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Pregações: Homilias - O Banquete Nupical e o Fim dos Tempos - por Padre Paulo Ricardo

Banquete Nupcial e Fim dos Tempos

28o domingo do tempo comum, Mt 22,1-14, esta é a última semana do conflito entre Jesus e os fariseus.
Mas a palavra de Jesus é dirigida também a nós, na última Páscoa de Jesus.

Ele nos conta a parábola do banquete nupcial, último banquete do cordeiro de Deus e falando do fim dos tempos.
Em Isaías 25 há a descrição desse último banquete em que Deus enxugará nossas lágrimas, na casa do Pai.
Mas não é só isso... há 3 realidades que não se contradizem: o último banquete no fim dos tempos, a Eucaristia e a última ceia de Jesus.
O que une essas três realidades é a última ceia de Jesus.
Meditemos sobre a parábola.

Os convidados desprezam o convite. Deus nos convida, Jesus nos deseja, Ele quer estar conosco nessa comunhão, um banquete de casamento entre Deus e a humanidade, de Jesus com a sua Igreja. Não é uma refeição qualquer, um lanchinho... é um banquete da união entre Deus e o homem. A união profunda entre Deus tão santo e glorioso e o homem tão miserável e egoísta. 'Eu desejei ardentemente celebrar esta ceia convosco', disse Jesus.
Deus me deseja e eu desejo Deus?
Na parábola o Senhor quase que suplica pela presença dos convidados...
No entanto, os convidados falam de nossa realidade... é uma profecia realizada na Igreja de hoje em que há lugares vazios nas igrejas, convidados que não querem estar com Deus.
Precisamos unir nosso coração ao de Deus e desejar ardentemente participar e desejar que outros irmãos também participem. Ver a humanidade unida a Deus. S. Francisco continuamente chorava repetindo esta frase: 'o amor não é amado'.
S. Domingos de Gusmão passava horas na igreja chorando e perguntando 'Sr, o que será dos pecadores?'

Esse casamento torna-se dramático, uma verdadeira luta em que alguns dos convidados agarraram os enviados e bateram neles e os mataram.
O Senhor então manda convidar a todos, maus e bons, pelos caminhos.
É claro aqui que Jesus falava dos judeus que não aceitaram o convite. Deus então abre as portas para todos, o chamamento universal, querendo que todos os homens sejam salvos.
O amor de Cristo nos impele e levar o evangelho às encruzilhadas, chamar a todos.

Mas o banquete fica cheio então de pessoas más e boas. De fato, a Igreja está cheia de pessoas santas, como S. Pio de Pietrelcina e tantos outros, pessoas que amam a Deus verdadeiramente e se entregam a Deus com todo o fervor. Mas também há na Igreja pessoas que não se entregam a Deus, que são más. Para nós essa parábola deve ser motivo de exame de consciência e lembrar que Judas também se sentou à mesa da ceia e recebeu a comunhão.
O Papa Bento XVI afirmou que há pessoas agnósticas que sofrem com a busca da verdade, que sofrem por seus pecados e muitas vezes estão mais próximas do reino de Deus que pessoas de dentro da Igreja, comodamente alojadas na instituição e sentadas nos bancos do banquete...

Na parábola, o Senhor expulsa um homem que estava sem o traje adequado para a festa, pois 'muitos são os chamados e poucos são os escolhidos'.
S. Gregório interpreta isso com a necessidade que temos de fé e de caridade ao mesmo tempo. A fé leva ao banquete, mas isso não basta, é necessário também amar, os frutos da fé.
Assim como Jesus dramaticamente assume a cruz, nós também precisamos reagir e agir com amor prático, real. O homem que no banquete não usa a veste é o homem que se recusa a amar. Ele está no banquete, mas só assiste à Missa, não tem um verdadeiro coração eucarístico. Deus assume nossas dores e é preciso amar de volta. Como não amar um Deus assim?
O amor humano é sempre resposta, nunca iniciativa. Que bom seria se todos tivessem um amor ardente. Que triste se não o somos. Vistamos a veste nupcial, a veste do amor e responder de volta com amor àquele que nos convida para o banquete nupcial do cordeiro que tira o pecado do mundo devido à nossa falta de amor.

Fonte: site Christo Nihil Praeponere

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