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Protestantismo

 

Em réplica:

 

"27 RAZÕES PARA NÃO SER CATÓLICO"

por um anônimo

 

Em síntese: O presente artigo responde ao questionamento apre­sentado por um irmão protestante, que nada de novo diz. As respostas dadas ao irmão poderão ser úteis a quantos fiéis católicos se vêem asse­diados por objeções - às vezes caluniosas - de irmãos separados.

*      *      *

Eis o que escreve o interlocutor anônimo:

 

1. "Ele me salvou"

"1. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, primeiramente porque Jesus Cristo salvou-me de meus pecados (Mt 1, 21), garantindo-me a remissão por Sua graça (Ef 1, 7), ao arrepender-me (Lc 13, 3; At 3, 19; 11.18) e crer em seu sacrifício na Cruz do Calvário (At 20, 21; Rm 3, 26). Assim o Senhor me fez uma nova criatura (Jo 3, 3-6; 2 Co 5, 17; Ez 36, 26) e seu filho (Jo 1, 12; Rm 8, 14-17; Jo 3, 1), para que hoje eu pudesse glorificá-lo através da minha vida e testemunhar aos outros acerca de tão grande salvação que me foi concedida pelo Filho de Deus (ver Gl 2, 20; Ef2, 10; Hb 13, 15-16; 1Pd 2. 5, 9-10; Mc 16, 15; Rm 10, 13-15)".

Nesta passagem chama-nos a atenção o caráter individualista da locução: as partículas "eu, me, a mim" voltam constantemente como se o Cristianismo fosse algo do foro privado. - Ora tal atitude é profundamente anti bíblica; sim, Jesus fala da "minha Igreja" com sua hierarquia (cf. Mt 16, 16-19; 18, 18). Ser cristão é ser membro do Corpo de Cristo Cabeça (cf. 1Cor 12, 12-21), é ser ramo do tronco de videira, que é Cristo (cf. Jo 15, 1-5).

O protestantismo põe de lado o sacramento da Igreja, fazendo do indivíduo autor do seu Credo em conseqüência do princípio do livre exa­me da Bíblia. Esse subjetivismo redunda no relativismo que tanto carac­teriza o pensamento contemporâneo.

 

2. Somente a Escritura

"2. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque creio na Suprema Autoridade das Escrituras, como única regra de fé e prática (S119, 7-8; SI 119, 105; Is 8, 20; Mt 22, 29; Lc 16, 29; Jo 5, 39; 10, 35; Jo 17, 17; Rm 15, 4: At 15, 15; 17, 11; 24, 14; 2Tm 2, 15; 3, 15-17; 2Pd 1, 19-21). Esta autoridade das Escrituras deriva de sua divina inspiração (2Tm 3, 16) e de sua revelação que "não foi dada por vontade humana" (2Pd 1, 21), o que lhe garante evidente proeminência".

Os católicos também seguem a Bíblia, e a seguem mais fielmente do que seus irmãos protestantes. Sim, aceitam a Bíblia quando ela diz que nem tudo o que Jesus fez está consignado no Livro Sagrado; ver Jo 20, 30s; 21, 24s, A própria Bíblia manda seguir a mensagem transmitida por via oral (cf. 2Tm 2, 2) sem restrição que subordine a palavra oral à escrita. Como se compreende, não se trata de qualquer tradição, mas de Tradição divino-apostólica, que começa com Jesus e os Apóstolos. Sem o acompanhamento dessa Palavra oral, a Bíblia se torna um livro que os homens estraçalham, dele deduzindo as mais contraditórias e estranhas teorias, como acontece no Protestantismo dividido e subdividido por falta de um referencial na leitura das Escrituras. Tenha-se em vista, por exem­plo, o seguinte conjunto de palavras sem pontuação (como era praxe entre os antigos):

RESSUSCITOU NÃO ESTÁ AQUI

Estas palavras podem ser lidas em dois sentidos:

RESSUSCITOU. NÃO ESTÁ AQUI.

RESSUSCITOU? NÃO! ESTÁ AQUI.

É o tom de voz ou a palavra oral que vai definir o significado da escrita.

Donde se vê que a Bíblia não pode ser lida independentemente da Tradição oral, que lhe é anterior, a berçou e a acompanha através dos séculos. Entende-se que, para distinguir das muitas tradições a autêntica Tradição, haja uma instância abalizada, que, no caso, é o magistério da Igreja, a quem Jesus prometeu sua assistência infalível (cf. Mt 28, 19-20; 18, 18; Lc 22, 31s).

 

3. Calvário e Eucaristia

"3. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque eu creio na plena consumação do Sacrifício de Cristo. Isto significa dizer que eu creio que Cristo morreu pelos nossos pecados de uma vez por todas (1Cor 15, 3; 1Pd 2, 24; Hb 10, 10; cf. 9, 11-12); não sendo necessário (Hb 7, 27; 9, 26; 10, 14.18) e nem mesmo possível (Hb 9, 27-28) renovar ou perpetuar este sacrifício irrepetível, segundo a pretensão a que se realizam as mis­sas católicas".

O irmão protestante tem razão ao lembrar que Cristo morreu uma vez por todas e já não pode morrer. Por isto a Missa não repete nem renova o sacrifício do Calvário, mas o torna presente ou o perpetua. E isto, para que a Igreja ou os fiéis possam tomar parte na entrega de Cris­to ao Pai. Ser cristão não é apenas seguir um Mestre, mas é comungar com a vida de Cristo Cabeça - o que se faz mediante os sacramentos, dos quais a Eucaristia é o principal. Foi assim que as gerações cristãs durante quinze séculos entenderam as palavras de Cristo, que na última ceia entregou aos discípulos o seu corpo e o seu sangue "para a remis­são dos pecados". Segundo o protestantismo, tal entendimento terá sido falso, de modo que só após Lutero no século XVI se entende correta­mente a intenção de Jesus na última ceia. Ora dizer isto equivale a acu­sar o Senhor de haver esquecido a sua Igreja a quem prometeu perpétua assistência (cf. Mt 28, 20). Será lícito acusar de negligência Jesus e seu Santo Espírito? Pergunta-se: quem errou - Jesus ou Lutero e o protes­tantismo?

 

4. Fé e obras

"4. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Es­crituras nos ensinam repetidas vezes que a salvação é pela graça e ex­clusivamente por meio da fé (Jo 1, 12; 3, 15-16; 36; 5, 24; 6, 28-29, 39-40, 47; 11, 25-26; 20, 31; At 10, 43; 13, 39; 15, 11; 16, 31; Rm 1, 16-17; 3, 22-26, 28, 30; Rm 4, 5-8; 5, 1-2; 5, 15-21; 6, 23; 10, 10-11; 1Cor 1, 21; Gl 2, 16; Gl 3, 8; 11; Fp 3, 9; Ef 1, 6-7, 13-14; 2, 8-9; 2Tm 1, 9; 3, 15; 1Pd 2, 6; Uo 5, 13; Ap 21, 6; 22, 17) e que as boas obras apenas evidenciam a fé salvífica (Gl 5, 6; 22-23; Tt 2, 14; 3, 8; Tg 2, 18; Ef2, 10), sendo conseqü­ência e não causa de salvação. Além disso, as Sagradas Escrituras en­cerram dentro de uma impossibilidade a hipótese estapafúrdia de que a salvação poderia vir em parte pela graça e em parte pelas obras - como desejaria o Romanismo -, pois o apóstolo Paulo afirma que "Se é pela graça, já não é pelas obras, do contrário, a graça já não é graça" (Rm 11, 6; compare com Ef 2, 9; Tt 3, 5-7).

Na tentativa de amenizar a contradição existente entre a doutrina bíblica e a teologia papista, os católicos romanos, mediante uma inter­pretação débil e que despreza a exegese bíblica, normalmente citam Tg 2, 18-26 em contraposição a Rm 3-5, como se a verdade das Sagradas Escrituras fosse auto-refutante. Porém, eles é que estão equivocados em sua deturpação (2Pd 3, 16) por omitirem o fato de que o apóstolo Paulo está se referindo unicamente à justificação diante de Deus (ver Gl 3f 11), enquanto o apóstolo Tiago está referindo à justificação diante dos homens (cf. Tg 2, 18; "...mostra-me a tua fé... te mostrarei a minha fé pelas minhas obras"), cujo significado é vindicar e na qual as obras testificam diante dos homens a existência da fé verdadeira (cf. Tg 2, 14-18), sendo [meramente] frutos da mesma - algo coerente com as demais Escrituras (cf. Ef 2, 10; Gl 5, 6)".

 

Não se pode ler São Paulo sem ler também São Tiago.

São Paulo tem em vista a entrada na graça ou a passagem do estado de pecado para o de amigo de Deus; é o que se chama "justifica­ção", fazer justo, amigo de Deus. Isto ocorre gratuitamente, sem que o homem o mereça por suas obras boas.

São Tiago considera uma comunidade que foi justificada e tem fé, mas é inerte, não praticando os ditames que a fé recomenda: esses cris­tãos têm uma fé morta, como a do demônio, que crê, mas estremece, porque a sua fé sem obras correspondentes não o salva. Por conseguin­te, São Tiago exige boas obras da parte dos crentes não apenas como manifestação da fé, mas como o necessário desabrochamento da fé.

Com outras palavras: São Paulo tem em mira a entrada na vida cristã, ao passo que São Tiago visa a perseverança na mesma. Distinguam-se uma da outra, justificação e salvação. Alguém pode ser justifica­do, mas não será salvo se não perseverar na graça recebida ou se na última hora não estiver na graça de Deus que frutifica em boas obras.

Como se vê, as boas obras não são efetuadas independentemente da graça divina, mas são o efeito desta, de tal modo que S. Agostinho podia dizer: "Deus em nós coroa os seus méritos".

 

5. Cristo e os Santos

"5. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Es­crituras enfatizam que apenas o Soberano e Eterno Senhor - que não divide a Sua glória (Is 42, 8; 48, 11: 'A minha glória não darei a outrem') - deve ser cultuado. O Senhor Jesus Cristo disse e está escrito: 'Ao Se­nhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto' (Mt 4, 10 e Lc 4, 8; veja também Ap 4, 11; 5, 12; 14, 7; 19, 10; 22, 9; 1Cr 16, 29; SI 96, 9). Perante estas palavras do Senhor e tal ensinamento bíblico referente ao culto exclusivo a Deus, que os cristãos bíblicos preservam e devem preservar, certamente eu jamais poderia concordar com a Maríolatria (devidamente refutada por Jesus em Lc 11, 27-28; veja também Mt 12, 48-50; Mc 3, 33-35) e o culto aos santos, o qual foi recusado até mesmo pelos apóstolos (At 3, 12ss; 10, 25-26; 14, 14-15)".

É certo que Deus Eterno e Absoluto não pode tolerar outro Eterno e Absoluto ao seu lado; isto seria ilógico. Mas Ele pode - e quer - dar às suas criaturas a graça de ser canais ou instrumentos da sua ação santificadora; tais são os Santos; por sua intercessão junto ao Pai colabo­ram com Cristo na salvação dos irmãos, sem diminuir de modo algum a grandeza do ministério de Cristo Sacerdote. Esta verdade pode ser ilustra­da pela imagem do professor, que não guarda egoisticamente o seu saber, mas o comunica aos discípulos; assim tem origem muitos sábios sem que o professor perca algo da sua sabedoria. Tal gesto não empobrece, mas, ao contrário, nobilita o professor - Ora algo de análogo se dá com Cristo e os Santos. Estes são venerados e não adorados, como venerados são pai e mãe, como venerado (não adorado) é Tiradentes no dia 21 de abril.

De resto, já os judeus no Antigo Testamento tinham consciência de que os justos no além intercedem por seus irmãos militantes na terra; cf. 2Mc 15, 12-15. É de notar que Lutero, adotando o catálogo bíblico de Jâmnia, retirou da Bíblia, entre outros, os dois livros dos Macabeus.

Em Lc 11, 27 Maria SSma. não é excluída da bem-aventurança proclamada por Jesus, mas incluída, porque ouviu a Palavra de Deus e a pôs em prática por excelência.

 

6. As imagens

"6. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Es­crituras ensinam de uma forma evidente acerca da proibição divina no que tange ao culto prestado às imagens".

Já se tem abordado freqüentemente este assunto. A Bíblia proíbe as imagens feitas para a adoração ou idolatria; cf. Ex 20, 4-6. Não as proibe, porém, quando servem ao fiel para se elevar até as realidades transcendentais, passando do visível ao Invisível, de acordo com a índo­le própria do psiquismo humano. Tenham-se em vista os numerosos querubins que o próprio Javé mandou esculpir no Templo de Salomão; cf. IRs 6, 29.

 

7. Fora da Igreja não há salvação

"7. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque, sabendo que a Palavra de Deus não nos diz que é necessário ser um católico romano para ser salvo (Jo 3, 16-18, 36; 10, 1-11, 27-30; 14, 6; At 16, 31; Rm 10, 9; 1Jo 4, 9; 5, 12). Eu jamais poderia aceitar a pretensão romanista expres­sa na afirmação de que não há salvação fora da Igreja Católica Romana. Na realidade, quem acrescenta este tipo de condição espúria para a sal­vação do pecador está pregando um outro Evangelho, ao qual devemos rejeitar (SI 1, 8)".

Quem é de Cristo, é também da Igreja de Cristo; não há Cabeça sem corpo, não há tronco de videira sem ramos. O Cristianismo é vivido em comunidade.

Dentre as muitas "igrejas" cristãs hoje existentes só uma foi funda­da diretamente por Cristo, com a promessa da assistência indefectível do Fundador: a Católica, confiada a Pedro e seus sucessores. Esta con­serva a sucessão apostólica fiel ao seu primaz, o sacerdócio válido e a Eucaristia.

A pertença à Igreja de Cristo pode ser visível ou invisível. É visível, quando os fiéis professam o mesmo Credo, recebem os mesmos sacra­mentos e obedecem à mesma hierarquia, como se dá no caso dos cató­licos praticantes. - A pertença invisível ocorre quando alguém professa e vivencia candidamente um Credo errôneo, acreditando que é o verdadei­ro. Deus não revela a fé cristã, mas faz-se presente a tal pessoa median­te a voz da consciência sincera; quem segue fielmente a sua consciência sincera, segue a Deus e pertence invisivelmente à Igreja de Cristo. Quantos são os que assim vivem, só Deus o sabe.

É neste sentido que os católicos entendem o axioma: "Fora da Igreja Católica não há salvação".

 

8. O Purgatório

"8. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Es­crituras testemunham acerca da eficácia do sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é capaz de nos purificar de 'todo pecado' (cf. 1Jo 1, 7). A doutrina bíblica enfatiza que, mediante seu sacrifício vicário, Jesus Cristo a si mesmo se deu por nós, a fim de 'remir-nos de toda a iniqüidade' (Tt 2, 14; cf. Hb 9, 28; 10, 14; 1Jo3, 5). Tendo sido transpassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades ao levar sobre si o castigo que nos era devido (Is 53, 5; 1Pd 2, 24 compare com Mt 1, 21; Lc 1, 77; 2Cor 5, 20-21; Jo 1, 29). Por isso, creio que nossos irmãos - aque­les que já estão gozando da presença do Senhor- não estão no céu por terem sido purificados pelo fogo de um suposto purgatório, como supõem os católicos romanos".

Jesus Cristo, por sua Paixão, morte e ressurreição, nos mereceu o ingresso na vida eterna. Todavia Ele não impõe a salvação; espera, an­tes, que a criatura a aceite livremente. Esta aceitação tem por termo final a visão de Deus face-a-face. Ora, para chegar a tal termo, requer-se que a criatura elimine da sua alma todo resquício de pecado, pois qualquer sombra de pecado é incompatível com a santidade de Deus... Daí a ne­cessidade que incumbe a cada cristão de eliminar do seu coração toda desordem que nele fica mesmo depois de perdoado o pecado; têm que desaparecer as raízes da impaciência, da maledicência, da preguiça... Esta purificação se faz ou na vida presente mediante a ascese vigilante ou na vida póstuma (no purgatório).

Dir-se-á: mas Cristo já não satisfez por nós, obtendo-nos o perdão dos pecados? - Respondemos que Cristo já nos obteve o perdão, que é dado a quem o pede sinceramente; mas o perdão no foro religioso difere do perdão no foro civil. Neste, quando o juiz declara absolvido o réu, o indivíduo absolvido não deve mais nada à Justiça; continuará sua vida portador das mesmas paixões que o levaram ao crime. No foro religioso o perdão implica o total apagamento das raízes do pecado perdoado,... apagamento que fica a cargo da pessoa absolvida porque a visão de Deus face-a-face o exige. Com outras palavras: o perdão de Deus exige uma renovação ontológica e não fica apenas no foro jurídico.

O purgatório não é um lugar de fogo ardente, mas é um estado de alma, em que o indivíduo se arrepende radicalmente de qualquer desor­dem cometida no seu relacionamento com Deus. A crença na existência desse estado já era professada pelo povo judeu, do qual passou para os cristãos; ver 2Mc 12, 38-45. Lutero rejeitou tal livro, que se encontrava na Bíblia tradicional.

 

Conclusão

O panfleto em foco apresenta 19 outras razões para não ser cató­lico; são quase todas iguais entre si e baseiam-se na pretensão de que o protestante segue somente a Bíblia; aceita unicamente argumentos bíbli­cos para dirimir dúvidas ocorrentes. Peça-se-lhe então que responda pela Bíblia uma questão fundamental de criteriologia: onde é que a Bíblia res­ponde à pergunta: os livros sagrados são 66 (como dizem os protestantes) ou 73 (como dizem os católicos)? Onde é que a Bíblia define o seu catálogo?

Caso não possa responder pela Bíblia, reconheça o irmão que está enganado e deixe de formular objeções contra os católicos "somente a partir da Bíblia".

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#0•A15•C657   2015-03-27 14:25:21 - Convidado/Dani Acioli
RAZÕES PARA NÃO SER PROTESTANTE OU PARA NÃO SER CATÓLICO
É muito comum na Web encontrarmos textos de católicos e protestantes
justificando porque aderiram ou repudiaram ao catolicismo ou ao protestantismo.
Qualquer pessoa que esteja com dúvidas sobre sua fé por certo terá dificuldades
em entender todos os contextos.
E mesmo que esta pessoa possa compreender a maioria dos apontamentos, não
saberá definir para si próprio o caminho que deve abraçar.
Católicos escrevem razões porque alguém não deve ser protestante.
Protestantes dizem porque d......

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#0•A15•C65   2012-01-02 20:32:46 - Convidado/Anderson Silva
Pegadinhas para os protestantes
Havia uma denominação protestante com 1.000 seguidores.Um dia o pastor da denominação começou a pregar a teologia da prosperidade.Parte do grupo revoltou-se e logo começaram brigas e debates em torno daquela pregação.Um grupo que discordou veementemente do pastor resolveu sair da denominação. Este grupo perfazia um total de 200 membros dissidentes. Estes acusavam o pastor de pregar contra a palavra de DEUS.Destes 200 membros dissidentes, 10 abriram novas denominações. Os outros 190 restantes dividiram-se por outras denominações já existentes. Vamos dar um e......

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