz o leitor às peripécias da batalha; vê-se que é um enxerto. Os v. 12-13a referem a oração de Josué:

 

"Sol, detém-te sobre Gabaon,

E tu, lua, sobre o vale de Ajalon.

13a E o sol parou, a lua se manteve imóvel,

Até que o povo se tivesse vingado dos seus inimigos" ([1])

 

O v. 13b indica a fonte donde foram transcritos os versos poéticos anteriores: o Livro dos Justos, também citado em 2Sm 1, 17s; tal livro era uma coleção de cantos poéticos de Israel, que exaltavam os grandes feitos dos heróis nacionais. Os v. 13c e 14 são um comentário em prosa da segunda parte do texto citado; devem-se ao autor da transcrição.

 

Esta análise nos mostra que os v. 12-14 se referem à batalha descrita em 7-11, realçando em estilo poético o que ela teve de glorioso.

 

Pergunta-se agora: que significa a parada do sol no estilo poético?

 

Os judeus julgavam que a terra era recoberta por um firmamento ou uma abóbada cristalina, sobre a qual o sol e a lua giravam. Quando fazia mau tempo ou tempestade, diziam que o sol se retirava para sua tenda no firmamento e lá ficava escondido e imóvel durante a tempestade (ver a propósito Hab 3, 11). Por conseguinte, quando o texto sagrado diz que Josué pediu o estacionamento do sol, quer significar que Josué pediu uma tempestade para ajudá-lo a vencer os adversários. O texto diz-nos que Josué também pediu o estacionamento da lua...; a menção da lua ocorre unicamente para atenderá lei do paralelismo poético (quem mencionasse o sol, mencionaria também a lua, no estilo poético). A tempestade deve ter sido longa ("quase um dia inteiro", diz o v. 13c). Tão longa tempestade terá sido especialmente permitida por Deus para atender a Josué, que implorara auxílio na batalha.

 

Conforme esta interpretação, vê-se que o propalado estacionamento do sol de que fala Js, não é senão o desencadeamento de violenta e demorada tempestade de granizo. Duas narrativas - uma em prosa, devida ao autor de Js, e outra em poesia, citada de outra fonte e inserida no livro - referem essa tempestade; enquanto o primeiro relato usa estilo liso, o segundo recorre a uma imagem familiar aos antigos orientais.

 

Passamos a estudar o fenômeno tido como complementar e descrito em Is 38, 6-8 e 2Rs 20, 1-11, dando preferência ao texto mais explícito de 2Rs.

 

2. QUE DEPREENDER DE 2Rs 20, 1-11 OU Is 38, 5-8?

 

Reinava Ezequias em Judá (716-687 a.C), quando certa vez adoeceu gravemente. O profeta Isaías foi então admoestá-lo a se preparar para a morte. Profundamente entristecido com a notícia, Ezequias com grande ardor rogou ao Senhor que lhe poupasse ainda a vida. A sua prece foi atendida, de sorte que Isaías pouco depois lhe pôde anunciar, da parte do Senhor, a pronta cura. E acrescentou:

 

" 'Eis o sinal que te dará o Senhor para que saibas que se há de cumprir a sua promessa: queres que a sombra se adiante dez graus ou recue dez graus?' - 'É fácil, replicou Ezequias, que a sombra se adiante dez graus. Não. Quero que ela recue dez graus'. Orou o profeta Isaías, e o Senhor fez que a sombra recuasse dez graus no relógio solar de Acaz" (2Rs 20, 9-11).

 

No livro do profeta Isaías (38, 5-8), a narrativa volta em termos mais concisos, pois Isaías é enviado a Ezequias para comunicar-lhe da parte do Senhor:

 

"Ouvi tua oração e vi tuas lágrimas; prolongarei tua vida por quinze anos... Eis o sinal da parte do Senhor, para convencer-te de que cumprirá a promessa: farei a sombra recuar os dez graus que o sol lhe fez descer no relógio solar de Acaz. E o sol voltou dez graus para trás".

 

Do confronto destes dois textos deduz-se logo que o sinal não consistiu em estacionamento nem em retrocesso do sol, mas em "recuo de uma sombra projetada sobre quadrante" (2Rs 20, 11). É este recuo que o livro de Isaías, por força de expressão, designa como "recuo do sol" (Is 38, 1); na verdade, uma sombra recuou com se o sol tivesse recuado aos olhos do observador.

 

Pergunta-se agora: que sombra seria a que recuou?

 

Os comentadores reconhecem unanimemente que se tratava da sombra de um ponteiro ou de uma haste que devia indicar o movimento do sol, ou seja, as horas do dia. Não saberiam, porém, indicar com segurança se essa sombra se projetava sobre um quadrante de relógio graduado, mais ou menos semelhante aos nossos quadrantes, ou apenas sobre os degraus de uma escada... Nesta última hipótese, haveria uma haste fincada no topo de pequena colina; e a esse topo o acesso se faria por degraus de escada colocados de todos os lados ao redor da haste.

 

Um tal obelisco existia no Campo de Marte em Roma para indicar as horas do dia. Também se poderia admitir que a haste estivesse fincada sobre um pedestal munido de doze degraus de escada.

 

É preferível a primeira destas hipóteses. A invenção do relógio de sol com seu quadrante se deve, conforme Heródoto (II 109), aos babilônios; é bem possível que o rei Acaz (736-716) de Judá, admirador dos assírios como era, tenha adotado essa invenção dos mesopotâmios e construído no palácio régio em Jerusalém o "relógio de Acaz" de que fala o texto bíblico em 2Rs 20, 11. Mais: em 1923/25, oí. arqueólogos exumaram, na cidade mesma de Jerusalém, um quadrante bem conservado, que dá ideia do que possa ter sido o quadrante graduado do rei Acaz.

 

Deve-se ainda indagar: e que fenômeno terá provocado esse recuo da sombra do ponteiro?

- Julgam alguns estudiosos que se tratava de um fenômeno de refração dos raios solares. Notam mesmo alguns que, aos 27 de março de 1703, na cidade de Metz (Alsácia), semelhante fenômeno se produziu: a sombra dos ponteiros dos relógios solares recuou de hora e meia por efeito de refração dos raios do sol na atmosfera (cf.! Knabenbauer, In Is 38, 8).

 

Tal explicação é aceitável. Observa-se contudo que já seria suficiente, para corresponder aos dizeres do texto bíblico, admitir mero efeito na retina do rei Ezequias. Esse efeito de retina, inegavelmente maravilhoso ou fora do comum como era, bastaria para ser sinal dado ao rei pelo Senhor Deus como penhor do seu próximo restabelecimento de saúde. O essencial, em qualquer hipótese, é que o rei Ezequias tenha sido impressionado por um acontecimento não habitual, acontecimento que, à primeira vista, equivaleria a um recuo do sol e do ponteiro que indicava a marcha do sol. Assim impressionado, Ezequias compreendeu que sua prece fora atendida e que de fato ele havia de ser curado.

 

Após estes estudos exegéticos, vê-se que os textos de 2Rs 20 e Is 38 não insinuam fenômeno atmosférico ou cósmico. Por conseguinte, se falta um dia no calendário da humanidade, procure-se a explicação em outra fonte que não os relatos bíblicos.

 

3. CONCLUSÃO

 

O episódio despropositadamente sensacional que acaba de ser comentado, evidencia, mais uma vez, a necessidade de se considerar o texto original da Bíblia antes de se deduzirem conclusões. Há problemas que se poderiam evitar, caso se tomasse a devida cautela de analisar a forma original do texto sagrado. Isto não implica racionalismo, mas, ao contrário, significa fidelidade à Palavra de Deus.

 

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)



[1] Nas citações bíblicas, as letras a, b, c, significam respectivamente a primeira, a segunda e a terceira parte de um versículo, partes divididas entre si por vírgulas ou outro sinal de pontuação.


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