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Com simplicidade:

 

CONVERSANDO SOBRE A CONFISSÃO SACRAMENTAL

 

Em síntese: Respondendo a perguntas recebidas via internet, o presente artigo afirma que os pecados devidamente confessados no sacramento da Reconciliação estão perdoados após a absolvição dada pelo confessor. Todavia deixam o principio do pecado muito vivo na alma do penitente, tanto que não é rara a recaída no mesmo pecado. Daí a necessidade de se praticar a virtude da penitência para extirpar as raízes do pecado mesmo após a absolvição sacramental.

 

Via internet PR recebeu uma lista de perguntas atinentes ao sacramento da Reconciliação. Já que muitas delas interessam ao grande público, serão consideradas nas páginas seguintes.

 

1. Pecado: que é?

Que é pecado grave? Que é pecado leve? Que é pecado contra o Espírito Santo?

 

1. O pecado é um Não dito a Deus

 

É ofensa a Deus não porque faça Deus sofrer, mas porque viola a ordem estabelecida por Deus. Esta violação fere também o pecador, prejudicando-o gravemente, porque o priva do maior bem, que é a união com Deus. Por isto já diziam os filósofos gregos anteriores a Cristo: é melhor sofrer uma injúria do que cometer uma injúria; tal verdade reaparece em 1Pd 2, 19s.

 

Em todo pecado há sempre dois aspectos: a conversão indevida a uma criatura e a aversão frente a Deus. Geralmente o pecador só deseja explicitamente a primeira; não tenciona diretamente afastar-se de Deus, embora implicitamente perceba que o prazer indevido é incompatível com a união a Deus.

 

2. Distinguem-se pecado venial ou leve, pecado mortal ou grave e pecado contra o Espírito Santo.

 

1) O pecado contra o Espírito Santo (cf. Mt 12, 31; Mc 3, 28-30; Lc 12,10) é a recusa explícita do perdão e da graça de Deus. O Espírito Santo é o Mestre interior que nos atrai para o Pai; quem se fecha a Ele,coloca-se em situação de auto-condenação, porque se recusa ao próprio remédio ou ao dom de Deus. Tal atitude também é chamada "pecado para a morte" (cf. Jo 5, 16).

2) O pecado mortal ou grave ocorre quando se preenchem três condições: a) matéria grave, importante; b) conhecimento de causa; c) vontade deliberada. É dito mortal porque, conforme a Escritura, leva à morte ou à perda da vida definitiva (cf. Jo 3, 15; 1Cor 6, 9; Gl 5, 19s).

3) O pecado venial ([1]) ou leve se dá quando falta um dos três requisitos acima. Não tira a vida da graça ou a filiação divina, mas contribui para torná-la anêmica.

Nem sempre é fácil ao cristão traçar a linha divisória entre pecado grave e pecado leve, pois a pessoa por vezes não pode definir até que ponto consentiu no pecado, nem sabe exatamente avaliar a importância da matéria em torno da qual pecou.

Entre o pecado venial e o mortal há enorme diferença. O conceito pleno de pecado só se aplica ao pecado mortal; este é realmente uma desobediência propriamente dita; o pecado venial, ao contrário, seria uma desobediência imperfeita; ele pode coexistir com a orientação fundamental do cristão para Deus. Por isto também se compreende que muitos pecados veniais não chegam a constituir um pecado mortal; é certo, porém, que provocam um enfraquecimento da vontade e do amor a Deus, de modo que abrem o caminho para que a pessoa cometa um pecado mortal.

 

Para obter o perdão dos pecados mortais, o meio ordinário é o sacramento da Penitência. Quanto aos pecados veniais, podem ser apagados por um ato de contrição ou por uma obra de caridade, mas a Igreja recomenda sejam submetidos ao sacramento da Reconciliação, pois é muito frutuosa a frequentação deste sacramento mesmo por parte daqueles que não têm pecados graves (ver Exortação "Reconciliação e Penitência" n° 31, 1).

 

2. Absolvição e Penitência

 

A partir do momento em que me confesso estou livre dos pecados cometidos e confessados? A penitência é obrigatória para ser perdoado? Se os meus pecados já foram perdoados, por que fazer penitência?

Responderemos por etapas:

 

1)  É certo que a absolvição sacramental dada a pecados devidamente confessados perdoa tais pecados. O perdão de Deus é definitivo.

2)  Acontece, porém, que o pecado perdoado deixa raízes na alma do penitente. As tendências desregradas permanecem, porque o amor que temos a Deus não é capaz de as extinguir quando nos confessamos e arrependemos, tanto que, mesmo depois de absolvidos, muitos penitentes recaem nas mesmas faltas (impaciência, maledicência, omissão...).

3)  É preciso, pois, que o penitente cuide de eliminar as raízes do pecado já absolvido. Ele o fará mediante a prática da virtude da penitência espontaneamente assumida. Esta virtude, pouco apregoada em nossos dias, é indispensável ao cristão de qualquer época, pois ela mortifica as paixões e purifica os corações, preparando-os para ver Deus face-a-face. Combatendo o amor ao pecado, ela abre o coração para o amor a Deus.

4)  O padre, antes de dar a absolvição, impõe uma "penitência" ou um símbolo de penitência (orações, por exemplo), que deve lembrar ao fiel a obrigação de fazer penitência. A Igreja antiga era muito mais rigorosa; impunha muitas vezes prolongados jejuns como penitência (que não era nem é castigo, mas sim remédio). Visto que tal praxe se tornou inexequível para muitos, ela se foi abrandando até chegar ao que hoje é; a penitência é simbólica, mas, tem sempre seu valor de alerta para um esforço maior em demanda de pureza de coração para poder ver Deus, a Beleza Infinita, face-a-face.

5) Como se pode perceber, a absolvição de um pecador difere da absolvição de um criminoso. No foro civil, com efeito, quando o juiz humano declara o réu inocente, o problema é encerrado e o réu volta à vida normal, mas leva consigo as paixões desregradas (ódio, cobiça, agressividade...) que tinha ao cometer o crime. Ao contrário, a absolvição do pecador requer total erradicação do princípio do pecado ou das paixões desordenadas. Caso o cristão não consiga libertar-se destas na vida presente, ser-lhe-á concedida a graça de o fazer no purgatório póstumo, estágio em que a alma repudia todo resquício de pecado, habilitando-se a ver Deus face-a-face.

 

3. "Não matei, não roubei, não fiz mal a ninguém.

Por que me confessar? Quando nos devemos confessar?"

 

- "Não matei, não roubei...". É esta a linguagem de quem começa a se aproximar de Deus. Vê a sua vida "por alto", sem descer a pormenores importantes. Quanto mais essa pessoa se aproxima de Deus, tanto mais perceberá quanto difere de Deus e reconhecerá os pecados de cada dia. Embora não escandalizem, tais faltas causam a dor do arrependimento porque carregado com certa displicência ou até complacência. Em consequência a pessoa sentirá a necessidade de pedir perdão a Deus por ter sido impaciente, maledicente, omissa...

 

Para obter o perdão dos pecados graves, requer-se o sacramento da reconciliação. A propósito convém notar que não se deve receber a S. Eucaristia em estado de pecado grave; não se diga: "Vou comungar agora em pecado, depois me confessarei"; São Paulo adverte: "Quem come e bebe indignamente do pão e do cálice do Senhor, come e bebe a própria condenação" (1Cor 11, 27).

A quem costuma não cometer pecado mortal recomenda-se a confissão de devoção. Esta não é estritamente necessária, pois o pecado leve pode ser apagado por um ato de contrição, mas contribui para fortalecer a vida da graça. Caso possível, seja a confissão quinzenal; em caso contrário, propõe-se a confissão mensal. Procurem os Religiosos com zelo especial manter a periodicidade quinzenal. O descaso para com o pecado venial e as imperfeições produz a anemia espiritual do cristão. Note-se ainda: o pecado validamente absolvido fica para sempre absolvido, mas a repetição desse pecado por descuido voluntário pode ser falta mais grave do que as anteriores, pois implica descaso da graça e da misericórdia divinas.

 

4. Divórcio e Confissão

"Por que muitas pessoas, ao se divorciar, se desligam da religião e não procuram confessar-se?"

 

Respondemos dizendo que o fato de alguém estar divorciado(a) sem contrair nova união não exclui dos sacramentos tal pessoa. O divórcio rompe o vínculo civil, não o religioso; pode ser desejável para evitar constantes atritos de uma vida a dois. Uma pessoa divorciada que guarda fidelidade ao vínculo sacramental, é um testemunho e um exemplo muito significativo, que edifica a comunidade. Tal pessoa pode confessar-se e comungar... Se, porém, o(a) divorciado(a) passar a conviver maritalmente com outra pessoa, estará em pecado grave, que só poderá ser absolvido se se desfizer da união ilegítima.

 

As pessoas divorciadas recasadas, embora estejam excluídas da Comunhão Eucarística, não devem deixar de frequentar a Igreja, assistindo à Missa e participando de alguma tarefa compatível com o seu estado; quanto aos filhos, devem ser levados ao Batismo e educados na fé católica. Não percam o ânimo: Deus vê o fundo do coração de cada indivíduo e vê quanto há aí de sofrimento e boa vontade e desejo de servir a Deus.

 

5. Confissão e recaída no pecado

"E se eu me confessar e recair no mesmo pecado?

Quando pecamos e nos arrependemos e tentamos cada vez mais estar perto de Deus, temos chance de ir para o Céu?

 

- Quem se confessa, deve prometer ao Senhor Deus fazer tudo para não recair no pecado. Se, apesar deste esforço, a pessoa recair, mas se arrepender sinceramente, será validamente absolvida em confissão sacramental.

 

Se recair por não se ter esforçado para evitar o pecado, mas se arrepender com sinceridade, será absolvida validamente. Deus perdoa um sem número de vezes a quem está sinceramente arrependido. O que importa é a sinceridade na luta contra o pecado.

 

Importa muito também uma santa teimosia na procura da perfeição. Um cair-levantar que não cede ao desânimo, mas procura com todos os meios chegar à perfeição, já é uma grande graça de Deus. Diz muito sabiamente S. Ambrósio (+397): "Pecar é comum a todos os homens, mas acusar o seu pecado é próprio dos Santos".

 

Por conseguinte, o Santo não é alguém que nunca pecou, mas é aquele ou aquela que tem a lealdade e a coragem de acusar o seu pecado. O cristão vive da fé ou do claro-escuro da caminhada, luta muitas vezes sem ver grandes resultados, mas não desiste da luta contra o pecado porque sabe que é Deus quem o chama a isso.

 

Só não está bem aquele que é morno ou tíbio e, por isso, se furta ao empenho em demanda da santidade.

 

"Procurar a perfeição já é perfeição" (São Bernardo).

 

6. Confissão Comunitária

"A confissão comunitária tem o mesmo valor que a confissão individual?"

 

- Antes do mais, convém expor o que é propriamente confissão comunitária. É uma cerimônia em que se efetua comunitariamente a preparação para a confissão individual auricular. Há leitura bíblica, homilia, orações, cantos, exame de consciência... Após o quê deve haver a confissão auricular a um sacerdote presente à cerimônia. Feito isto, todos voltam aos respectivos lugares, onde rezam, ou cantam as orações finais.

 

Assim entendida, a confissão comunitária tem o mesmo valor que a confissão individual. É mesmo preferível à individual por oferecer mais subsídios para uma boa preparação do sacramento.

 

Caso não haja acusação individual dos pecados, a cerimônia vem a ser mera paraliturgia penitencial, que pode apagar os pecados leves se celebrada contritamente. Não é sacramento e, por isto, não apaga o pecado grave.

 

7. Necessidade da confissão "Por que é necessária a confissão?"

 

-A necessidade da confissão sacramental está fundamentada em Jo 20, 21-23:

Jesus comunicou o Espírito Santo aos seus apóstolos e disse-lhes: "Àqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados. Àqueles a quem não os perdoardes, não serão perdoados".

Estes dizeres implicam:

 

1) o perdão dos pecados nos vem através de ministros ou da Igreja. O Cristianismo é essencialmente a religião da encarnação. Deus se fez homem e serve-se de elementos visíveis para comunicar a sua graça; assim, a humanidade de Cristo e os ministros ordenados são canais da graça divina.

2) É prescrita a confissão dos pecados, sem a qual o ministro não pode exercer sua função de absolver ou não.

3) Confessando os pecados, o penitente não pretende informar a Deus, mas beneficia a si mesmo, "cuspindo as suas faltas" ou pondo-as para fora. Faz uma katharsis (purificação) que não tem efeito meramente psicológico, mas contribui para a restauração ou o fortalecimento da filiação divina no penitente.

4) O ministro do sacramento poderá absolver ou não. Pode haver penitentes que, embora arrependidos, não estejam dispostos a abandonar o pecado, assim um homem que traiu a sua esposa pode lamentar o fato, mas não ter a coragem para se libertar do pecado. Neste caso não pode ser absolvido, mas há de ser ajudado a pôr fim ao seu comportamento pecaminoso. Todo autêntico arrependimento inclui o propósito de fugir do pecado e das suas ocasiões.

 

8. Mentir na Confissão

"Se nos confessamos e mentimos para o padre e ele nos absolver, que acontecerá conosco?"

 

- Quem na acusação de suas faltas profere uma mentira para atenuar a gravidade da sua falta, comete um sacrilégio ou um novo pecado grave. É melhor que não se confesse. Quem procura o sacramento da Reconciliação, procura-o não como quem vai ter a um tribunal meramente humano, mas vai procurara Deus e julgar-se a si mesmo como Deus o julga a fim de usufruir da misericórdia que lhe é concedida. Importa, pois, ser sincero e a apresentar-se ao Senhor sem subterfúgios.

 

9. Quem está muito doente..,

"E se a pessoa for muito idosa ou muito doente...?"

 

- Uma pessoa muito idosa ou doente que não possa ir à igreja para confessar-se, chame o padre à sua casa. Se não puder falar, escreva. Se nem isto puder, revele de algum modo estar contrita e o padre a absolverá.

 

A propósito muito se recomenda o livro de Frei Raimondo Marchioro: A Confissão Sacramental. Ed. Mariana Eucarística, Caixa Postal 2198, 75001-970 Anápolis (GO).

 

 

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)



[1] Ultimamente tem sido proposta a distinção de quatro (e não três) tipos de pecado: o leve, o grave, o mortal e o pecado contra o Espírito Santo. 1) O pecado leve seria comparável a doenças leves que afetam um organismo (gripe, p. ex.). 2) O pecado grave seria uma moléstia grave... moléstia grave que ameaça a vida, mas não acarreta a morte (assim o pecado grave não extinguiria a vida da graça santificante no cristão). 3) O pecado mortal, sim, faria perder a graça santificante; só ocorreria nos casos em que a pessoa dissesse um Não explícito a Deus, mudando sua opção fundamental ou fazendo de uma criatura o polo de toda a sua vida; 4) O pecado contra o Espírito Santo seria o da impenitência voluntária. Segundo estas concepções, o pecado mortal seria raro, pois poucas vezes o pecador, ao procurar um prazer, tenciona revoltar-se contra Deus; por conseguinte, uma pessoa que tivesse consciência de haver pecado gravemente, poderia receber a S. Eucaristia sem recorrer ao sacramento da Penitência. Por exemplo, quem cometesse um adultério consciente e voluntário, mas logo depois se entristecesse e procurasse ser fiel ao seu matrimônio, não perderia a vida da graça e poderia assim receber a S. Comunhão.

Ora tal doutrina recente foi repetidamente rejeitada pelo magistério da Igreja. Este continua a identificar pecado grave e pecado mortal, e admite que alguém possa pecar mortal ou gravemente sem mudar a sua opção fundamental. São palavras do S. Padre João Paulo II:

"Há de evitar-se reduzir o pecado mortal a um ato de 'opção fundamental' contra Deus - como hoje se costuma dizer - entendendo com isso um desprezo explícito e formal de Deus e do próximo. Dá-se, efetivamente, o pecado mortal também quando o homem, sabendo e querendo, por qualquer motivo escolhe alguma coisa gravemente desordenada. Com efeito, uma escolha assim já está incluindo um desprezo do preceito divino, uma rejeição do amor de Deus para com toda a criação; o homem afasta-se de Deus e perde a caridade. A orientação fundamental pode, pois, ser radicalmente modificada por atos particulares" (Exortação Apostólica "Reconciliação e Penitência" n° 17). Ver também Declaração "Persona Humana" da S. Congregação para a Doutrina da Fé de 29/12/75, n° 10).


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