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Pregações: Homilias - Solenidade de todos os santos - por Padre Paulo Ricardo

Solenidade de Todos os Santos
O Caminho da Glória

Jesus crucificado é o “pobre em espírito” por excelência. Ao esvaziar a si mesmo ( cf. Fil 2) e ser exaltado, Nosso Senhor nos ensina que o caminho da Glória é “para baixo”. Como mendigos da misericórdia divina, os Santos viveram a total confiança naquele que hoje os acolhe na Pátria celeste.

Neste domingo celebramos a festa de Todos os Santos.
É importante lembrar que a Igreja é uma realidade muito mais celeste do que terrestre.
Muitas pessoas gostam de ver o lado negativo, os pecados e erros cometidos por gente da Igreja. Entretanto a grande história da Igreja verdadeira que merece ser contada é a história dos santos.
Ao contar a história de um exército não se conta a história dos traidores, mas de seus heróis.

Nós todos somos chamados à santidade para participar da glória de Deus no céu.
Mas qual o caminho e a escala?
Há uma diferença entre ser santo no céu e ser santo na terra. O santo no céu não busca, nem tem a alma em perigo, já tendo encontrado seu lugar na pátria celeste.
Mas para nós a santidade é uma luta, é o dia a dia na luta pela fidelidade a Deus.
Santidade no céu é glória. Santidade na terra é santificação, é luta, estamos na igreja militante. No céu, estão na igreja triunfante.

Queremos celebrar neste domingo a alegria de que um dia estaremos no céu e de que numerosos de nossos irmãos já lá estão, os bem-aventurados, algo mais que uma simples alegria, mas alcançaram a felicidade.
E o que alcança a felicidade? O sumo bem, Deus, o bem acima de todos os outros bens, a maior de todas as felicidades, a bem-aventurança. Como chegar lá?

No sermão da montanha Jesus anuncia as bem-aventuranças.
E a primeira delas é a que resume todas elas. 'Bem-aventurados os pobres em espírito porque deles é o reino dos céus'.
E o que quer dizer pobre em espírito?
No grego do novo testamento, a palavra usada para falar de pobre poderia ser traduzida por 'mendigo'.
Pobre em grego seria o que vive de forma frugal, mas não é totalmente miserável. A palavra que Jesus usa refere-se ao que vive da misericórdia dos outros, que não tem absolutamente nada.
Ou seja, os pobres de espírito são as pessoas que sabem que nada podem sem Deus.
A palavra grega significa aquele que vive agachado, abaixado. E como vive o mendigo? Fica na calçada, de pires na mão, encurvado, esperando a misericórdia. O pobre espera pelo fruto do seu trabalho, mesmo que pouco. Já o mendigo não espera nada, pois nada lhe é devido.

Nós sabemos que nossos méritos ou obras não são capazes de alcançar a salvação. Estamos portanto na situação do mendigo.
Tudo o que fazemos é uma forma de dizer: 'meu Deus, quero colaborar com minha salvação'. E confiamos que Deus nos dará sua graça conforme suas promessas por amor, não conforme o que fazemos.
Nós devemos ter essa atitude diante de Deus: confiança.
O caminho que os santos seguiram é o mesmo caminho que Jesus seguiu. Ele se esvaziou a si mesmo fazendo-se humilde e obediente até a morte na cruz. Jesus na cruz é o pobre em espírito, totalmente confiante e dócil com relação a Deus.

Em Jesus Deus reina completamente.
O caminho para a glória é esse abaixamento, como um mendigo diante de Deus, completamente dependente Dele. Para que Deus reine é necessário que nós destronemos a soberba de nosso coração.
Os santos aqui na terra foram todos pobres em espíritos, mendigos de Deus e a desproporção entre o que fizeram e a graça que receberam é imensa, não altera em nada sua situação de mendicância. Foram agraciados muito mais do que mereceram.

N.Sra é modelo dessa pobreza em espírito. Para ela estar cheia de garça, ela precisou se esvaziar de si mesma.
A mais perfeita de todas as criaturas foi a que mais se rebaixou e confiou em Deus.

Fonte: site Christo Nihil Praeponere

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